A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

8.1 – Introdução; 8.2 – Uma primeira tentativa de estruturar a DOAR; 8.3 – Conceito de origem e aplicação; 8.4 – Elementos não monetários que interferem.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "8.1 – Introdução; 8.2 – Uma primeira tentativa de estruturar a DOAR; 8.3 – Conceito de origem e aplicação; 8.4 – Elementos não monetários que interferem."— Transcrição da apresentação:

1 8.1 – Introdução; 8.2 – Uma primeira tentativa de estruturar a DOAR; 8.3 – Conceito de origem e aplicação; 8.4 – Elementos não monetários que interferem no lucro líquido; 8.5 – Técnica de elaboração doa DOAR; Contas não circulante – exemplos. Contas não circulante – exemplos. 8.6 – Estrutura da DOAR; 8.7 – Análise da DOAR. AnáliseAnálise Alguns índices para análise da DOARAlguns índices para análise da DOAR Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.)

2 INTRODUÇÃO Para que serve: Explica a variação do Capital Circulante Líquido, ocorrida em um ano para outro. Ajuda-nos a compreender como e porque a posição financeira mudou de um exercício para outro. Quem está obrigado a fazer a DOAR: Toda Cia. Com capital aberto (Bolsa). Toda Cia. Com capital aberto (Bolsa). Toda a grande Cia. Capital fechado. Toda a grande Cia. Capital fechado. Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.)

3 Conceitos preliminares Capital circulante líquido – CCL = Ativo circulante (-) Passivo circulante (quando o AC > PC) Capital circulante negativo = Ativo circulante (-) Passivo circulante (quando o AC < PC) ATIVO CIRCUALNTE PASSIVO CIRCUALNTE Capital Circulante Líquido Exigível a longoprazo Realizável a longo prazo PermanentePatrimônio Líquido ATIVO CIRCUALNTE PASSIVO CIRCUALNTE Capital Circulante Negativo Exigível a longoprazo Realizável a longo prazo Patrimônio Líquido Permanente Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.)

4 O primeiro passo, uma vez que estamos tratando de Capital Circulante, é serapar aquilo que é circulante do não circulante. Por sua vez, já conhecemos que os valores circulante s]ao aqueles contidos no Ativo Circulante e Passivo Circulante. Variação do Capital Circulante Líquido – CCL === (-)(-)(-) Em (X1) Em X Aumentos Variação Líquida na Posição Financeira Ativo Circulante PassivoCirculanteCapitalCirculante 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.)

5 DEMONSTRAÇÃO DE ORIGENS E APLICAÇÕES DE RECURSOS Origens de Recursos Financiamento (-) Aplicação de Recursos Não houve = Aumento do CCL Modificações na Posição Financeira Balanço31-12-(X-1)Balanço31-12-XAumento ou (redução) Ativo Circulante Ativo Circulante (-) Passivo Circulante (=) Capital Circulante ( ) ( ) Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.)

6 Revisando: O objetivo da DOAR é exatamente mostrar o como e o porquê da mutação do CCL só varia com operações Não Circulante X Circulante. Portanto, a alteração do Não Circulante é a causa da variação. Por isso, a DOAR evidencia apenas o resultado das variações do Não Circulante que provocam alterações no Circulante. 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.)

7 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) DOAR – Cia Estruturada Origens Operações Operações Lucro líquido Lucro líquido + Depreciação + Depreciação (-) Equivalência Patrimonial (-) Equivalência Patrimonial De Terceiros De Terceiros Aumento da dívida de longo prazo Aumento da dívida de longo prazo Aplicações Aumento do RLP Aumento dos investimentos Aumento do imobilizado Dividendos Aumento do CCL ( ) ( )

8 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) ANÁLISE Observamos que das origens, $ referem-se a aumento financiamentos (LP) Certamente, desses $ , uma parte foi utilizada para aquisição de aquisição de novos permanentes. - Investimentos $ Imobilizado $ Ainda assim há um remanescente de $ ( – ), observe que houve um acréscimo de RLP, ou seja, a empresa transferiu (repassou) $ para coligadas e controladas. Conseqüentemente, há uma sobra final de $ ( – ),que está aplicada no Ativo Circulante,aumento do CCL em $ Da origem de $ resultantes do lucro financeiro, $ foram distribuídos em forma de dividendos e o restante, $ ( – ), foi também aplicado no Ativo Circulante, aumentando o CCL em $ Desta forma, acréscimo no CCL foi de $ ( de terceiros das operações.

9 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) Alguns índices para análise da DOAR Novas Aquisições no Permanente Origens das Operações + Aumento de Capital Em Bens + Novos Recursos de Terceiros (ELP) Aplicações em Investimentos Origens Origens (Resultantes de Capitais de Terceiros) Origens totais Aquisições de Imobilizado Aplicações

10 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) 8 - Demonstrações de Origens, Aplicações e Recursos (D.O.A.R.) ORIGENS Lucro Líquido Depreciação Total das Origens APLICAÇÕES Dividendos Invest. no Imobilizado Total das Aplicações Aum/Dim do Capital Circulante Líquido (600) (1.042)


Carregar ppt "8.1 – Introdução; 8.2 – Uma primeira tentativa de estruturar a DOAR; 8.3 – Conceito de origem e aplicação; 8.4 – Elementos não monetários que interferem."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google