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1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CURSO: CONTROLADORIA DAS EMPRESAS DISCIPLINA: FINANÇAS EMPRESARIAS Facilitador: Mompean – www.mompean.com.br.

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1 1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CURSO: CONTROLADORIA DAS EMPRESAS DISCIPLINA: FINANÇAS EMPRESARIAS Facilitador: Mompean –

2 2 FINANÇAS EMPRESARIAS Planejamento e controles Integração do planejamento e controle: - planeja e controla: os objetivos são o de integrar ambos.

3 3 FINANÇAS EMPRESARIAS Planejamento e controles Contabilidade por responsabilidade: - Centro de custos - Centro de lucro - Centro de investimento

4 4 FINANÇAS EMPRESARIAS Aspectos comportamentais da avaliação de desempenho Objetivo: - Calcular a eficiência dos gestores - Identificar as áreas onde ações corretivas devam ser implementadas; - Assegurar que os gestores estão motivados ao cumprimento dos objetivos da organização; - Possibilitar comparação entre o desempenho dos dife- rentes setores da organização e descobrir as áreas onde melhorias podem ser objetivadas.

5 5 FINANÇAS EMPRESARIAS Estilos de liderança e problemas de controle: - democrático, e - Autoritário.

6 6 FINANÇAS EMPRESARIAS Os efeitos do orçamento nas pessoas: 1- Reação às pressões; 2- Grande ênfase no curto prazo; 3- Má qualidade das decisões do executivo principal; 4- Má qualidade de comunicação; 5- Departamentos excessivamente centrados em si mesmos; 6. Limitação à iniciativa; 7. Desvios do orçamento.

7 7 FINANÇAS EMPRESARIAS Informações orçamentárias e avaliação de desempenho: - avaliação restrita do orçamento; - avaliação consciente do lucro; - Avaliação não contábil (informações orçamentárias tem papel relativamente pequeno na avaliação do desempenho do gestor.

8 8 FINANÇAS EMPRESARIAS - Necessidade de diversas medidas de desempenho; - Importância da participação - Administração por objetos Metas pessoais – metas divisionais – metas organizacionais

9 9 FINANÇAS EMPRESARIAS

10 10 FINANÇAS EMPRESARIAS Planejamento estratégico – determinação dos objetivos da corporação Controle gerencial – implementação dos planos estratégicos; Controle operacional – processo que assegura que as tarefas específicas estão sendo desempenhadas com eficiência.

11 11 FINANÇAS EMPRESARIAS Aula de Discussão do Artigo: Controladoria Estratégica Autor: Ivantidio Guimarães Mendes Prof. da FAE Business School

12 12 FINANÇAS EMPRESARIAS Definição dos grupos de trabalho: 12 grupos de 3 pessoas, cada. Cada grupo será responsável pela apresentaçãpo de 1 tema por aula, de acordo com o programa previsto para a disciplina.

13 13 FINANÇAS EMPRESARIAS Definição dos grupos de trabalho: A cada apresentação, os demais grupos deverão formular 3 questões, após formuladas as mesmas serão trocadas entre outros grupos para serem respondidas. Todas deverão versar sobre o tema da apresentação e serão selecionadas para compor a avaliação, ao final do curso. A nota da avaliação comporá a da apresentação de cada grupo.

14 14 FINANÇAS EMPRESARIAS Os temas e os grupos, encontram-se a seguir designados, começando a partir da aula 3 (02/09/05) as apresentações.

15 15 FINANÇAS EMPRESARIAS 1. Conceitos de Controle e Controles, Controladoria e Administração Baseada em Valor – VBM (Value drivers), acompanhados de estudos de casos. 1. Conceitos de Controle e Controles, Controladoria e Administração Baseada em Valor – VBM (Value drivers), acompanhados de estudos de casos. Grupo 1 – apresentação em 02/09/05

16 16 FINANÇAS EMPRESARIAS 2. A Controladoria na Estratégia. 2. A Controladoria na Estratégia Riscos estratégicos e suas conseqüências; 2.1. Riscos estratégicos e suas conseqüências; 2.2. Como atingir a eficiência com a redução dos riscos Como atingir a eficiência com a redução dos riscos. Grupo 2 – apresentação em 16/09/05 Grupo 2 – apresentação em 16/09/05

17 17 FINANÇAS EMPRESARIAS 3. A Controladoria no Planejamento Operacional. 3. A Controladoria no Planejamento Operacional Riscos operacionais e suas conseqüências; 3.1. Riscos operacionais e suas conseqüências; 2.2. Como atingir a eficiência com a redução dos riscos Como atingir a eficiência com a redução dos riscos. Grupo 3 – apresentação em 23/09/05 Grupo 3 – apresentação em 23/09/05

