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Visão Computacional Features (características)

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Apresentação em tema: "Visão Computacional Features (características)"— Transcrição da apresentação:

1 Visão Computacional Features (características)

2 Sinopse Conceito de features Arestas, contornos, curvas Features não geométricas

3 O que são features? Feature global –Uma propriedade global de uma imagem ou parte dela, por exemplo, média dos níveis de cinza, área em pixel. Feature local –Parte de uma imagem com propriedades especiais, por exemplo, um círculo, uma linha, ou uma região com textura numa imagem de intensidade, uma superfície plana numa imagem de profundidade

4 Definição Features (características) de imagem são partes detectáveis locais da imagem com algum significado (meaningful) Seqüência de operações iniciais dos sistemas de visão: –Detecção (realce) de features –Localização de features

5 Significado (meaningful) Associadas a elementos de interesse na cena via o processo de formação de imagens –Variação alta da intensidade causada pelos contornos –Regiões com nível de intensidade uniforme –Algumas vezes procuramos features que não se traduzem a alguma característica na imagem mas refletem arranjos particulares dos pixels com certas propriedades desejadas (invariância, coisas fáceis de detectar).

6 Detectáveis Deve existir um algoritmo de localização, caso contrário, a feature não serve para nada Features diferentes são associadas a algoritmos de detecção diferentes; A saída geralmente são os descritores das features, especificando posição e outras propriedades essenciais da feature. –Ex: descritor de linha contém o ponto central, seu tamanho e orientação.

7 Arestas (bordas) São pixels (ou regiões) da imagem onde o valor da intensidade possui uma variação brusca Problema de detecção de arestas: –dada uma imagem (considere com erro), localizar as arestas geradas pelos elementos da cena (não pelo erro)

8 Por que aresta interessa? Contornos de elementos de interesse na cena –objetos sólidos, marcas em superfícies, sombras –Linhas, curvas e contornos (elementos básicos para muitos algoritmos) são cadeias de pixels de arestas –Line drawing (wire frame) é são imagens comuns e sugestivas para seres humanos

9 Algoritmo Suavização do ruído –suprimir ruídos sem destruir arestas –assumir ruído branco ou gaussiano Realce de arestas –projetar um filtro que responda a arestas –valor alto nas arestas e baixo fora delas Localização de arestas –decidir que máximos locais no filtro são arestas afinar arestas grossas para um pixel de largura estabelecer um valor mínimo para aresta (treshold)

10 Detetor de arestas de Canny Seja f(x,y) uma imagem, com ruído branco ou gaussiano Para eliminar (ou diminuir) ruído, convoluir com o filtro gaussiano

11 Gaussiano Espaço Freqüência

12 Gradiente do Gaussiano Espaço Freqüência

13 Laplaciano do Gaussiano Espaço Freqüência

14 Canny Então f * g suprime erro antes da detecção de arestas, ou seja, limita f em banda, mas ainda é uma boa aproximação de f Então, para detectar arestas, basta aplicar diferenciação

15 Canny Como o filtro gaussiano é linear, leva-se a diferenciação para a máscara da gaussiana e então aplica-se o resultado (outra máscara) à imagem original. O resultado é o mesmo que se fosse primeiro suavizado e depois diferenciado.

16 Algoritmo de Canny Aplicar CannyEnhancer a I(i,j) Aplicar NonMaxSuppression ao resultado Aplicar HysteresisThresh ao resultado

17 Função CannyEnhancer Aplicar suavização gaussiana a I(i,j) (filtro linear com kernel gaussiano discretizado) J=I*G Para cada pixel (i,j): –a) calcule as componentes do gradiente J y e J x –b) estime a magnitude da aresta (strenght) E s (i,j)=(J x 2 (i,j)+J y 2 (i,j)) 1/2 –c) estime a orientação da normal da aresta E (i,j)=atan2(J y,J x )

18 Função NonMaxSuppresion Considere as direções d k = 0, 45, 90, 135 o Para cada pixel em e s (i,j) –ache a direção d k que melhor aproxima a direção de E (i,j) (a normal à aresta) –se E s (i,j) for menor que pelo menos um dos dois vizinhos ao longo de d k faça I n (i,j)=0 (supressão); caso contrário, faça I n (i,j)= E s (i,j) Saída é imagem I n (i,j) de pontos de arestas afinadas, isto é, E s (i,j) após supressão de pontos de aresta não máximos (max. locais)

19 Eliminando máximos locais (tresholding) A imagem afinada ainda contém máximos locais criados por erro Uma idéia seria descartar pixels com valores menor que um treshold. Problemas: –se tentarmos capturar arestas verdadeiras que sejam fracas, algum erro pode ainda passar (contornos falsos) –os valores dos máximos verdadeiros podem flutuar ao longo de uma aresta, acima e abaixo do treshold, fragmentando a aresta resultante.

