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ECORIVER SEMINÁRIO FINAL AVALIAÇÃO QUÍMICA E ECOTOXICOLÓGICA DAS ÁGUAS RESIDUAIS Projecto LIFE02/ENV/P/000416.

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1 ECORIVER SEMINÁRIO FINAL AVALIAÇÃO QUÍMICA E ECOTOXICOLÓGICA DAS ÁGUAS RESIDUAIS Projecto LIFE02/ENV/P/000416

2 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 2 Caracterização ecotoxicológica das águas residuais Proposta de ferramenta para avaliação da toxicidade Curso de formação na área da Ecotoxicologia

3 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 3 »Locais de amostragem Industrias ETAR Sectores industriais: Q – quimico A - alimentar G – gráfico Of – oficinas TS – tratamento sup. O – outros Col. Frielas W45 Frielas WWTP out in Int. Pontinha W43 S.J.Talha WWTP out in N S O20 A4 Q15 Q44 TS41 O8 A2 O39 G37Of24 O29 C14 Of27 A30 G17 A7 O18

4 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 4 Química Parâmetro Sector CBOCQOSSTpHCNFenoisFluorHidNitSulfO&Gmetais Alimentar Gráfico Oficinas Químico Trat sup Outros ETAR 2 campanhas 2003 / 2 campanhas 2004

5 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 5 PARÂMETROS QUÍMICOS Classificação de acordo com: -Regulamento dos Serviços Municipalizados de Loures (indústrias que descarregam no Sistema Municipal) - Decreto-Lei nº 236, de 1 de Agosto de 1998 (indústrias que descarregam directamente no Rio Trancão) -Tabela do Instituto da Água para Classificação da Qualidade das Águas Superficiais para Fins Múltiplos

6 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 6 CLASSIFICAÇÃO QUÍMICA GLOBAL = INDÚSTRIAS =

7 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 7 CLASSIFICAÇÃO QUÍMICA GLOBAL = ETAR =

8 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 8 Os valores de CBO 5 e de CQO são, em geral, muito elevados. A razão CBO/CQO indicia um bom índice de biodegradabilidade. As análises dos metais apresentaram, na sua generalidade, valores inferiores aos limites estabelecidos pela legislação em vigor No decorrer do projecto foi detectada, nalguns casos, uma melhoria da qualidade das descargas de efluentes que coincidiram com a entrada em funcionamento ou alterações no tratamento de ETAR já existentes

9 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 9 CE h/48h CE d CE 50 -7d CE50-5min/15min UT Ecotoxicologia Daphnia magna Vibrio fischeri Lemna minor

10 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 10 A Ecotoxicologia foi definida por Truhaut, em (1969) e mais tarde por Butler (1978) como o ramo da Toxicologia que estuda os efeitos tóxicos das substâncias naturais e artificiais sobre os organismos vivos (ex: peixes, plantas aves), animais ou vegetais, aquáticos ou terrestres, que constituem a biosfera. O QUE É A ECOTOXICOLOGIA? Avaliação ecotoxicológica - complexidade da amostra O cruzamento desta informação com a obtida através dos parâmetros físicos e químicos traduz-se num factor de segurança face à presença de compostos desconhecidos, não analisados e potencialmente tóxicos.

11 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey empresas 2 ETAR Screening 50 empresas 2 ETAR ECOTOXICIDADE BIODEGRADABILIDADE DESCARGA NO RIO Critérios selecção

12 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 12

13 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 13 Os ensaios medem efeitos em indivíduos de uma dada espécie, sejam efeitos de letalidade ou imobilização, de inibição da reprodução ou do crescimento. Na avaliação da ecotoxicidade --- pelo menos duas ou três espécies e ter presente o tipo de ecossistema objecto da descarga final. BIOENSAIOS X=50 CE 50 A concentração inibidora responsável por determinado efeito em x % dos organismos testados traduz-se por: CE x -t Menor valor Maior toxicidade Leitura directa UT=100/CE 50

14 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 14 Daphnia magna Vibrio fischeri Lemna minor Pseudokirchneriella subcapitata Thamnocephalus platyurus Os ensaios medem efeitos em indivíduos de uma dada espécie, sejam efeitos de letalidade ou imobilização, de inibição da reprodução ou do crescimento.

15 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 15 Plantas / algas Vibrio fischeriBactéria marinha Bactérias GrupoEspécieTempo deResposta / Efeitoexposição Inibição da bioluminescência 5/15min água doce P.subcapitata Lemna minor Inibição do crescimento 72 horas 7 dias Crustáceos água doce Daphnia magnaInibição da Mobilidade/mortalidade 24/48 horas Inibição da reprodução 21 dias T. platyurus Daphnia magna

16 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 16 UTILIZAÇÃO DE SOLUÇÕES DE REFERÊNCIA Ex: Fenol, Dicromato de potássio REPLICADOS DAS AMOSTRAS ENSAIOS DE INTERCALIBRAÇÃO COMO GARANTIR A QUALIDADE DOS RESULTADOS? ACREDITAÇÃO DE MÉTODOS

