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PROF. ALEXANDRE ROSA DOS SANTOS Engenheiro Agrônomo - UFES Mestrado em Meteorologia Agrícola – UFV Doutorado em Engenharia Agrícola - UFV 1:50.000 1:100.000.

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1 PROF. ALEXANDRE ROSA DOS SANTOS Engenheiro Agrônomo - UFES Mestrado em Meteorologia Agrícola – UFV Doutorado em Engenharia Agrícola - UFV 1: : : :

2 Capítulo 2 UNIVERSIDADE FEDERAL DOS ESPÍRITO SANTO – UFES CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS E NATURAIS - CCHN DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA - DPGEO LABORATÓRIO DE GEOMÁTICA DA UFES - LGU

3 1.0 Introdução A cor da representação da altimetria do terreno na carta é, em geral, o sépia. A própria simbologia que representa o modelado terrestre (as curvas de nível) é impressa nessa cor. Os areais representados por meio de um pontilhado irregular também é impresso, em geral, na cor sépia. À medida que a escala diminui, acontece o mesmo com os detalhes, mas a correspondente simbologia tende a ser tornar mais complexa. Por exemplo, na Carta Internacional do Mundo ao Milionésimo (CIM), o relevo, além das curvas de nível, é representado por cores hipsométricas, as quais caracterizam as diversas faixas de altitudes. Também os oceanos além das cotas e curvas batimétricas, têm a sua profundidade representada por faixas de cores batimétricas. VEJA EXEMPLO DE CORES

4 Escala de cores Hipsométrica e Batimétrica (CIM)

5 A representação das montanhas sempre constituiu um sério problema cartográfico, ao contrário da relativa facilidade do delineamento dos detalhes horizontais do terreno. O relevo de uma determinada área pode ser representado das seguintes maneiras: curvas de nível, perfis topográficos, relevo sombreado, cores hipsométricas, etc. As cartas topográficas apresentam pontos de controle vertical e pontos de controle vertical e horizontal, cota comprovada e cota não comprovada, entre outros: Elementos altimétricos (Carta topográfica esc. 1: )

6 Ponto Trigonométrico: Vértice de figura cuja posição é determinada com o levantamento geodésico. Referência de nível: Ponto de controle vertical, estabelecido num marco de caráter permanente, cuja altitude foi determinada em relação a um DATUM vertical. É em geral constituído com o nome, o nº da RN, a altitude e o nome do órgão responsável. Ponto Astronômico: O que tem determinadas as latitudes, longitudes e o azimute de uma direção e que poderá ser de 1ª, 2ª ou 3ª ordens. Ponto Barométrico: Tem a altitude determinada através do uso de altímetro. Cota não Comprovada: Determinada por métodos de levantamento terrestre não comprovados. É igualmente uma altitude determinada por leitura fotogramétrica repetida. Cota Comprovada: Altitude estabelecida no campo, através de nivelamento geométrico de precisão, ou qualquer método que assegure a precisão obtida.

7 2.0. Curvas de nível O método, por excelência, para representar o relevo terrestre, é o das curvas de nível, permitindo ao usuário, ter um valor aproximado da altitude em qualquer parte da carta. A curva de nível constitui uma linha imaginária do terreno, em que todos os pontos de referida linha têm a mesma altitude, acima ou abaixo de uma determinada superfície da referência, geralmente o nível médio do mar. Com a finalidade de ter a leitura facilitada, adota-se o sistema de apresentar dentro de um mesmo intervalo altimétrico, determinadas curvas, mediante um traço mais grosso. Tais curvas são chamadas "mestras", assim como as outras, denominam-se "intermediárias". Existem ainda as curvas "auxiliares".

8 As principais características das curvas de nível são: a)As curvas de nível tendem a ser quase que paralelas entre si. b) Todos os pontos de uma curva de nível se encontram na mesma elevação. c) Cada curva de nível fecha-se sempre sobre si mesma. d) As curvas de nível nunca se cruzam, podendo se tocar em saltos d'água ou despenhadeiros. Curvas de Nível

9 e) Em regra geral, as curvas de nível cruzam os cursos d'água em forma de "V", com o vértice apontando para a nascente AS CURVAS DE NÍVEL FORMAM UM M ACIMA DAS CONFLUÊNCIAS FLUVIAIS. EM GERAL, AS CN FORMAM UM U NAS ELEVAÇÕES, CUJA BASE APONTA PARA O PÉ DA ELEVAÇÃO. EM REGRA GERAL, AS CURVAS DE NÍVEL CRUZAM OS CURSOS D'ÁGUA EM FORMA DE "V", COM O VÉRTICE APONTANDO PARA A NASCENTE

10 A natureza da topografia do terreno determina as formas das curvas de nível. Assim, estas devem expressar com toda fidelidade o tipo do terreno à ser representado. As curvas de nível vão indicar se o terreno é plano, ondulado, montanhoso ou se o mesmo é liso, íngreme ou de declive suave. VISTA OBLÍQUA As CN com espaços pequenos entre si indicam uma pendente escarpada VISTA DA CARTA As CN com espaços largos entre si indicam declive suave VISTA EM PERFIL As CN com espaços iguais entre si indicam declive uniforme

11 VISTA OBLÍQUA VISTA DA CARTA As CN estão mais juntas na parte abrupta do declive e mais separadas na parte suave VISTA DE PERFIL FORMAÇÃO CÔNCAVA

