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Tecnologia Assistiva e Acessibilidade. Tecnologia Assistiva Conceito Conceito Objetivos Objetivos Relevância Relevância Categorias de Tecnologia assistiva.

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1 Tecnologia Assistiva e Acessibilidade

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4 Tecnologia Assistiva Conceito Conceito Objetivos Objetivos Relevância Relevância Categorias de Tecnologia assistiva Categorias de Tecnologia assistiva

5 Tecnologia Assistiva conceito brasileiro Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relativa à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidade ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relativa à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidade ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. ( CORDE – Comitê de Ajudas Técnicas – ATA VII, 2007) ( CORDE – Comitê de Ajudas Técnicas – ATA VII, 2007)

6 Objetivos Proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade. Pode variar de um par de óculos ou uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado. Proporcionar à pessoa com deficiência maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade. Pode variar de um par de óculos ou uma simples bengala a um complexo sistema computadorizado.

7 Relevância Importância da ação, da linguagem e dos processos interativos, na construção das estruturas mentais superiores (Vygotsky); Importância da ação, da linguagem e dos processos interativos, na construção das estruturas mentais superiores (Vygotsky); Influência da apropriação das experiências da própria cultura e do acesso aos recursos oferecidos pelo meio social, nos processos de desenvolvimento e aprendizagem da pessoa; Influência da apropriação das experiências da própria cultura e do acesso aos recursos oferecidos pelo meio social, nos processos de desenvolvimento e aprendizagem da pessoa; A acessibilidade a esses recursos como favorecedor das interações e do combate aos preconceitos. A acessibilidade a esses recursos como favorecedor das interações e do combate aos preconceitos.

8 Categorias de Tecnologia Assistiva 1. Auxílios para a vida diária: Materiais e produtos para auxílio em tarefas rotineiras tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais, manutenção da casa etc. 1. Auxílios para a vida diária: Materiais e produtos para auxílio em tarefas rotineiras tais como comer, cozinhar, vestir-se, tomar banho e executar necessidades pessoais, manutenção da casa etc. 2. CAA (CSA) Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa: Recursos, eletrônicos ou não, que permitem a comunicação expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma. São muito utilizadas as pranchas de comunicação com os símbolos PCS ou Bliss além de vocalizadores e softwares dedicados para este fim. 2. CAA (CSA) Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa: Recursos, eletrônicos ou não, que permitem a comunicação expressiva e receptiva das pessoas sem a fala ou com limitações da mesma. São muito utilizadas as pranchas de comunicação com os símbolos PCS ou Bliss além de vocalizadores e softwares dedicados para este fim.

9 Auxílios para a vida diária

10 Comunicação aumentativa (suplementar) e alternativa Prancha de comunicação Vocalizador

11 3. Recursos de acessibilidade ao computador: Equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (de reconhecimento de voz, etc.), que permitem as pessoas com deficiência a usarem o computador. 3. Recursos de acessibilidade ao computador: Equipamentos de entrada e saída (síntese de voz, Braille), auxílios alternativos de acesso (ponteiras de cabeça, de luz), teclados modificados ou alternativos, acionadores, softwares especiais (de reconhecimento de voz, etc.), que permitem as pessoas com deficiência a usarem o computador. 4. Sistemas de controle de ambiente: Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores. 4. Sistemas de controle de ambiente: Sistemas eletrônicos que permitem as pessoas com limitações moto-locomotoras, controlar remotamente aparelhos eletro-eletrônicos, sistemas de segurança, entre outros, localizados em seu quarto, sala, escritório, casa e arredores. 5. Projetos arquitetônicos para acessibilidade: Adaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho, através de rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras, que retiram ou reduzem as barreiras físicas, facilitando a locomoção da pessoa com deficiência. 5. Projetos arquitetônicos para acessibilidade: Adaptações estruturais e reformas na casa e/ou ambiente de trabalho, através de rampas, elevadores, adaptações em banheiros entre outras, que retiram ou reduzem as barreiras físicas, facilitando a locomoção da pessoa com deficiência.

