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1 Cultura da Mídia e Entretenimento Processos de Mediação: da mídia primária à mídia terciária.

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Apresentação em tema: "1 Cultura da Mídia e Entretenimento Processos de Mediação: da mídia primária à mídia terciária."— Transcrição da apresentação:

1 1 Cultura da Mídia e Entretenimento Processos de Mediação: da mídia primária à mídia terciária

2 2 Perguntas fundamentais: Como não limitar o estudo da comunicação ao estudo dos meios de comunicação? Qual a importância dos vínculos, da interação face a face, no estudo da comunicação?

3 3 Hipótese de trabalho: A complementaridade entre as mídias e a referência de todas as mídias ao corpo possibilitam a emergência de novas perspectivas no estudo das Teorias das Mídias.

4 4 Referenciais teóricos: A Teoria da Mídia de Harry Pross

5 5 Conceitos fundamentais: A importância da interação entre as ciências da comunicação e as ciências da cultura na compreensão da complementaridade entre: mídia primária a mídia primária (o corpo como mídia) mídia secundária a mídia secundária (quando um corpo usa uma ferramenta para se comunicar com outro) mídia terciária a mídia terciária (os corpos envolvidos no processo utilizam ferramentas)

6 6 Uma teia de vínculos Vincular: ter ou criar um elo simbólico ou material, constituir um espaço comum Um conjunto de vínculos => sociedade Enfraquecimento dos vínculos =>violência Um conjunto de vínculos => campo de tensões entre o amor e o ódio Agregar e segregar

7 7 Mídia primária O corpo sem aparatos externos Toda comunicação começa na mídia primária, na qual os indivíduos se encontram face a face, corporal e imediatamente, e toda comunicação retorna para lá (Harry Pross) Gestualidade, expressividade dos olhos, postura da cabeça, sons, odores, linguagem verbal...

8 8 Mídia primária A instância corpo funda o processo comunicativo (ponte entre espaços distintos) Somos capturados, encantados, enfeitiçados pelos apelos sensoriais do outro (Cyrulnik e Contrera) Consciência do corpo: inteligência tátil e proprioceptiva

9 9 Mídia primária Corpo e cultura: códigos hipolinguais, linguais e hiperlinguais (Ivan Bystrina) Corpo-bomba, corpo-química, corpo- máquina (Baitello) O jogo como raiz da cultura (Huizinga) Corpo tridimensional: altura, largura e profundidade Corpos que ocupam a avenida para protestar (Harry Pross)

10 10 Mídia secundária O corpo usa ferramentas para amplificar suas mensagens no tempo e no espaço Máscaras, pinturas e adereços corporais... Apenas o emissor necessita de um aparato: pinturas rupestres, a escrita, o livro... Vitória simbólica sobre o tempo (escrita inaugura a era virtual)

11 11 Mídia secundária Importância do tempo lento da escrita (Baitello) Imagens bidimensionais: representações planas produzidas pelo corpo Um problema: transformação do corpo tridimensional em imagens bidimensionais

12 12 Mídia terciária Os corpos envolvidos no processo comunicativo utilizam ferramentas Emissor e receptor utilizam aparatos para codificação e decodificação A eletricidade permite a ampliação da escala espacial e temporal... Risco de violência simbólica quando a mídia utiliza a soma do tempo de milhões de pessoas

13 13 Mídia terciária Possibilita a sincronização da vida em grandes cidades Os ritmos do rádio e da TV e os ritmos da cidade Risco da cisão entre o tempo do corpo e o tempo das máquinas (Dietmar Kamper)

14 14 Perspectivas Resgate da importância dos vínculos a partir do corpo como mídia primária Os corpos estão antes e depois das máquinas O corpo implica território da proximidade e da sensorialidade que permitem enfeitiçamentos mútuos (Contrera)

15 15 Perspectivas A relação entre a hipertrofia dos sistemas de mediação mais complexos e a atrofia dos sistemas primários (Baitello) Desafio: quanto mais visibilidade, tanto mais invisibilidade (Kamper) Ecologia da comunicação (V. Romano) Um novo medium não substitui o medium anterior, mas a incorpora => lei da cumulatividade

16 16 Possíveis conclusões A complementaridade entre as mídias e a referência de todas as mídias ao corpo possibilitam a emergência de novas perspectivas no estudo das Teorias dos Media

17 17 Possíveis conclusões Teoria da comunicação: passagem do modelo telegráfico para o modelo orquestral (ou partida de futebol) O corpo como texto cultual capaz de comunicar Eu me religo, logo sou (Michel Serres)

18 18 Referências bibliográficas PROSS, Harry e ROMANO, Vicente. Atrapados en la red mediática. Orientación en la diversidad. Hondarribia: Argitaletxe Hiru, PROSS, Harry. Medienforschung. Darmastadt: Carl Habel, (Investigação da mídia). PROSS, Harry. A Sociedade do Protesto. São Paulo: Annablume, 1997.

19 19 Referências bibliográficas BAITELLO, Norval. O animal que parou os relógios. São Paulo: Annablume, BAITELLO, Norval. O tempo lento e o espaço nulo. Mídia primária, secundária e terciária. (Biblioteca do Revista Digital GHREBH-

20 20 Referências bibliográficas CONTRERA, Malena Segura. Mídia e pânico. São Paulo: Annablume/Fapesp, CYRULNIK, Boris. Os alimentos do afeto. São Paulo: Ática, KAMPER, Dietmar. O trabalho como vida. São Paulo: Annablume, MONTAGU, Ahsley. Tocar: o significado humano da pele. São Paulo: Summus, SERRES, Michel. Os cinco sentidos: filosofia dos corpos misturados. São Paulo: Bertrand, s/d.

21 21 Faculdade Cásper Líbero Metodologia de Pesquisa Processos de Mediação São Paulo, 2008.


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