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1 PANORAMA DO FUTEBOL BRASILEIRO DIAGNÓSTICO DO AMBIENTE E DOS RECURSOS DO FUTEBOL BRASILEIRO PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR SÍNTESE DO.

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1 1 PANORAMA DO FUTEBOL BRASILEIRO DIAGNÓSTICO DO AMBIENTE E DOS RECURSOS DO FUTEBOL BRASILEIRO PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR SÍNTESE DO RELATÓRIO FINAL RIO DE JANEIRO, 12 DE DEZEMBRO DE 2000 PLANO DE MODERNIZAÇÃO DO FUTEBOL BRASILEIRO

2 2 ÍNDICE GERAL Página PALAVRAS DO PRESIDENTE06 APRESENTAÇÃO GERAL08 OBJETIVOS DO RELATÓRIO SÍNTESE11 PANORAMA DO FUTEBOL BRASILEIRO13 –Panorama Cultural15 –Panorama Institucional e Legal17 –Panorama Econômico19 –Panorama Mercadológico20 DIAGNÓSTICO DO AMBIENTE E DOS RECURSOS DO FUTEBOL BRASILEIRO28 –Metodologia do Diagnóstico30 –Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos32 –Conclusões do Diagnóstico41

3 3 ÍNDICE GERAL Página PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR46 –Estrutura do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Setor48 –Premissas Adotadas49 –Recomendações do Plano50 Iº Pilar Estratégico: Aprimoramento da Gestão do Futebol51 –I.1 - Reformulação dos Aspectos Legais52 –I.2 - Nova Modelagem da Justiça Desportiva 55 –I.3 - Aprimoramento da Estrutura do Sistema de Arbitragem 57 –I.4 - Plano de Previdência Privada Complementar61 –I.5 - Linhas de Crédito63 –I.6 - Anuário Estatístico do Futebol Brasileiro65

4 4 ÍNDICE GERAL Página IIº Pilar Estratégico: Modernização do Sistema CBF67 –II.1 - Modernização Organizacional da CBF: Um Modelo 68 para as Federações Estaduais –II.2 - Modernização do Sistema Nacional de Registro de 71 Jogadores –II.3 - Programa de Apoio à Modernização dos Clubes 72 de Futebol –II.4 - Planejamento Estratégico da CBF73 –II.5 - Recuperação e Manutenção da Memória do Futebol75 –II.6 - Programa de Capacitação Profissional na CBF76

5 5 ÍNDICE GERAL Página IIIº Pilar Estratégico: Intensificação da Atratividade do Futebol Brasileiro 77 –III.1 - Plano de Manutenção do Craque no Brasil 78 –III.2 - Ranking Nacional do Futebol Brasileiro 80 –III.3 - Racionalização do Calendário Nacional 82 –III.4 - Plano de Incentivo à Ida aos Estádios100 –III.5 - Plano de Reconhecimento e Valorização do Torcedor102 –III.6 - Programa Nacional de Capacitação dos 104 Profissionais do Futebol –Plano de Ação105 ANEXO I: COORDENAÇÃO CBF108 ANEXO II: AGRADECIMENTOS110 ANEXO III: FICHA TÉCNICA123

6 6 PALAVRAS DO PRESIDENTE

7 7 Palavras do Presidente

8 8 APRESENTAÇÃO GERAL

9 9 Apresentação Geral O Plano de Modernização do Futebol Brasileiro integra o Convênio de Cooperação Técnica firmado entre a Confederação Brasileira de Futebol - CBF e a Fundação Getulio Vargas - FGV, e tem por objetivo o desenvolvimento de duas fases seqüenciais de trabalho, a saber: –Fase I: Plano de Desenvolvimento; e –Fase II: Programa de Modernização da Gestão do Futebol Cada uma dessas fases é dividida em três módulos, conforme apresenta- se no esquema a seguir.

10 10 Panorama do Futebol Brasileiro Diagnóstico do Ambiente e dos Recursos do Futebol Plano Estratégico de Desenvolvimento do Setor Plano de Modernização Organizacional da CBF Fase I - Plano de Desenvolvimento Programa de Desenvolvimento Recursos Humanos Programa de Acompanhamento Implantação do PE Fase II - Programa de Modernização da Gestão do Futebol Estrutura do Plano de Modernização Apresentação Geral - continuação

11 11 OBJETIVOS DO RELATÓRIO SÍNTESE

12 12 Objetivos do Relatório Síntese Este documento tem por objetivo apresentar um resumo da metodologia e dos resultados obtidos nos três primeiros módulos da FASE I do Plano de Modernização do Futebol Brasileiro, a saber: PANORAMA DO FUTEBOL BRASILEIRO; DIAGNÓSTICO DO AMBIENTE E DOS RECURSOS DO FUTEBOL; e PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR. A seguir detalha-se cada um destes módulos.

13 13 PANORAMA DO FUTEBOL BRASILEIRO

14 14 Esta análise tem por objetivo sintetizar a dimensão do Futebol Brasileiro e subsidiar a elaboração do Diagnóstico. Para a sua execução, utilizaram-se depoimentos, publicações, estatísticas, artigos de jornais e de revistas especializadas, e seus resultados foram segmentados nos seguintes panoramas: Panorama do Futebol Brasileiro Panorama Cultural Panorama Mercadológico Panorama Institucional e Legal Panorama Econômico

15 15 Panorama Cultural Atualmente, o Futebol Brasileiro conta com cerca de jogadores federados, 800 clubes de Futebol e mais de jogadores atuando em todo o mundo; Todos os municípios do Brasil dispõem de campos de várzea para a prática deste esporte; Existem mais de 13 mil times amadores participando de jogos organizados, 30 milhões de praticantes e cerca de 308 estádios, com mais de 5 milhões de lugares; Esta dimensão levou o País a ser reconhecido internacionalmente como a Terra do Futebol; Assim, para entender a cultura brasileira é importante compreender o fenômeno do Futebol, que contempla a seguinte dimensão:

16 16 Panorama Cultura - continuação Dimensão do Futebol Jogadores, Preparadores Físicos, Técnicos e Auxiliares, Advogados, Médicos, Fisioterapeutas, Psicólogos, Nutricionistas, Supervisores e Gerentes, Árbitros e Assistentes, Agenciadores de atletas Profissionais Confederações, Federações, Ligas e Clubes Dirigentes Individuais e Organizados Torcedores Equipamentos, Produtos e Serviços Esportivos Indústrias Patrocinadores, Parceiros, Empresas de Mídia Investidores FIFA, CBF, Federações, Ligas, Associações (Clube dos 13, Clube Brasil), Comissão de Arbitragem, Tribunais de Justiça Desportiva Entidades Administrativas TV, rádio, jornais, revistas e Internet Mídia

17 17 Panorama Institucional e Legal Organização do Futebol A estrutura do Futebol é composta pelas seguintes entidades, cada qual atuando em seu nível de competência: FIFA CONMEBOL CBF FEDERAÇÕES CLUBES Internacional América latina Brasil Estados Cidades

18 18 Panorama Institucional e Legal - continuação Em 1988, a Constituição assegurou a Autonomia das Entidades Desportivas Dirigentes e Associações; A Lei Zico, extinguiu o Conselho Nacional de Desporto e permitiu a criação de Clubes-Empresas, dentre outras modernizações; A Lei Pelé obrigou a transformação em Clube - Empresa, extinguiu a Lei do Passe, permitiu a Criação de Ligas Nacionais e Regionais e transformou a estrutura da Justiça Desportiva; O Substitutivo Sen. Maguito Vilela, tornou facultativo o Clube - Empresa, estabeleceu cláusulas penais de descumprimento dos contratos dos jogadores e impôs restrições de investimentos em mais de um Clube. História Recente da Organização Legal do Futebol

19 19 Panorama Econômico O Futebol internacional movimenta cerca de US$ 250 bilhões anuais, dos quais o Brasil contribui com R$ 16 bilhões; Para atingir esta cifra, o Futebol brasileiro movimenta toda a sua estrutura de profissionais, torcedores, investidores, mídia, indústrias de equipamentos, produtos e serviços esportivos, a exemplo: »Da fabricação anual de 3,3 milhões de chuteiras para o Futebol de campo e 5,6 milhões de pares para futsal e society; »Da produção de 6 milhões de bolas de couro; »Da comercialização de mais de 32 milhões de camisetas, sem contar com as destinadas aos jogadores profissionais; »Dos US$ 100 milhões em gastos pela TV com direitos de transmissão; »Da mídia falada e escrita, representada pelas transmissões de rádio e pelas resenhas esportivas nos jornais e revistas de todo o país; e »De agências de turismo, empresas aéreas, empresas de ônibus, equipamentos médicos e fisioterápicos, etc.

20 20 Para traçar um panorama do mercado brasileiro de Futebol é necessário analisar as principais fontes de receitas dos clubes, a saber: Direitos de TV; Receita de Bilheteria; Comercialização de Jogadores; Patrocínios; Parcerias; Venda de Produtos Licenciados; e, Apoio das Entidades Administrativas (No interior: Federações e Prefeituras). Panorama Mercadológico

21 21 Panorama Mercadológico - continuação Direitos de TV A TV tem um papel central no Futebol brasileiro, respondendo pelos recursos do Direito de TV e do Pay per View e da exposição de imagem dos clubes; Dos US$ 106 milhões de Direitos de TV pagos em 1999, observou-se a seguinte divisão: Campeonato Carioca 4% Copa RJ – SP 10% Campeonato Paulista 15% Copa do Brasil 15% Campeonato Brasileiro 56%

22 22 EsportesTV Neste cenário, a interdependência entre o esporte e a TV pode ser expressa pelas seguintes questões: Crescimento exponencial da demanda por conteúdos prime que sensibilizem os telespectadores Afirmação do esporte como um dos principais conteúdos televisivos Crescimento da abrangência da TV paga Dependência da TV em relação à programação esportiva Aumento da quantidade de canais Advento do sistema pay-per-view Crescente profissionalização da indústria do esporte Aperfeiçoamento do Marketing Esportivo Globalização dos ídolos (Michael Jordan, Ronaldinho) através da TV Crescente popularização e exposição do esporte através da transmissão de TV A interdependência entre TV e Esporte é uma realidade Nacional e Internacional Panorama Mercadológico - continuação

23 23 Panorama Mercadológico - continuação Bilheteria Na Europa, as receitas dos estádios, englobando bilheteria e alimentação, têm um peso relativo às receitas totais dos clubes de Futebol bastante significativo. Por exemplo, na Inglaterra elas atingem 43% e na Itália 38%; e No Brasil, as receitas de bilheteria ainda são uma fonte importante de recursos para os clubes de Futebol, notadamente para os pequenos e médios times. Para as grandes agremiações, em geral, estes recursos estão bem abaixo das receitas provenientes da TV. Patrocínios Já é uma prática bem estabelecida no Brasil e compreende o fornecimento de suporte financeiro ou material de uma determinada marca ou produto a ser divulgado pelas equipes de Futebol.

24 24 Panorama Mercadológico - continuação Comercialização de Profissionais A comercialização de jogadores é uma importante fonte de receita para todos os clubes de Futebol; Para estas transações existe um profissional denominado Agente Esportivo que desenvolve: –Contratos profissionais: negociação dos contratos profissionais dos atletas com os times ou com outros interessados; –Assessoria de Marketing: elaboração de plano de marketing e representação na negociação de contratos de exploração de sua imagem com empresas; e, –Consultoria Pessoal: representada pela assessoria financeira, administrativa, legal, fiscal e pessoal. No Brasil, estes agenciadores concentram-se na negociação de contratos.