12 Estabilizadores de punho Colmeia para teclado Recursos de acessibilidade ao computador

13 Controle de ambiente

14 Projetos arquitetônicos

15 6. Órteses e próteses: Troca ou ajuste de partes do corpo, faltantes ou de funcionamento comprometido, por membros artificiais ou outros recurso ortopédicos (talas, apoios etc.). Inclui-se os protéticos para auxiliar nos déficits ou limitações cognitivas, como os gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos. 6. Órteses e próteses: Troca ou ajuste de partes do corpo, faltantes ou de funcionamento comprometido, por membros artificiais ou outros recurso ortopédicos (talas, apoios etc.). Inclui-se os protéticos para auxiliar nos déficits ou limitações cognitivas, como os gravadores de fita magnética ou digital que funcionam como lembretes instantâneos. 7. Adequação Postural: Adaptações para cadeira de rodas ou outro sistema de sentar visando o conforto e distribuição adequada da pressão na superfície da pele (almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos), bem como posicionadores e contentores que propiciam maior estabilidade e postura adequada do corpo através do suporte e posicionamento de tronco/cabeça/membros. 7. Adequação Postural: Adaptações para cadeira de rodas ou outro sistema de sentar visando o conforto e distribuição adequada da pressão na superfície da pele (almofadas especiais, assentos e encostos anatômicos), bem como posicionadores e contentores que propiciam maior estabilidade e postura adequada do corpo através do suporte e posicionamento de tronco/cabeça/membros. 8. Auxílios de mobilidade: Cadeiras de rodas manuais e elétricas, bases móveis, andadores e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal. 8. Auxílios de mobilidade: Cadeiras de rodas manuais e elétricas, bases móveis, andadores e qualquer outro veículo utilizado na melhoria da mobilidade pessoal.

16 Órteses e próteses Adequação postural Auxílio de mobilidade Adequação postural Auxílio de mobilidade

17 9. Auxílios para cegos ou com visão sub-normal: Auxílios para grupos específicos que inclui lupas e lentes, Braille para equipamentos com síntese de voz, grandes telas de impressão, sistema de TV com aumento para leitura de documentos, publicações etc. 9. Auxílios para cegos ou com visão sub-normal: Auxílios para grupos específicos que inclui lupas e lentes, Braille para equipamentos com síntese de voz, grandes telas de impressão, sistema de TV com aumento para leitura de documentos, publicações etc. 10. Auxílios para surdos ou com déficit auditivo: Auxílios que inclui vários equipamentos (infravermelho, FM), aparelhos para surdez, telefones com teclado teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros. 10. Auxílios para surdos ou com déficit auditivo: Auxílios que inclui vários equipamentos (infravermelho, FM), aparelhos para surdez, telefones com teclado teletipo (TTY), sistemas com alerta táctil-visual, entre outros. 11. Adaptações em veículos: Acessórios e adaptações que possibilitam a condução do veículo, elevadores para cadeiras de rodas, camionetas modificadas e outros veículos automotores usados no transporte pessoal. 11. Adaptações em veículos: Acessórios e adaptações que possibilitam a condução do veículo, elevadores para cadeiras de rodas, camionetas modificadas e outros veículos automotores usados no transporte pessoal.

18 Auxílio para visão sub-normal Adaptações em veículos Auxílios para surdos ou com déficit auditivo

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20 Como tudo começou No Brasil, o conceito de acessibilidade começou a ser trabalho depois da publicação da Lei , de 19/12/2000 que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, cujo objetivo é a superação de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e comunicação. No Brasil, o conceito de acessibilidade começou a ser trabalho depois da publicação da Lei , de 19/12/2000 que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, cujo objetivo é a superação de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos, no mobiliário urbano, na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e comunicação.

21 Algumas alterações para o espaço físico Rebaixamento de calçadas, de entradas de prédios e de pontos de ônibus, construção de rampas com inclinação máxima de 10% para serem vencidas facilmente por quem necessitar utilizá-las, a instalação de elevadores, abertura e largura suficiente de portas para permitir a passagem de uma cadeira de rodas, a adaptação de banheiros, a marcação clara com fita adesiva reflexiva nas mudanças perigosas de níveis do piso, corredores mais alargados e preferencialmente com corrimãos para garantir a segurança de quem transita, maçanetas do tipo alavanca que podem mais facilmente manipuladas por quem quer que seja. Rebaixamento de calçadas, de entradas de prédios e de pontos de ônibus, construção de rampas com inclinação máxima de 10% para serem vencidas facilmente por quem necessitar utilizá-las, a instalação de elevadores, abertura e largura suficiente de portas para permitir a passagem de uma cadeira de rodas, a adaptação de banheiros, a marcação clara com fita adesiva reflexiva nas mudanças perigosas de níveis do piso, corredores mais alargados e preferencialmente com corrimãos para garantir a segurança de quem transita, maçanetas do tipo alavanca que podem mais facilmente manipuladas por quem quer que seja.


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