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A puberdade é um acontecimento biológico que encerra a infância e marca o início da adolescência. As principais alterações da adolescência relacionam-se.

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3 A puberdade é um acontecimento biológico que encerra a infância e marca o início da adolescência. As principais alterações da adolescência relacionam-se com as capacidades físicas, nomeadamente a função reprodutiva, o teu aspecto físico e a forma como te sentes no teu próprio corpo. Puberdade

4 Durante este período cresces mais rápido, começas a transpirar mais (e a precisar de desodorizante!) e ocorre ainda o desenvolvimento dos caracteres secundários que são diferentes para rapazes e raparigas. Puberdade

5 Mudanças corporais nos rapazes Crescem, ficam mais fortes, mais pesados, tomando gradualmente uma forma masculina. O pénis e os testículos aumentam de tamanho. Surgem as primeiras ejaculações - uma série de jactos de um líquido esbranquiçado e espesso, o sémen – isto pode ocorrer enquanto dormes, sendo perfeitamente natural. Começam a surgir os pêlos púbicos (na região genital), nas axilas, no rosto e, em alguns rapazes, no peito e nas costas. O cabelo pode ficar mais oleoso, assim como a pele, podendo ter acne. A voz torna-se mais grossa. Puberdade

6 Mudanças corporais nas raparigas Aumentam de peso, ficam mais fortes, mais altas e com formas diferentes: um corpo mais curvilíneo, com ancas mais largas e cintura mais estreita Os seios aumentam de tamanho e os mamilos, por vezes escurecem e tornam-se mais sensíveis Tens a primeira menstruação (todos os meses perderás algum sangue pela vagina). Inicialmente o tempo entre as menstruações tende a ser irregular Começam a surgir os pêlos púbicos (na região genital), nas axilas, bem como pêlos mais grossos e escuros nas pernas. A pele e o cabelo podem tornar-se mais oleosos e podes ter acne. A voz torna-se mais profunda. Puberdade

7 Para melhor conheceres o teu corpo deixamos aqui umas imagens. Convém, no entanto, não esquecer que cada pessoa é única e as formas, tamanhos, cores e cheiros variam de pessoa para pessoa. Biologia

8 Nos rapazes Deves lavar todos os dias, com água e sabonete, a parte superior do pénis. Deves puxar a pele, que se chama prepúcio, e lavar bem, pois por baixo dela existe uma secreção, o esmegma, que se acumula e pode provocar mau cheiro, irritação da pele ou infecção. Em alguns casos o prepúcio é muito apertado pelo que se torna necessário uma operação, chamada circuncisão, que consiste em suprimir a extremidade dessa pele. Higiene e Saúde

9 Nas raparigas A rapariga tem glândulas sudoríferas na vulva (parte exterior dos órgãos genitais), que produzem um cheiro característico. Deves lavar diariamente essa região com água e um sabonete próprio para a higiene íntima. A lavagem deve ser feita de frente para trás (sentido vagina - anûs) e não deve ser excessiva (uma certa humidade é saudável para o teu organismo) de forma a evitar doenças. Um cheiro desagradável e forte é sinal que podes estar com alguma infecção, pelo que deverás consultar um médico. Não uses desodorizante na zona genital. Higiene e Saúde

10 Não há ninguém completamente satisfeito com o seu corpo. Aquilo que é desagradável para uns pode ser altamente atraente para outros. O importante é sentirmo-nos bem connosco próprios, integrando na nossa personalidade os aspectos que consideramos defeitos e qualidades. Beleza

11 Namoro Masturbação Virgindade e primeira vez Relação sexual [Responsabilidade sexual; Mitos e preconceitos; Sexualidade e drogas] Hetero, homo e bissexualidade Relações e Sexo

12 O namoro é o primeiro passo para uma vida afectiva a dois. Implica uma aproximação física e envolvimento emocional diferente daquele provocado por uma amizade. É um tempo cheio de descobertas e sensações novas. Não existe uma idade certa para começar a namorar – é uma decisão pessoal. Namoro

13 A masturbação significa tocar ou acariciar os próprios órgãos genitais para obter prazer. É algo que se inicia na infância e aumenta na puberdade, devido ao impacto do aumento do funcionamento das hormonas sexuais, quer nos rapazes, quer nas raparigas. Devido a alguns preconceitos face ao prazer, as pessoas podem sentir culpa ou vergonha por se masturbarem. No entanto, este comportamento é uma forma natural de conheceres o teu corpo. Esse conhecimento poderá, eventualmente, ajudar-te a ter mais prazer num relacionamento sexual. Masturbação

