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ANÁLISE E GESTÃO DO RISCO ERGONÔMICO Ms. Fabiane Maria Zat.

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1 ANÁLISE E GESTÃO DO RISCO ERGONÔMICO Ms. Fabiane Maria Zat

2 Quanto gastamos com absenteísmo, presenteísmo, retrabalho, horas-extras, FAP, etc?

3 Pessoas estressadas e deprimidas têm, respectivamente, 70% e 46% mais gastos com saúde em relação a pessoas saudáveis. (Revista MELHOR, Abril, 2011, p. 55)

4 Estes custos estão aumentando?

5 Como estamos atuando?

6 REALIDADE ATUAL Processo de gerenciamento de doenças é segmentado em muito pedaços. Gerando: FOGO - APONTAR - PREPARAR Custos com ADOECIMENTO

7 Como devemos atuar?

8 IDENTIFICANDO AS CAUSAS DO PROBLEMA!!!

9 Mas... Quais são as causas do problema?

10 CONJUNTO DE FATORES!!!! -Conjuntura social; -Estilo de vida; -Sistema de trabalho; -Condições de trabalho; -Condições ergonômicas;... etc...

11 ERGONOMIA LEGISLAÇÃO TRABALHISTA E NR-17: Identificar e mitigar os riscos ocupacionais, assim como documentar corretamente a Empresa, preparando-a tanto para eventuais Ações Jurídicas, Fiscalizações e Autuações dos órgãos competentes.

12 ERGONOMIA I – Realizar Análise Ergonômica do Trabalho (AET) LAUDO ERGONÔMICO

13 Objetivos da AET: 1- Identificar as situações irregulares dos postos de trabalho; 2- Documentar de acordo com a legislação (NR- 17); 3- Fazer diagnóstico; 4- Encontrar soluções para eliminar/atenuar as irregularidades; 5- Elaborar/apresentar cronograma de intervenções; 6- Desenvolver Gestão em Ergonômica; 7- Criação/manutenção do Comitê Ergonômico; 8- Medidas complementares (ambulatório de fisioterapia, programa de ginástica laboral, etc).

14 Das hipóteses à formulação do diagnóstico: HIPÓTESES DIAGNÓSTICO AET LAUDO

15 ERGONOMIA II– Realizar a Gestão em Ergonomia COERGO

16 Comitês Ergonômicos São grupos formados dentro das empresas para entender, acompanhar, interagir e buscar soluções para os problemas ergonômicos existentes de forma gradativa e sistemática, evitando os esforços isolados.

17 OBJETIVOS DO COERGO 1- Servir como elemento base para as discussões e o planejamento das ações ergonômicas dentro da empresa; 2. Servir como elemento de referência e de ligação no caso da existência de um consultor externo à empresa (caso mais típico); 3. Atuar de forma ativa e participativa no desenvolvimento de estratégias e na execução das ações corretivas do processo de ação ergonomizadora;

18 OBJETIVOS DO COERGO 4. Servir de referencial e de elemento multiplicador de uma cultura ergonômica de melhorias contínuas, visando: -Melhoria da saúde e do conforto; -Melhoria da segurança nos postos de trabalho; -Aumento da produtividade; -Melhoria da qualidade dos produtos e processos; - Reduzir custos.

19 IMPLANTAÇÃO Formação do grupo que irá compor o COERGO; Orientação e Treinamento para os membros do COERGO; Definição de prioridades; Apresentação da AET para o comitê; Avaliação e estudo sobre as sugestões e soluções ergonômicas; Criação de um Plano de Ação.

20 INTEGRAR: TREINAMENTOS + ERGONOMIA + MEDIDAS DE PROMOÇÃO DA SAÚDE Aliados as demais ações já existentes!!!!

21 Sorte é o que acontece quando a preparação encontra a oportunidade. (Elmer Letterman)

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