17 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 17 Intercalibração Amostras reais Boa correlação entre os resultados obtidos para os ensaios realizados entre parceiros Exercícios interlaboratoriais Bom desempenho dos parceiros em exercícios de intercalibração internacionais

18 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 18 Análise componentes principais 2 primeiras componentes principais, P1 e P2, justificam 77,6% das variáveis. P1 associada à toxicidade para os crustáceos (50,2%) P2 associada à toxicidade para a bactéria (27,4%)

19 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 19

20 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 20 Correlações de Pearson (p<0,05) V. fischeri – óleos e gorduras / Hidrocarbonetos totais P. subcapitata - cobre T. platyurus – cobre /crómio/zinco / óleos e gorduras D. magna –cobre / crómio L. minor – cobre D. magna crónico – cobre /crómio / zinco

21 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 21 Correlações de Pearson VfPsDm cultura Dm Kit TpLm Vf Ps Dm cultura Dm Kit Tp Lm p<0,05 p<0,1

22 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 22 Correlações ensaio Daphnia crónico com: ensaios agudos crustáceos ensaio com alga ensaio com planta Razão agudo/crónico: [2-16] Elevada carga orgânica como factor de interferência na avaliação de efeitos crónicos. Toxicidade(%)

23 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 23 Análise de sensibilidade Índice de Slooff Geral: bactéria > crustáceos > alga Análise por sector: Químico – crustáceo Tratamento superfície – alga Outros - bactéria O organismo menos sensível – planta aquática

24 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 24 Caracterização ecotoxicológica das águas residuais Proposta de ferramenta para avaliação da toxicidade Curso de formação na área da Ecotoxicologia

25 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 25 Tonkes et al Proposta de classificação CLASSIFICAÇÕES ECOTOXICOLÓGICAS

26 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 26 Classificação utilizando a proposta de Tabela

27 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 27 Elementos de Classificação Química VLE (DL 236/98) VMA (SML) Ecotoxicidade EC50CLASSECOR >75Não tóxico Pouco tóxico Tóxico 25 – 2,5Muito tóxico <2,5Extrema/ tóxico Cumpre Não cumpre

28 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 28 Comparação de Resultados Classificação química Classificação ecotoxicologica

29 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 29 Caracterização ecotoxicológica das águas residuais Proposta de ferramenta para avaliação da toxicidade Curso de formação na área da Ecotoxicologia

30 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 30 AVALIAÇÃO ECOTOXICOLÓGICA DE ÁGUAS NATURAIS E RESIDUAIS CURSO A B

31 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 31 OBJECTIVOS GERAIS Transmitir conceitos relacionados com avaliação ecotoxicológica de águas naturais e residuais e com o controlo de qualidade, e iniciar na utilização prática de novas metodologias em Transmitir conceitos relacionados com avaliação ecotoxicológica de águas naturais e residuais e com o controlo de qualidade, e iniciar na utilização prática de novas metodologias em Bioensaios Habilitar os formandos com novas competências para dar resposta às diversas solicitações nesta área Habilitar os formandos com novas competências para dar resposta às diversas solicitações nesta área Possibilitar a implementação da recente legislação comunitária Possibilitar a implementação da recente legislação comunitária

32 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 32 Técnicos de laboratório de entidades responsáveis pela monitorização e gestão de águas residuais: Empresas públicas e privadas Empresas públicas e privadas Serviços municipalizados Serviços municipalizados Direcções regionais Direcções regionais etc. etc. 12 formandos Técnicos de laboratório de entidades responsáveis pela monitorização e gestão de águas residuais: Empresas públicas e privadas Empresas públicas e privadas Serviços municipalizados Serviços municipalizados Direcções regionais Direcções regionais etc. etc. 12 formandos DESTINATÁRIOS

33 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 33 O curso é constituído por 9 módulos O curso é constituído por 9 módulos Carga horária de 39 horas Carga horária de 39 horas (21 horas teóricas e 18 horas práticas) Optou-se por uma metodologia presencial Optou-se por uma metodologia presencial No módulo de projecto prático, os ensaios foram realizados no IA e no INETI No módulo de projecto prático, os ensaios foram realizados no IA e no INETI O curso é constituído por 9 módulos O curso é constituído por 9 módulos Carga horária de 39 horas Carga horária de 39 horas (21 horas teóricas e 18 horas práticas) Optou-se por uma metodologia presencial Optou-se por uma metodologia presencial No módulo de projecto prático, os ensaios foram realizados no IA e no INETI No módulo de projecto prático, os ensaios foram realizados no IA e no INETI DESCRIÇÃO

34 Seminário ECORIVER ia, 29 de Setembro de 2005, Ana Morbey 34 Conclusões gerais Necessidade de complementar a realização de análises químicas com testes ecotoxicológicos Boa correlação entre os resultados dos testes ecotoxicológicos convencionais e os testes miniaturizados Testes ecotoxicológicos constituem uma boa ferramenta para avaliação da eficiência dos tratamentos utilizados nas ETAR Durante a implementação do projecto foi positiva a cooperação entre os promotores do projecto e os diferentes intervenientes assim como a sensibilização para a importância da avaliação global de toxicidade utilizando testes biológicos


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