14 Não há um nível de normalidade para a frequência da masturbação. O facto de te masturbares, ou não o fazeres, não deve ser motivo de preocupação. Cada um vive a sua sexualidade consoante os desejos que tem e da forma que se sente melhor. No entanto, a masturbação pode não ser saudável se perturbar o teu dia-a-dia, não te permitindo realizar as tuas actividades normais, ou impedindo-te de te relacionares de forma saudável com outras pessoas. E… para não ficares com falsa ideias, a masturbação NÃO provoca cegueira, loucura, perda de energia, infertilidade, nem borbulhas! Masturbação

15 Primeira Vez Virgindade e A primeira relação sexual é um momento de grande importância, quer para rapazes quer para raparigas, pelo que é muito frequente (e natural) que sintam alguma ansiedade. As pessoas costumam referir-se a este momento como a «primeira vez» ou a «perda da virgindade». Antigamente a sociedade dava muita importância a que uma mulher só tivesse relações sexuais após o casamento e a sexualidade no feminino era perspectivada de uma forma negativa: não se dava valor ao facto de a mulher sentir ou não prazer; a mulher não deveria ter iniciativa face à relação sexual; etc. Nesse contexto, o inicio de uma vida sexual activa por parte da mulher era visto como algo negativo: uma «perda» irreparável!

16 Actualmente o conceito de «virgindade» é diferente, é mais pessoal: para uns será nunca ter tido relações sexuais (ou nunca ter havido a penetração do pénis na vagina); para outros é o rompimento do hímen; para outros poderão ser outras coisas... O hímen é uma pele muito fina que existe na entrada da vagina, que usualmente se rompe nas primeiras relações sexuais. Contudo, o hímen pode ser muito flexível e não romper na primeira relação sexual, ou a mulher pode não ter hímen, ou pode já ter rompido (com actividades físicas intensas, por exemplo). Virgindade e Primeira Vez

17 A primeira vez constitui-se como um marco no desenvolvimento da intimidade de cada um. É preferível que este momento aconteça quando a relação já está solidificada, já se conhece bem o próprio corpo, não se sente vergonha para falar com a outra pessoa sobre sexo e se tem consciência que é muito importante usar métodos contraceptivos. É perfeitamente normal a existência de preocupações face a este momento da tua vida, no entanto, convém ressalvar que as pessoas criam sempre fantasias sobre como será a sua primeira vez e a expectativa de experiência fantástica poderá não se realizar. Virgindade e Primeira Vez

18 A primeira relação pode ser muito boa, porque é um momento de entrega, proximidade e união como nunca tiveste antes. No entanto, a sensação de prazer é algo que vai aumentando com a experiência e a tua vida sexual ainda está a começar!... Muitas vezes, cai sobre os ombros do homem a responsabilidade da relação sexual. Na verdade, os homens sabem tanto quanto as mulheres e não precisam de mostrar que são os maiores. Aprender em conjunto é bom. O casal demora um certo tempo a conhecer-se e a descobrir o que agrada a cada um. Primeira Vez Virgindade e

19 Se os dois parceiros estiverem preocupados com a «mecânica do sexo», acabam por sair da relação humana (para controlar o processo), retirando significado emocional à situação. O ideal é dedicarem-se às carícias (como por exemplo, abraços e beijinhos) e a erecção e lubrificação irão ocorrer naturalmente, bem como a obtenção de prazer. Virgindade e Primeira Vez

20 A relação sexual é uma forma de exprimir amor (daí que também se chame fazer amor). Envolve comunicação, partilha e troca de afecto. Fisicamente, expressa-se em carícias e através da introdução do pénis na vagina (coito) e da execução de movimentos ritmados que podem aumentar a excitação e conduzir até ao orgasmo. Inicialmente há o desejo, a vontade de fazer amor. A excitação vai aparecendo com as carícias. No homem aparece a erecção e na mulher a lubrificação. É comum a mulher excitar-se mais devagar que o homem. Relação Sexual

21 As relações sexuais não devem tornar-se um pesadelo ou uma aflição constante. Não é somente uma questão do local adequado, tempo, cuidado para não engravidar e protegeres-te contra as infecções sexualmente transmissíveis. Estas são as condições necessárias, mas não únicas. Para estar garantido o mais importante, é fundamental uma pessoa de quem gostas, por quem sentes atracção e com quem tens intimidade e confiança. Tanto a rapariga como o rapaz devem poder viver a relação sexual com alegria. Relação Sexual

