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“POPULAÇÃO MUNDIAL” Professor Arnaldo – Geografia trilobita. org

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1 “POPULAÇÃO MUNDIAL” Professor Arnaldo – Geografia trilobita. org
“POPULAÇÃO MUNDIAL” Professor Arnaldo – Geografia trilobita.org.br/arnaldo

2 Crescimento demográfico ou Populacional
As estatísticas mostram que a população mundial tem crescido de modo contínuo ao longo do tempo, porém com intensidade e proporções diferentes.

3 Em 1994, o planeta contava com 5.600.000.000 de habitantes.
Atualmente, a população mundial é de 7 bilhões de habitantes. Do início dos anos 1970, até hoje, o crescimento da população mundial caiu de 2,1% para 1,6% ao ano. O número de mulheres que utilizam algum método anticoncepcional aumentou de 10% para 50%, no mundo. O crescimento acelerado da população mundial, passou a ser denominado no século XX de “explosão demográfica”, e até “baby boom”.

4 FASES DO CRESCIMENTO POPULACIONAL
Primeira Fase ou fase do crescimento lento Embora, no início dos tempos até o final do século XVIII, a taxa de natalidade tenha sido elevada , a taxa de mortalidade também era elevada, justificando o baixo índice de crescimento demográfico do período. A expectativa de vida era baixa; e a a alta mortalidade devia-se, primordialmente, às precárias condições de higiene, às guerras e à fome. Segunda Fase Ou fase do crescimento rápido Esta fase caracteriza-se por elevadas taxas de natalidade, baixas taxas de mortalidade e grande crescimento populacional. É válido salientar, que tantos nos países desenvolvidos quantos nos subdesenvolvidos, o crescimento demográfico resultou, principalmente, da redução da mortalidade.

5 Segunda fase Países desenvolvidos Países subdesenvolvidos
Os países desenvolvidos iniciaram essa fase com a Revolução Industrial; o advento das máquinas contribuiu para a melhoria das condições higiênico- sanitárias, o desempenho médico-hospitalar e para o aumento da produção de alimento de modo que a redução da mortalidade se deu de forma gradativa e em um grande intervalo de tempo. Por outro lado, os países subdesenvolvidos, que atualmente encontram-se ainda nessa fase, iniciaram essa etapa após a Segunda Guerra Mundial; a diminuição da mortalidade foi muito grande e rápida, pois já se conheciam as técnicas a ser utilizadas.

6 Terceira fase Os países subdesenvolvidos, que encontram-se ainda nessa fase, iniciaram essa etapa após a Segunda Guerra Mundial; a diminuição da mortalidade foi muito grande e rápida, pois já se conheciam as técnicas a ser utilizadas. Caracterizada pela ocorrência de baixas taxas de natalidade, de fecundidade (em torno de 1,5 filho por mulher) e de mortalidade, resultando em níveis muito baixos e até mesmo estagnação do crescimento demográfico. As causas são diversas como: a urbanização, o aumento da escolarização e a incorporação da mulher ao mercado de trabalho. Esta fase caracteriza o fim da transição demográfica. Os países desenvolvidos já se encontram nessa fase com taxas de crescimento próximas de zero, algumas sendo até negativas.

7 Desde o início das civilizações existe ligação entre a matemática e o estudo das populações.
Uma das razões pela qual os humanos inventaram o sistema numérico foi sua necessidade de manejar os princípios de contagem da população

8 Teorias demográficas Teoria Malthusiana
O economista e demógrafo britânico Thomas Malthus ficou conhecido sobretudo pela teoria segundo a qual o crescimento da população tende sempre a superar a produção de alimentos, o que torna necessário o controle da natalidade. Malthus era um pessimista que considerava a pobreza como um destino ao qual o homem não pode fugir. Thomas Robet Malthus nasceu entre 14 e 17 de fevereiro de 1766, em Rookery, Surrey, Inglaterra.

9 Teoria de malthus A teoria demográfica elaborada por Thomas Robert Malthus foi exposta em sua famosa obra Um ensaio sobre o princípio da população. A teoria de Malthus se baseava nos seguintes princípios: 1º) caso não seja detida por obstáculos (guerras ou epidemias), a população tende a crescer segundo uma progressão geométrica (2,4,8,16,32...), duplicando a cada 25 anos. 2º) os meios de subsistência (alimentos), na melhor das hipóteses, só podem aumentar segundo uma progressão aritmética (2,4,6,8,10...). Ele propunha a erradicação da pobreza e da fome por meio de uma política antinatalista, para evitar o caos mundial.

10 Ideal central da teoria de mathuls
Restrições morais Casamentos tardios Reduzir a taxa de natalidade Controles Preventivos Fome Guerras de extermínio Pragas Miséria Epidemias Diminuir a população Controles Positivos

11 Críticas a tese de malthus
Não considerou os avanços técnico, científico e mecânico aplicados à agricultura e consequentemente o aumento da produção de alimentos. não considerou as reservas de alimentos dos mares e oceanos. não levou em conta outras regiões do planeta, com áreas de solos férteis.