18 18 FINANÇAS EMPRESARIAS 4. Como fazer o Controle e os controles: 4. Como fazer o Controle e os controles: 4.1. Orçamento empresarial; 4.1. Orçamento empresarial; 4.2. EVA (Economic Value Added) e MVA (Market Value Added); e 4.2. EVA (Economic Value Added) e MVA (Market Value Added); e 4.3. Painel de Controle: Balanced Scorecard e Indicadores de Desempenho Painel de Controle: Balanced Scorecard e Indicadores de Desempenho. Grupo 4 – apresentação em 30/09/05 Grupo 4 – apresentação em 30/09/05

19 19 FINANÇAS EMPRESARIAS 5. Sistemas Contábeis de Informação: 5. Sistemas Contábeis de Informação: 5.1.Contabilidade Financeira; 5.1.Contabilidade Financeira; 5.2. Contabilidade Gerencial; 5.2. Contabilidade Gerencial; 5.3. Contabilidade de Custos Contabilidade de Custos. Grupo 5 – apresentação em 07/10/05 Grupo 5 – apresentação em 07/10/05

20 20 FINANÇAS EMPRESARIAS 6.. Sistemas Informatizados de Gestão 6.. Sistemas Informatizados de Gestão 6.1.GECON – Gestão Econômica 6.1.GECON – Gestão Econômica 6.2.ERP – Enterprise Resources Planning 6.2.ERP – Enterprise Resources Planning Grupo 6 – apresentação em 14/10/05 Grupo 6 – apresentação em 14/10/05

21 21 FINANÇAS EMPRESARIAS 7. Políticas para redução de custos 7. Políticas para redução de custos Grupo 7 – apresentação em 21/10/05 Grupo 7 – apresentação em 21/10/05

22 22 FINANÇAS EMPRESARIAS 8. Gestão da formação de preços 8. Gestão da formação de preços Grupo 8 – apresentação em 28/10/05 Grupo 8 – apresentação em 28/10/05

23 23 FINANÇAS EMPRESARIAS 9. Avaliação de desempenho e investimentos 9. Avaliação de desempenho e investimentos Grupo 9 – apresentação em 04/11/05 Grupo 9 – apresentação em 04/11/05

24 24 FINANÇAS EMPRESARIAS 10. Sarbanes-Oxley 10. Sarbanes-Oxley 10.1 Conceitos 10.1 Conceitos 10.2 Comitê de auditoria 10.2 Comitê de auditoria Grupo 10 – apresentação em 11/11/05 Grupo 10 – apresentação em 11/11/05

25 25 FINANÇAS EMPRESARIAS 11. Governança Corporativa 11. Governança Corporativa Conselho Fiscal Conselho Fiscal Grupo 11 – apresentação em 18/11/05 Grupo 11 – apresentação em 18/11/05

26 26 FINANÇAS EMPRESARIAS 25/11/05 – Avaliação final 25/11/05 – Avaliação final Para a avaliação serão selecionadas 5 questões dentre aquelas resultantes das discussões realizadas por ocasião de cada apresentação. Para a avaliação serão selecionadas 5 questões dentre aquelas resultantes das discussões realizadas por ocasião de cada apresentação.

27 27 FINANÇAS EMPRESARIAS Leitura obrigatória. Leitura obrigatória. CATELLI, Armando. Controladoria. São Paulo: Editora Atlas, CATELLI, Armando. Controladoria. São Paulo: Editora Atlas, PADOVEZE, Clóvis Luis. Controladoria Estratégica e Operacional. São Paulo: PioneiraThomson, 2003 PADOVEZE, Clóvis Luis. Controladoria Estratégica e Operacional. São Paulo: PioneiraThomson, 2003

28 28 FINANÇAS EMPRESARIAS Bibliografia complementar Bibliografia complementar BRIGHAM, Eugene F. e outros. Administração Financeira: teoria prática. São Paulo: Editora Atlas, BRIGHAM, Eugene F. e outros. Administração Financeira: teoria prática. São Paulo: Editora Atlas, COPELAND, Tom e outros. Avaliação de Empresas Valuation. São Paulo: Makroon Books Ltda., COPELAND, Tom e outros. Avaliação de Empresas Valuation. São Paulo: Makroon Books Ltda., DRUCKER, Peter F.. Administração, Tarefas, Responsabilidades, Práticas. São Paulo: Editora Pioneira, 1975 DRUCKER, Peter F.. Administração, Tarefas, Responsabilidades, Práticas. São Paulo: Editora Pioneira, 1975

29 29 FINANÇAS EMPRESARIAS FIEL, Cláudio Quirino. A Contabilidade Gerencial Estratégica: base para decisões. Tese de Doutoramento. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie, FIEL, Cláudio Quirino. A Contabilidade Gerencial Estratégica: base para decisões. Tese de Doutoramento. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie, KAPLAN, Robert. Balanced Scorecard. HSM Management, v.11, novembro-dezembro KAPLAN, Robert. Balanced Scorecard. HSM Management, v.11, novembro-dezembro KAPLAN, Robert S. e NORTON, David P.. A Estratégia em Ação. Balanced Scorecard. Rio de Janeiro: Editora Campus, KAPLAN, Robert S. e NORTON, David P.. A Estratégia em Ação. Balanced Scorecard. Rio de Janeiro: Editora Campus, KAPLAN, Robert. Dos Custos à Performance. HSM Management, v.13, p.6-11, março-abril KAPLAN, Robert. Dos Custos à Performance. HSM Management, v.13, p.6-11, março-abril 1999.

