A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Vanessa FortesAula 171 Teve início entre os anos 1930 e 1940, durante a 1ª Guerra Mundial Teve início entre os anos 1930 e 1940, durante a 1ª Guerra Mundial.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Vanessa FortesAula 171 Teve início entre os anos 1930 e 1940, durante a 1ª Guerra Mundial Teve início entre os anos 1930 e 1940, durante a 1ª Guerra Mundial."— Transcrição da apresentação:

1 Vanessa FortesAula 171 Teve início entre os anos 1930 e 1940, durante a 1ª Guerra Mundial Teve início entre os anos 1930 e 1940, durante a 1ª Guerra Mundial –Na inspeção dos recebimentos e –Recentemente é utilizada como melhoria nos processos de fornecedores para fornecimentos confiáveis Existem 3 visões para a liberação do lote Existem 3 visões para a liberação do lote –Aceitação sem inspeção –Inspeção 100% –Aceitação por amostragem INSPEÇÃO

2 Vanessa FortesAula 172 Aceitação sem inspeção Aceitação sem inspeção –Utilizado quando o processo do fornecedor é tão bom que unidades/lotes não conformes quase não ocorrem (capabilidade do fornecedor entre 3 e 4) Inspeção 100%, inspeção em todos os itens dos lotes removendo as unidades não conformes encontradas Inspeção 100%, inspeção em todos os itens dos lotes removendo as unidades não conformes encontradas –Quando o componente / unidade / lote for extremamente crítico, ou –Quando a capabilidade do fornecedor for inadequada para atender as especificações INSPEÇÃO

3 Vanessa FortesAula 173 Aceitação por amostragem Aceitação por amostragem –Quando o teste for destrutivo –Quando o custo da inspeção 100% for muito alto –Quando o fornecedor tiver um bom histórico de qualidade, mas sua capabilidade é baixa para aceitação sem inspeção INSPEÇÃO

4 Vanessa FortesAula 174 Vantagens da amostragem em relação a inspeção 100% Vantagens da amostragem em relação a inspeção 100% –Mais barato por ter menos inspeção –Aplicável em testes destrutivos –Menos funcionários envolvidos com as atividades de inspeção –Redução do número de erros devido a inspeção INSPEÇÃO

5 Vanessa FortesAula 175 Desvantagens da amostragem em relação a inspeção 100% Desvantagens da amostragem em relação a inspeção 100% –Risco de aceitação de lotes ruins ou rejeição de lotes bons –Menos informações geradas sobre produtos e/ou processos –Necessidade de planos e documentações de amostragem INSPEÇÃO

6 Vanessa FortesAula 176 Tipos de Planos de Amostragem Tipos de Planos de Amostragem –Atributos Características de qualidade enumeráveis Características de qualidade enumeráveis Quando uma unidade / lote é classificado como conforme ou não conforme em relação a um dado requisito - ENUMERAÇÃO Quando uma unidade / lote é classificado como conforme ou não conforme em relação a um dado requisito - ENUMERAÇÃO –Variáveis Características de qualidade possíveis de serem medidas em escala contínua (quilograma, metros, metros por segundo, etc) - MEDIÇÃO Características de qualidade possíveis de serem medidas em escala contínua (quilograma, metros, metros por segundo, etc) - MEDIÇÃO INSPEÇÃO

7 Vanessa FortesAula 177 Tipos de Planos de Amostragem Tipos de Planos de Amostragem –Planos de Amostragem Simples uma amostra uma amostra –Planos de Amostragem Duplo duas amostras duas amostras –Planos de Amostragem Múltiplo três ou quatro amostras três ou quatro amostras –Planos de Amostragem Seqüencial seqüência acumulativa de amostras unitárias seqüência acumulativa de amostras unitárias INSPEÇÃO

8 Vanessa FortesAula 178 Planos de Amostragem Simples - uma amostra Planos de Amostragem Simples - uma amostra –Quando uma amostra de n unidades é selecionada do lote e a disposição do lote é baseada na informação referente a esta amostra –Um ou mais atributos / características podem ser inspecionados (as) na mesma amostra INSPEÇÃO