20 Função HysteresisTresh Entrada é a imagem I n (i,j), E (i,j) e l e h, dois tresholds l < h Para todos os pontos em I n (i,j), passando numa ordem fixa: –localiza próximo pixel não visitado I n (i,j) > h –começando de I n (i,j), tente achar uma cadeia de máximos locais conectados em ambas as direções perpendiculares à normal à aresta desde que I n (i,j) > l. –Marque todos os pontos visitados e salve a lista das posições dos pixels no contorno conectado encontrado.

21 Saída do algoritmo Conjunto de listas de arestas, cada uma descrevendo a posição de um contorno conectado na imagem Imagem de orientação Imagem de magnitude

22 Generalidades Hysteresis reduz probabilidade de falsos contornos, uma vez que estes devem produzir uma resposta maior que h para ocorrerem Reduz probabilidade de quebra, requerendo flutuações muito maiores que no caso de simples thresholding Tracking de arestas, achando máximos em arestas conectados, ou contornos conectados

23 Algoritmo RobertsEdgeDetector (Input: imagem I(i,j) e treshold ) Aplique remoção de ruídos caso deseje (I s ) filtrar I s (i,j) com as máscaras de roberts obtendo duas imagens I 1 (i,j) e I 2 (i,j) estime a magnitude do gradiente em cada pixel como G(i,j)=(I 1 2 (i,j)+I 2 2 (i,j)) 1/2 marque como aresta todos o pixels em que G(i,j)>.

24 Algoritmo SobelEdgeDetector Mesmo que Roberts, exceto as máscaras do segundo passo Prewitt: similar

25 Detectando cantos Considere o gradiente espacial da imagem dado por (E x,E y ) t, com E x = E/ x e E y = E/ y; Considere um pixel p genérico na imagem, uma vizinhança Q de p e uma matriz C: E x 2 E x E y E x E y E y 2 onde as somatórias são tomadas sobre a vizinhança Q. A matriz C caracteriza a estrutura dos níveis de cinza da imagem, em cada pixel. C=

26 Auto-valores e auto-vetores A matriz C é simétrica, portanto pode ser diagonalizada por uma rotação do eixo de coordenadas, sem perda de generalidades: Os dois auto-valores 1 e 2 são não negativos (assumamos 1 > 2 ). C=

27 Interpret. geométrica de 1 e 2 1) Considere uma vizinhança Q uniforme: o gradiente desaparece em toda a vizinhança, C vira uma matriz nula e 1 = 2 =0 2) Assuma que Q contém um aresta degrau ideal preto para branco; temos então 2 =0, 1 >0 e o auto-vetor associado com 1 é paralelo ao gradiente da imagem O posto (rank) de C é deficiente nos dois casos (0 e 1, respectivamente).

28 Interpret. geométrica de 1 e 2 3) Considere que Q contém o canto de um quadrado preto contra um fundo branco: como tem duas direções principais em Q, espera-se que 1 > 2 >0 e que quanto maior forem, mais forte (maior contraste) serão as linhas da imagem correspondente Posto de C é 2

29 Interpret. geométrica de 1 e 2 Auto-vetores codificam direções das arestas e auto-valores codificam sua magnitude. Um canto é identificado por duas arestas fortes, então sendo 1 > 2, um canto é uma localização onde o menor deles é grande

30 Algoritmo Corners (Input: I(x,y), threshold 2, e tamanho de Q) Calcule o gradiente na imagem I(x,y) Para cada pixel p: –a) componha a matriz C numa vizinhança 2n+1 –b) calcule 2, o menor dos auto-valores de C –c) se 2 >, salve coordenadas de p numa lista L Ordene L em ordem decrescente de 2 Passando na lista (ordenada), para cada ponto corrente p, apague todos os pontos que aparecem depois na lista mas que pertençam também à vizinhança de p.