12 neomalthusianismo a) O acelerado crescimento da população mundial após a Segunda Guerra Mundial é: menor nos países mais desenvolvidos economicamente. maior nos países menos desenvolvidos economicamente, com a redução da taxa de mortalidade (%) uso de antibióticos e vacinas, saneamento básico e desenvolvimento de infraestrutura. b) A formação nos países periféricos de áreas de grande concentração de miséria ou “bolsões”, gerou situações de risco para o sistema capitalista internacional e favoreceu a expansão do socialismo sob influência soviética ou chinesa, nas áreas do chamado “Terceiro Mundo”.

13 IDÉIA CENTRAL DA TEORIA NEOMALTHUSIANA
Explosão demográfica, Encargos econômicos, Países capitalistas se preocupam com a miséria dos países periféricos, que poderiam atrair movimentos socialistas. América Latina, Ásia, África. Neomalthusiana Controle da natalidade, Não reprimir abortos ilegais, Esterilização em massa de mulheres: laqueaduras e ligaduras de trompas. Solução imposta pelos neomalthusianos Um rápido crescimento populacional seria um obstáculo ao desenvolvimento econômico de um país, acarretando sérios problemas de pobreza, fome e miséria, ligadas à elevadas taxas de natalidade (%).

14 Os nelmalthusianos

15 CRÍTICAS A TEORIA NEOMALTHUSIANA
A fome, a miséria e a pobreza resultam da má distribuição das riquezas, como renda e terra. O crescimento populacional de um determinado país não é a causa, mas a consequência do subdesenvolvimento. O discurso neomalthusiano alarmista é utilizado ideologicamente como estratégia para a manutenção do modelo de desenvolvimento sócioeconômico dominante no mundo atual.

16 Teoria reformista ou marxista
As elevadas taxas de natalidade (‰), não são causa do atraso e da pobreza dos países periféricos, mas sim uma consequência. Os reformistas ou marxistas, em oposição aos neomalthusianos, consideram a própria miséria causa do acelerado crescimento demográfico. Nos países mais desenvolvidos economicamente onde o padrão e a qualidade de vida da população são bastante elevados, a redução das taxas de natalidade (‰) ocorreu naturalmente e paralelamente à qualidade de vida dessa população. O atraso e a pobreza também tem origens nos processos históricos desses países tradicionalmente periféricos e nas suas relações com as áreas centrais do capitalismo, ou seja, a divisão internacional do trabalho ou da produção, em seus diferentes momentos. O maior contraceptivo está relacionado aos investimentos públicos nas áreas sociais, especialmente na saúde, infraestrutura e educação.

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18 Teoria ecomalthusiana
A tese central dessa teoria relaciona diretamente o crescimento populacional com a degradação do meio ambiente. De acordo com esses ambientalistas um rápido crescimento populacional, em especial nos países periféricos, se traduziria numa maior exploração sobre os recursos naturais, principalmente os não renováveis. Um rápido crescimento populacional, principalmente nos países periféricos, provocará sérios desmatamentos nos ecossistemas equatoriais e tropicais, além dos vários tipos de degradação ao meio ambiente.

19 Preservação do ecossistema
Desenvolvimento sustentável Reservas extrativas Ocupação racional Meio ambiente X Explosão demográfica OS PAÍSES CENTRAIS DO CAPITALISMO USAM AS QUESTÕES ECOLÓGICAS PARA CONSEGUIR CONCESSÕES POLÍTICAS E COMERCIAIS DOS PAÍSES PERIFÉRICOS. Desmatamento Poluição Desperdício de água Caça e pesca predatória Comercialização e extinção de espécies da flora e da fauna Nos países periféricos as carências sociais são tão grandes que as preocupações ecológicas estão quase restritas as camadas sociais médias.

20 Crescimento demográfico e meio ambiente
Acredita-se que quanto maior o número de habitantes na terra, maior será o impacto no meio ambiente. Dada a utilização crescente dos recursos naturais e aumento na poluição gerada...

21 A população mundial e suas adversidades
“O crescimento natural da população remete continuamente a problemas relativos à preservação do meio. Os povos devem adotar normas e medidas apropriadas para fazer frente a esses problemas [...] De tudo quanto existe no mundo, o ser humano é o bem mais valioso, pois é ele que promove o progresso social, cria riquezas, desenvolve a ciência e a tecnologia e, com seu árduo trabalho, transforma continuamente o meio humano”.

22 TAXA DE NATALIDADE É a relação entre o número de nascimentos ocorridos em um ano e o número de habitantes. Número de nascidos para cada 1000 habitantes. Nascimentos anuais: População total: habitantes x 1000 = 14 Resposta: A taxa de natalidade foi de 1,4%.

23 Taxa de mortalidade É a relação entre o número de nascimentos ocorridos em um ano e o número de habitantes. Número de óbitos para cada 1000 habitantes. Óbitos anuais: População total: habitantes x 1000 = 6 Resposta: A taxa de mortalidade foi de 0,6%.