25 25 Panorama Mercadológico - continuação Parcerias São associações por tempo limitado entre empresas investidoras e clubes; Estas parcerias já estão se desenvolvendo no Brasil e tendem a se expandir, mas limitadas aos grandes clubes que detém marcas com significativos potenciais mercadológicos. Venda de Produtos Licenciados Em termos mundiais, o mercado de licenciamento de produtos esportivos movimentou, em 1998, cerca de US$ 16,9 bilhões; Até meados dos anos 90, o licenciamento de marcas esportivas no Brasil era amador; Entretanto, nos últimos anos, este mercado vem se consolidando e representa uma boa oportunidade para os clubes, profissionais, fabricantes e para os canais de distribuição; e Contudo, o maior obstáculo para o seu pleno desenvolvimento é a facilidade com que os consumidores acham nas mãos dos piratas, o produto certo, ao preço certo e no lugar certo.

26 26 Panorama Mercadológico - continuação As transformações mercadológicas no Futebol brasileiro têm estreita relação com a mídia televisiva. Contudo, é importante destacar: –O mercado anunciante tende a não conseguir mais arcar sozinho com o custo do aumento dos direitos do Futebol; –O crescimento da quantidade de canais disponíveis aumenta a disputa por conteúdos atraentes; –Há uma grande revolução tecnológica envolvendo a TV, especialmente com a viabilização em escala comercial da banda larga, que possibilitará a convergência da Televisão com a Internet (Web TV); –Existência das seguintes tendências: imagens com resolução de alta definição, ausência de limites geográficos para as transmissões e o comércio eletrônico sem a necessidade do computador.

27 27 Publicidade Assinatura TV aberta Pay per View TV paga Pay per View E – commerce Material Esportivo Produtos gerais Apostas Internet Valor Total dos Direitos Esportivos de Mídia Competição entre Mídias Transformações da Mídia Televisiva Panorama Mercadológico - continuação

28 28 DIAGNÓSTICO DO AMBIENTE E DOS RECURSOS DO FUTEBOL BRASILEIRO

29 29 Diagnóstico do Ambiente e dos Recursos do Futebol Brasileiro O Diagnóstico do Ambiente e dos Recursos do Futebol Brasileiro tem por propósito mapear suas principais características, analisar suas limitações, potencialidades e recursos, com o objetivo de delinear linhas de ação para o enfrentamento dos eventuais desafios.

30 30 Metodologia do Diagnóstico A metodologia utilizada para a consecução do Diagnóstico foi a mais participativa possível, a fim de obter contribuições dos representantes das diversas categorias do Futebol brasileiro; Para otimizar a coleta de informações, foram realizados Seminários de dois dias nas seguintes cidades: Belo Horizonte, Porto Alegre, São Luís, Maceió, São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Recife. Este processo de trabalho interativo permitiu o acesso a críticas e opiniões de todas as regiões brasileiras; Além dos Seminários, foram distribuídos questionários e realizada uma série de entrevistas com personalidades do mundo do Futebol; Na figura a seguir encontram-se esquematizados os temas explorados, bem como os segmentos participantes do estudo.

31 31 Segmentos Participantes Dirigentes de Entidades de Administração de Futebol Dirigentes de Clubes Representantes da Mídia Patrocinadores / Investidores Jogadores e Ex-jogadores Profissionais da equipe técnica Árbitros Torcedores Representantes de órgãos Governamentais do Esporte Temas Explorados O Calendário O Estado no Futebol A Legislação O Papel das Instituições do Futebol O Papel da Mídia Inter-relações no Futebol Recursos: Financeiros, Humanos, Operacionais e Tecnológicos. Discussão em Grupo nos Seminários Regionais Questionários Entrevistas Metodologia do Diagnóstico - continuação Diagnóstico Análise dos Resultados

32 32 Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos Em função dos levantamentos, montou-se um quadro síntese, agrupando os seguintes temas: –Calendário; –Papel do Estado; –Legislação; –Entidades Administrativas; –Mídia; –Estrutura do Futebol; –Recursos Financeiros; e –Recursos Humanos e Tecnológicos. A seguir, encontram-se os resultados por tema.

33 33 Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos - continuação Calendário Forte influência da política, da TV, dos patrocinadores e dos investidores Excesso de jogos para times grandes e falta para os pequenos Falta de vinculação e hierarquização entre competições Desvalorização do espetáculo por excesso de jogos Falta de critérios e de regras perenes na sua elaboração Baixa atratividade das competições

34 34 Papel do Estado Investir em infra-estrutura Criar incentivos ao Esporte à semelhança da Cultura Facilitar a vida escolar dos atletas-alunos Não Interferir no Futebol profissional Criar políticas e investir nas categorias de base Regulamentar o Futebol Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos - continuação

35 35 Legislação Legislação precária e antiquada Falta agilidade e transparência à justiça desportiva As leis não consideram as realidades regionais Os clubes formadores de atletas devem ter mecanismos de retorno do investimento Existência de conflitos entre as Justiças Desportiva e Comum Cabe à Justiça Desportiva o julgamento das questões desportivas Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos - continuação

36 36 Entidades Administrativas O Clube dos 13 não representa o Futebol brasileiro como um todo Falta profissionalismo na gestão das Federações As Federações estão desvalorizadas e desacreditadas CBF está mais interessada nas seleções nacionais e nos patrocinadores, em detrimento dos clubes e campeonatos Estrutura atual do Sistema CBF é cara e ineficiente, a exemplo do sistema de registro de atletas As Entidades Administrativas, cada uma em seu âmbito de atuação, devem elaborar o calendário e regulamentar o Futebol Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos - continuação

37 37 Mídia Forte influência da TV na definição de datas e horários dos jogos Falta de ética e de profissionalismo O Futebol é bem trabalhado pela e para a mídia Mídia regional prioriza o Futebol do eixo Rio-SP Há um sentimento de despreparo dos profissionais Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos - continuação

38 38 Estrutura do Futebol Falta definição clara dos papéis da CBF, das Federações e do Clube dos 13 Falta de profissionalismo em todos os segmentos Falta ética nos relacionamentos Falta união e consciência de classe Falta maior interação entre as entidades Há má gestão das agremiações esportivas Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos - continuação

39 39 Recursos Financeiros A gestão financeira dos clubes é deficiente, inibindo possíveis investidores Falta de credibilidade nas competições, decorrente de fatores políticos (acesso e descenso, arbitragem, etc.) Dificuldade de sobrevivência para os clubes pequenos e médios (curta temporada, gestão deficiente, etc.) Falta de know how para explorar o potencial da marca Reduzida arrecadação, em face da baixa freqüência nos estádios de Futebol As agremiações esportivas estão muito centradas no atleta, como fonte de recursos, e no patrocinador Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos - continuação

40 40 Recursos Humanos e Tecnológicos Falta de qualificação dos dirigentes, dos árbitros e das equipes técnicas Dificuldade na formação e na renovação dos recursos humanos envolvidos no Futebol Resistência à utilização de novas tecnologias Salários elevados para poucos e baixos para a grande maioria Os estádios não apresentam infra-estrutura e serviços de apoio adequados A intranet e internet são as principais tecnologias facilitadoras na percepção dos profissionais do Futebol Síntese dos Resultados Obtidos nos Levantamentos - continuação

41 41 Conclusões do Diagnóstico Fatos positivos do Futebol brasileiro Circunstâncias Favoráveis Fatos negativos do Futebol brasileiro Circunstâncias Desfavoráveis Fatos que podem incentivar ainda mais o Futebol brasileiro Potencialidades Fatos a serem aperfeiçoados para a manutenção da primazia do Futebol brasileiro Deficiências Em função dos resultados obtidos nos levantamentos, as conclusões do Diagnóstico do Futebol Brasileiro foram segmentadas nos seguintes tópicos:

42 42 Conclusões do Diagnóstico - continuação Circunstâncias Favoráveis Forte paixão nacional pelo Futebol; Fidelidade dos torcedores aos seus clubes; A Seleção Brasileira é a primeira no ranking da FIFA; O Futebol no Brasil tem grande capacidade de geração de empregos; Alta qualidade de jogadores e técnicos colabora para a divulgação do Brasil no exterior; Potencial de venda dos torneios brasileiros no exterior; e, Possibilidade de ascensão social para os jogadores.

43 43 Conclusões do Diagnóstico - continuação Circunstâncias Desfavoráveis Baixa credibilidade dos campeonatos; Gerenciamento deficiente das agremiações esportivas; Desconhecimento das demandas do torcedor; O baixo nível de renda do torcedor brasileiro; Banalização do espetáculo por excesso de jogos e campeonatos; Infra-estrutura aquém das necessidades do espetáculo; Falta de fontes de financiamento e de apoio à formação das Categorias de Base; Desconhecimento da Legislação Desportiva; Desconhecimento dos limites de atuação da CBF, Federações e Ligas; e, Incertezas quanto ao futuro dos atletas após encerradas suas carreiras.

44 44 Conclusões do Diagnóstico - continuação Potencialidades Qualidade e quantidade de jogadores no Brasil; Grande número de boas equipes; Possibilidade de aumento da freqüência aos estádios; Possibilidade de melhoria do espetáculo; Possibilidade de exploração mais eficaz das diversas mídias (TV fechada e aberta, Internet etc); e, Oportunidade de valorização de jogos fora do eixo Rio-São Paulo, considerando que existem mercados regionais pouco explorados.

45 45 Conclusões do Diagnóstico - continuação Deficiências Falta de liderança por parte da CBF; Calendário confuso, sem critérios perenes e apoiado exclusivamente nos grandes times; Pouca visão do esporte como negócio; Ausência de modernos estádios de Futebol; Baixa qualificação técnica da arbitragem, especialmente nos campeonatos estaduais; Carência de apoio aos clubes na busca de recursos; e, Deficiência nos sistemas e na divulgação de informações (registro do atleta, estatísticas, informações gerais sobre legislação, etc.).

46 46 PLANO ESTRATÉGICO DE DESENVOLVIMENTO DO SETOR

47 47 Plano Estratégico de Desenvolvimento do Setor Tomando por base o Panorama e o Diagnóstico do Ambiente e dos Recursos do Futebol Brasileiro, elaborou-se o presente Plano Estratégico de Desenvolvimento do Setor, que contempla: –RECOMENDAÇÕES ESTRATÉGICAS; e –PLANO DE AÇÃO. Na figura mostrada a seguir, apresenta-se, esquematicamente, a estrutura do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Setor.

48 48 Mercadológico Cultural Institucional e Legal Panorama do Futebol Brasileiro Diagnóstico do Ambiente e dos Recursos do Futebol Brasileiro Plano Estratégico de Desenvolvimento do Setor Estrutura do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Setor Plano de Ação Recomendações Estratégicas Econômico Conclusões do Diagnóstico Resultados dos Levantamentos Seminários Regionais, Questionários, Entrevistas

49 49 TV Torcedores Governo Fornecedores de Material Esportivo Patrocinadores Profissionais Investidores Clubes Premissas Adotadas Querem mais recursos, mais jogos, mais vitórias e pouca interferência Disputa o conteúdo mais valioso da sua programação Querem mais vitórias, segurança. ingressos acessíveis e uma boa infra-estrutura Expectativa de substanciais receitas fiscais e diminuição da informalidade nas atividades econômicas ligadas ao Futebol. Possibilidade de ingressar em um dos maiores mercados do mundo e fortalecer sua marca Visibilidade e acesso a um público fiel e cativo. Expectativa de retorno elevado numa indústria nascente. Maiores salários e segurança profissional Para a elaboração do Plano Estratégico, assumiu-se como premissa básica a conciliação de diversos interesses relacionados aos seguintes atores.