9 Vanessa FortesAula 179 Planos de Amostragem Simples - uma amostra Planos de Amostragem Simples - uma amostra –Exemplo: Um lote de tamanho N = será inspecionado. –O plano de amostragem simples é definido pelo tamanho da amostra n = 89 e pelo número de aceitação a = 2. –Ou seja, 89 unidades de um lote de unidades serão inspecionadas e d observações serão obtidas. Se o número de observações d for menor ou igual a a = 2 o lote será aceito Se o número de observações d for menor ou igual a a = 2 o lote será aceito Se d for maior que 2 o lote será rejeitado Se d for maior que 2 o lote será rejeitado INSPEÇÃO

10 Vanessa FortesAula 1710 Curvas Características de Operação (CCO) Curvas Características de Operação (CCO) –A CCO define, para cada plano de amostragem, a probabilidade (Pa) de aceitação do lote que tenha uma qualidade p em percentagem defeituosa uma qualidade p em percentagem defeituosa submetido a inspeção através de uma amostra n, retirada aleatoriamente do lote, e um critério de aceitação do lote a submetido a inspeção através de uma amostra n, retirada aleatoriamente do lote, e um critério de aceitação do lote a INSPEÇÃO

11 Vanessa FortesAula 1711 Curvas Características de Operação (CCO) Curvas Características de Operação (CCO) –Exemplo: 100 lotes de amostra n = 100 e número de aceitação a = 3. INSPEÇÃO

12 Vanessa FortesAula 1712 Curvas Características de Operação (CCO) Curvas Características de Operação (CCO) –65 desses lotes seriam provavelmente aceitos e 35 rejeitados –Quanto maior a porcentagem de peças defeituosas no lote, menor será a percentagem / probabilidade de aceitação –Um lote de boa qualidade pode ser rejeitado e um de má qualidade pode ser aceito INSPEÇÃO

13 Vanessa FortesAula 1713 –Risco do consumidor - (10%) de aceitar um produto de má qualidade –Risco do produtor - (5%) de rejeição de um lote de boa qualidade INSPEÇÃO

14 Vanessa FortesAula 1714 –Um lote é considerado de boa qualidade quando a fração (p) defeituosa efetiva do lote for menor ou igual ao valor do NQA (nível de qualidade aceitável ou AQL – Acceptance Quality Level) pré- estabelecido. quando a fração (p) defeituosa efetiva do lote for menor ou igual ao valor do NQA (nível de qualidade aceitável ou AQL – Acceptance Quality Level) pré- estabelecido. –O NQA é definido como sendo a máxima porcentagem defeituosa (ou o máximo número de defeitos por 100 unidades) que para fins de inspeção por amostragem pode ser considerada satisfatória como média de um processo. INSPEÇÃO

15 Vanessa FortesAula 1715 INSPEÇÃO –Um lote é considerado de má qualidade quando a fração (p) defeituosa efetiva do lote for maior ou igual ao valor de QL (Qualidade Limite ou LQL – Low Quality Level). –A QL é definida como sendo o limite mínimo de porcentagem de peças defeituosas (ou número mínimo de defeitos por 100 unidades) acima do qual o lote é considerado de má qualidade. –Número de defeitos por 100 unidades

16 Vanessa FortesAula 1716 Interpretação da curva característica de operação Interpretação da curva característica de operação –As curvas podem apresentar inclinações diferentes –Estas inclinações dependem do tamanho da amostra e do critério de aceitação –Quanto mais íngreme a curva maior a proteção do consumidor e do produtor INSPEÇÃO

17 Vanessa FortesAula 1717 INSPEÇÃO

18 Vanessa FortesAula 1718 Interpretação da curva característica de operação Interpretação da curva característica de operação –Para um mesmo risco do produtor (α), NQA A > NQA B A proteção do produtor é maior para a curva A A proteção do produtor é maior para a curva A –Para um mesmo risco do consumidor (β), QL A > QL B A proteção do consumidor é maior para a curva A A proteção do consumidor é maior para a curva A INSPEÇÃO

