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Assistência ao Adolescente com Ênfase em Saúde Sexual e Reprodutiva Dra. Athenê Maria de M. Mauro Área Técnica de Saúde da Criança e do Adolescente Coordenação.

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1 Assistência ao Adolescente com Ênfase em Saúde Sexual e Reprodutiva Dra. Athenê Maria de M. Mauro Área Técnica de Saúde da Criança e do Adolescente Coordenação de Desenvolvimento de Programas e Políticas de Saúde – CODEPPS Secretaria Municipal de Saúde

2 Adolescência Conceito: Fase evolutiva que abrange a faixa etária de 10 a 19 anos, onde acontecem importantes mudanças biopsicossociais que determinam especificidades emocionais e comportamentais que repercutem na saúde sexual e reprodutiva dos adolescentes.

3 A população adolescente no município de São Paulo De 0 – 19 anos: 16% da população total – adolescentes. As regiões: - Leste: 17,39% - Sul : 16,92% - Norte: 15,35% - Sudeste: 13,87 - Centro-Oeste: 11,9

4 Situação da gravidez na adolescência no município de São Paulo Total de partos em 2005: < 20 anos: (15% do total) % mães adolescentes por região de saúde: Leste: 17,6 Sul: 15,8 Norte: 15,0 Sudeste: 12,3 Centro-Oeste:10,3 End. Ignorado: 16,2 Total município S.P.: 14,7 Fonte: SINASC/ CEInfo/ SMS/ PMSP

5 Desenvolvimento da Sexualidade Definição: Aspecto central da vida das pessoas e envolve sexo, papéis sexuais, orientação sexual, erotismo, prazer, envolvimento emocional, amor e reprodução. A sexualidade envolve, além do nosso corpo, nossa história, costumes, relações afetivas, nossa cultura.

6 Desenvolvimento da Sexualidade Idade 12 – 14 anos: Isolamento, muitas modificações puberais, meninos tendem a buscar companhia do mesmo sexo e, meninas procuram o sexo oposto, masturbação. Idade 14 – 15 anos: Incerteza, procura de figuras de identificação não parentais, amigo íntimo, masturbação, experiências homossexuais, abertura para a heterossexualidade. Idade 15 – 17 anos: Afirmação da identidade sexual, narcisismo, relações intensas entre ambos os sexos, pouco compromisso. Idade 17 – 19 anos: Identidade definida, maior estabilidade emocional, busca do objeto amoroso único, capacidade de troca (dar e receber).

7 Desenvolvimento da Sexualidade Masturbação Forma de auto-conhecimento e busca de prazer Meninas x meninos Frustrações - tensão

8 Desenvolvimento da Sexualidade Polução noturna Jogos sexuais Atividades sexuais entre adolescentes do mesmo sexo, na 2ª etapa do desenvolvimento, comportamento explorador, treino do papel sexual, o outro é visualizado como um espelho. Dano: - diferença de idade - pressão do grupo - ser sempre o passivo

9 Desenvolvimento da Sexualidade O Ficar Namoro corporal sem compromisso social. Pode incluir: carícias, beijos, abraços, toques e até relação sexual. Aspecto positivo: exercício da sexualidade Aspecto negativo: comportamento de risco

10 Desenvolvimento da Sexualidade ATIVIDADE SEXUAL Meninos: desejo sexual é urgente, eminentemente genital e separado da noção de amor. Meninas: desejo sexual é difuso e associado a outros sentimentos. A 1ª relação sexual, em média, situa-se 15-16anos, mais precocemente nas classes sociais menos favorecidas. Condições necessárias para que a experiência sexual seja enriquecedora : Afetividade; Informação aspectos biológicos e preventivos da sexualidade; Capacidade de lidar com eventuais pressões familiares, sociais e com o aprofundamento da relação; Capacidade de exercer essa atividade de maneira agradável para ambos, livre de culpa e consciente, ou seja, não induzido pelo medo de perder o outro ou pela incapacidade de dizer não.