50 50 Recomendações do Plano MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA CBF O resultado do Plano Estratégico de Desenvolvimento do Setor é um conjunto de Recomendações, agrupadas em 3 pilares fundamentais, a saber: A seguir, apresentam-se as recomendações segmentadas em cada um destes pilares fundamentais. APRIMORAMENTO DA GESTÃO DO FUTEBOL INTENSIFICAÇÃO DA ATRATIVIDADE DO FUTEBOL BRASILEIRO Pilar I Pilar II Pilar III MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA CBF

51 51 I o Pilar Estratégico: Aprimoramento da Gestão do Futebol I.1 - Reformulação de Aspectos Legais I.2 - Nova Modelagem da Justiça Desportiva I.3 - Aprimoramento da Estrutura do Sistema de Arbitragem I.4 - Plano de Previdência Privada Complementar I.5 - Linhas de Crédito I.6 - Anuário Estatístico do Futebol Brasileiro Nos tópicos que se seguem, detalha-se cada uma da recomendações que visam o aprimoramento da gestão do Futebol Brasileiro. Síntese das Recomendações

52 52 I.1 - Reformulação dos Aspectos Legais Descrição: A Legislação Esportiva Brasileira vem passando por uma série de modificações, no sentido de dotar o setor de modernos instrumentos de regulação, com reflexos diretos no futebol profissional; Como toda mudança é um processo dinâmico e interativo, existem, ainda, uma série de pontos controversos neste novo arcabouço legal, que podem acarretar alguns entraves ao desenvolvimento pleno do potencial do futebol brasileiro; O Diagnóstico apontou alguns aspectos legais que devem ser aperfeiçoados, dos quais destacam-se : –A Lei do Passe; e –A Proibição de Investimentos em mais de um Clube.

53 53 I.1 - Reformulação dos Aspectos Legais - continuação Lei do Passe - Imposição de Multas de Rescisão As multas de rescisão trazem vantagens e desvantagens: –Os jogadores com remuneração abaixo de dez salários mínimos mensais adquiriram maior mobilidade, devido ao pequeno valor das penalidades rescisórias (10x). Aqueles com remuneração acima deste teto tiveram sua transferência dificultada, devido às elevadas penalidades rescisórias (100x); –Assim, os clubes que pagam melhores salários mantêm mais facilmente seus atletas e os clubes menores ficam mais desprotegidos. ÜRecomendação: Busca do equilíbrio dos dois critérios, através do estabelecimento de uma multa única, válida para todos os contratos.

54 54 I.1 - Reformulação dos Aspectos Legais - continuação Limitação de Investimentos em Mais de um Clube A legislação em vigor criou um dispositivo que impõe uma série de restrições ao investimento de uma mesma pessoa física ou jurídica em mais de um clube, notadamente nos casos de co-gestão; O objetivo do legislador foi garantir a ética e a lisura das competições. Entretanto, esta restrição pode reduzir sensivelmente as possibilidades de investimentos. ÜRecomendação: Para buscar o equilíbrio entre a ética e as necessidades de investimento poder-se-ia criar uma restrição mais branda, porém eficaz, ligada à proibição do controle acionário efetivo, tal como recomenda a FIFA.

55 55 I.2 - Nova Modelagem da Justiça Desportiva Descrição: O Diagnóstico apontou para a aparente parcialidade da Justiça Desportiva, apesar de, em termos de organização, a Lei dos Desportos garantir a autonomia e a independência dos órgãos da Justiça Desportiva, em relação às entidades de administração do futebol. ÜRecomendação: Para evitar este sentimento, seria conveniente: –Dotar a Justiça Desportiva de autonomia financeira; –Introduzir prova de conhecimento e títulos para admissão nos Tribunais de Justiça Desportiva; –Compor os Membros do Superior Tribunal de Justiça Desportiva através dos Tribunais de Justiça Desportiva; –Criar um Quadro Fixo e um Plano de Carreira de Auditores; e, –Rever o Código Brasileiro Disciplinar do Futebol.

56 56 I.2 - Nova Modelagem da Justiça Desportiva - continuação Observações Complementares: A autonomia financeira é um aspecto importante para a preservação da independência. Neste sentido, é necessário determinar fontes de receitas capazes de manter a Justiça Desportiva, a exemplo de recursos provenientes das penalidades disciplinares, de cunho pecuniário, aplicadas aos atletas profissionais pelos órgãos da Justiça Desportiva; A entrada na carreira de auditor da Justiça Desportiva deveria se dar por prova de conhecimento e títulos, mecanismo que tem o poder de ampliar a isenção e a credibilidade da instituição; É importante vincular a carreira da Justiça Desportiva à ascensão ao STJD. Este vínculo permitirá que um Auditor inicie sua carreira no nível estadual e tenha seu ápice no Superior Tribunal de Justiça Desportiva. Cada Tribunal estadual deverá criar um quadro próprio de auditores, que serão remunerados de acordo com um Plano de Carreira; e O Código Brasileiro Disciplinar do Futebol deverá ser adaptado para se adequar à nova realidade proposta.

57 57 I.3 - Aprimoramento da Estrutura do Sistema de Arbitragem Descrição: A arbitragem é fundamental para a qualidade do espetáculo. Portanto, a modernização do futebol brasileiro passa pela profissionalização desta categoria. ÜRecomendação: Aprimoramento do Sistema de Arbitragem, envolvendo: –A manutenção da Comissão de Arbitragem, presidida pela CBF; –A criação do Conselho Nacional dos Árbitros de Futebol e dos Conselhos Estaduais de Árbitros, como órgãos executivos, autônomos e independentes; e, –A definição de um Quadro de Árbitros, de um Plano de Carreira e de um Plano de Cargos e Salários. No quadro mostrado a seguir, esquematiza-se a Estrutura do Sistema de Arbitragem Proposto.

58 58 Comissão de Arbitragem Conselho Nacional dos Árbitros de Futebol Comissão Estadual de Arbitragem Autônomos Comissão Estadual de Arbitragem Comissão Estadual de Arbitragem Comissão Estadual de Arbitragem Membros: 3 CBF, 2 Federações, 2 STJD e 2 Árbitros Autônomos I.3 - Aprimoramento da Estrutura do Sistema de Arbitragem - continuação Conselho Nacional dos Árbitros do Acre Conselho Nacional dos Árbitros do Amapá Conselho Nacional dos Árbitros do Conselho Nacional dos Árbitros do Tocantins

59 59 I.3 - Aprimoramento da Estrutura do Sistema de Arbitragem - continuação Observações Complementares: As Comissões de Arbitragem - Nacional e Estaduais terão como funções principais: –Definir as políticas nacional e estadual de atuação - Disciplinar, Carreira, Escalação, etc.; –Interagir com as demais entidades da estrutura do futebol (FIFA, Federações, Clubes); –Estabelecer parâmetros para a padronização da atuação dos árbitros; e, –Julgar os árbitros, nos casos previstos pelo Código Brasileiro Disciplinar do Futebol. O Conselho Nacional dos Árbitros deverá ser um órgão executivo autônomo, responsável pela execução das Políticas definidas pela Comissão de Arbitragem, notadamente quanto à elaboração das escalas de atuação e à formulação de uma estrutura de cobrança de seus serviços. Este Conselho deverá contar com um Quadro Nacional de Árbitros, incluindo todos os árbitros profissionais atuantes no País, os quais serão remunerados em função de um Plano de Carreira;

60 60 I.3 - Aprimoramento da Estrutura do Sistema de Arbitragem - continuação Os Conselhos Estaduais de Árbitros deverão ser os órgãos executivos estaduais, detendo as mesmas funções do Conselho Nacional. Além de contar com os árbitros e auxiliares do Quadro Nacional de Árbitros, os Conselhos Estaduais deverão contar com um Quadro de Autônomos, para atuação em jogos de menor relevância. A experiência obtida por estes profissionais seria uma forma de preparação para o ingresso no Quadro de Árbitros, o qual se daria por aprovação em provas teóricas e físicas.

61 61 I.4 - Plano de Previdência Privada Complementar Descrição: Uma das grandes dificuldades que os jogadores de futebol têm que enfrentar é a sua preparação para o término de uma carreira de curta duração. Neste sentido, é fundamental analisar as possibilidades de melhorar as condições desta transposição. ÜRecomendação: Estudo da criação de um Plano de Previdência Privada, com um modelo atuarial próprio e capaz de fornecer os recursos necessários para o período de readaptação às novas atividades dos ex-profissionais do futebol. Este Plano contribuiria, portanto, para a redução dos problemas sociais e econômicos decorrentes da vida curta dos atletas. Observações Complementares: Neste panorama, propõe-se a análise de um Plano, baseado no modelo de Contribuição Definida, no qual:

62 62 I.4 - Plano de Previdência Privada Complementar - continuação –As Empresas Patrocinadoras (Clubes) e os Participantes (Jogadores) aportam mensalmente um valor pré-acordado; e, –O benefício derivado deste aporte ao longo de um período pré-determinado é calculado em função do saldo acumulado em conta individual, agregado à rentabilidade obtida pela aplicação dos recursos vertidos. Após o término do contrato, conforme o regulamento a ser estabelecido, o jogador poderá optar por: –Transferir a poupança que lhe é devida para outro fundo; ou –Sacar total ou parcialmente o montante para, por exemplo, montar um negócio próprio ou iniciar uma nova carreira profissional. Para melhorar a performance deste Plano de Previdência, a CBF, as Federações e as diferentes associações de classe de profissionais do futebol poderiam participar como co-patrocinadoras, incluindo seus funcionários.

63 63 I.5 - Linhas de Crédito Descrição: Em um ambiente competitivo como é o caso do futebol, o desenvolvimento e até mesmo a sobrevivência de algumas instituições dependem diretamente de sua capacidade de alavancagem de recursos a curto, médio e longo prazo; No Brasil, estas possibilidades são limitadas. Na esfera internacional, vem surgindo diversas formas de apoio ou proteção financeira que aumentam a capacidade de gestão dos clubes e reduzem os riscos inerentes ao negócio. Dentre estas possibilidades, cabe mencionar: –Empréstimos de médio prazo para compra de jogadores, garantido pela detenção do registro deste atleta; –Sofisticadas apólices de seguros, coletivas ou individuais, que garantem o ressarcimento dos salários dos jogadores afastados por motivos de saúde ou a indenização total nos casos de exclusão definitiva da atividade; e

64 64 –Linhas Diretas de Crédito Financeiro, considerando os riscos, as potencialidades e as especificidades da atividade. ÙRecomendação: Para não fragilizar a capacidade competitiva no futebol brasileiro, frente ao internacional, a modernização passa, necessariamente, pelo aumento das opções de crédito. Nesta direção, a CBF e as demais entidades esportivas deveriam promover um levantamento internacional dos produtos financeiros disponíveis, detalhando os seus princípios e exigências. Com base neste diagnóstico, deveria manter encontros com as principais entidades de crédito do Brasil, a fim de mostrar as potencialidades e as demandas do setor; Neste processo de criação de linhas de crédito, deverão ser envolvidas: –as instituições bancárias e financeiras; –as instituições de fomento econômico (como o BNDES); e, –as grandes seguradoras. I.5 - Linhas de Crédito - continuação

65 65 I.6 - Anuário Estatístico do Futebol Brasileiro Descrição: Um dos grandes entraves para a realização de estudos e pesquisas para o desenvolvimento de novos produtos, para a reivindicação de auxílios governamentais, bem como para a tomada de decisão é a dificuldade de obtenção de dados e estatísticas. Desta forma, é de fundamental importância criar um instrumento que reúna, de forma sistemática, os dados relevantes do futebol brasileiro. ÜRecomendação: Elaboração de um Anuário Estatístico, a ser desenvolvido, mantido e comercializado pela CBF, voltado para o atendimento dos seguintes setores: –Federações - como auxílio na tomada de decisão sobre a busca de apoio institucional, sobre o repasse de recursos e como instrumento de negociação de patrocínios, entre outros; –Clubes - como subsídio para elaboração de projetos de linha de crédito, como instrumento de apoio na negociação de patrocínios, como monitoramento da concorrência, etc.;

66 66 I.6 - Anuário Estatístico do Futebol Brasileiro - continuação –Mídia - como fonte imparcial e centralizada de informações; –Instituições de Ensino e Pesquisa - como fonte de informações para estudos; –Órgãos Governamentais - como fonte imparcial e centralizada de informações; e –Associações Esportivas Nacionais e Internacionais. Observações Complementares: Em função de seus públicos, o Anuário deverá contemplar informações organizadas de várias formas, a exemplo de: –Ranking Nacional do Futebol Brasileiro; –Campeonatos / Torneios / Copas - campeão, vice-campeão, resultados de jogos, bilheteria por time e por estádio, público total por jogo, índice de audiência por jogo, número de cartões vermelhos e amarelos, artilheiro, goleiro mais e menos vazado, resultado financeiro, etc; –Informações econômico-financeiras dos clubes - fontes de receita, despesas, lucro / prejuízo, índices de solvência etc.