22 Responsabilidade sexual É importante seres sexualmente responsável. Isso acontece quando sabes respeitar os teus sentimentos e o teu próprio corpo, assim como os sentimentos e o corpo do outro. Tal envolve também pensares na tua protecção e na do outro, contra uma gravidez e contágio de doenças. Seres responsável implica também que ambos tenham uma ideia bem clara sobre o que pretendem com essa intimidade – satisfazer curiosidade, ter filhos, demonstrar amor, ter prazer ou tudo isto junto. Isto implica que haja uma relação de confiança e de partilha, em que ambos possam falar abertamente sobre a relação. Relação Sexual

23 Mitos e preconceitos De certeza que já viste alguma revista ou filme que abordam as relações sexuais. No entanto, convém saberes que em muitas (quase todas!) dessas revistas ou filmes que encontras por aí transmitem-se ideias exageradas relativamente ao corpo, às atitudes e às relações sexuais. Por exemplo, embora te seja transmitido o contrário, o homem não é uma máquina sexual que sabe tudo sobre sexo e a mulher não tem de ser submissa nem estar sempre disponível. Relação Sexual

24 Estas ideias exageradas, que parecem mostrar um quadro perfeito, são, inclusive, transmitidas por muita gente que te rodeia. No entanto, não passam de um mito – cada pessoa é única nos seus gostos, tempos e valores. O mais importante é saber como tratar o parceiro e isso não se aprende nas revistas nem nos ecrãs. A verdade é que nem sempre corre tudo bem. É natural que ambos tenham dúvidas e receios e que o corpo não reaja como tu desejas. Por exemplo, é possível haver ejaculações que consideres muito rápidas ou uma dificuldade na lubrificação. Ambos podem acontecer devido à tensão daquele momento e à inexperiência, e com a exploração, a intimidade e o tempo, as dificuldades tendem a ser superadas. Relação Sexual

25 Sexualidade e drogas Algumas pessoas acreditam que o consumo de drogas as faz sentir mais excitadas sexualmente, menos tensas e descontraídas para experimentar coisas novas. No entanto, o efeito da droga sobre o sistema hormonal diminui, de facto, a actividade sexual. Por vezes, o consumo de drogas diminui a disponibilidade para a relação com o outro e pode levar à perda do interesse por si próprio. Relação Sexual

26 Sabias que: O consumo regular de cannabis pode desregular o ciclo menstrual nas mulheres e aumentar os riscos de infertilidade nos homens? A cocaína e o consumo regular de cannabis diminuem a lubrificação vaginal, podendo levar a relações dolorosas? A maior parte das drogas tem efeito sobre a resposta sexual humana, diminuindo o desejo, o que pode perdurar mesmo após a paragem dos consumos? Relação Sexual

27 Bissexualidade Hetero Homo e Nas relações amorosas, pode-se desenvolver atracção sexual por pessoas do sexo oposto (heterossexualidade) do mesmo sexo (homossexualidade), ou por pessoas de ambos os sexos (bissexualidade). A homossexualidade e a bissexualidade não são doenças ou perversões, como muitas vezes são referidas pela sociedade. Muitas vezes, a intolerância à orientação sexual, quer seja a própria ou a dos outros, esconde um medo irracional por tudo o que é diferente. Uma relação sexual com uma pessoa do mesmo sexo pode ser como qualquer outra relação amorosa: ela provém da procura de calor humano, de intimidade, de compreensão e sentimento de pertença. Além disso, contrariamente ao que as pessoas pensam, não é por ser homo ou bissexual que uma pessoa terá mais de um parceiro amoroso: pode-se ser homo ou bissexual e ter uma relação amorosa estável com uma pessoa.