19 Vanessa FortesAula 1719 –P 0,5 é o ponto de indiferença onde uma determinada porcentagem defeituosa possui a probabilidade de aceitação igual a probabilidade de rejeição onde uma determinada porcentagem defeituosa possui a probabilidade de aceitação igual a probabilidade de rejeição –Considerando um mesmo valor de NQA e um lote com qualidade igual a NQA, a probabilidade de rejeição do lote para a curva A é menor que para a curva B α A < α B α A < α B –O produtor terá mais proteção se utilizar o plano de amostragem A –Para lotes maiores o tamanho da amostra e o critério de aceitação são maiores o que aumenta a proteção do consumidor e do produtor INSPEÇÃO

20 Vanessa FortesAula 1720 Resultados da Inspeção - Curva da Qualidade Média Resultante (QMR) ou Average Outgoing Quality (AOQ) Resultados da Inspeção - Curva da Qualidade Média Resultante (QMR) ou Average Outgoing Quality (AOQ) –Exemplo: Inspeção em 100 lotes de mesma qualidade p = 3% por um plano de amostragem n = 100 e a = 3. Esses lotes tem probabilidade de aceitação de 65% e de rejeição 35%. Os lotes rejeitados foram inspecionados 100% e as peças defeituosas foram retiradas e substituídas por peças não defeituosas. –Resultado: 65% 3% de defeituosa 35% 0% de defeituosas Total 100 lotes INSPEÇÃO

21 Vanessa FortesAula 1721 –A qualidade média resultante dos 100 lotes é: QMR = 1,95 % QMR = 1,95 % –Para os 100 lotes, após a seleção 100%, a qualidade média é de 1,95 de peças defeituosas –Generalizando: –Para lotes pequenos ou ou INSPEÇÃO

22 Vanessa FortesAula 1722 –O QMR é a área do retângulo formado pela CCO nos pares de valores Pa e p. INSPEÇÃO

23 Vanessa FortesAula 1723 –Em aproximadamente Pa 1 possui um ponto de inflexão, onde a curva muda de direção. –Neste ponto a curva QMR atinge o seu valor máximo. INSPEÇÃO

24 Vanessa FortesAula 1724 INSPEÇÃO

25 Vanessa FortesAula 1725 –O valor máximo da curva QMR chama-se limite da qualidade média resultante (LQMR) ou Average Outgoing Quality Limit (AOQL). –Não é interessante ao produtor trabalhar com um processo que forneça p maior que o valor do NQA, já que a partir desse valor a sua probabilidade de rejeição vai aumentando consideravelmente gerando mais inspeção 100% dos lotes rejeitados, aumentando consideravelmente o volume e o custo de produção. INSPEÇÃO

26 Vanessa FortesAula 1726 Curva de Inspeção Total Média (ITM) ou Average Total Inspection (ATI)Curva de Inspeção Total Média (ITM) ou Average Total Inspection (ATI) –É a quantidade média de todas as unidades inspecionadas por lote, incluindo a inspeção por amostragem dos lotes aceitos e a inspeção 100% dos lotes rejeitados. INSPEÇÃO

27 Vanessa FortesAula 1727 –Exemplo: N = , n = 89, a = 2, p = 0,01 e Pa = 0,9397, então: N = , n = 89, a = 2, p = 0,01 e Pa = 0,9397, então: ITM = 687 –É comum que se escolha o plano de amostragem que tenha a QMR especificada e o menor ITM. INSPEÇÃO