24 Crescimento vegetativo
É a diferença entre a taxa de natalidade e a taxa de mortalidade. CV = natalidade – mortalidade Podem também se contabilizar as migrações Usando o exemplo anterior: TN= 1,4% - TM= 0,6% CV= 0,8%

25 Taxa de mortalidade infantil
Número de crianças mortas com menos de 1 ano , considerando-se a cada nascimentos.

26 Taxa de fecundidade FAMÍLIAS TAXA DE FECUNDIDADE

27 TAXA DE FECUNDIDADE Relação entre o número de nascimentos e o número de mulheres em idade fértil (15 e os 49 anos de idade) e traduz-se pelo numero de nascidos-vivos por cada 1000 mulheres em idade fértil.

28 CONTROLE DA NATALIDADE QUE SE REFLETE NOS ÍNDICES DE FECUNDIDADE
Uma das razões que explica a diminuição da taxa de fecundidade é a expansão da utilização e informação acerca dos métodos contraceptivos, que passaram a ser utilizados por 57 % dos casais de países em desenvolvimento, contra uma utilização de 14 % verificada em 1960. CONTROLE DA NATALIDADE QUE SE REFLETE NOS ÍNDICES DE FECUNDIDADE

29 Expectativa de vida Mais expectativa Menos expectativa PAÍS ANOS Japão
86,3 Mônaco 85 França 84,5 Espanha 84,3 Suíça 84,2 Itália 83,9 Austrália Islândia 83,5 Liechtenstein Brasil 72,5 PAÍS ANOS Suazilândia 42,4 Lesoto 43,9 Zimbábue 44,2 Afeganistão Zâmbia 44,7 Moçambique 45,6 Serra Leoa 46,7 Angola 47 Centro África 47,4 República Congo 48,6 Expectativa de vida

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31 É o número da população dividido pela área do território.
Países Populosos: De maneira geral, considera-se apenas o número total da população de determinado território. Ex.: Brasil: de habitantes. Países Povoados: É o número da população dividido pela área do território. Ex.: Brasil: Habitantes Área km² / = 22,7 hab/km²

32 Países mais populosos do mundo (em milhões de habitantes) - 2013
1º. China 2º. Índia 3º. Estados Unidos 4º. Indonésia 5º. Brasil 6º. Paquistão 7º. Nigéria 8º. Bangladesh 9º. Rússia 10º. Japão Fonte: https://www.cia.gov/library/publications/the-world-factbook/geos/rs.html

33 PAÍSES MAIS POVOADOS DO MUNDO
Posição País Hab/km² Cingapura 5 373 Bermuda 1242 Malta 1187 Bangladesh 824 Barein 822 Barbados 615 Taiwan 602 Maurício 546 Coreia do Sul 454 10° Holanda 378 11° Japão 332 12° Bélgica 331 13° Líbano 289 14° Índia 284 15° Sri Lanka 273 16° Haiti 272 17° El Salvador 269 18° Israel 264 19° Trinidad Tobago 246 20° Inglaterra 239 PAÍSES MAIS POVOADOS DO MUNDO

34 Atividades 1- Considere as seguintes situações demográficas.
a)  Calcule o crescimento vegetativo, a taxa de natalidade, a taxa de mortalidade para o país A e para o país B. b)  Compare os resultados obtidos. 2- Numa determinada região do nosso país nasceram, em 1988, 260 crianças vivas e verificaram-se 210 óbitos. 2.1- Calcule a taxa de mortalidade, sabendo que a população era, nesse ano, de habitantes. 3- Considera as informações relativas a dados de populações de duas localidades (A e B). ·      Localidade A: nasceram 136 crianças e faleceram 114 pessoas. ·      Localidade B: nasceram 17 crianças e morreram 24 pessoas. a)  Calcule o crescimento natural em cada uma das localidades.         Situação A          Situação B Dados Demográficos           Portugal             Polônia          População                         Número de Nascimentos                                 Número de Óbitos                             

35 Atividades 4- Numa localidade residiam 2020 pessoas. Nasceram 14 bebês e morreram 10 pessoas, 2 das quais eram bebês com menos de um ano de idade. Calcule: a)  Taxa de natalidade; b)  Taxa de mortalidade, c)  Taxa de Mortalidade Infantil; d)  Crescimento Vegetativo.   5- Numa localidade em 1977 residiam 1903 pessoas. Nesse mesmo ano nasceram 17 crianças e morreram 15 pessoas, 3 das quais bebês com menos de um ano de idade. Calcule: a)  Crescimento Vegetativo. b)  Taxa de Natalidade. d)  Taxa de Mortalidade. e)  Taxa de Mortalidade Infantil.   6- Numa localidade residiam 1903 pessoas. Durante um ano nasceram 12 e morreram 15 pessoas, 3 das quais bebês com menos de um ano de idade Calcule o crescimento vegetativo Calcule a Taxa de Natalidade Calcule a Taxa de mortalidade infantil.


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