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O DESPERTAR DO DRAGÃO CHINÊS. A China já é oficialmente a segunda economia mundial, superando o Japão. A China tornou-se na segunda economia mundial,

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1 O DESPERTAR DO DRAGÃO CHINÊS

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3 A China já é oficialmente a segunda economia mundial, superando o Japão. A China tornou-se na segunda economia mundial, superando o Japão em 2010, com o seu Produto Interno Bruto (PIB) superior ao do arquipélago nipônico. O PIB do Japão, em termos nominais, ascendeu aos 5.474,2 trilhões de dólares, segundo as estatísticas publicadas em Tóquio. Na mesma comunicação, o governo nipônico salientou que o PIB da China atingiu o equivalente a 5.878,6 trilhões de dólares. PS- BRASIL: 3.675,0 trilhões de dólares em 2010.

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5 PROJEÇÃO DO PIB ATÉ 2050 PIB/ANO: China EUA Índia Japão Brasil Rússia R. Unido Alemanha (http://www.photius.com/rankings/gdp_2050_projection.html )

6 Os Salários Mínimos no Mundo Brasil: R$ 545,00 China: R$ 335,62 Laos: R$ 72,66 Hong Kong: R$ 998,40

7 GASTOS CHINESES EM ARMAMENTOS (QUEM TEM O MAIOR ORÇAMENTO MILITAR POR ANO?) O Brasil ocupa o 10º lugar, com um total de US$ 13,408 bilhões BRA

8 O país desenvolveu uma rede de energia elétrica moderna, praticamente quadruplicando a capacidade de seus geradores a partir do ano A China está atualmente construindo novas usinas nucleares, na esperança de, até 2020, triplicar a quantidade de energia elétrica que hoje produz. O mais visível investimento em infra-estrutura da China, no entanto, tem sido em portos, ferrovias e rodovias. O governo chinês tem investindo cerca de 600 bilhões de dólares por ano nestas obras que sustentam seu crescimento.

9 Como um dos principais centros financeiro internacionais, Hong Kong tem uma grande economia de serviço capitalista caracterizada pelo baixo nível de impostos e pelo livre comércio, sendo que a sua moeda, o dólar de Hong Kong, é a oitava mais negociada no mundo. Hong Kong também tem um dos maiores PIB per capita planetário. Sua liberdade e competitividade econômica e financeira, qualidade de vida, percepção de corrupção e Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) estão todos classificados nas mais altas posições. Estima-se que Hong Kong tenha a segunda maior expectativa de vida do planeta.

10 O COMÉRCIO ENTRE O BRASIL E CHINA O governo criou um grupo para reestruturar as relações comerciais com a China. A ideia do governo é a de definir uma estratégia especial em relação à China. Por quê? A China hoje é um fator diferente. Produz qualquer produto com a metade do custo da média mundial... A China é, hoje, a maior parceira comercial do Brasil. Em 2010, os negócios somaram US$ 56,3 bilhões (superávit de US$ 5,1 bilhões em favor do Brasil). O problema é que o grosso das exportações brasileiras (68%) resume-se a minério de ferro, soja e petróleo... Os chineses, em contrapartida, vendem ao Brasil produtos de alta tecnologia, 30% são eletroeletrônicos, especialmente componentes de informática e telefonia.

11 MUDANÇAS DE ARES...(em 05/04/2011) O governo decidiu aplicar a legislação antidumping contra dois tipos de produto: um importado da China, outro dos EUA. Foram sobretaxadas as importações de malhas de viscose vindas da China. São usadas na fabricação de roupas femininas. Além do Imposto de Importação de 26%, a malha chinesa terá de pagar adicional de US$ 4,10 por quilo ao entrar no Brasil. Vale por 5 anos. Sobretaxou-se também um tipo de solvente produzido nos EUA. Chama-se n-Butanol. É utilizado na fabricação de tintas, perfumes, detergentes e antibióticos.

12 O DESAFIO DO PRÉ-SAL DO BRASIL (Discurso da President a Dilma, em 05 Abr 11) As riquezas do pré-sal, descobertas nas profundezas do Atlântico, impõem um novo estágio para as forças de defesa. A garantia efetiva da soberania nacional, pela proteção das nossas fronteiras, tanto no oceano como também na Amazônia, se transformaram na prioridade da nossa estratégia de defesa, a fim de assegurar às gerações futuras de brasileiras e de brasileiros a garantia de um verdadeiro passaporte para o futuro, que se constitui necessariamente quando se trata da exploração das riquezas do pré-sal.

13 A CHINA, O PETRÓLEO E O PRÉ-SAL Há dez anos, a China não importava petróleo algum. Em 2010, superou o Japão, tornando-se o segundo maior importador mundial. A China enfrenta escassez de energia. As enormes reservas de carvão não conseguem atender a demanda. Nos portos de Xangai e Cantão, está sendo montada uma frota de novos navios para trazer à China petróleo de onde quer que ele possa vir, sem interferência política alguma nos negócios internos do país vendedor. A China importa um terço de todo o petróleo que consome e esta cifra tende a crescer para dois terços nos próximos anos... Daí a importância do pré-sal do Brasil com suas imensas reservas, situadas no litoral de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

14 Desde 1980, a produção de energia da China tem crescido dramaticamente, já que o consumo doméstico também aumentou drasticamente com o rápido crescimento econômico chinês. Cerca de 80% da eletricidade gerada no país vem de recursos fósseis, nas termoelétricas, e 17% vem de hidroelétricas. Somente 2% da produção de eletricidade na China vêm de usinas nucelares. O carvão mineral provê cerca de 70 a 75% de toda energia consumida na China, daí a grande necessidade de petróleo pela economia chinesa.