28 Vanessa FortesAula 1728 Planos de Amostragem Duplo (duas amostras) Planos de Amostragem Duplo (duas amostras) –Quando a decisão baseada em informação de uma primeira amostra é aceitar ou rejeitar o lote ou retirar nova amostra. –Ambas as amostras são combinadas para a decisão final. –O plano de amostragem duplo é definido por: n1 = tamanho da primeira amostra n1 = tamanho da primeira amostra a1 = número de aceitação da primeira amostra a1 = número de aceitação da primeira amostra n2 = tamanho da segunda amostra n2 = tamanho da segunda amostra a1 = número de aceitação de ambas as amostras a1 = número de aceitação de ambas as amostras INSPEÇÃO

29 Vanessa FortesAula 1729INSPEÇÃO

30 Vanessa FortesAula 1730 –Exemplo: n1 = 50, a1 = 1, n2 = 100 e a2 = 3. Os 50 itens da primeira amostra foram selecionados aleatoriamente do lote e o número de defeitos, d1 observados. Se d 1 a 1 = 1, o lote é aceito na primeira amostra. Se d 1 a 1 = 1, o lote é aceito na primeira amostra. Se d 1 > a 2 = 3, o lote é rejeitado na primeira amostra. Se d 1 > a 2 = 3, o lote é rejeitado na primeira amostra. Se a 1 < d 1 a2, uma segunda amostra aleatória de n = 100 é retirada do lote, e o número de defeitos, d 2 nesta amostra é observado. Se a 1 < d 1 a2, uma segunda amostra aleatória de n = 100 é retirada do lote, e o número de defeitos, d 2 nesta amostra é observado. INSPEÇÃO

31 Vanessa FortesAula 1731 –Exemplo: n1 = 50, a1 = 1, n2 = 100 e a2 = 3. Os 50 itens da primeira amostra foram selecionados aleatoriamente do lote e o número de defeitos, d1 observados. A combinação dos defeitos obtidos nas duas amostras d1 + d2 é usada para a decisão final do lote. A combinação dos defeitos obtidos nas duas amostras d1 + d2 é usada para a decisão final do lote. Se d1 + d2 a2 = 3, o lote é aceito, Se d1 + d2 a2 = 3, o lote é aceito, Se d1 + d2 > a2 = 3, o lote é rejeitado. Se d1 + d2 > a2 = 3, o lote é rejeitado. INSPEÇÃO

32 Vanessa FortesAula 1732 VANTAGENS E DESVANTAGENS DO PLANO DE AMOSTRAGEM DUPLO COM RELAÇÃO AO PLANO DE AMOSTRAGEM SIMPLES INSPEÇÃO

33 Vanessa FortesAula 1733 Vantagens Vantagens –Possibilidade de redução da quantidade total de inspeções requeridas. Em ocorrendo aceitação do lote na primeira amostra e esta sendo menor que a requerida para o plano de amostragem simples os custos com a inspeção diminuem. Em ocorrendo aceitação do lote na primeira amostra e esta sendo menor que a requerida para o plano de amostragem simples os custos com a inspeção diminuem. –O plano de amostragem duplo possibilita uma segunda chance ao lote Possibilidade de realização de uma segunda amostragem. Possibilidade de realização de uma segunda amostragem. INSPEÇÃO

34 Vanessa FortesAula 1734 Desvantagens Desvantagens –Possibilidade de aumento da quantidade total de inspeções requeridas Em ocorrendo aceitação do lote somente na segunda amostra pode ter gerado mais custos com a inspeção que o plano de amostragem simples. Em ocorrendo aceitação do lote somente na segunda amostra pode ter gerado mais custos com a inspeção que o plano de amostragem simples. –O plano de amostragem duplo é mais complexo para ser administrado e pode gerar erros de inspeção. INSPEÇÃO

35 Vanessa FortesAula 1735 –Exemplo: n1 = 50, a1=1, n2 = 100, a2 = 3 n1 = 50, a1=1, n2 = 100, a2 = 3 INSPEÇÃO Probabilidade de aceitação da combinação das amostra (primeira e segunda) Probabilidade de aceitação da primeira amostra Probabilidade de aceitação da segunda amostra