67 67 II o Pilar Estratégico: Modernização do Sistema CBF II.1 - Modernização Organizacional da CBF: Um Modelo para as Federações Estaduais II.2 - Modernização do Sistema Nacional de Registro de Jogadores II.3 - Programa de Apoio à Modernização dos Clubes de Futebol II.4 - Planejamento Estratégico da CBF II.5 - Recuperação e Manutenção da Memória do Futebol II.6 - Programa de Capacitação Profissional na CBF Nos tópicos que se seguem, resume-se cada uma das recomendações que visam a modernização do Sistema CBF. Síntese das Recomendações

68 68 II.1 - Modernização Organizacional da CBF: Um Modelo para as Federações Estaduais Descrição: A nova realidade do futebol brasileiro exige da CBF e das Federações Estaduais de Futebol uma adequação de suas estruturas organizacionais às novas demandas. Este processo deve contemplar: –A análise das exigências do Sistema CBF; –A análise das características de instituições esportivas de referência; e, –A averiguação das tendências de desenvolvimento do mercado esportivo no Brasil e no exterior. ÜRecomendação: Desenvolvimento e implantação de um novo modelo organizacional para a CBF, como exemplo para as Federações Estaduais.

69 69 II.1 - Modernização Organizacional da CBF: Um Modelo para as Federações Estaduais - continuação Observações Complementares: O Novo modelo organizacional da CBF deverá considerar os seguintes pontos fundamentais: –Aumento da transparência da CBF (Comunicação financeira e institucional: Relatórios Anuais - Balanços Sociais - Folders Institucionais, dentre outros); –Compatibilização da organização proposta com as realidades das Federações Estaduais, permitindo a padronização e a melhoria do desempenho do Sistema FIFA; –Apoio ao Governo na formação de base e nas questões do Futebol, através de uma estrutura participativa da CBF nas Câmaras Setoriais criadas pelo Ministério do Esporte e Turismo; –Fortalecimento de Fóruns Regionais de Discussão; –Introdução de instrumentos de comprovação de compra e venda de jogadores por ambas as partes - comprador e vendedor;

70 70 –Incentivo ao processo de modernização dos Clubes e das Federações; –Incentivo ao Futebol Feminino, como um setor de grande potencialidade do Futebol; –Incentivo à pratica do Futebol Amador, através da organização de um Campeonato Brasileiro Estudantil e Universitário, Masculino e Feminino, em associação com as Federações e os Governos Federal, Estadual e Municipal; –Modernização do processo de registro dos jogadores; –Criação de uma estrutura de Bancos de Dados (Registro, Súmulas dos árbitros, Ranking, etc); –Criação de uma estrutura de organização e acompanhamento do Calendário Nacional; –Análise do processo eleitoral do Sistema CBF (Vantagens de alternância periódica do poder); e, –Discussão e implantação do Código de Ética, válido para as relações CBF & Governo, CBF & Federações e CBF & Patrocinadores. II.1 - Modernização Organizacional da CBF: Um Modelo para as Federações Estaduais - continuação

71 71 II.2 - Modernização do Sistema Nacional de Registro de Jogadores Descrição: O Registro é o processo de legalização dos atletas, realizado pelas Federações Estaduais de Futebol e mantido pela CBF. Este cadastro contempla o Nome do Atleta, a Idade, a Filiação, a Federação de Registro, os Clubes Contratantes, etc.; Atualmente este sistema é manual e frágil para a manipulação de mais de 11 mil atletas federados, espalhados por todo o Brasil. ÜRecomendação: Para tornar o Sistema de Registro eficiente, seguro e ágil é fundamental aumentar o seu escopo de informações e proceder a sua total informatização, subsidiando efetivamente a gestão do Futebol brasileiro. Observações Complementares: Além de informatizar o processo, é importante que se transforme o Registro num histórico profissional do jogador, proporcionando informações relevantes e confiáveis que permitam subsidiar a gestão do Futebol brasileiro.

72 72 II.3 - Programa de Apoio à Modernização dos Clubes de Futebol Descrição: O processo de transformação que passa o Futebol mundial se reflete na necessidade de modernização do processo de gestão do Futebol brasileiro. Neste sentido, deveria haver um esforço concentrado, voltado para a introdução de mecanismos gerenciais de otimização das ações dos diferentes agentes da estrutura do Futebol em todo o Brasil. ÜRecomendação: Como órgão central do Futebol brasileiro, a CBF deveria desenvolver um Programa de Apoio à Modernização, contemplando a elaboração de um conjunto de instrumentos de gestão, a exemplo de: –Modelo Organizacional para os pequenos, médios e grandes clubes; –Kits de Modernização (Sistemas: Contábil e Financeiro, Folha de Pagamento, Orçamentário, Metodologia de Planejamento Estratégico, de Vendas etc.); –Cartilha de Orientação, para as questões estratégicas de obtenção de patrocínios, parcerias, venda otimizada de ingressos, etc.; –Estudo de Linha de Financiamento para a Modernização dos Clubes (a ser desenvolvida junto ao BNDES).

73 73 II.4 - Planejamento Estratégico da CBF Descrição: Para gerenciar uma estrutura complexa como a do Futebol brasileiro é necessário priorizar ações, no sentido de atender aquelas mais prementes. Neste sentido, é importante que a CBF conheça as exigências, carências e necessidades de seu setor e crie condições de planejamento adequadas ao desempenho de suas funções. ÜRecomendação: Uma vez compreendido o cenário do futebol brasileiro, através do Diagnóstico e do Plano de Desenvolvimento Estratégico do Setor, é fundamental que a CBF elabore o seu Plano Estratégico, contemplando um conjunto de objetivos a serem perseguidos ao longo do tempo. Observações Complementares: Este Plano Estratégico deverá ter por base a análise do papel da CBF neste novo contexto e como propósito a realização de mudanças para se adequar à realidade de um setor mais moderno e dinâmico; Deste modo, é vital repensar a CBF simultaneamente à sua modernização organizacional e à capacitação dos seus recursos humanos;

74 74 II.4 - Planejamento Estratégico da CBF - continuação O Plano Estratégico da CBF deverá ser, portanto, o produto de um processo participativo de reflexão, envolvendo os seguintes pontos: »Através do Estudo de Pontos Fortes e Fracos, observando as análises do ambiente mapeada pelo Diagnóstico, bem como a revisão do Papel da CBF na estrutura do Futebol brasileiro e a reavaliação do seu Negócio, da sua Missão e da sua Visão; »Contemplando a definição dos objetivos no curto, médio e longo prazo. »Contemplando a escolha de estratégias, com prazos e responsáveis, a definição do Plano de Ação e a elaboração de um sistema de acompanhamento e controle das ações realizadas (Balanced Score Card). O resultado deverá ser expresso na mudança no Estatuto da CBF. Quem Somos ? Aonde Queremos Chegar ? Como Fazer para Chegar Lá ?

75 75 II.5 - Recuperação e Manutenção da Memória do Futebol Descrição: O Futebol é parte fundamental da cultura brasileira. Preservar a memória de seus acontecimentos, de suas personalidades e de suas histórias é resgatar uma parcela significativa da história brasileira. ÜRecomendação: Desenvolvimento de um projeto de memória do Futebol brasileiro, contemplando ações de preservação, recuperação e manutenção desta história, por meio da criação de bancos de dados de: –Fotos, filmes e outras formas de memória visual; –Livros, jornais, revistas e outras publicações; e –Depoimentos e entrevistas com personalidades, estudiosos, atletas, dirigentes e demais profissionais. Observações Complementares: Tais arquivos poderão ser disponibilizados ao público pelos seguintes meios: –Livros, periódicos, CDs, DVDs, sites oficiais, etc; –Estruturação de um Centro de Documentação ou setor especializado em uma biblioteca de uma instituição de pesquisa afim ao futebol; e –Modernização e reestruturação do Museu do Futebol, localizado no Maracanã.

76 76 II.6 - Programa de Capacitação Profissional na CBF Descrição: A sociedade contemporânea exige cada vez mais eficiência e eficácia de seus membros. Para desempenhar o seu papel, portanto, a CBF tem que contar com um corpo funcional capacitado para o enfrentamento dos desafios de um setor em processo de modernização. ÜRecomendação: Implementação de um Programa de Capacitação Interna, coerente com os objetivos estratégicos da CBF e com a sua nova estrutura organizacional. Observações Complementares: Este Plano deverá perseguir as seguintes Metas: –Consideração do Programa como um processo de aprendizagem contínua; –Aprendizagem de ferramentas de sustentação aos desafios empresariais; –Consideração, na elaboração do curriculum, da possibilidade de incluir a capacitação integrada com as Federações, os Clubes, as Entidades Esportivas, assim como os demais profissionais do setor; –Utilização de várias ferramentas metodológicas de aprendizagem; –Incentivo ao envolvimento dos líderes no aprendizado; e, –Criação do Sistema de Avaliação de resultados e dos investimentos em capacitação.

77 77 III o Pilar Estratégico: Intensificação da Atratividade do Futebol Brasileiro III.1 - Plano de Manutenção do Craque no Brasil III.2 - Ranking Nacional do Futebol Brasileiro III.3 - Racionalização do Calendário Nacional III.4 - Plano de Incentivo à Ida aos Estádios III.5 - Plano de Reconhecimento e Valorização do Torcedor III.6 - Programa Nacional de Capacitação dos Profissionais do Futebol Nos tópicos que se seguem, resume-se cada uma da recomendações que visam a intensificação da atratividade do futebol brasileiro. Síntese das Recomendações

78 78 III.1 - Plano de Manutenção do Craque no Brasil Descrição: O Futebol brasileiro é o primeiro em títulos mundiais e o que possui o maior número de craques do Futebol internacional. Esta alta performance atrai as atenções das maiores equipes do Futebol mundial, que procuram selecionar para seus elencos os melhores jogadores brasileiros; Em contrapartida, o êxodo de jogadores contribui para a redução na atratividade do Futebol brasileiro como espetáculo, uma vez que os jogos não contam com as suas maiores estrelas. Adicionalmente, há casos de exportação sem controle de crianças e jovens talentosos. ÜRecomendação: Formatação de algumas medidas preventivas aos eventuais excessos à exportação de jogadores (que é legítima e até certo ponto saudável para o crescimento e fortalecimento do Futebol brasileiro), através do desenvolvimento de um Plano de Manutenção do Craque no Brasil, com linhas de ação de curto, médio e longo prazo.

