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PROGRAMA DE MONITORIZAÇÃO DA LAGOA DE ÓBIDOS E DO EMISSÁRIO SUBMARINO DA FOZ DO ARELHO Data Início do Projecto: Julho de 2004 Data Final do Projecto: Outubro.

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1 PROGRAMA DE MONITORIZAÇÃO DA LAGOA DE ÓBIDOS E DO EMISSÁRIO SUBMARINO DA FOZ DO ARELHO Data Início do Projecto: Julho de 2004 Data Final do Projecto: Outubro de 2004

2 PROBLEMA Elevada Concentração de Nutrientes DL 149/2004 de 22 Junho (Sensível Eutrofização) Assoreamento da Barra Dragagens

3 SOLUÇÃO PROPOSTA PELOS MUNICIPIOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DA LAGOA DE ÓBIDOS 1 km ES Foz do Arelho

4 OBJECTIVOS PropostaTrabalho Realizado Trabalho de Campo Monitorização da Lagoa de Óbidos 4 campanhas em 4 épocas do ano na coluna de água (situações de BM e PM) e no sedimento 1ª Outubro 2ª Fevereiro 3ª Maio 4ª Agosto Monitorização da Zona de Descarga 4 campanhas em 4 épocas do ano e 2 campanhas no sedimento (Primavera e Outono) 1ª Outubro 2ª Fevereiro 3ª Maio 4ª Agosto Base de Dados em MapServer

5 OBJECTIVOS PropostaTrabalho Realizado Recolha Bibliográfica Lagoa de Óbidos Levantamento da Situação de Referência na Lagoa de Óbidos através de dados Históricos Rel. Caracterização da situação de referência da Qualidade da Água Rel. Caracterização da situação de referência das Comunidades Bentónicas e Ictiicas Zona de Descarga Levantamento da Situação de Referência na zona de Descarga Em Progresso Modelação Matemática Lagoa de Óbidos Modelação Hidrodinâmica Calibração, Campos de Rel. Velocidades e Tempos de Residência Modelação da Qualidade da Água Simulação da Situação de Referência e Cenário sem as ETAR´s que vão ligar ao ES Zona de Descarga Modelação da dispersão da Pluma na zona de descarga Em Progresso

6 PONTOS DE MONITORIZAÇÃO N

7 CARACTERIZAÇÃO DA ZONA DE DESCARGA Dados meteorológicos Agitação Marítima Correntes do meio receptor Caracterização da estrutura termo-halina no meio receptor X

8 DADOS DE CAMPO Período de dados: MeteorologiaAgitação MarítimaCorrentesPeríodo de dadosFrequência VentoHsComponente S-N Nov a Dez 2000 e Jan a Jun 2001 Horária Temperatura do ArTsComponente E-O Pressão Atmosférica Direcção Tensão de Corte, N e E Vento Sul-Norte e Ostes-Este Direcção do Vento FONTE: Monitorização do IH (Projecto MAMBO)

9 DADOS METEOROLÓGICOS Temperatura do Ar Os valores médios rondam os ºC, os valores máximos 20ºC e os mínimos 6ºC

10 DADOS METEOROLÓGICOS Vento: Componentes Sul-Norte e Este-Oeste

11 DADOS METEOROLÓGICOS Vento: Frequência e Intensidade O regime de ventos é caracterizado por ser predominantemente de Norte, com intensidade na ordem dos 5m/s

12 CORRELAÇÃO ENTRE VENTOS E CORRENTES Da comparação da componente Sul-Norte da Corrente com o Vento, verifica-se que nos meses de Inverno apresenta uma correlação grande enquanto que nos meses de Verão não apresenta correlação A correlação maior quanto mais persistente for a direcção do vento

13 PERFIS VERTICAIS DE CORRENTES A intensidade da Corrente é maior á superfície devido ao efeito do vento

14 INFLUÊNCIA DA PLUMA NA ZONA DE DESCARGA Salinidade: Variação dos Caudais das principais descargas na Lagoa de Óbidos O caudal foi estimado com base na precipitação média da bacia considerando: Q=1/3*P Média *Área daBaciaDrenante