36 Vanessa FortesAula 1736 –probabilidade de observação d 1 a 1 = 1 –com fração de defeitos p = 0,05, INSPEÇÃO

37 Vanessa FortesAula 1737 –Probabilidade de aceitação da segunda amostra por dois caminhos: a)d 1 = 2 e d 2 = 0 ou 1: 2 defeitos na primeira amostra e 1 ou menos na segunda: = 0,261 * 0,037 = 0,009 INSPEÇÃO =

38 Vanessa FortesAula 1738 b) d 1 = 3 e d 2 = 0: 3 defeitos na primeira amostra e 0 na segunda: = 0,220 * 0,0059 = 0,001 INSPEÇÃO = =

39 Vanessa FortesAula 1739 = 0, ,001 = 0,010 = 0, ,010 = 0,289 INSPEÇÃO = =

40 Vanessa FortesAula 1740 Plano de Amostragem Múltipla Plano de Amostragem Múltipla –Quando mais de duas amostras são requeridas para a decisão final. –É uma extensão do plano de amostragem duplo. –A principal vantagem é que as amostras necessárias para cada estágio são menores que aquelas utilizadas pelos planos de amostragem simples e duplo. –Mas este plano é mais complexo de ser administrado. INSPEÇÃO

41 Vanessa FortesAula 1741 INSPEÇÃO Plano de Amostragem Múltipla Plano de Amostragem Múltipla –Exemplo: Um plano com 5 estágios. Tamanho da amostra - Acumulado Número de Aceitação Número de Rejeição

42 Vanessa FortesAula 1742 INSPEÇÃO Plano de Amostragem Múltipla Plano de Amostragem Múltipla Exemplo: Um plano com 5 estágios. –Se qualquer estágio tiver um número de itens defeituosos menor ou igual ao número de aceitação, o lote será aceito. –Se em qualquer estágio o número de defeitos for maior ou igual ao número de aceitação o lote será rejeitado e outra amostra é necessária. –O plano de amostragem múltiplo continua até a quinta amostra, quando será decidida a disposição do lote.

43 Vanessa FortesAula 1743 INSPEÇÃO Plano de Amostragem Seqüencial Plano de Amostragem Seqüencial –Quando existe uma seqüência de amostragens. –É na verdade um plano de extensão dos planos duplo e múltiplo. –Na prática, a definição da aceitação ou da rejeição do lote pela amostragem seqüencial pode continuar indefinida até que todo o lote seja 100% inspecionado.

44 Vanessa FortesAula 1744 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –O limite de qualidade é estabelecido de acordo com o NQA (Nível de Qualidade Aceitável) ou AQL (Acceptance Quality Level). –Existem três tipos de planos de amostragens: Simples Simples Duplo Duplo Múltiplo Múltiplo –Para cada tipo de plano é definida uma classificação: Normal Normal Reduzida Reduzida Rigorosa Rigorosa

45 Vanessa FortesAula 1745 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –A inspeção normal é utilizada para iniciar uma nova atividade de amostragem. –A rigorosa é utilizada quando o histórico de qualidade do fornecedor é muito abaixo do esperado. Esta amostragem tem seus requisitos para aceitação do lote mais rigorosos. Esta amostragem tem seus requisitos para aceitação do lote mais rigorosos. –A reduzida é utilizada quando o histórico de qualidade do fornecedor é muito bom. O tamanho da amostra nesta inspeção é menor que o da normal. O tamanho da amostra nesta inspeção é menor que o da normal.

46 Vanessa FortesAula 1746 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –Estas amostragens são expressas em termos da curva característica Uma representação gráfica da percentagem de defeituosos do lote versus a probabilidade de o plano de amostragem aceitar o mesmo lote. Uma representação gráfica da percentagem de defeituosos do lote versus a probabilidade de o plano de amostragem aceitar o mesmo lote. –A Amostragem simples (uma só inspeção para aceitar ou rejeitar o lote) é administrativamente mais simples mas o número médio de unidades inspecionadas é superior em média ao da amostragem dupla e múltipla.