28 Durante a puberdade podes viver relações muito intensas e afectuosas com amigos do mesmo sexo, sem que isso signifique que és homossexual. Os desejos e as fantasias em relação às pessoas do mesmo sexo também podem fazer parte do desenvolvimento. Podes viver experiências sexuais estimulantes com alguém do mesmo sexo, mesmo não sendo homossexual. Contudo, é possível que não sintas nenhum tipo de atracção sexual, ou que não saibas qual é a tua orientação sexual. Não te preocupes, porque as dúvidas e confusões são normais neste período da vida. Com o tempo, verás tudo com maior clareza e ficarás mais seguro, quer em relação a ti próprio, quer relativamente aos outros. Hetero Homo e Bissexualidade

29 Doenças - Infecções Sexualmente Transmissíveis SIDA (VIH) [Como se transmite; Como nos protegemos; NÃO se transmite] Outras ISTs [Hepatite; Sífilis; Gonorreia; Herpes Genital; Tricomoníase; Verrugas genitais; Uretrite; …)

30 A SIDA é provocada pelo Vírus da Imunodeficiência Humana (VIH) que penetra nas células de defesa do organismo, diminuindo a sua capacidade de defesa face ao ataque de vírus e outros organismos. A pessoa contrai, por exemplo, infecções e tumores malignos por causa da redução da sua imunidade. NÃO TEM CURA. Como se transmite? Através de relações sexuais não protegidas com uma pessoa portadora do vírus Através do contacto com sangue contaminado: pela via de transfusões ou contacto com objectos cortantes ou agulhas não esterilizados Da mãe contaminada para o feto. SIDA

31 Como evitar a transmissão do vírus? Ao teres relações sexuais, utiliza sempre o preservativo (em qualquer forma, tipo, posição sexual)! Evita teres múltiplos parceiros (parceiras). Tem atenção para só receberes transfusões devidamente controladas e utilizares agulhas sempre com material descartável ou esterilizado. NÃO se transmite: Através da partilha de copos, talheres, travesseiros, roupas lavadas, casas de banho, piscinas, saunas. Também não se transmite se abraçares ou beijares alguém portador do vírus SIDA

32 Hepatite É uma infecção viral do fígado e existem vários tipos: hepatite A, B, C, D e E, mas apenas a A e a B são sexualmente transmissíveis. A hepatite A também se transmite devido a higiene deficiente, fezes e alimentos contaminados. A hepatite B é muito mais infecciosa do que o VIH e, para além do contacto sexual, pode ser transmitida também pelo sangue ou pela saliva. Não tem cura, mas as pessoas melhoram após repouso e com uma vida saudável. Outras ISTs

33 Sífilis O seu principal sintoma é uma ferida de cor avermelhada indolor, na região genital. É curável, se devidamente acompanhada por um médico. Gonorreia Nos homens, é caracterizada por dor e ardor ao urinar e um corrimento amarelado e purulento. Nas mulheres, em estado avançado, podem haver dores no abdómen. Se não tratada, pode provocar infertilidade. Herpes genital É provocado por um vírus (de 2 tipos) que causa úlceras em duas áreas distintas: na região do nariz e da boca (tipo I) e na zona genital e anal (tipo II). Não é uma doença perigosa, mas não tem cura e é bastante incómoda. Quando os sintomas estão mais activos deve evitar-se todo e qualquer contacto sexual. Outras ISTs

34 Tricomoníase È uma infecção que pode provocar uma irritação dolorosa ao urinar, prurido intenso, ardor e vermelhidão nos órgãos genitais e coxas. As mulheres podem apresentar um corrimento vaginal com mau cheiro. O tratamento é simples, tendo de ser feito pelos dois parceiros. Verrugas genitais È uma doença altamente contagiosa, que se caracteriza por pequenas úlceras com um aspecto semelhante a uma couve-flor. Aparecem isoladamente ou em pequenos grupos. Causam comichão, mas são geralmente indolores. O tratamento pode ser feito com raio laser ou por secagem. Outras ISTs

35 Uretrite È caracterizada, nos homens, por ardor ao urinar e secreção que sai do pénis. Nas mulheres pode surgir um prurido à volta da abertura da uretra. Se não for tratada pode afectar os órgãos reprodutores da mulher. O tratamento é feito à base de antibióticos. … Outras ISTs

36 Como NÃO engravidar - Métodos Contraceptivos Algumas imagens Preservativo Pílula Outros métodos contraceptivos […] Métodos naturais pouco ou NADA eficazes […]

37 PreservativoPílula Contracepção hormonal injectável Penso contraceptivo DIUDiafragma EspermicidaPílula do dia seguinte Algumas Imagens

