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IBOPE Opinião Projeto INAF - População Carcerária Evento de Lançamento – Abril de 2006 Sílvia Cervellini.

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1 IBOPE Opinião Projeto INAF - População Carcerária Evento de Lançamento – Abril de 2006 Sílvia Cervellini

2 IBOPE Opinião I – OBJETIVO GERAL

3 IBOPE Opinião OBJETIVO GERAL Fornecer uma base objetiva para análise do nível de alfabetismo e escolaridade da população carcerária do Estado de São Paulo, a fim de subsidiar elaboração e adequação de políticas educacionais e culturais da FUNAP, contribuindo também para o debate sobre o tema e melhoria do quadro em todo país. O objetivo foi cumprido através da aplicação, junto a amostra representativa da população acima, dos seguintes instrumentos: –Teste INAF Português –Teste INAF Matemática –Questionário complementar, para cruzamentos com o INAF de: perfil sócio-demográfico; perfil da pena; práticas de leitura, escrita e cálculo no passado e no presente; hábitos de estudo e trabalho dentro do presídio.

4 IBOPE Opinião II – METODOLOGIA

5 IBOPE Opinião METODOLOGIA – O INAF O Indicador Nacional de Alfabetismo Funcional (INAF) é uma iniciativa do Instituto Paulo Montenegro em parceria com o IBOPE Opinião e a ONG Ação Educativa. É o único indicador no Brasil que mede os níveis de alfabetismo funcional da população adulta, entre 15 e 64 anos de idade. Seu objetivo é oferecer à sociedade informações sobre habilidades e práticas de leitura, escrita e matemática da população brasileira, de modo a fomentar o debate público e subsidiar a formulação de políticas de educação e cultura. Definição dos níveis de alfabetismo funcional – Leitura e escrita & Habilidades matemáticas: Analfabetismo; Nível 1 – alfabetismo rudimentar; Nível 2 – alfabetismo básico; Nível 3 – alfabetismo pleno. Saiba mais sobre o INAF acessando o link abaixo:

6 IBOPE Opinião METODOLOGIA – PESQUISA NOS PRESÍDIOS Universo: População carcerária do Estado de São Paulo, excluindo os Centros de Detenção Provisória (CDPs). Tamanho da amostra: 800 entrevistas distribuídas em 32 presídios do Estado de São Paulo. Período de campo: de 12 e 28 de Dezembro de Metodologia amostral: amostra foi selecionada em múltiplos estágios, estratificada por regime fechado e semi-aberto, presídio feminino e masculino. os presídios foram sorteados através do método PPT (probabilidade proporcional ao tamanho) dentro de cada estrato, usando o número de detentos como base. em cada presídio sorteado foi feita seleção aleatória de celas e dentro de cada cela selecionou-se aleatoriamente os entrevistados. Houve controle de perfil da amostra por idade e escolaridade, conforme dados recentes fornecidos pela FUNAP. Margem de erro amostral: estimada em +/- 3 pontos percentuais, com 95% de confiança.

7 IBOPE Opinião METODOLOGIA - PESQUISA NOS PRESÍDIOS A distribuição de entrevistas foi desproporcional para permitir análise segmentada pelos estratos, mas o resultado total foi ponderado para restabelecer o peso correto de cada estrato na população, conforme quadro abaixo:

8 IBOPE Opinião METODOLOGIA - PESQUISA NOS PRESÍDIOS Os testes de Leitura & Escrita e de Cálculo foram idênticos aos utilizados nas ondas do INAF Brasil. O questionário complementar foi uma versão reduzida dos dois questionários complementares das ondas do INAF Brasil para Leitura&Escrita e para Cálculo. Foi a primeira experiência de aplicação dos dois testes INAF nos mesmos sujeitos. A mecânica da entrevista foi pré-testada com 4 detentos, concluindo-se pela aplicação na seguinte ordem: Questionário complementar parte I (relacionado a Leitura & Escrita) Teste INAF Leitura & Escrita Questionário complementar parte II (relacionado a Cálculo) Teste INAF Cálculo O tempo médio das entrevistas foi de 1 hora e 40 minutos.

9 IBOPE Opinião METODOLOGIA - PESQUISA NOS PRESÍDIOS A Diretoria de cada presídio era contatada pela nossa Gerência Operacional, para acertar datas e procedimentos do campo. Aproveitamos para agradecer muito a atenção e cuidado que os Diretores, assim como os Agentes Penitenciários envolvidos, dedicaram às nossas equipes! O pré-teste também indicou, a fim de quebrar o gelo, a necessidade de um preâmbulo assim que o entrevistado ficava cara a cara com o pesquisador, garantindo o caráter voluntário da participação e o sigilo das informações individuais, além de explicar os objetivos do estudo. Com isso os entrevistados mostraram-se, de forma geral, interessados e tranqüilos, facilitando os trabalhos de campo. Tivemos algumas poucas ocorrências ligadas a fatores de segurança, mas que não prejudicaram a qualidade final do trabalho.


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