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Materiais para a Indústria da Construção Civil Prof. MSc. Adhemar Watanuki Filho Turma Eng. Civil – 3º Período.

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1 Materiais para a Indústria da Construção Civil Prof. MSc. Adhemar Watanuki Filho Turma Eng. Civil – 3º Período

2 TRABALHABILIDADE

3 Energia necessária para manipular o concreto fresco sem perda considerável da homogeinidade (ASTM C ).

4 TRABALHABILIDADE Facilidade e homogeinidade com que o concreto fresco pode ser manipulado desde a mistura até o acabamento (ACI 116R-90).

5 TRABALHABILIDADE Influencia nas etapas de lançamento e adensamento

6 ADENSAMENTO X FATOR A/C X RESISTÊNCIA

7 SLUMP TEST – NM 67:1998

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9

10

11 SLUMP TEST – COESÃO

12 SLUMP TEST

13 PROPRIEDADES DO CONCRETO ENDURECIDO

14 CONCRETO ENDURECIDO Material sólido, a partir da pega – perpétua evolução; Material sensível às modificações do ambiente, físicas, químicas e mecânicas; As propriedades qualificam o concreto – embasam na escolha dos materiais

15 CARACTERÍSTICAS E PROPRIEDADES

16 DENSIDADE Densidade varia com adesnsamento e variação da proporção de água contida nos poros; Varia com a proporção de aço das armaduras contidas. - Concr. não adensado – 2,1t/m³ DENSIDADE - Concr. Comprimido – 2,2t/m³ - Concr. Socado – 2,5t/m³ - Concr. Vibrado – 2,3 a 2,4t/m³.

17 ATRITO Varia com: Grau de irregularidades nas superfícies de contato; Acabamento superficial. Concreto não é adequado para mecanismos de suporte, exceto pavimentação e tubulações; Questões hidraúlicas – corresponde ao escoamento nas tubulações de concreto; Superfícies pavimentadas usuais – maior atrito e aumento de segurança; Uso de agregados de maior dureza.

18 RESISTÊNCIA À ABRASÃO Importante para superfícies sujeitas à movimentação de cargas; Estrutura se destrõe por rompimento do grão ou arrancamento; Grãos mais duros e maiores – menor desgastes Maior RES. COMP. – Maior RES. ABRASÃO 200 < RA < 400 Kg/cm²

19 CONDUTIBILIDADE ELÉTRICA Baixa condutibilidade elétrica, porém, variável com a composição e umidade; Não chega a ser caracterizada como isolante.

20 PROPRIEDADES TÉRMICAS CONDUTIBILIDADE TÉRMICA Concreto usuais conduzem melhor calor do que concretos de baixa densidade; Concreto Normal é melhor condutor que os concretos mais leves – relação com densidade; Concreto leves excelente materiais isolantes.

21 PROPRIEDADES TÉRMICAS CALOR ESPECÍFICO Variação com temperatura e teor de água (0,20 a 0,25 KCal/KgºC); Valor utilizado para cálculo da evolução térmica em grandes massas durante a cura.

22 PROPRIEDADES TÉRMICAS DILATAÇÃO TÉRMICA Pretende-se que esse valor seja igual ao do aço (11 x /ºC) - Valor mal determinado – 10 x /ºC; Depende do tipo de cimento, agregados, grau de umidade e dimensões da peça; Seção da peça – velocidade lenta de propagação de temp. no interior do concreto.

23 RESISTÊNCIA AO FOGO Avaliada em duas situações distintas: 1º Situação – temperatura razoavelmente elevada – gradual; 2º Situação – temperaturas elevadas – repentina e grandes variações térmicas. Análise de alguns constituintes: Água; Cimento; Agregados; Armaduras.

24 ÁGUA NO CONCRETO Encontrada de 3 formas distintas: Água ligada quimicamente – hidratação dos anidros; Água ligada fisicamente – água adsorvida; Água no estado livre – ocupa os poros por capilaridade. Variação de temperatura: >100ºC – Evaporação de água livre e adsorvida; <300ºC – Perda de água fisica; >400ºC – Perda de água química (Baixa Res.Comp); RESISTÊNCIA AO FOGO

25 CIMENTO Entre 250 e 300ºC – Concreto conserva suas propriedades mecânicas; Acima de 300ºC – uso de cimento pozolânico ou aluminoso – não libera hidróxidos; >900ºC – aglomerantes se encontra em risco de destruição; >400ºC – hidróxido de cálcio são destruídos – teor de magnésia hidratam –fissuramento. RESISTÊNCIA AO FOGO

26 AGREGADO <300ºC – silicatos se retraem; Temp. elevadas – dilatação excessiva – fissura; >500ºC – sílica se transforma numa forma alotrópica e se expande; >900ºC – agregados cálcareos pode se descarbonatar. RESISTÊNCIA AO FOGO

27 ARMADURA Aço perde resistência acima de 400ºC; Armadura e aço se dilatam de maneiras diferentes. RESISTÊNCIA AO FOGO

28 DURABILIDADE Condicionada ao ataque de agentes agressivos – ciclo de vida;

29 DURABILIDADE Parâmetros fundamentais: Relação água cimento; Cobrimento de armadura; Consumo de cimento; Dimensionamento do concreto em função da exposição.

30 PERMEABILIDADE Concreto material - poroso. Porosidade – excesso de água, diminuição de volume, retração. Permeabilidade se exprime pela quantidade de água que atravessa uma superfície unitária, numa espessura unitária e sob pressão unitária. Importância – Durabilidade do material pode ser ameaçada pela ação de agentes agressivos, tanto quanto for menor a permeabilidade.

31 PERMEABILIDADE Porosidade = % vazios dentro do concreto; A permeabilidade da pasta é diretamente relacionada com a porosidade; Microfissuras (retração, contração térmica), interligam os poros capilares aumentando a permeabilidade;

32 ENSAIO PERMEABILIDADE

33 PERMEABILIDADE

34 RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO Concreto resiste bem à compressão – até 150 MPa; Resiste mal à tração – 2 a 5% da resistência à compressão; Resiste mal ao cisalhamento; Deve ser especificada em todos os projetos – compressão simples; Em projetos especiais – módulo de elasticidade, tração simples, desgaste à abrasão e cisalhamento direto.

35 RESISTÊNCIA A COMPRESSÃO

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37 Propriedade mais controlada; Facilidade com que é determinada; Em geral, relacionada às demais propriedades; Os corpos de prova, moldados de diferentes fases da mistura, de um mesmo concreto, têm resultados com distribuiçõa normal, representada por: MÉDIA e DESVIO PADRÃO.

38 OBRIGADO


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