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PARTICIPAÇÃO DA INDÚSTRIA DE CARNES NA ECONOMIA BRASILEIRA E MUNDIAL - CADEIA PRODUTIVA DA CARNE Carmen J. Contreras Castillo Departamento Agroindústria,

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1 PARTICIPAÇÃO DA INDÚSTRIA DE CARNES NA ECONOMIA BRASILEIRA E MUNDIAL - CADEIA PRODUTIVA DA CARNE Carmen J. Contreras Castillo Departamento Agroindústria, Alimentos e Nutrição

2 Abatedouros Avícolas Vêm desde a década de 80 aumentando o fornecimento de produtos de maior valor agregado e voltados ao consumidor final - aves em partes - desossadas ou não - marinados - empanados - hambúrgueres - almôndegas

3 Abatedouros bovinos Produto final: meia-carcaças desossa nos abatedouros-frigoríficos ainda é pouco significativa diante do volume total de carne bovina comercializado no País apenas cerca de 15% da produção de carne bovina são destinados ao processamento industrial 85% restantes destinam-se ao consumo in natura

4 Rebanhos Mundiais de Gado Bovino milhares de cabeças

5 Abate Mundial de Gado Bovino milhares de cabeça

6 Produção mundial de carne bovina em mil toneladas de equivalente carcaça

7 Futuro do Setor Agropecuário Brasileiro Brasil tem o maior rebanho bovino comercial do mundo Condições favoráveis para que agronegócio maior produtor e exportador agropecuário Produtos seguros e ecologicamente corretos animais alimentados exclusivamente a campo com pastagens e suplementação mineral Maior exportador mundial Austrália ~ Mato Grosso do Sul rebanho bovino de mais de 24 milhões de cabeças

8 Brasil tem a dádiva da terra e as condições climáticas Setor tomou consciência da seriedade da situação nos últimos 10 anos Conceitos de rastreabilidade, sanidade, gestão agropecuária, genética e manejo são conceitos cada vez mais popularizados pelos pecuaristas Crecimento do mercado internacional - carne é mais comprada que vendida

9 Escala de produção brasileira - economia de escala é o fator mais importante de redução de custos de produção estrutura fundiária de grandes propriedades clima e a mão de obra acesso às novas tecnologias

10 Desafios e Exigências Precisa o Brasil esteja bem organizada União Européia valoriza pouco a carne vermelha brasileira - Brasil não possui padrão - falta identificar corretamente a origem da carne Rastreabilidade - oficializou o Sistema Brasileiro de Identificação e Certificação de Origem de Bovinos e Bubalinos (SISBOV)

11 - Pecuaristas, frigoríficos, certificadores e o governo devem trabalhar juntos - Rastreabilidade é uma ferramenta de controle e administração da qualidade nas fazendas

12 Fatores que permitiram este aumento na exportação crescimento da demanda - compras dos países asiáticos e pelos E.Unidos competitividade brasileira - economia em escala - raças bovinas e espécies forrageiras próprias - baixo custo de mão de obra e dos insumos

13 Dificuldades dos concorrentes - países exportadores de carne bovina pró- ximo do limite de sua capacidade produtiva - Argentina, EU, Austrália vêm diminuindo o volume de suas exportações Uruguai e Nova Zelândia crescimento a taxas pequenas

14 Sistemas de Produção Genética - nestes 10 anos a competição entre raças será intensa Brasil, país de dimensões continentais grande diversidade de climas e sistemas de produção cada raça se adapta melhor a determinada situação

15 Os criadores deverão continuar procurando corrigir os defeitos de suas raças: Nelore: falta de precocidade sexual baixa qualidade de seu couro baixa ressistência à mosca-do-chifre Européias falta de ressistência ao carrapato falta de adaptação ao calor

16 Cruzamentos falta de resistência ao carrapato e à mosca do chifre tamanho excessivo das matrizes baixa longevidade dos touros Saber diferenciar as vantagens ocasionadas quanto ao manejo e quanto aos ganhos genéticos

17 Raças bovinas de interesse para produção de carne no Brasil 1) Raças européias sub espécie Bos taurus taurus 2) Raças indianas da subespécie Bos taurus indicus 1) As raças européias se classificam: a) Raças européias adaptadas ao clima tropical - Ex. Caracu b) Raças européias britânicas - Ex. Angus, Hereford e a Jersey c) Raças européias continentais - Ex. Charolês e Limousin

18 d) Raças suícas - Ex. Simental e Pardo Suíco e) Raças italianas - Ex. Marchigiana e Piemontês f) Raça holandesa - Ex. Holanda 2) Racas de origem indiana do grupo Zebu a) Girb) Guzerác) Nelore Raças Indubrasil e Tabapuã são formadas no Brasil EUA Brahman, cruzamento entre raças indianas

