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1 Gênero!!! GÊNERO. 2 Oficina para Itinerante 2010. Curso de Formação.DEB Formato: Oficina de 4 h/a Título: Identidade Feminina nas décadas de 1950 a.

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1 1 Gênero!!! GÊNERO

2 2 Oficina para Itinerante Curso de Formação.DEB Formato: Oficina de 4 h/a Título: Identidade Feminina nas décadas de 1950 a 1980.

3 3 Conteúdo Estruturante: Relações Culturais Fundamentos Teórico-Metodológicos: História Temática Conteúdo Básico: Os sujeitos e suas relações com o outro no tempo. Público: Professores, Professoras de História. Carga Horária: 4 h/a Oficineira Profª. Magda De Carli

4 4.

5 5 DA LUTA À TEORIA A consolidação do campo de estudos "sobre mulheres", especialmente na Europa e nos Estados Unidos, pós- 68, ampliou o campo de investigação, evidenciando a relação dos movimento sociais vivenciados por mulheres de diferentes classes sociais com os estudos de intelectuais feministas. (1970 no Brasil)

6 6 Na academia a categoria estudos das mulheres só tomou forma e conteúdo após os anos 1960 na Europa e EUA e 1970 no Brasil. Mas não podemos esquecer que diferentes pensadoras e pensadores, marcaram época e abriram o caminho para a construção desse novo campo de estudos.

7 7 A filósofa e literata Simone de Beauvoir que, ao publicar, em 1949, seu livro O segundo sexo, abriu um debate político radical contestando todo determinismo biológico ou desígnio divino afirmando... Pode-se dizer que essa constatação lançou a primeira semente para os estudos de gênero. que não se nasce mulher, mas se torna mulher.

8 8 Tal produção teórica, tem seu alicerce na história das lutas feministas, que contribuíram para dar visibilidade às questões de gênero. As temáticas dos estudos feministas e de gênero estão associadas as fases do feminismo e também aos contextos e problemas que lhes suscitaram. Três grandes fases são comumente referidas:

9 9 Reivindicava uma história que contemplasse as mulheres sem, no entanto, questionar a forma como essa história era construída. Primeira fase:

10 10 denunciava a opressão das mulheres pelos homens, desencadeando um mundo dicotômico: mulheres – vítimas X homens – algozes. Buscava a inversão dos papéis Eminentemente separatista. Construíram um gueto na academia, um território abrigado e protegido. Segunda fase:

11 11 Busca aliar o ingresso na história e a afirmação nas diferenças. Não divide as pessoas em vítimas e algozes, mas declara que todos são culpados. Esta geração não quer apenas inverter as hierarquias, quer subverter o conceito de hierarquia em si. Terceira fase:

12 12 Gênero é uma categoria de análise histórica, cultural e política, e expressa relações de poder, o que possibilita utilizá-la em termos de diferentes sistemas de gênero e na relação desses com outras categorias, como raça, classe ou etnia, e também, levar em conta a possibilidade da mudança.

13 13 SEXO _ Aspectos físicos, diferenças que estão no nosso corpo, biológicas, anatômicas GÊNERO _ Comportamentos Masculinos e Femininos construídos e reproduzidos nas relações entre as pessoas.

14 14 HISTORICIZANDO A CATEGORIA GÊNERO (BRASIL) HISTÓRIA DAS MULHERES E DAS RELAÇÕES DE GÊNERO NO BRASIL Foi historiadora Joan W. Scott que no Brasil introduz o conceito de gênero na História com o seu famoso artigo "Gênero: uma categoria útil de análise histórica ", publicado em 1986 e traduzido em 1990 no Brasil.

15 15 A partir da década de 1980, foi desenvolvido um campo de estudos intitulado história das mulheres. Destacando como precursoras neste campo, Maria Odila Leite da Silva Dias, Margareth Rago, Miriam Moreira Leite, Magali Engel, Rachel Soihet, apenas para citar algumas.

16 16 Essas pesquisadoras tiveram papel decisivo no processo em que as mulheres são colocadas na condição de objeto e sujeito da História procurando destacar as vivências comuns, os trabalhos, as lutas, as sobrevivências, as resistências das mulheres no passado. A partir da década de 1990, após ficar claro a necessidade de tornar visíveis as mulheres, abriu-se a possibilidade de se retomar experiências coletivas de homens e mulheres, suas relações sociais e as contribuições de cada qual ao processo histórico.

17 17 Adotado o Gênero como uma categoria útil de análise histórica, pesquisadoras(es) brasileiras(os) ampliaram o conceito de papéis sociais, ao precisar a idéia de hierarquia nas relações entre homens e mulheres, nas diversas dimensões das relações de poder: Machismo, Marianismo, Adultocentrismo e Antropocentrismo.

18 18 A DESNATURALIZAÇÃO DOS PAPÉIS MASCULINOS E FEMININOS O homem ideal: trabalhador, de família. Mulher Ideal: mãe, submissa, meiga, recatada; A fragilidade /inferioridade feminina. A moral burguesa: A honra familiar Esposa zelosa; Mãe amorosa; Filha dedicada

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20 20 Finalizando… A categoria Gênero procura destacar que os comportamentos (feminino e masculino) definem-se um em função do outro. Esses se constituem, social, cultural e historicamente num tempo, espaço e cultura determinados, sendo uma das suas preocupações evitar as oposições binárias, fixas e naturalizadas, e destacar que o social é historicamente constituído.

21 21 Nesse sentido, é importante observar as diferenças sexuais como construções culturais e históricas que incluem relações de poder não localizadas exclusivamente num ponto fixo, masculino, mas presentes na trama histórica (MATOS: 1997, )

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