15 Bacia HidrográficaMuito SecoSecoMédioHúmidoMuito Húmido Rio da Cal Rio Arnóia COMPARAÇÃO DOS CAUDAIS ESTIMADOS COM DADOS HISTÓRICOS Valores Médios Anuais (m3/s), (Vão, 1999). Valores Médios Anuais Obtidos Através do Caudal Calculado a Partir da Precipitação Medida nas Estações do INAG Rio ArnóiaRio da Cal Caudal (m3/s)

16 JANEIRO FEVEREIRO MARÇO MAIO

17 JANEIRO FEVEREIRO MARÇO MAIO

18 CONCLUSÕES Maré/Ondas são processos dominantes na hidrodinâmica da zona (As descargas dos afluente são pouco significativas face á maré) Maré/Ondas são processos dominantes na hidrodinâmica da zona (As descargas dos afluente são pouco significativas face á maré) Para a pluma da lagoa influenciar a zona de descarga teriam que ocorrer ventos predominantes do quadrante Este a Sul

19 As correntes estão correlacionadas com os ventos: Correlação é maior quanto mais persistente for a direcção do vento A intensidade da corrente varia entre os 5 e 20 m/s para ventos na ordem dos 6 m/s Em situações de vento Norte as velocidades são desviadas para a direita (Upwelling) Influência da Pluma da lagoa no meio receptor: Salinidade: Não é influenciada porque os caudais das principais descargas são pouco significativos Temperatura: O valor média na Lagoa é na ordem dos 18 ºC, pelo que a pluma da Lagoa não influencia a temperatura na zona de descarga, sendo apenas influenciada na ocorrência de afloramento costeiro CONCLUSÕES

20 IMPLEMENTAÇÃO DO MODELO HIDRODINÂMICO Nível 1 Malha: 324x218

21 Descarga do ES da Foz do Arelho Nível 2 Malha: 170x229

22 Nível 3 Malha: 148x188 Nível 4

23 ES Foz do Arelho ADCP IH Malha: 58x58 Modelo 3D 30 Camadas Coordenadas: ? Sigma Cartesianas Híbridas Modelação da Dispersão da Pluma

24 MODELAÇÃO DA DISPERSÃO PLUMA DO EMISSÁRIO SUBMARINO Módulo MOHIDJET Sistema MOHID Simula a dispersão da pluma no campo próximo: diluição inicial das partículas Módulo Lagrangeano Simula a dispersão da pluma no campo afastado: precisa saber a diluição inicial, a qual é calculada pelo MOHIDJET

25 MODELAÇÃO DO CAMPO PRÓXIMO: CARACTERÍSTICAS DO DIFUSOR Comprimento do Difusor: 100m OrientaçãoPerpendicular á Costa Número de Orificios10 Espaçamento dos Orificos (m)10 Diâmetro dos Orificios (mm)110 Profundidade (m)30 Caudal do Efluente: 0.38 m3/s

26 Velocidades 5 e 20 cm/s Perfil Linear de Massa Volúmica Coluna de água de 30 m MODELAÇÃO DO CAMPO PRÓXIMO: CARACTERÍSTICAS DO MEIO RECEPTOR

27 Simulações com situações de ventos desfavoráveis para perceber se a pluma do emissário atinge a Costa (INAG considera o limite para a zona de recreio como sendo 300 m a partir da linha de Costa) Simulações considerando diferentes velocidades no meio receptor (campo próximo): A diluição inicial dos traçadores depende da velocidade do meio e da velocidade do jacto da pluma CONCLUSÕES

28 Outros Slides

29 BACIA HIDROGRÁFICA Linha de Água Área da Bacia (km2) Compriment o (km) Rio Cal Rio Arnóia Rio Real Vala do Ameal FONTE: VÃO (1991)

30 CALIBRAÇÃO DA HIDRODINÂMICA DA LAGOA

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