47 Vanessa FortesAula 1747 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –Uma curva característica ideal, teria o seguinte aspecto: –Todos os lotes melhores que o NQA são aceitos 100% das vezes e todos os piores são rejeitados. NQA

48 Vanessa FortesAula 1748 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –Relativamente à curva real, será do tipo:

49 Vanessa FortesAula 1749 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –A zona A indica a qualidade dos produtos que são muito provavelmente aceitos pelo plano de amostragem. –A zona C a qualidade dos produtos que serão muito provavelmente rejeitados. –A zona B corresponde à zona intermediária.

50 Vanessa FortesAula 1750 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –Os lotes com uma percentagem de defeituosos igual ao NQA serão aceitos 95% das vezes (5% dos lotes serão rejeitados, α o risco do produtor = 5%) –Os lotes com um nível de qualidade inferior ao QL (Qualidade Limite) ou AQL (Acceptance Quality Level) serão aceitos 10% das vezes (90% dos lotes serão rejeitados, β o risco do consumidor é de 10%).

51 Vanessa FortesAula 1751 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –É desejável assegurar que a zona A da curva corresponda ao produto que se pretende aceitar –A zona B que se pretende rejeitar. –À medida que aumenta o tamanho da amostra aumenta o poder discriminatório" do plano de amostragem com a curva característica aproximando-se da curva ideal.

52 Vanessa FortesAula 1752 INSPEÇÃO Construção da Curva Característica Construção da Curva Característica

53 Vanessa FortesAula 1753 INSPEÇÃO Construção da Curva Característica Construção da Curva Característica

54 Vanessa FortesAula 1754 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –Um defeito é qualquer não-conformidade no produto com os requisitos especificados. –Os defeitos são normalmente agrupados nas seguintes classes: Defeito critico Defeito critico Defeito maior Defeito maior Defeito menor Defeito menor

55 Vanessa FortesAula 1755 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –Defeito critico: conduzem diretamente a prejuízos graves ou a perdas econômicas significativas ou colocam em risco o cliente (não é aceito) –Defeito maior: geram problemas importantes respeitando o uso normal ou razoavelmente previsível –Defeito menor: geram problemas pouco importantes respeitando o uso normal ou razoavelmente previsível

56 Vanessa FortesAula 1756 INSPEÇÃO Military Standard 105E Military Standard 105E –Existem três níveis gerais de inspeção: Nível de inspeção I - Reduzido Nível de inspeção I - Reduzido Nível de inspeção II - Normal Nível de inspeção II - Normal Nível de inspeção III - Rigoroso Nível de inspeção III - Rigoroso Nível de inspeção S1 a S4 - Especiais Nível de inspeção S1 a S4 - Especiais

57 Vanessa FortesAula 1757 INSPEÇÃO Evolução e Involução de Nível Evolução e Involução de Nível

58 Vanessa FortesAula 1758 INSPEÇÃO Evolução e Involução de Nível Evolução e Involução de Nível ReduzidoNormal - Produção estável, e - 10 lotes consecutivos aceitos, e - Aprovação por autoridade responsável - Lote Rejeitado, ou - Produção Irregular, ou - Lote nem aceito nem rejeitado (em condicional), ou - Outra condição para retorno a produção normal

59 Vanessa FortesAula 1759 INSPEÇÃO Evolução e Involução de Nível Evolução e Involução de Nível NormalRigoroso 2 lotes reprovados em 5 5 lotes consecutivos aceitos

60 Vanessa FortesAula 1760 INSPEÇÃO Evolução e Involução de Nível Evolução e Involução de Nível Rigoroso 10 lotes consecutivos permanecentes na inspeção rigorosa Inspeção descontinuada - tomada de ação no fornecedor