79 79 III.1 - Plano de Manutenção do Craque no Brasil - continuação Observações Complementares: Este Plano deverá observar, no curto prazo, a seguintes questões: –A CBF deveria negociar com a FIFA, a criação de uma norma obrigando os jogadores a fazerem o primeiro registro profissional no seu país de origem; e –A CBF deveria se preparar para o registro efetivo das atletas do Futebol Feminino, como instrumento de manutenção destas jogadoras no país. No médio e longo prazo o Plano deveria buscar o: Incentivo à profissionalização da gestão dos Clubes como forma de aumentar a rentabilidade das agremiações; Desenvolvimento de mecanismos do tipo Previdência Privada e contratação de apólices de seguros especializadas como forma de melhorar as condições de vida dos jogadores profissionais; e Desenvolvimento pela CBF de um Plano de Incentivo à Atração de Jovens Talentos. Estes incentivos poderão ser de caráter fiscal (Plano de Avaliação das Necessidades e dos Benefícios a serem gerados), de caráter esportivo (Campeonatos Brasileiros de Estudantes) ou de caráter social (parcerias com o terceiro setor, ONGs).

80 80 III.2 - Ranking Nacional do Futebol Brasileiro Descrição: O atual sistema de seleção de times profissionais de futebol para a participação nos diversos campeonatos é motivo de controvérsias. Essas dificuldades são causadas, principalmente, em função do sentimento de que a escolha é feita por critérios políticos e não técnicos. ÜRecomendação: Criação de um mecanismo de seleção de equipes para a participação nos campeonatos do Sistema CBF que facilite a aceitação da escolha, o planejamento das equipes e a rentabilidade das competições. Este instrumento poderia se constituir em um Ranking Nacional do Futebol Brasileiro. Observações Complementares: Ranking Nacional é a listagem classificada representativa da performance das equipes profissionais do Futebol brasileiro, hierarquizadas de acordo com critérios e ponderações pré-estabelecidas;

81 81 III.2 - Ranking Nacional do Futebol Brasileiro - continuação A adoção do ranking fortaleceria o Futebol brasileiro através do estabelecimento de regras técnicas perenes; Para seu desenvolvimento, deverá ser adotada uma metodologia participativa capaz de expressar, de forma isenta e inquestionável, as performances das equipes do Futebol profissional brasileiro. Para isto deverão ser estabelecidos Critérios e Ponderações de classificação, bem como os mecanismos e datas de atualização; Propõe-se que a metodologia de desenvolvimento do Ranking Nacional utilize o processo interativo, baseado na metodologia multicriterial de decisão, onde um conjunto de Experts (jogadores, desportistas, dirigentes de clubes, árbitros, torcedores, antropólogos, políticos, economistas, jornalistas, artistas, patrocinadores, etc) interagem entre si, para a escolha dos parâmetros e dos pesos que melhor reflitam a performance técnica dos clubes (número de vitórias, torcida, maior número de gol, performance econômica, função social do clube, etc).

82 82 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional Descrição: Segundo o Diagnóstico, um dos maiores problemas do Futebol brasileiro é o Calendário Nacional. Existe um número excessivo de competições, faltam critérios transparentes e perenes para a seleção das equipes participantes, não são previamente fixados os números de equipes, as datas não são fornecidas com a antecedência necessária, os times querem participar em várias competições simultâneas, dentre outros problemas. Recomendação: M odernização do modelo atual do Calendário, com a seguinte fundamentação: –Necessidade de integração do Calendário Nacional com Calendário FIFA, no que diz respeito à disponibilidade de datas anuais; –Subordinação ao Ranking Nacional do Futebol Brasileiro, como instrumento preponderante de acesso e descenso dos participantes nas diversas competições;

83 83 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação –Interdependência entre as competições estaduais, regionais, nacionais e internacionais; –Fortalecimento dos Campeonatos Estaduais, ampliando o número de datas para os times pequenos e médios e racionalizando o número de jogos para os grandes; –Ausência de equipe disputando competições simultaneamente; –Valorização da participação dos grandes clubes nas competições, tornando-os mais atrativos; –Utilização de apenas duas datas por semana para as disputas, respeitando a saúde do atleta; –Obrigatoriedade de férias remuneradas de 4 semanas; e, –Atendimento das necessidades física, técnica e psicológica da pré- temporada.

84 84 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Observações Complementares: Deverão fazer parte do Calendário Nacional as seguintes competições: –Campeonatos Estaduais; –Copa dos Campeões; –Campeonato da Integração Nacional; –Copa do Brasil; –Campeonato Brasileiro da Primeira e da Segunda Divisão; –Copa Toyota Libertadores da América; e, –Copa Mercosul. A seguir apresenta-se o esquema do Calendário Nacional proposto e, adiante, resume-se as principais características de cada um dos campeonatos. Finalmente, mostram-se dois esquemas, um que resume a interligação entre as competições e outro que demonstra a interdependência do calendário ao Ranking Nacional.

85 85 Copa Campeões 9 datas Jan Dez Início da Temporada Estadual Início da Temporada Nacional Seleção Brasileira 8 datas Campeonato Estadual Fase Final 16 datas Campeonato Estadual Fase Classificatória 40 datas Copa Toyota Libertadores da América 14 datas Campeonato da Integração Nacional 26 datas Copa Mercosul 12 datas Campeonato Brasileiro Primeira Divisão 29 datas Amistosos 9 datas F é r i a s P r é - T e m p o r a d a Campeonato Brasileiro Segunda Divisão 29 datas Copa do Brasil 12 datas III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação

86 86 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Campeonatos Estaduais Os Campeonatos Estaduais poderão ocupar 56 datas durante 9 meses, segmentados em duas fases seqüenciais: Fase Classificatória e Fase Final; A Fase Classificatória será disputada no segundo semestre do Calendário Nacional, em 40 datas, pelas equipes que não foram classificadas ou ranqueadas para o Campeonato Brasileiro da Primeira e Segunda Divisão; As Fases Finais serão disputadas no primeiro semestre do Calendário Nacional, em 16 datas; A Forma dos Campeonatos e o número de equipes participantes estarão a critério das Federações Estaduais de Futebol. Entretanto, recomenda-se que na Fase Final, participem apenas os clubes vencedores da Fase Classificatória e os primeiros do Ranking Estadual.

87 87 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Copa dos Campeões Será realizada com todos os Campeões Estaduais, em 9 datas, segmentadas em duas fases seqüenciais: Fase Regional e Fase Nacional; A Fase Regional será disputada na forma de eliminatória com jogos de ida e volta, em 4 Copas Regionais: Sul-Sudeste, Nordeste, Norte e Centro-Oeste; As equipes vencedoras de cada Copa Regional se classificam para o Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão e para a Fase Nacional da Copa dos Campeões; e A Fase Nacional será disputada na forma de quadrangular em uma cidade sede e o Campeão se classificará para a Copa Toyota Libertadores da América. A seguir, uma ilustração da competição Copa dos Campeões.

88 88 COPA SUL - SUDESTE COPA NORTE COPA NORDESTE COPA CENTRO-OESTE Copa dos Campeões III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação

89 89 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Campeonato da Integração Nacional Este campeonato, coordenado pela CBF, será realizado no 1 o semestre, em 26 datas, segmentadas em três fases seqüenciais: Fase Regional, Fase Nacional e Fase Final; As equipes deste campeonato serão aquelas melhores classificadas no Ranking Nacional que não estão nas fases finais dos respectivos Campeonatos Estaduais; A forma de disputa da Fase Regional será em turno e returno, todos contra todos, onde as equipes vencedoras de cada grupo se classificam para a Fase Nacional; Grupo 1: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná; Grupo 2: São Paulo; Grupo 3: Rio de Janeiro e Espírito Santo; Grupo 4: Minas Gerais; Grupo 5: Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Roraima e Rondônia; Grupo 6: Ceará, Maranhão, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte; Grupo 7: Alagoas, Bahia, Paraíba e Sergipe; e, Grupo 8: Brasília, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Tocantins.

90 90 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Campeonato da Integração Nacional - continuação A Fase Nacional será disputada em dois grupos de quatro equipes cada um, em turno e returno; Na Fase Final, as equipes vencedoras de cada grupo da Fase Nacional disputam em duas partidas; As quatro primeiras equipes da Fase Nacional estarão classificadas para o Campeonato Brasileiro da Segunda Divisão. A seguir, um esquema ilustra o Campeonato de Integração Nacional.

91 91 G2G3G4 G5G6G7 G8 G1 V1 V2 V3 V4 V5 V6 V7 V8 Vencedor A Vencedor B Vencedores dos Grupos Regionais III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Campeonato da Integração Nacional Campeão

92 92 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Copa do Brasil A Copa do Brasil deverá ocupar 12 datas durante 3 meses; Sob a coordenação da CBF, esta Copa poderá ser organizada direta ou indiretamente pela entidade; Deverão participar desta Copa, as 64 primeiras equipes do Ranking Nacional, com exceção das 4 equipes brasileiras classificadas para a Copa Toyota Libertadores da América; Os jogos deverão ser disputados durante a semana em sistema eliminatório com jogos de ida e volta; O Campeão estará classificado para a Copa Toyota Libertadores da América seguinte. A seguir, um esquema ilustra a Copa do Brasil.

93 93 Copa do Brasil RANKINGRANKING RANKINGRANKING III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Campeão

94 94 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Campeonato Brasileiro da Primeira e Segunda Divisão O Campeonato Brasileiro será no segundo semestre, em 29 datas, com duas divisões disputadas simultaneamente (1 a e 2 a Divisão), cada qual com 24 equipes; Sob a coordenação da CBF, cada divisão será organizada direta ou indiretamente pela entidade; Deverão participar da Primeira Divisão: –O Campeão Brasileiro; –Os quatro vencedores regionais da Copa dos Campeões; –O Campeão Brasileiro da Segunda Divisão; –Complementado com as 18 primeiras equipes do Ranking Nacional do Futebol Brasileiro.

95 95 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Campeonato Brasileiro - continuação Deverão participar da Segunda Divisão: –Os quatro primeiros colocados do Campeonato da Integração Nacional; e, –As 20 primeiras equipes do Ranking que não participam do Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão. Os dois primeiros colocados na Primeira Divisão do Campeonato Brasileiro se classificarão para a Copa Toyota Libertadores da América; O Campeão da segunda divisão participará do Campeonato Brasileiro da primeira divisão do ano seguinte. A seguir um esquema sintético do Campeonato Brasileiro.

96 96 As duas divisões devem seguir a mesma fórmula de disputa: –Fase de Classificação, onde todos os participantes jogam contra todos em turno único; e –Fase Final onde os oito primeiros colocados disputam uma Eliminatória com jogos de ida e volta. FASE CLASSIFICATÓRIA 1o8o4o5o 2o7o3o6o1o8o4o5o 2o7o3o6o Campeão Brasileiro FASE FINAL III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Campeonato Brasileiro 24 EQUIPES

97 97 III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Copa Toyota Libertadores da América Esta Copa é uma realização da CONMEBOL com a colaboração das Federações nacionais do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, Venezuela e México (país convidado). Copa Mercosul Esta Copa também é uma realização da CONMEBOL com colaboração das Federações nacionais do Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile; Participam desta Copa 7 representantes do Brasil, sendo 4 por convite da Conmebol e 3 por índice técnico da CBF.