38 É um invólucro de látex muito fino que se coloca no pénis erecto. O preservativo deve ser colocado com cuidado para não danificar, deixando- se uma folga na ponta para o sémen ficar depositado. Deve ser retirado com o pénis ainda erecto, segurando pela base de modo a reter o esperma. CADA PRESERVATIVO SÓ PODE SER UTILIZADO UMA VEZ. Existem com várias cores, sabores, feitos, entre outras características. Na compra, opta por uma marca conhecida, que te oferece mais segurança. ÚNICO O PRESERVATIVO É O ÚNICO MÉTODO QUE TE PROTEGE DAS INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (ISTs), como a SIDA. Deve ser utilizado em qualquer tipo de contacto sexual – oral, anal e vaginal. Colocação do preservativo: Preservativo

39 É um comprimido feito com hormonas não naturais, que te oferece um elevada protecção contra a gravidez, desde que o tomes correctamente. Para tomares a pílula deves consultar um médico, pois só ele é que te pode indicar qual a melhor solução para ti. Lê sempre os folhetos informativos para saberes quais os efeitos secundários (que podem incluir náuseas, aumento de peso ou até diminuição do desejo sexual). Se tiveres diarreia ou vómitos após a toma do comprimido, se estás a utilizar medicamentos, ou se te esqueces de tomar um comprimido, o efeito contraceptivo já não é garantido. Nesses casos, consulta o folheto informativo da tua pílula para saberes o que fazer e usa, em simultâneo, outro método contraceptivo. Para o esclarecimento de qualquer dúvida consulta o teu médico ou farmacêutico. Pílula

40 Outros Métodos DIU Dispositivo de cobre ou plástico que é colocado dentro do útero pelo médico. Não é recomendado para adolescentes ou mulheres que nunca foram mães. Diafragma Capinha de borracha que se coloca na aparte mais profunda da vagina cobrindo a entrada do útero. È necessário ir ao médico que tirará a medida exacta do útero e que te ensinará a pôr e a tirar o diafragma. Contracepção hormonal injectável Injecção cujo mecanismo de acção é semelhante à pílula e que deve ser tomada apenas por prescrição médica. Contraceptivos

41 Penso contraceptivo Autocolante que liberta hormonas, quando aplicado sob a pele. Necessita de prescrição médica. Espermicida Podem ser cremes, sprays, entre outros, que se aplicam na entrada do colo do útero, 5 a 10 minutos antes da relação sexual. É um método pouco seguro. Contracepção de emergência (pílula do dia seguinte) É um comprimido com uma elevada carga hormonal, que evita a gravidez. Não é um método contraceptivo regular, mas sim um recurso disponível se houve uma relação sexual não protegida ou um acidente contraceptivo (por exemplo, se o preservativo romper). Outros Métodos Contraceptivos

42 Método do calendário Consiste em descobrir os dias em que é mais difícil engravidar, ou seja, fora do período fértil. No entanto, qualquer alteração no ciclo menstrual (devido ao clima, stress, problemas de saúde, entre outros) inviabiliza este método. Método do muco Baseia-se nas alterações que se verificam ao longo do ciclo da mulher, no aspecto e consistência da secreção do muco que o colo do útero produz. Para se recorrer a este método tem de se ser bom conhecedor da diferença entre muco e outro qualquer corrimento. Irrigações da vagina ou lavagens É uma prática, que embora muito antiga, não resulta pois na maior parte das vezes não se consegue lavar completamente a vagina. Pode, inclusive, favorecer o aparecimento de infecções vaginais. Pouco ou nada eficazes Métodos Naturais

43 Método da temperatura Baseia-se no facto de, no período que vai desde a ovulação até à menstruação seguinte, se verificar uma pequena subida de temperatura do corpo. Quanto maior for a temperatura, menor o risco de engravidar. É um método arriscado que exige constantes medições e que é muito dificultado por alterações de temperatura que possam ocorrer (por infecção, tensão nervosa, insónias, indigestão, etc.). Coito interrompido É uma forma muito pouco segura de contracepção que consiste em retirar o pénis da vagina antes da ejaculação. O que acontece é que é muito frequente a saída de gotas de sémen antes da ejaculação, o suficiente para a mulher engravidar. É também difícil para o homem retirar o pénis a tempo, já que não é algo completamente controlável. Além disso, pode causar insatisfação e mal-estar, devido à ansiedade que acarreta. Métodos Naturais Pouco ou nada eficazes

44 Contactos Úteis Linhas Telefónicas de Ajuda Sexualidade em linha (gratuita) Linha SOS Grávida (custo chamada local) Linha SIDA (gratuita) on line juventude.gov.pt


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