12 VISTA OBLÍQUA VISTA DA CARTA As CN estão mais separadas na parte suave e mais juntas na parte mais inclinada do declive VISTA DE PERFIL FORMAÇÃO CÔNVEXA

13 CLIQUE AQUI PARA VER EXEMPLOS Na representação cartográfica, sistematicamente, a eqüidistância entre uma determinada curva e outra tem que ser constante. Eqüidistância é o espaçamento, ou seja, a distância vertical entre as curvas de nível. Essa eqüidistância varia de acordo com a escala da carta com o relevo e com a precisão do levantamento. Só deve haver numa mesma escala, duas alterações quanto à eqüidistância. A primeira é quando, numa área predominantemente plana, por exemplo a Amazônia, precisa-se ressaltar pequenas altitudes, que ali são de grande importância. Estas são as curvas auxiliares. No segundo caso, quando o detalhe é muito escarpado, deixa-se de representar uma curva ou outra porque além de sobrecarregar a área dificulta a leitura. Imprescindível na representação altimétrica em curvas de nível é a colocação dos valores quantitativos das curvas mestras.

14 500 m100 m1: m100 m1: m50 m1: m20 m1: m10 m1: Curvas mestrasEqüidistânciaEscala Valores quantitativos das curvas mestras OBS: 1) A curva mestra é a quinta (5ª) curva dentro da eqüidistância normal. 2) Eqüidistância não significa a distância de uma curva em relação à outra, e sim a altitude entre elas, ou seja, o desnível entre as curvas.

15 Identificação das Curvas mestras

16 Cores hipsométricas: nos mapas em escalas pequenas, além das curvas de nível, adotam-se para facilitar o conhecimento geral do relevo, faixas de determinadas altitudes em diferentes cores, como o verde, amarelo, laranja, sépia, rosa e branco. Já para as cores batimétricas usa- se o azul, cujas tonalidades crescem no sentido da profundidade. Escala de cores Hipsométrica e Batimétrica (CIM)

17 Relevo sombreado: o sombreado executado diretamente em função das curvas de nível é uma modalidade de representação do relevo. executada, geralmente, à pistola e nanquim e é constituída de sombras contínuas sobre certas vertentes dando a impressão de saliências iluminadas e reentrâncias não iluminadas. Para executar-se o relevo sombreado, imagina-se uma fonte luminosa a noroeste, fazendo um ângulo de 45º com o plano da carta, de forma que as sombras sobre as vertentes fiquem voltadas para sudeste. Representação do relevo sombreado VEJA PRÁTICA NO ARCGIS 8.3

18 Abrupto: vertente de declive acentuado, próximo da vertical. Na realidade, uma vertente com 70º ou mais constitui um abrupto. Termo equivalente: Cornija; Morro: relevo cujas vertentes divergem de todos os lados a partir do topo. Termo equivalente: mamelão ou morro mamelonizado; Crista: designa um topo onde ao menos um dos flancos é abrupto. Os militares empregam o termo crista como sinônimo de cume; Depressão: área rebaixada limitada por aclives, geralmente cheias dágua salvo onde temos terrenos permeáveis; Cume: relevo convexo, formado de duas vertentes e de uma linha de crista. Neste caso, cada uma das vertentes se inclina para direções opostas; Bacia hidrográfica: área delimitada por um divisor de águas onde todo excedente pluviométrico é drenado em direção a um rio principal; 2.0. Os elementos do relevo VEJA

19 Representação de uma crista

20 Zoneamento Agroclimatológico para o café arábica (Coffea arabica L.) na Bacia do Rio Itapemirim, ES. Obs: ap: apta, re: restrita, in: inapta, Ta: temperatura média anual, Da: deficiência hídrica anual e S: solo.

21 Esporão: saliência entre dois vales podendo ser aplainada na sua parte superior. Significa um avanço estreito de um platô, em posição levemente rebaixada ou não, entre dois vales; Escarpamento: declive nitidamente mais forte que os vizinhos (Ex: Serra do Mar); Vertentes: superfície do terreno inclinada. Pico: cimo rochoso muito agudo. Termo equivalente: agulha e dente; Talude: espécie de gradiente entre dois elementos planos do relevo situados em altitudes diferentes. Pode-se designar como escarpamento um talude de declividade forte; Talvegue: linha que une os pontos mais baixos de um vale. Nos vales drenados, geralmente a linha de talvegue coincide com o leito do rio Os elementos do relevo

22 Montanhas: são grandes elevações naturais do terreno, com altitudes superiores a 300 m e, em geral, constituídas pelo agrupamento de morros. Podem ser de vários tipos: dobras, falhas, ação vulcânica ou erosão; Planaltos: são superfícies elevadas, mais ou menos planas, delimitadas por escarpas que constituem declives e onde os processos de destruição superam os de deposição. Os planaltos típicos são de estrutura sedimentar, mas podem ser formados pelo soerguimento de blocos magmáticos; Planícies: são superfícies mais ou menos planas, delimitadas por aclives e onde os processos de deposição superam os de desgaste. Em geral, são de pequenas altitudes, mas isso não ocorre necessariamente, como é o caso de planícies intermontanhas. Depressões: são formas que apresentam posição altimétrica mais baixa que as porções contíguas. Podem ser absolutas, se estiverem abaixo do nível do mar, ou relativas. FORMAS DE RELEVO VEJA FIGURA

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24 VEJA FOTOS DO RELEVO E PAISAGENS

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