31 Generalidades O threshold pode ser estimado a partir do histograma de 2. O tamanho da vizinhança Q não é trivial, não havendo um critério para sua definição. Experiências indicam um tamanho entre 2 e 10 como sendo adequado na maioria dos casos práticos

32 Operadores de textura Frei e Chen A probabilidade de operadores de aresta encontrarem uma evidência zero de uma aresta em qualquer lugar da imagem é muito pequena, devido ao ruído superposto em variações de baixa freqüência Algumas vezes, gradiente não funciona como esperado

33 Operadores de Frei e Chen Considere o conjunto de operadores:

34 Operadores de Frei e Chen Seja g k = f * h k, então: Definindo Se >threshold, reporte/rotule aresta

35 Magnitude do gradiente x Threshold de Frei-Chen

36 Detecção de linhas e curvas Dada a saída de um operador de arestas, encontrar todas as instâncias de uma dada curva (linha ou elipse) ou parte dela (segmentos de linha ou arcos de elipses) Agrupamento –Quais pontos da imagem compõem cada instância da curva alvo na imagem Model fitting –Dado um conjunto de pontos na imagem provavelmente pertencente a uma instância única da curva alvo, encontrar a melhor curva que interpola os pontos

37 Transformada de Hough (linhas) Transforma detecção de linhas em um problema de interseção de linhas Qualquer linha y=mx+n é identificada por um par (m,n), representada por um ponto no plano (m,n), o espaço de parâmetros Por outro lado, qualquer ponto p=(x,y) na imagem corresponde a uma linha n=-mx+y no espaço de parâmetros Variando (m,n), pode-se representar todas as linhas possíveis que passam em p

38 Transformada de Hough (linhas) Uma linha definida por k pixels colineares p 1,...p k, é identificada no espaço de parâmetros pela interseção das linhas associadas a p 1,...,p k p1p1 p2p2 x ym n n m=tan

39 Transformada de Hough (linhas) Basta transformar interseção de linhas em um problema de detecção de pico, procurando por um máximo de interseções Dividir o plano (m,n) numa grade discreta (resolução depende da precisão desejada) Associar um contador a cada célula, inicialmente zero para todas

40 Exemplo Seja apenas uma linha (m´,n´) na imagem, formada pelos pontos p 1,...,p k Para cada pixel p i, incremente todos os contadores na linha correspondente no espaço de parâmetros Todas as linhas r 1,...,r k no espaço de parâmetros associadas a p 1,...,p k terão os mesmos parâmetros (m´, n´), de modo que c(m´,n´) = k e os contadores das outras linhas são 1. Basta então achar o pico de c(m,n)

41 Na prática x y m=1 n= m n x=1 y=1 1 1 n=-mx+y n=-m+1 y=mx+n x=2 y=2 n=-2m+2 m=0, n=2 m=1,n=0 m=0, n=1 m=1,n=0

42 Problemas com m e n Como manter m e n (que são infinitos) dentro de uma resolução desejada (discreto), de modo a não perder linhas? O par (m,n) não captura a linha x=c (com c constante)

43 Representação polar Usar representação polar: =x cos +y sin, onde representa a distância entre a origem da imagem e a linha e a sua orientação Os parâmetros e são finitos e podem representar qualquer linha p1p1 p2p2 x y n m=tan p1p1 p2p2 x y =x cos +y sin

44 Detecção de várias linhas Arestas na imagem podem ter varias linhas Encontrar todas: olhar para todos os máximos locais em c(m,n) Pontos em curvas ou ruídos geram pontos randômicos no espaço (m,n). Basta passar um threshold Ruídos

45 Algoritmo HoughLines Input: E(i,j), d <=(M 2 +N 2 ) 1/2, d [0, ] e R,T Discretize espaço de parâmetros de e nos vetores d e d usando passos e Seja A(R,T) matriz de contadores,em zero Para cada pixel E(i,j)=1, e para h=1,...,T –faça =i cos d (h)+j sin d (h) –ache o índice k, do elemento de d mais próximo de –incremente A(k,h) Encontre todos os máximos locais (k p,h p ), tais A(k p,h p )>, trhreshold def. pelo usuário

46 HoughCurves Input: Seja f(x,a) parametrizacao da curva Discretize os intervalos de variação de a 1,..., a p. Sejam s 1,..., s p os tamanhos dos intervalos amostrados Seja A(s 1,..., s p ) um vetor de contadores inteiros, inicialmente em zero Para cada pixel E(i,j)=1, incremente todos os contadores na curva definida por y=f(x,a) em A Encontre todos os máximos locais a m tais que A(a m )>, o trhreshold definido pelo usuário

47 Homework Implemente os algoritmos de deteção de arestas de Sobel, Prewit, Roberts, Chen e Frei. Implemente o algoritmo de detecção de cantos do livro do Trucco. Implemente os filtros Gaussiano, Gradiente do Gaussiano e Laplaciano do Gaussiano. Teste a transformada de hough para linhas (use uma implementação já existente). Faça um relatório, iincluindo as máscaras usadas de cada filtro, bem como as imagens resultantes. Comente os resultados.


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