98 98 Campeonato Estadual Fase Classificatória Campeonato da Integração Nacional Campeonato Estadual Fase Final Ranking Campeonato Brasileiro Primeira Divisão Campeonato Brasileiro Segunda Divisão Taça Mercosul Taça Libertadores da América Copa dos Campeões Ranking Copa do Brasil 1 Ranking III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Esquema de Interligação entre os Campeonatos do Calendário Ranking Classifica 4 times para Classifica 1 time para Classifica 1 time para Classifica 2 times para Classifica 27 times para CONMEBOL Classifica 4 times para

99 99 Campeonatos Estaduais Fase Final Campeonato Brasileiro Primeira Divisão Campeonato Brasileiro Segunda Divisão Fazem parte deste Campeonato 24 times, a saber: Campeão Brasileiro Campeão 2 a Divisão 4 primeiros da Copa dos Campeões 4 primeiros colocados no Campeonato da Integração Nacional As 20 primeiras equipes do Ranking que não pertencem à 1 a divisão Copa do Brasil 1° 2° 3° ° 19° ° ° III.3 - Racionalização do Calendário Nacional - continuação Esquema da Interdependência do Calendário Nacional ao Ranking Campeonatos Estaduais Fase Classificatória Recomendas-se que um determinado número dos times da Fase Final venha diretamente do Ranking Participam desta Copa as 64 primeiras equipes do Ranking Nacional Ranking Os primeiros 18 times do Ranking

100 10 0 III.4 - Plano de Incentivo à Ida aos Estádios Descrição: O Diagnóstico aponta para uma redução sensível no número de torcedores nos estádios de Futebol, causando falta de incentivo das torcidas às equipes, prejuízos financeiros aos times e organizadores, bem como reduzindo a atratividade do espetáculo. ÜRecomendação: Criação de um Plano de Incentivo à ida aos Estádios de Futebol, implementando um conjunto de medidas, a exemplo de: –Melhoria da infra-estrutura dos Estádios, tanto para os torcedores (assentos, banheiros, limpeza, segurança, serviços de apoio, etc) quanto para os diversos profissionais envolvidos no jogo (vestiários, gramados, salas de imprensa, etc.); –Aumento da segurança nos estádios, interna e externa, através da união de esforços com as autoridades públicas, a fim de garantir baixos índices de violência;

101 10 1 III.4 - Plano de Incentivo à Ida aos Estádios - continuação –Melhoria das condições de acessos aos estádios, através do incentivo aos transportes públicos e à disponibilização de estacionamentos; –Compatibilização dos horários das partidas com as demandas dos torcedores; –Elaboração de uma política de preços, através da segmentação dos torcedores por nível de renda; –Elaboração de promoções e de mecanismos facilitadores da compra do ingresso para o torcedor como assinaturas por temporadas, etc.; –Incentivo à redução do nível de violência do espetáculo, através da revisão e reformulação do Código Brasileiro Disciplinar do Futebol; –Desestímulo à torcida organizada e criação de estratégias de entrada e saída nos estádios; –Incentivo a campanhas educacionais, a exemplo de temas do tipo: evite a violência, não deprede o seu estádio, etc.

102 10 2 III.5 - Plano de Reconhecimento e Valorização do Torcedor Descrição: A grande força do Futebol é a extraordinária paixão que gera em seus torcedores, expressa, em sua plenitude, nos maiores espetáculos esportivos dentre todos os esportes A importância do Futebol profissional como fator econômico e social, portanto, advém da existência dos torcedores. São eles que freqüentam os estádios, compram artigos esportivos, enfim, são os responsáveis pelo consumo do produto Futebol. Neste contexto, conhecer o torcedor e valorizá-lo é fundamental para a dinâmica da indústria e para o fortalecimento da estrutura do Futebol. ÜRecomendação: A CBF deveria incentivar a promoção de um plano de conhecimento e monitoração do comportamento do torcedor ao longo do tempo, através de pesquisas periódicas de seu perfil, permitindo aos gestores do Futebol ajustar as suas estratégias, bem como adaptar o leque de produtos e serviços às demandas e características dos consumidores.

103 10 3 III.5 - Plano de Reconhecimento e Valorização do Torcedor Continuação Observações Complementares: As pesquisas sistemáticas poderão ser elaboradas pela CBF, com a colaboração das Federações e Ligas de Futebol, abrangendo um conjunto de parâmetros, dos quais destacam-se: sexo, idade, situação sócio-econômica, freqüência nos estádios, horários de preferência, etc.; Conhecendo este perfil, caberá aos clubes, às empresas, aos investidores, a mídia e aos gestores das equipes de Futebol profissional desenvolverem os seus respectivos Planos de Marketing, a fim de atender o seu público em todo o seu potencial.

104 10 4 III.6 - Programa Nacional de Capacitação dos Profissionais do Futebol Descrição: O futebol mundial vem se reestruturando, crescendo em termos de público e de volumes recursos envolvidos. Para se destacar num setor em processo de ebulição, as agremiações esportivas profissionais estão investindo na capacitação de seu pessoal. ÜRecomendação: Elaboração de um Programa de Capacitação Profissional, o mais abrangente possível, liderado pela CBF e com apoio das Federações. Este Programa deverá incluir todas as categorias do setor e as diversas modalidades de treinamento: técnico-esportivo, arbitragem, gestão, marketing, etc. Observações Complementares: Este Programa de Capacitação deverá ser concebido contando com a colaboração do Ministério do Esporte e Turismo e do Ministério da Educação, bem como com instituições de ensino - superior e técnica, seja na área de Educação Física seja nas demais áreas complementares: Medicina, Economia, Administração.

105 10 5 PLANO DE AÇÃO

106 10 6 Plano de Ação Para implementar o Plano de Desenvolvimento do Setor é necessário, em um primeiro momento, montar um Plano de Ação, hierarquizando, sob o ponto de vista estratégico, as recomendações propostas; Feito este ranqueamento devem ser listado os principais envolvidos na sua execução; Após a hierarquização das recomendações é importante que Fóruns Setoriais de Análise sejam compostos, para que essas recomendações sejam aprofundadas em termos de recursos e táticas de implementação, entre outros; Por fim, deve ser elaborado um orçamento específico para cada um dos projetos, de forma a estimar as reais possibilidades de implementação, bem como para facilitar a busca de eventuais patrocínios; No quadro a seguir, apresenta-se um resumo hierarquizado, segmentado em prioridade imediata, alta (1), média (2) e baixa (3).

107 10 7 Plano de Ação - Continuação

108 10 8 ANEXO I - COORDENAÇÃO CBF

109 10 9 Anexo I - Coordenação CBF Presidente: Ricardo Terra Teixeira Coordenador Geral:Marco Antônio Teixeira Equipe:Alfredo Leal Nunes Antônio Osório R. da Costa Carlos Eugênio Lopes José Carlos Salim Luiz Gustavo Vieira de Castro Melquiades Marianos

110 11 0 ANEXO II - AGRADECIMENTOS

111 11 1 Anexo II - Agradecimentos A Confederação Brasileira de Futebol gostaria de agradecer a Fundação Getulio Vargas pelo apoio técnico prestado ao longo destes 8 meses, a Federação Internacional do Futebol - FIFA e a todos aqueles que fizeram possível a elaboração deste projeto, fornecendo informações e sugestões que engrandeceram o Programa de Modernização do Futebol Brasileiro. Em especial agradece: –As Federações Estaduais; –Os Entrevistados; e, –Os Participantes nos Diversos Seminários e Encontros.

112 11 2 Anexo II - Agradecimentos - Federações Federação de Futebol do Estado do Acre Presidente:Antonio Aquino Lopes Federação Alagoana de Futebol Presidente: José Raimundo de Albuquerque Tavares Federação Amazonense de Futebol Presidente:Dissica Valério Tomaz Federação Amapaense de Futebol Presidente: Silvio Barbosa de Assis Federação Bahiana de Futebol Presidente: Virgílio Elísio da Costa Neto Federação Cearense de Futebol Presidente:Fares Candido Lopes Federação Metropolitana de Futebol Presidente:Weber Magalhães Federação de Futebol do Estado do Espírito Santo Presidente:Thiers Pedro Bonacossa Federação Goiana de Futebol Presidente: Wilson da Silveira Pereira Federação Maranhense de Futebol Presidente: Carlos Alberto Ferreira Federação Mineira de Futebol Presidente: Elmer Guilherme Ferreira Federação de Futebol do Mato Grosso do Sul Presidente: Francisco Cezário de Oliveira Federação Matogrossense de Futebol Presidente: Carlos Orione Federação Paraense de Futebol Presidente: Antonio Carlos Nunes de Lima Federação Paraibana de Futebol Presidente: Rosilene de Araújo Gomes Federação Pernambucana de Futebol Presidente: Carlos Alberto Gomes de Oliveira

113 11 3 Anexo II - Agradecimentos - Federações Federação de Futebol do Piauí Presidente: Luis Joaquim Lula Ferreira Federação Paranaense de Futebol Presidente: Onaireves Nilo Rolim de Moura Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro Presidente: Eduardo Augusto Viana da Silva Federação Norte-riograndense de Futebol Presidente: Nilson Gomes da Costa Federação de Futebol do Estado de Rondônia Presidente: Heitor Luiz da Costa Júnior Federação Roraimense de Futebol Presidente: José Gama Xaud Federação Gaúcha de Futebol Presidente: Emidio Odosio Perondi Federação Catarinense de Futebol Presidente: Delfim de Padua Peixoto Filho Federação Sergipana de Futebol Presidente: José Carivaldo de Souza Federação Paulista de Futebol Presidente: Eduardo José Farah Federação Tocantinense de Futebol Presidente: Senador Leomar de Melo Quintanilha

114 11 4 Anexo II - Agradecimentos - Entrevistados Clube dos Trezes Presidente: Fábio Koff Jornal Zero Hora Editor de Futebol: Alexandre Corrêa Rádio Guaíba Chefe da Equipe de Esportes: Luiz Carlos Reche Sport Clube Internacional Presidente: Fernando Miranda Agência Dinheiro Vivo Diretor Superintendente: Luís Nassif Clube de Regatas Flamengo Presidente: Edmundo Santos Silva Globo Esporte Diretores: Marcelo Pinto e Julio Marins Revista Quatro Rodas da Editora Abril Diretor de Redação: Alfredo Ogawa Jornal do Brasil Colunista: Eduardo Andrade, Tostão Rádio Jovem Pan Jornalista Esportivo: Flávio Prado Sport Clube Cruzeiro Presidente: José Perrela CAM - Clube Atlético Mineiro Presidente: Nélio Brant Rádio Alvorada e TV Band Jornalista: Francisco Maia CAM - Clube Atlético Mineiro Presidente do Conselho Deliberativo: Alexandre Kalil FIFA Presidente de Honra: João Havelange Grêmio Presidente: José Carlos Guerreiro

