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IDENTIFICAÇÃO DE CÉLULAS DE DERIVA LONGITUDINAL LITORÂNEA, NAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO SUL (SC). Ana Paula de Martini de Souza Bolsa voluntária.

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1 IDENTIFICAÇÃO DE CÉLULAS DE DERIVA LONGITUDINAL LITORÂNEA, NAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO SUL (SC). Ana Paula de Martini de Souza Bolsa voluntária / PIBIC/CNPq Edital Marcelo Renato Lamour Introdução Praias são definidas como um acúmulo de depósitos sedimentares onde atuam processos de abrasão, transporte seletivo e deposição de modo a gerar variações nos parâmetros granulométricos (diâmetro médio, grau de seleção e assimetria) e consequentemente respostas sobre a dinâmica sedimentar local. Seções destes ambientes, que apresentam compartimentos discretos de predominância erosiva e/ou deposicional de sedimentos, podem ser entendidos como células de deriva litorânea. O encontro entre células, caracterizados em divergentes e convergentes, podem refletir em padrões sedimentares deposicionais ou erosivos, respectivamente. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi identificar as células de deriva litorânea nas praias da Ilha de São Francisco do Sul - SC, relacionando as tendências de transporte sedimentar aos níveis energéticos e o aspecto de desgaste das partículas. Método Os trabalhos de campo consistiram na amostragem de sedimentos superficiais espaçados em 500m ao longo das linhas de costa de duas praias (Enseada e Praia Grande). As amostras levadas para laboratório foram analisadas pelo granulômetro laser (bluewave S3500) para a determinação dos parâmetros, assim como de dados estatísticos de esfericidade e arredondamento das partículas por meio do software analisador de imagens, SIA. Por fim, tendo como base científica o método de identificação de células de deriva proposto por McLaren (1981), foi realizada a geração de vetores pelo software GSTA (Gao,1996), sendo construído mapas de interpretação dos dados brutos para a correlação com os níveis energéticos e desgaste das partículas. Referências Gao S A Fortran program for grain-size trend analysis to define net sediment transport pathways. Computers and Geosciences, 22: MCLAREN, P., 1981, An interpretation of trends in grain size measures: Jour. Sed. Petrology, v. 51, p Conclusões Variações na linha de costa são processos naturais do ambiente que por meio de suas forçantes físicas acabam modelando o terreno, no entanto cada terreno refletirá a intensidade dessas forças de formas distintas como pôde ser analisado na maior variação de grau de arredondamento e esfericidade na praia de maior energia. Visto a importância do conhecimento sobre a dinâmica e evolução costeira, estudos deste enfoque são necessários e usados como ferramenta para uma adequada gestão costeira. Resultados e Discussão Na praia Grande, representada com um mapa de interpretação dos dados abaixo (figura 1), ocorre o encontro de duas células de deriva longitudinal, uma com característica convergente a nordeste da ilha, enquanto que a sudoeste foi identificada o encontro divergente entre duas células. A média do Grau de arredondamento e esfericidade nas amostras da praia Grande são 65% e 71%, respectivamente, havendo variação nos pontos de convergência e divergência de células. A praia de Enseada, representada acima, possui a convergência de células de deriva litorânea em sua porção média, com menor variação dos graus de arredondamento e esfericidade médios (65% e 64%). Em ambas as praias os pontos de convergência de células podem representar a retirada de partículas da praia, enquanto que a divergência na praia Grande ocorre a deposição de sedimentos. Nota-se também que a variação do grau de arredondamento e esfericidade é maior em praias de maior energia (praia Grande), diferente da enseada, onde a granulometria é menor assim como a energia, o que leva a acreditar que o desgaste das partículas acabe sendo mais parecido. Figura 1- Mapas das praias com a direção dos transportes inferidos.


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