11 Fatores multicausais relacionados à gravidez entre adolescentes Desejo da adolescente Dificuldades na negociação do uso de preservativos X Pactos de fidelidade e confiança Falta de informação sobre sexualidade, saúde reprodutiva e métodos contraceptivos Conflitos na família de origem Necessidade de afirmação junto ao grupo de pertença e/ou junto aos pais Violência doméstica e de gênero Desagregação familiar Baixa escolaridade Situação de pobreza Baixa auto-estima

12 Abordagem em saúde sexual e reprodutiva na adolescência Prevenir, através de informação e discussão de temas, antes do início da vida sexual ativa Vincular informação à reflexão Sensibilizar e informar sobre prevenção em DST/AIDS e métodos contraceptivos Associar a prevenção à vida e ao prazer, não à morte e à dor Não doutrinar e sim fazer interlocução Possibilitar a educação entre pares Incluir os adolescentes do sexo masculino nas discussões sobre sexualidade, saúde reprodutiva, contracepção e paternidade futura Participação efetiva dos adolescentes como agentes multiplicadores Agir intersetorialmente Trabalhar em perspectivas de curto, médio e longo prazo

13 Assistência ao Adolescente com ênfase em Saúde Sexual e Reprodutiva Os serviços de saúde devem oferecer um atendimento integral, antes mesmo do início da vida sexual e devem garantir: Atendimento que dê apoio, sem emitir juízo de valor Confidencialidade Privacidade

14 Assistência ao adolescente em saúde sexual e reprodutiva Pressupõe: Atenção especial às faixas etárias mais precoces (10 a 14 anos), principalmente, quando na região de cobertura se registra aumento da gestação nesta faixa etária; Avaliação integral da (o) adolescente, incluindo avaliação psicossocial; Atendimento para ambos os sexos, atribuindo também responsabilidade aos adolescentes do sexo masculino quanto à concepção e anticoncepção; Os adolescentes devem ser o centro de interesse na entrevista. Eles precisam de momentos de privacidade e confidencialidade com o profissional que os atendem. A presença de pais ou familiares, em algum momento da consulta, deve ser decidida junto com o adolescente;

15 Assistência ao adolescente em saúde sexual e reprodutiva Pressupõe: Discussão sobre sexualidade e sobre comportamento sexual responsável, direitos e deveres sexuais e reprodutivos; Prevenção de DST/HIV, enfocando sexo seguro e dupla proteção; Reflexão sobre questões de gênero, relações intergeracionais e relações afetivas e sociais; Discussão sobre o uso de drogas e violência, principalmente a violência sexual; Incentivar a participação juvenil nas ações educativas e preventivas – protagonismo juvenil

16 Acompanhamento da gestante adolescente Equipe ideal: pediatra, ginecologista, assist.social, psicóloga, enfermeira, auxiliar de enfermagem. Rotina estabelecida no PN tradicional e profilaxia das complicações psicossociais. Reuniões com as adolescentes grávidas, seus parceiros, mães adolescentes que frequentaram o grupo anteriormente. Nas reuniões: esclarecimento das modificações gravídicas mais comuns, aspectos obstétricos e psicossociais, importância do PN, cuidados que deve ter consigo mesma e com o bebê, importância do aleitamento materno. Refletir sobre temas: família, prevenção de recidiva de gravidez, incentivo à retomada ou continuidade de seus estudos, valorização da auto-estima.

17 Seguimento pós-natal da mãe adolescente A 1ª consulta da mãe e de seu filho deve ser o mais precoce possível; na semana seguinte à alta; Nesse atendimento, também avalia-se a maturidade da jovem, dá-se-lhe apoio e segurança, valoriza-se sua capacidade de ser boa mãe, apesar da pouca idade, enfatizando-se a importância do aleitamento materno exclusivo e do planejamento familiar; Orientação sobre a possibilidade de ocorrer outra gravidez, apesar de estarem amamentando, e orientação sobre método anticoncepcional seguro; Incentivo à importância do parceiro nas consultas e nas ações educativas.

18 Contatos: Saúde da Criança e do Adolescente – SMS:


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