115 11 5 Anexo II - Agradecimentos - Participantes do Seminário de Belo Horizonte Ademar Magon Jr., Adir Alvim, Afonso Alberto T. Santos, Afonso Eustáquio Santiago, Aloísio Queiroga, Atair Dos Santos Lima, Alvimar de Oliveira Costa, Américo Faria, Ângelo Pimentel, Aníbal Fonseca, Antônio Carlos Laje Soares, Antônio Sergio, Armindo Pereira, Bené Guedes, Caio Márcio Salum, Carlos Alberto Isidoro, Carlos Andress Cunha, Carlos Cruz, Carlos Eduardo Faria, Carlos Eduardo Costa, Carlos Luis Ribeiro, Carlos Roberto Catão Silva, Celso Martinelli, César Masci, César Medeiros, Chico Maia, Cláudio José Melo de Souza, Cláudio Roberto M. da Silveira, Cosme José Pereira Mattos, Cristiano Augusto Lopes, Daniel Gomes, Dictamar Martin Samulski, Edgar Soares, Edson Batista, Edson Cruz, Eduardo Gonçalves de Andrade, Eduardo Malluf, Eduardo Viana, Efigênia P. Amaral M. Santos, Élcio Paulinelli, Emerson S. Garcia, Epaminondas S. Magno, Eraldo Torres de Oliveira, Feliciano Alves D. Filho, Fernando Caillaux Pereira, Fernando Castro, Fernando Costa Nassif, Fernando José de Sousa, Fernando Sasso, Flávio Junior, Geraldo Márcio, Gilberto Graciano, Gilberto Rocha de Freitas, Guilherme Andrade Aquino, Guilherme Ribeiro, Gustavo Alves Zech Coelho, Gustavo Cortes, Gustavo Silva Gonçalves, Hans Joachim Karl Menzel, Humberto Palma, Itair Machado de Souza, Jaíldo Dantas, Jairo Anatólio Lima, Janice Nunes de Castro, Jânio Joaquim, João Sérgio Ramalho Corrêa, Jorge Neves Filho, José Alberto T. Santos, José Aníbal Fonseca, José Augusto Tavares, José Carlos Bernardo, José Carlos Dos Santos, José Carlos Karlito Rocha, José Marcos Soares de Souza, José P. Cunha, José Perrella de Oliveira Costa, José Reinaldo Lima, Juliana Duarte da Veiga, Júlio César Gonçalves, Jurandy Guimarães, Kátia Lemos, Lancleber Trindade Drumond, Leszek Szmuchrowski, Liliam Gonçalves Ferreira, Luciano Sales Prado, Luiz Carlos Gomes, Luiz Carlos Moraes, Luiz Eduardo M. Martins, Luiz Oswaldo Rodrigues Carneiro, Magnus Lívio, Marcelo Andrade Reis, Marcelo Santos, Marcílio Fernandes Catarino, Márcio Rezende Freitas, Marco Aurélio, Marcos Gonçalves, Marcos Guiotti Jr., Marcos Martins, Marcus Vinícius Salum, Maria da Conceição, Mário Brito, Mário Lúcio Sampaio, Nélio Brant, Nelson Gonçalves, Nelson Silva, Nilson Abreu Ferreira, Orlando Augusto, Orlando Moreira, Osmar Camilo, Oswaldo Faria, Oswaldo Rocha Torres, Pablo Juan Greco, Paulo Henrique G. Figueiredo, Paulo Sérgio Abreu E Silva, Pedro Américo de S. Sobrinho, Pedro Seixas da Silva, Renato de Moura Ricardo, Ricardo Araújo, Ricardo Balarine, Ricardo Drusck, Ricardo Luiz Carneiro, Ricardo Zech, Rickson Alves, Roberto de Castro Pereira, Rodrigo Rosa, Rogério Hilário, Rogério M. Pereira, Ronald de Almeida, Ronaldo Ribeiro Leite, Ronan Ramos, Salustiano Ardito Sanches, Sandro Juliano Moreira Reis, Sérgio Barbosa Domenice, Sérgio Bruno Zech Coelho, Sérgio Luiz Teixeira, Sidneyy Ubirajara Cardoso, Silvio de Oliveira, Tanus Jorge Nagem, Tomas Assumpção Menezes, Valderez Simões Ramalho, Vicente de Paula Pereira, Vladimir Viana de Jesus, Wadson de Oliveira Lima, Wagner Espanha, Waldir de Castro, Wanderlay Nogueira, Weber de A. Magalhães, William Silva Santos, Wilsom Balzacchi Jr., Wilson da Silva Piazza.

116 11 6 Anexo II - Agradecimentos - Participantes do Seminário de Porto Alegre Adão Freitas da Fonseca, Alberto Moesch, Alexandre Borba, Alexandre Martins, Amauri Knevitz, Anderson Prediger, Antônio Benatti, Antônio Luiz Dal Prá, Antônio Sarturetto, Antônio Sérgio Fernandes, Arnaldo Nunes Teixeira, Bernardo Mata Schnch, Bianca Roia, Carlos Alberto da Silva, Carlos D'Azevedo Neto, Carlos Schneider, César Augusto Vieira, Cláudio Brum, Claver Luiz Vieira, Cléo Hickman, Dannie Dubin, Darci Rodrigues, Davi Afonso Vicente, Davi Artur M. Carvalho, Davi Coimbra, Décio Nenhaus, Delfim Pádua P. Filho, Dênis Abrahão, Denise Beuren Rossi, denivalda Roldão Wagner, Dody Sirena, Duílio Castro Miles, Edir de Quadros, Edson Blevio Porto, Eduardo Lima e Silva, Eduardo Pires, Emídio Odósio Perondi, Erni Teixeira da Silva, Fábio Barrichello, Fábio Koff, Fábio Ramos, Felipe Marciel, Fernando Fernandes, Fernando Luiz Otto, Francisco J. T. Oliveira, Francisco Novelletto Neto, Geraldo Pila, Gilberto M. Flores, Giovane Krug, Graice Silveira Neto, Homero Gomes Cavalheiro, Jefferson Schirmer de Vasconcelos, João Antônio Lopes, João Francisco Machado, João José de Oliveira, João Luiz Karasek, Jorge Armando Oliveira, Jorge Baltar, José Batista, José Bonifácio Telles, José Carlos Cervieri, José Luiz Corrêa, José Luiz Gonçalves Ramos, José Otávio Araújo, Júlio Sortica, Kiko Balestrin, Laci Odete Ughini, Letícia Alves P. de Lemos, Lourdes Aloísio, Luiz Carlos Leivas Mello, Luiz Renaud Pinto Cunha, Marcílio Krieger, Márcio Serafine, Márcio Villela, Maria C. Figueiredo Souza, Maria Conceição N. Jardim, Maria Luiza Bittencourt, Maria M. S. da Silva, Mário Marcos, Maurício Grazziotin, Maurício Rech, Melânia Lizete Feine, Melissa Krinn Sanches, Milton Luiz Scola, Milton Salatino, Nelson Sturmhoebel, Nelton v. Reis, Ney Sena da Silva, Odílio F. Peres, Ottor André, Pedro Ernesto, Peri Teixeira da Silva, Raul Potanova, Reni Israel Bertolla, Ricardo Hoffman, Rodrigo Goeldner Capella, Ruy Pedro B. Ribeiro, Sérgio Gomes Lopes, Sérgio Leal Martinez, Sérgio Luis Silveira, Silvio Oliveira, Simone Valmorbida, Telmo Campos, Thomaz Saboia, Valdir de Jobim, Walter Luiz de Lemos.

117 11 7 Anexo II - Agradecimentos - Participantes do Seminário de São Luís Alim Rachid Maluf Filho, Amaro Barreto da Rocha Klautau, Antônio Carlos Nunes de Lima, Antônio Dantas, Antônio Nascimento, Carlos Alberto Ferreira, Carlos Antônio Muniz Filho, Dilton Carvalho Ribeiro, Edmilson Santos, Eduardo Augusto Viana da Silva, Eurico Pacifico de Souza Júnior, Fábio Henrique C. Barros, Fernando Sarney, Flávia Lopes Vieira, Francisco Melo Franco, Francisco Wewton Diniz, Gilcivan P. N. Mota, Haroldo H. Silva, Heitor Helny, Herbert Fontenele Filho, Humberto de Almeida Castro, Ivan Souza, Jaildo Dantas, Jaqueline Lima Guimarães, João Batista Matos Viana Pereira, João de Albuquerque, Jorge Vilaça, José Alberto Belfort de Morais Rego, José Batista Veloso, José Carlos Lisboa de Souza, José Carlos Pacheco Teixeira, José Júlio de Carvalho Gomes, José Ribamar Martins Dominici, José Roberto D. Amorim, Kleber J. Junior, Luiz Augusto Veloso, Luiz Roberto Godinho Gonçalves, Manuel de Jesus dos S. Sousa, Márcio do Nascimento Pinto, P. Brito Vieira de Menezes, Paulo de Tarso de M. Trindade Carvalho, Roberto Fernandes da Silva, Robson Santana de Vasconcelos, Ronald de Almeida Silva, Ronaldo José Ferreira, Sérgio Antônio Souza Ribeiro.

118 11 8 Anexo II - Agradecimentos - Participantes do Seminário de Maceió Adaury Cordeiro Manso Filho, Ademir Ferreira da Silva, Alciran Pereira da Silva, Antônio Carlos Soares, Antônio José Pontes Oliveira, Arggeu Honório Pessoa de Mello, Averaldo Dantas da Silva, Beroaldo Teodólio Ferreira, Carlos Alberto Oliveira, Carlos Jorge Guimarães Lima, Carlos José M. de Albuquerque, Carlos José V. Pereira, Clóvis Artur de Lima Silvia, Daniel Fernandes do Nascimento, Daniela de Oliveira, Darlan C. Matias, Denilson Dutra da Silva, Edenilton Luiz Tavares Sidronio, Ederilda Cristina Tavares, Ednelson Dias Silva, Edson Tavares de Matos, Eduardo Gonzaga dos Santos, Edvan Santos, Elias Alves Feitosa Júnior, Elio Souza Rodrigues, Esmeralda Tavares Sidronio, Etério José da Silva, Euclides Ferreira Neto, Evaristo Porto, Everaldo Carlos da Silva, Fernando Gomes Braz Collor de Mello, Fernando Rogério Assumção, Filipe Perazzo Dantas, Flávio Raupp Fonseca, Francimília Faria, Gerson Luíz Fernandes, Gilbento da Silva, Gilmar Ferreira do Santos, Gilmeire Maria da Silva, Gilvam Ferreira, Gustavo Dantas Feijó, Hércules Martins da Silva, Herisson R. de M. Albuquerque, Humberto Palma, Ivanilson Soares da Silva, Jaíldo Azevedo Dantas, João Barbosa Neto, João Cardoso Capelão Neto, João José dos Santos, Joarez Branco, Jobson dos Santos Oliveira, Jorge Sano de Moraes, José Antônio dos Santos, José Carlos de Oliveira, José Carlos Melo, José Cordeiro Lima, José Elias Guedes de Gusmão, José Eurico Beltrão Coelho da Paz, José Florentino Correa, José Maria de Lima, José Mário Tenório Pereira, José Orliandes de Barros, José Raimundo A. Lessa, José Raimundo Soares Alexandre, José Ronaldo dos Santos, José Roque Silva Júnior, José Sebastião Dantas, José Teles da Silva Filho, Julio dos Santos Angelo, Luciano Soares Machado, Marcelo Alves de Sales, Marcos A. B. Soares, Mário Guilherme de A. Farias, Marivaldo Paranhos Prado, Marlon Reinoldson Nascimento, Maxwell Pereira dos Santos, Moacir Valdevino de Oliveira, Nivaldo Nunes Martins, Orlando José de Oliveira, Orlando Lins Dias, Pedro de Granoi, Pedro Gomes Filho, Pedro Luís Dias Alves, Pedro Rufino Soares, Plínio Góes, Quarez Biamio, Roberto C. Limeira, Robinson Sarbas Peixoto Rodrigues, Rubens Fantato Filho, Severino Reis Verçosa, Valdenício de Amorim, Virgílio Elisio da Costa Neto.