19 3) Cruzamento entre raças - cruzamento entre raças européias e indianas cruzamento para corte denominadas industriais Santa GertrudisBrangus CanchinBraford PitangueirasSimbrasil Girolando

20 Destino da Produção de Carne Suína - Cerca de 85% da produção de carne suína são destinados ao processamento industrial - 15% destinam-se ao consumo in natura - cerca de 28% do rebanho nacional são de subsistência - Os dados podem estar refletindo o intenso abate informal voltado à subsistência, ou a existência de um mercado informal maior do que o existente nos setores de bovinos e aves

21 Baixas taxas de crescimento nos países desenvolvidos Restrições nesses países com a carne suína - ação dos movimentos ecológicos - limitando sua expansão ou densidade alojamento - EU, expansão da produção atraiu atenção de entidades ambientalistas procura, transformar restrições ambientais em leis estaduais PRODUÇÃO DE CARNE SUÌNA

22 Mercado interno é responsável pelo consumo de mais de 80% da produção nacional de carne suína Ação do setor de produção - compatibilizar a produção às reais exigências de demanda do mercado - compatibilizar à disponibilidade dos insumos que compõem a ração animal

23 Produção Mundial de carne Suína Mil toneladas de equivalente carcaça

24 CARNE DE FRANGO Produção brasileira de carne de frango cresceu 124% nos últimos 10 anos Baixo custo de produção Avanços tecnológicos elevada capacidade produtiva grau de participação da proteína de aves na dieta do brasileiro

25 Produção Mundial de carne de Frango Mil toneladas

26 CONSUMO DE CARNE Dêcadas de 50 e 80 o consumo de carne no ocidente cresceu representava status símbolo de poder econômico na sociedade a partir da década de 80 - tendência na redução de carne bovina - por dificuldade digestiva - problemas cardiovasculares - níveis de colesterol sanguíneo - presença de antibióticos e resíduos hormonais na carne

27 Na década atual O mercado internacional de carne bovina foi abalado - aparecimento da Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) - Brasil medidas sanitárias urgentes proibição de importação, comercialização e exposição de produtos advindos dos mercados afetados Industrialização da carne no Brasil (1996) * empresas tiveram prejuízos preço milho e soja

28 * facilidade de importação de bovinos da Argentina e Uruguai * efeito da globalização da economia Bovinos * cadeia do boi está atrasada pelo menos 20 anos * pecuaristas e frigoríficos não colocam o consumidor no fluxograma do sistema * não acompanha a rápida modificação da indústria - Consumidor Quem é consumidor que se pretende conquistar? O que quer esse consumidor?

29 Ministério de Agricultura: Limitar-se - Inspeção dos abates - fiscalização sanitária protegem a saúde da população e dos rebanhos Pecuaristas - esperar pelos resultados dos institutos de pesquisa - criadores da raça Nelore associados ao Programa de Melhoramento Genético - USP/Riberão Preto - contratos de fornecimento e financiamento da produção no convênio ABCZ/Bco. Brasil

30 Tendências do consumo e da produção Período de 1995 a 2001 consumo de carnes (bovina, suína e aves ) cresceu taxa anual de 2,9% FAO projeta para incremento no consumo de carnes de 80 milhões de toneladas entre 2002 e % (67 milhões ton) :países em desenvolvi- mento

31 Consumo per capita (kg) anual de carnes no Brasil

32 Consumo per capita de carne bovina (2005) - Argentina 61,9 kg/pE.U. 42,8 kg/p - Australia 37,3 kg/p Brasil 32,6 kg/p

33 Exportações - grandes exportadores de carne bovina (2005) : Brasil (1.857), Austrália (1.413), Nova Zelândia (589), India (620), Canadá (553), Argentina (759) mil toneladas equivalente carcaça - Brasil : participação %; %, % extensão territorial diversidade climática facilidade de adaptação de raças

34 Exigências para a pecuária brasileira - total escassez de animais padrão de exportação macho ou fêmea mínimo 480kg PV 4 dentes definitivos castrado boa cobertura de gordura - altos custos de produção desses animais exportadores tentará produzí-los melhor pagar prêmios por qualidade das carcaças estimular a obter esse padrão de gado

35 - até 2005 os frigoríficos exportadores sistema de classificação de carcaças animais de padrão de exportação valor de 8% a 10%, > destino o mercado interno sistema de classificação : padrão exportação mercado interno extra mercado interno outros atributos rastreabilidade, orgânico e couro sem defeitos deverão ser remunerados à parte

36 Vantagens e Desvantagens na produção de Suínos para Exportação Vantagem de possuir o menor custo de produção Brasil apresenta baixa densidade de animais: 4,4 cabeças/km 2 10 vezes < União Europ. 16 vezes < Dinamarca


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