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SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA DE GESTÃO CURRICULAR DIVISÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Educação Inclusiva: Ações Desenvolvidas pela Divisão de Educação.

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1 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA DE GESTÃO CURRICULAR DIVISÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL Educação Inclusiva: Ações Desenvolvidas pela Divisão de Educação Especial

2 SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA DIRETORIA DE GESTÃO CURRICULAR DIVISÃO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL O Município de João Pessoa, em parceria com o Ministério da Educação SEESP/MEC, desde 2004, pautado na Política de Educação Inclusiva, vem procurando adequar o sistema de ensino às necessidades educacionais dos alunos da rede municipal.

3 Todavia, sabe-se que a transformação da prática pedagógica numa perspectiva inclusiva é um processo lento e exigirá esforços dos profissionais envolvidos na reflexão teórica e adequação prática dos princípios norteadores do paradigma da Inclusão.

4 Dentro do conceito de inclusão, a meta é não deixar nenhum aluno fora do ensino regular, tendo a escola que se adaptar ao aluno, ou seja, ela deverá assumir o compromisso de educar cada criança, contemplando a pedagogia da diversidade: o menor pode ser trabalhador, habitante das ruas, pertencerem a uma minoria étnica, social, ter ou não alguma deficiência.

5 Neste sentido a Divisão de Educação Especial, desenvolve uma política de assessoramento técnico-pedagógico direcionada aos educadores deste sistema de ensino. Na realidade brasileira a proposta da construção de um sistema educacional inclusivo encontra-se amparada legalmente em princípios teóricos fundamentados em ideais democráticos de igualdade, equidade e diversidade.

6 Atualmente a Divisão de Educação Especial vem trabalhando as seguintes ações: Censo escolar para verificação da quantidade de alunos matriculados com deficiência nas escolas Municipais de João Pessoa; Acessibilidade arquitetônica na maioria das escolas da rede; Encaminhamento dos alunos com necessidades especiais para as instituições especializadas;

7 Assessoria aos Centro de Referencia de Educação Infantil( CREIS) que recebem pessoas com deficiência; Formação Continuada para intérpretes de LIBRAS; Formação Continuada para professores de LIBRAS; Formação Continuada com os docentes que recebem pessoas com deficiência;

8 Formação continuada dos profissionais que fazem atendimento educacional especializado (AEE) Monitoramento das salas de recursos multifuncionais; Integração com o Programa Ciranda Curricular; Passe legal para alunos e responsáveis se deslocarem até as Instituições Especializadas;

9 Curso de Formação para Atendimento Educacional Especializado (MEC); Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade (POLO) desde 2004; Visitas às escolas com o objetivo de orientar e potencializar o trabalho pedagógico, mediante a indicação de referência bibliográfica, estratégias de intervenção e de atividades específicas.

10 Professores auxiliares nas turmas onde estão inseridos alunos com paralisia cerebral que necessitam de apoio. Parceria com instituições especializadas para atendimento clínico e psicopedagógico.

11 Dificuldades encontradas : Alguns professores ainda dizem que não estão preparados. Dificuldades de adaptação de alguns alunos com deficiência. Falta de alguns materiais pedagógicos especiais. Falta de aceitação de alguns gestores. Falta de conhecimento das diretrizes nacionais nas escolas. Falta de apoio da família.

12 PARCERIAS Centro de Referencia Municipal de Inclusão para Pessoa com Deficiência; Clínica de Psicologia e Clínica de Fonoaudiologia – UNIPÊ Clínica de Psicologia da UFPB Clínica do Hospital Arlinda Marques Hospital Universitário / UFPB Associação Pestalozzi da Paraíba

13 PARCERIAS CAPSi Cirandar / JP Instituto dos Cegos APAE/JP Escola Municipal de Artes / PMJP Associação de Equoterapia da Paraíba Natação / PMJP

14 Esse projeto surgiu a partir dos resultados da avaliação de nossas ações executadas no ano de 2008; a qual se viu a necessidade de fomentar uma educação que contemple e favoreça um ambiente educacional inclusivo. IMPLEMENTANDO A EDUCAÇÃO BILÍNGUE NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE JOÃO PESSOA

15 Durante a assessoria que realizamos foram elencadas as principais dificuldades frente ao trabalho que realizamos: Salas de aulas em que apenas um surdo estivesse matriculado. O vínculo desse aluno se restringia apenas ao intérprete de LIBRAS; Aquisição de Língua de Sinais como primeira língua e como consequência a dificuldade de aprender Português como segunda língua; As dificuldades apresentadas pelas famílias quanto ao acompanhamento à Sala de Atendimento Especializado no Centro de Referência; A demanda de contratação de intérpretes de LIBRAS que ultrapassou a disponibilidade do mercado.

16 Fundamentados na Política de Educação Especial numa Perspectiva Inclusiva onde afirma que, a Educação Bilíngue deve ser efetivada nas escolas que têm pessoas surdas, o projeto foi feito com o objetivo de: Realizar a inclusão educacional valorizando a diferença linguística dos alunos surdos; Oferecer uma educação igualitária mediante o documento de Salamanca.

17 Ações do projeto Formação continuada para o corpo docente das escolas pólos; Ensino da Língua Brasileira de Sinais a toda comunidade escolar e familiares dos surdos; Formação continuada para os intérpretes de LIBRAS; Formação continuada para os professores de LIBRAS; Monitoramento da Sala de AEE.

18 Ações do projeto FUNCIONAMENTO DA SALA DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL NAS ESCOLAS PÓLOS: Ensino de LIBRAS para surdos; Aulas dos conteúdos escolares em LIBRAS; Ensino da Língua Portuguesa com metodologia aplicada para ensino de língua estrangeira;

19 Escola Municipal Índio Piragibe; Escola Municipal João Santa Cruz; Escola Municipal Durmeval Trigueiro Mendes; Escola Municipal Leonel Brizola; Escola Municipal Anayde Beiriz; Escola Municipal Zulmira de Novais. Escolas contempladas pelo projeto:

20 Inclusão, não existe modelo a ser seguido. Cada realidade, cada contexto, cada experiência tem suas próprias particularidades apenas, existem maneiras eficazes de, através da educação, formar cidadãos capazes de conviver com as diferenças.

21 Sandra Verônica Ramalho Chaves - Coordenadora Anunciata Clara Lyra e Lima Benidita Dutra Kátia Michaele Fernandes Conserva Margareth Rodrigues da Silva Rosângela Melo Sandra Diniz de Oliveira Equipe da Divisão de Educação Especial

22 Obrigada! Sandra Verônica Ramalho Chaves

23 A mais bela de todas as coisas… Perhaps love…

24 O dia mais belo Hoje

25 A coisa mais fácil Errar

26 O maior erro A inveja

27 O maior obstáculo O medo

28 A distração mais proveitosa O trabalho

29 A raiz de todos os males O egoísmo

30 Os melhores professores As crianças

31 A pior derrota O desânimo

32 O melhor remédio O otimismo

33 O pior defeito O mau humor

34 A verdadeira alegria Ser útil aos outros

35 A pessoa mais perigosa A dissimulada

36 A proteção efetiva O sorriso

37 O pior sentimento O rancor

38 O presente mais belo O perdão

39 A sensação mais agradável A paz interior

40 A rota mais acertada O caminho do meio

41 As pessoas mais necessárias Os pais

42 O mais imprescindível O lar

43 A força mais potente do mundo A fé

44 A mais bela de todas as coisas? O amor


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