119 11 9 Anexo II - Agradecimentos - Participantes do Encontro de Salvador Affonso Bastos, Albino Leite de Oliveira, Almir Pinto, Antônio Alvares Miranda Filho, Antônio Carlos, Antonio Tillemont, Antonio Vasconcelos, Antonio Vieira, Carlos Alberto Lancetta, Carlos Humberto F. de Sousa, Cristiano Vasconcellos, Edson Marinho, Eduardo Fontes, Flávio Raupp, Haroldo Tavares, Joel Zanata, Ma. do Carmo Freire Miranda, Manuel Fernando, Marawan Rocha, Marcelo S. Frazão, Marcílio Rocha Ramos, Martinho Lelis de Santana, Nelsival Menezes, Paulo Carvalho, Pericles Chamusca, Raimundo Nonato, Raimundo Tavares, Sinval Vieira, Virgílio Elisio da Costa Neto, Walter Harth, Waltercio Fonsêca.

120 12 0 Anexo II - Agradecimentos - Participantes do Encontro de Recife Adelson Wanderley, Adilson Carneiro, Amaral Dutra, Aristóteles Cantalile, Aureo Bradley, Beto Lago, Bento Ferreira, Bruno Rodrigo da Silva Lippo, Carolino Dias da Silva Neto, Claudemir Gomes, David Sabino, Denilso Dutra da Silva, Deocleciano Oliveira Lima, Francisco Domingos, Fred Oliveira, José Joaquim, Lenivaldo Araga, Mair de Castro Cavalcanti, Marcio Maia, Marcos A.B. Soares, Mauro Pacheco, Nelson José Alemida de Brito, Otávio Augusto, Pedro Carneiro da Silva, Pedro Mauta, Roberto Carlos L. de Castro, Romildo Correia de Santana, Salomão Couto, Teobaldo de Azevedo, Valdomiro Matias Filho, Wilson Souza de Mendonça.

121 12 1 Anexo II - Agradecimentos - Participantes do Seminário de São Paulo Ademar F. Nogueira Júnior, Ademar Nogueira da Silva, Alcyr Cavalcanti, Alessandro R. Gonçalves, Ana Lúcia Rangel, Andréia Desiderati, Antônio Carlos Jorge Soares, Antônio Carlos Laje Soares, Antônio Eduardo M. Jorge, Beni Harari, Benjamin Back, Bruno Ribeiro, Caio Arnhold, Caio Paludo, Caio Torres, Carlos Eduardo Domingues, Carlos Orioni, Carolina Wada, Celso Ikeda, Claudia Magalhães, Claudio Mifano,.Dagoberto Fernando Santos, Dalton Ieiri, Daniel Coutinho, Daniel Kobata, Daniel Navarro, Daniel Sales, Daniel Vilhena, Décio C.Clemente, Dirceu Domingues Filho, Divanei Guazzelli, Djalma Fischetti Fernandez, Edson Francisco Lapolla, Eduardo Negrão, Eduardo Prada, Eduardo Viana, Elsen Carmo, Fábio Donatelli, Fábio Wolf, Felipe Valente, Fernando Aur Raso, Fernando Fernandes, Fernando Marcos Silva, Francisco Assis Filho, Gabriel Feechheimer, Gabriel Oliveira, Guilherme de Morais Vicente, Gustavo Cruz, Gustavo Pinheiro, Gustavo Triani, Gustavo Vieira de Oliveira, Hugo Matsuzaki, Humberto da Silva Frias, Igor Takeshi Nishimura, Jaime Franco, João Paulo J. Lopes Filho, Jor Russell, José de Assís Aragão, José de Souza Teixeira, José Eduardo M. Pimenta, José Henrique Martins Simões, José Luis Lourenceti, José Roberto Calecchio, José San G. Neto, José Sebastião Bastos, Juca Kfouri, Juliana Vasques, Leonardo Barbosa, Leonardo César, Levir Culpi, Lucianita M. Dos Santos, Luis Desiderati Júnior, Luiz Augusto Ramos, Luiz Guilherme Bueno, Luiz Guilherme Schymura, Luiz Henrique Ribeiro, Manoel Ferreira, Marcello Pace, Marcelo Luis Pioli, Marcelo Mazzucca, Marcelo Moraes Fonseca, Marcelo Penha, Márcio Luiz Valente, Márcio Muniz, Marco Aurélio Cunha, Marcos Bocato, Marcos Geraldo de Sá, Mario Marinho, Marta Felix Gato, Marvio Pereira Leoncine, Matheus Benato, Maurício Fernando Stefani, Nando Rodrigues, Nuno Filipe de Macedo Martins, Paulo Roberto Marques da Silva, Pedro Trengrouse, Rafael Albernaz, Rafael Oliveira, Rafael Rezende, Rafael Taricano, Raimundo Soares, Renata C. Machado, Renato Dias, Renato Miralla, Ricardo de Lima Fatio, Ricardo Felipe Fernandes, Robson Ferreira, Rodolfo Appendino, Rodrigo Taricano, Ronald de Almeida Silva, Silvio de Campos, Silvio Maia, Thiago Cinelli, Tiago Dias Lopes de Freitas, Virgílio Elísio da C. Neto, Wagner Dantas, Walter Filho, Weber Magalhães, Yeon Ho Woo.

122 12 2 Anexo II - Agradecimentos - Participantes do Seminário de Rio de Janeiro Adriana R. A. Alvares, Afonso Carlos A. Ribeiro, Airton Ayres Ferreira, Alex Bellos, Alexandre F. Mathias, Alexandre Fogaça Leomil, Alexandro de N. Arantes, Alfredo Nunes, Alvaro Quirroz, Ana C. Lima, André A. Petersen, André F. Machado, André Lopes Filho, Andréa Deriderati, Antonio Carlos Lage Soares, Antonio D. dos S. Pereira, Antonio O. R. L. da Costa, Aristeu L. Tavares, Armando Mauro Jr., Arthur Nunes Coimbra, Bris B. Cathalaneto, Bruno O. Barreto Gutman, C. Fechhcimer, Carlos Alberto Aragón, Carlos Alberto de Araújo, Carlos Augusto S. Costa, Carlos da C. L. Reis, Cesar da F. Pires, Claudete Joaquim Azevedo, Cleiber Pinheiro Maia, D. Menezes, Daniel Pomeroy, David Fishel, Deise Hernandes, Delfim P. Peixoto Filho, Edison L. A. Silva, Edmundo Santos Silva, Eduardo Athayde Duarte, Eduardo Negrão, Eduardo Prada, Eduardo Soares, Elder V. Cabreira, Eldio Macedo, Elson P. Senna Filho, Enio R. de Almeida, Evandro Gomes de Andrade, Evaristo de Almeida Neto, Fabianne Alexandra B., Fábio Alexandre C. Benevenuto, Fabio de B. Porto, Fabio Koff, Fabio Wolff, Felipe Magalhães, Fernando L. B. Pires, Fernando Prado, Flávio Correa da Silva, Flávio Elgarten, Flávio Gomes Diniz Pereira, Flavio P. Cavaliere, Flávio R. Félix, Francisco Almeida, Francisco Baptista, Francisco Victor Augusto, G. Marques Leão, Gelson Silva Chagas, Gerson B. Fernandez, Guilherme E. Embry, Gustavo Adalto Cortes, Gustavo Batos Moreno Maia, Hélio G. Pinto Jr., Heraclio Schiavo, Humberto P. Coelho Filho, Ibrahim Soares, Ismael Kurtz, João Baptista G. Filho, João E. Pereira, João Gilberto A. Alfradique, Joel Feppet, Jorge A. D. Perreira, Jorge Moraes, Jorge R. dos Santos, José Carlos R. Costa Jr., José Claudinei, José Dias, José F. Mansur, José Garcel, José Gomes, José R. Chaves, José R. Soares, José Roberto Justo, Josef Berensztein, Julio C. Almeida Barros, Júlio Cesar Leal Jr., Júlio Mariz, Leandro Bandeira Sousa, Leonardo Ferraz, Leonardo Ribeiro, Luis Antonio R. Leite, Luis Desiderati, Luiz A. de F. Mello, Luiz Fernando R Ferreira, Luiz G. Azevedo, Luiz Henrique Vianna de Mattos, Lysias A. D. Itapicurú, M. Mariano, Marcelo A.Paz, Marcelo Antonio A., Marcia Cintra, Marco A. de Moura, Marco L. T. Adriano, Marcos T. Peniche Nunes., Maria Claudia Zerkowski, Mario Vitor O. Rodrigues, Maurício Merzog, Mauro C. Boselli, Michel C. de R. Santos, Miguel Angelo G. Habib, Miguel de O. Marinho Junior, Miguelangelo Cariello, Moisés D. Gonçalves, Nelson Penna, Newton Alexandre G. Gomes, Ocimar Batista Bolicenho, Oscar T. Yamato, Otávio Carneiro, Patricia Moniz, Paulo Angione, Paulo H. Motta, Paulo Julio da Costa, Pedro E. Gualda, Pedro Guimarães, Pedro Trengrouse, Radamés Lattari Filho, Rafael Brito R. dos Santos, Rafael S. C. Fernandez, Ricardo Araújo, Ricardo Barreto, Ricardo C. de Oliveira, Risan Mourai, Roberto de Oliveira, Roberto F. dos Santos, Roberto Machado, Roberto Proença, Roberto Santos, Rodrigo Guimarães da Fonseca, Rodrigo R. Henriques, Rubens Ronchi, Sandro J. M. Reis, Sandro Silva Império, Sebastião E. V da Silva, Sebastião P. dos Santos, Sérgio C. C. Braga, Sérgio Eduardo M., Sergio M. B. Durão, Solange de S. Basílio, Stefan Krause, Tadeu Correia da Silva, Telmo M. Martins, Therezinha Monte, Thiago M. Portela, Thomaz Padilha, Ubirajara J. A. Silva, Virgílio E. da C. Neto, Vitor J. M. Lima, Wagner Taraelli, Walter Oaquim, Weber Magalhães.

123 12 3 ANEXO III - FICHA TÉCNICA

124 12 4 Anexo III - Ficha Técnica Projeto:Plano de Modernização do Futebol Brasileiro Cliente:Confederação Brasileira de Futebol Prazo:8 meses Equipe Coordenadora da CBF: > Presidente Ricardo Terra Teixeira > Coordenador GeralMarco Antônio Teixeira, PhD. Equipe Coordenadora FGV: > Diretor do ProjetoLuiz Guilherme Schymura, PhD. > Coordenador ExecutivoJosé Antônio Barros Alves, MSc. > Coordenador TécnicoCesar Cunha Campos, PhD.

125 12 5 Anexo III - Ficha Técnica Equipe de Coordenação:Antônio Carlos K. Aidar, MBA Alexandre Galindo da Rocha Loures, MBA Cecilia Helena Goia, MSc. Doride Pinheiro, MSc. Elsa I. C. Romero, MSc. Francisco Torres de Sá, MSc. Luiz Fernando Pozzi, MSc Luiz Guilherme de Oliveira Gutman Marvio Leoncini, MSc. Paulo Roberto Vampre Hummel, MSc. Rogério da Costa Pimenta, Esp. Equipe de Organização: Ana Cora Lima Ana Cristina Mendonça Sérgio Murilo Barros


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