15 CHINA: PETRÓLEO A QUALQUER CUSTO A China tentou comprar a empresa petrolífera Unocal, mas o congresso dos EUA se opôs à idéia de uma empresa privada do país cair no colo do Partido Comunista Chinês e vetou o negócio. Hillary Clinton está preocupada com as últimas ligações de energia da China com a Venezuela (£ 5,6 bilhões) um país estridente anti-americano, e Rússia, um dos competidores estratégicos de Washington. A China assinou um contrato de £ 7 bilhões com a Petrobras e outros com nações africanas. Todo o petróleo que China precisa para os próximos 200 anos está na Venezuela...(Hugo Chaves).

16 A CHINA E TAIWAN

17 A questão de Taiwan teve origem com a vitória da Revolução Chinesa em 1949, a derrubada do governo de Chiang Kai-shek e a instauração do governo socialista de Mao-Tsé Tung. Chiang Kai-shek, que governou a China desde 1927, refugiou-se com seu Estado Maior e cerca de 2 milhões de chineses na ilha de Taiwan ou Formosa, situada a 130 km do litoral da parte continental da China e separada desta pelo estreito do mesmo nome. Formou-se na ilha um governo autônomo com o apoio dos Estados Unidos.socialistaMao-Tsé TungChinaEstados Unidos

18 Do ponto de vista geopolítico Taiwan acumulou derrotas. Em 1971 foi substituída pela República Popular da China na ONU e, em 1979, os Estados Unidos transferiram a sua embaixada de Taipé (capital de Taiwan) para Pequim (capital da China Popular), devido ao restabelecimento de relações diplomáticas com o país socialista. Nesse mesmo ano, os Estados Unidos anularam o Tratado da Defesa que mantinham com a ilha e desativaram a sua base militar. Apesar disso, o governo de Taiwan continuou contando com o compromisso de apoio e proteção militar norte-americana.ONU

19 Taiwan tem governo próprio, eleito democraticamente, instituições fortes e independentes, moeda nacional, forças armadas, participa ativamente do comércio internacional e é membro da APEC (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico). Para efeitos práticos, é um Estado soberano, mas apesar disso não é reconhecido pela ONU e pelas principais organizações internacionais. Mantém relações diplomáticas com 26 países apenas.

20 Em março de 2005, um novo agravante tem colocado em risco as delicadas relações entre as duas Chinas. A Assembléia Nacional Popular, parlamento da China Continental, aprovou uma lei anti-secessão. Essa lei autoriza o uso da força contra Taiwan, caso esta declare a sua independência formal. A iniciativa reforça as hostilidades entre os dois governos e coloca os Estados Unidos em situação delicada. Não está nos planos dos americanos um conflito direto com a China, que, por outro lado, não deverão ficar impassíveis a China invada Taiwan e busque a reunificação por meios bélicos.

21 A CRISE ENTRE AS CORÉIAS E OS EUA

22 AS DUAS CORÉIAS

23 O conflito entre as duas Coréias, de 1950 a 1953, levou americanos e soviéticos a medirem forças por meio de terceiros, no auge da "guerra fria". Esta guerra envolveu República Popular Democrática da Coréia e da China, de um lado, e da República da Coréia e seus aliados do outro, remontam ao fim da segunda guerra mundial, em l945, quando ficou estabelecido que o paralelo 38o dividiria a península da Coréia em duas zonas: a do norte, ocupada por soviéticos, e a do sul, sob controle americano. Realizaram-se eleições separadas em l947, instalando-se em cada zona um governo independente, dos quais só o do sul foi reconhecido pelas Nações Unidas. Em l948 constituíram-se dois estados autônomos: a República Popular Democrática da Coréia (Coréia do Norte) e a República da Coréia (Coréia do Sul). No ano seguinte, a maior parte das tropas estrangeiras retirou-se dos dois países.

24 A tradicional chantagem nuclear da Coréia do Norte parece ter chegado a um perigoso limite. Nas outras vezes bastava fazer um teste nuclear ou de míssil de longo alcance que a turma do "deixa disso" oferecia comida e petróleo e eles paravam as atividades nucleares por um tempo e se fortaleciam internamente. Desta vez está diferente. A China, que vinha tentando de tudo para aliviar as tensões, parece ter mudado de estratégia e passou a condenar as ações da Coréia do Norte, a quem fornece a maior parte da comida com subsídios e a energia. Já fez fábricas no país vizinho para aliviar as tensões sobre a sua fronteira, temendo uma ampla imigração ilegal. Tinha planos de investir no país para usar a mão-de-obra barata, mas agora isso pode mudar. Faz movimentos de aproximação com a Coréia do Sul para buscar a unificação sob comando de Seul, tentando retirar os americanos da área com a pacificação definitiva.

25 Os EUA resolveram encarar e deslocaram equipamentos de primeira linha para a península coreana. A Rússia também resolveu endurecer. Parece que desta vez o truque não dará certo. Os militares norte- coreanos deveriam saber das suas limitações para uma guerra real, pois seu país tem a vulnerabilidade de concentrar população em duas grandes cidades. Sem apoio de alguma grande potência, o regime de Pyongyang entra numa guerra perdendo. Não sem antes fazer grandes estragos, inclusive nucleares. No alcance das armas dos norte-coreanos estão áreas densamente povoadas e industriais da China, Coréia do Sul e Japão. Eles vão precisar de alguma demonstração de poder para dizer ao povo que venceram a disputa, e isso é que está ficando cada vez mais difícil.

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