30 30 FINANÇAS EMPRESARIAS MIYABARA, Walter. Indicadores de Desempenho. São Paulo: Apostila MIYABARA, Walter. Indicadores de Desempenho. São Paulo: Apostila OBRIEN, James A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da I(nternet São Paulo: Editora Saraiva, OBRIEN, James A. Sistemas de Informação e as decisões gerenciais na era da I(nternet São Paulo: Editora Saraiva, BERNARDINELLI, Armando. Os médodos de custeio adotados pelas empresas e suas influências na decisão de incentivar um produto. Dissertação de mestrado. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie, 1999.BERNARDINELLI, Armando. Os médodos de custeio adotados pelas empresas e suas influências na decisão de incentivar um produto. Dissertação de mestrado. São Paulo: Universidade Presbiteriana Mackenzie, 1999

31 31 FINANÇAS EMPRESARIAS CATELLI, Armando e outros. Sistema de Gestão Econômica- GECON: um instrumento para mensuração, otimização e avaliação de Resultados e Desempenhos. Revista de Contabilidade CRC- SP, Ano I, nº 5, julho CATELLI, Armando e outros. Sistema de Gestão Econômica- GECON: um instrumento para mensuração, otimização e avaliação de Resultados e Desempenhos. Revista de Contabilidade CRC- SP, Ano I, nº 5, julho ________________________. Avaliação de Resultados e Desempenhos em Instituições Financeiras: enfoque de gestão econômica (Gecon): Revista CRC-SP, Ano II, no.6, novembro ________________________. Avaliação de Resultados e Desempenhos em Instituições Financeiras: enfoque de gestão econômica (Gecon): Revista CRC-SP, Ano II, no.6, novembro 1998.

32 32 FINANÇAS EMPRESARIAS FECHNER, Harry H.E., tradução de José Alexandre Magnini Pigatto (FEA-USP) e Ivan Henrique Vey (UFSM). O custeio baseado em atividades Pode ser melhorado pela análise ABC? Revista de Contabilidade CRC-SP, Ano III nº 8, junho FECHNER, Harry H.E., tradução de José Alexandre Magnini Pigatto (FEA-USP) e Ivan Henrique Vey (UFSM). O custeio baseado em atividades Pode ser melhorado pela análise ABC? Revista de Contabilidade CRC-SP, Ano III nº 8, junho FIGUEIREDO, Sandra Maria Aguiar. Controladoria. São Paulo: Editora Atlas, 1997 FIGUEIREDO, Sandra Maria Aguiar. Controladoria. São Paulo: Editora Atlas, 1997 GUERREIRO, Reinaldo e ANGELO, Cláudio Felisoni. Modelo de Decisão de preços e rentabilidade sob a baser conceitual de Gestão Econômica (GECON). Revista de Contabilidade CRC-SP, Ano III, nº 8, junho GUERREIRO, Reinaldo e ANGELO, Cláudio Felisoni. Modelo de Decisão de preços e rentabilidade sob a baser conceitual de Gestão Econômica (GECON). Revista de Contabilidade CRC-SP, Ano III, nº 8, junho 1999.

33 33 FINANÇAS EMPRESARIAS PEREZ JR., José Hernandez e outros. Controladoria de Gestão. São Paulo: Editora Atlas, 1995 PEREZ JR., José Hernandez e outros. Controladoria de Gestão. São Paulo: Editora Atlas, 1995 SOBANSKI, Jaert J.. Prática de Orçamento Empresarial. São Paulo: Editora Atlas, 1994 SOBANSKI, Jaert J.. Prática de Orçamento Empresarial. São Paulo: Editora Atlas, 1994 VASCONCELOS, Marco Túlio de Castro e outros. Uma experiência prática de aplicação do modelo conceitual de Sistema de Iformações para Gestão Econômica numa entidade de Serviços Públicos no Brasil: O caso da Superintendência de Manutenção Metropolitana da SABESP. Revista CRC-SP, Ano II, no. 7, março 1998 VASCONCELOS, Marco Túlio de Castro e outros. Uma experiência prática de aplicação do modelo conceitual de Sistema de Iformações para Gestão Econômica numa entidade de Serviços Públicos no Brasil: O caso da Superintendência de Manutenção Metropolitana da SABESP. Revista CRC-SP, Ano II, no. 7, março 1998 WELSCH, Glenn..Orçamento Empresarial. São Paulo: Editora Atlas, 1992 WELSCH, Glenn..Orçamento Empresarial. São Paulo: Editora Atlas, 1992


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