61 Vanessa FortesAula 1761 INSPEÇÃO Evolução e Involução de Nível Evolução e Involução de Nível

62 Vanessa FortesAula 1762 INSPEÇÃO Procedimento a ser seguido: Procedimento a ser seguido: 1.Estabelecer o NQA (AQL) 2.Determinar o nível de inspeção 3.Determinar o tamanho do lote 4.Encontrar o código referente ao tamanho da amostra na tabela 1 5.Determinar o tipo de plano de amostragem (simples, duplo e múltiplo) 6.Encontrar a tabela com o tipo de plano apropriado a ser usado

63 Vanessa FortesAula 1763 INSPEÇÃO Exemplo: Exemplo: N = 2000 (Tamanho do lote) NQA = 0,65% (Nível de qualidade aceitável) De acordo com a tabela 1 pode-se observar que para um tamanho de lote de 2000 a letra para o nível II é K, para o I é H e para o III é L De acordo com a tabela 1 pode-se observar que para um tamanho de lote de 2000 a letra para o nível II é K, para o I é H e para o III é L Para uma inspeção normal (nível II) com amostragem simples, utilizando a tabela para inspeção normal o plano de inspeção é n = 125 com a = 2. Para uma inspeção normal (nível II) com amostragem simples, utilizando a tabela para inspeção normal o plano de inspeção é n = 125 com a = 2. Na tabela para inspeção rigorosa o plano de inspeção é n = 125 com a = 1. O tamanho da amostra se mantém, mas o valor de aceitação torna-se mais rigoroso. Na tabela para inspeção rigorosa o plano de inspeção é n = 125 com a = 1. O tamanho da amostra se mantém, mas o valor de aceitação torna-se mais rigoroso.

64 Vanessa FortesAula 1764 INSPEÇÃO Tabela 1 Tabela 1

65 Vanessa FortesAula 1765 INSPEÇÃO Planos de Amostragem por Variável Planos de Amostragem por Variável –Vantagens As amostras possuem tamanhos menores que aquelas utilizadas nos planos por atributos, mas o custo das observações é mais elevado. As amostras possuem tamanhos menores que aquelas utilizadas nos planos por atributos, mas o custo das observações é mais elevado. Em testes destrutivos o plano por variáveis é mais utilizado para redução de custos de inspeção. Em testes destrutivos o plano por variáveis é mais utilizado para redução de custos de inspeção. Os dados de medição obtidos pelo plano por variáveis possui mais informações relativas ao lote/amostra que o de atributos. Os dados de medição obtidos pelo plano por variáveis possui mais informações relativas ao lote/amostra que o de atributos. –As informações numéricas, muitas vezes, são mais eficazes que a classificação em conforme ou não conforme.

66 Vanessa FortesAula 1766 INSPEÇÃO Planos de Amostragem por Variável Planos de Amostragem por Variável –Desvantagens A distribuição da característica medida deve ser conhecida, pois se o plano estiver baseado em uma distribuição normal e esta não for, existe um grande risco de itens serem aceitos ou rejeitados erroneamente A distribuição da característica medida deve ser conhecida, pois se o plano estiver baseado em uma distribuição normal e esta não for, existe um grande risco de itens serem aceitos ou rejeitados erroneamente É necessário ter um plano de amostragem para cada característica avaliada É necessário ter um plano de amostragem para cada característica avaliada –Existem dois tipos de planos de amostragem para variáveis: plano que controla a fração defeituosa do lote plano que controla a fração defeituosa do lote plano que controla um parâmetro do processo plano que controla um parâmetro do processo

67 Vanessa FortesAula 1767 INSPEÇÃO Plano que considera a fração defeituosa do lote Plano que considera a fração defeituosa do lote –Pode-se avaliar quando o item será aceito ou rejeitado. 1.para limite inferior e para limite superior para limite superior Z LIE - Distância entre a média e o limite inferior de especificação (LIE) Z LSE - Distância entre a média e o limite superior de especificação (LSE)

68 Vanessa FortesAula 1768 INSPEÇÃO Plano que considera a fração defeituosa do lote Plano que considera a fração defeituosa do lote –Caso exista um valor crítico que não pode ser ultrapassado k, Z LIE k estando a medida suficientemente distante do limite inferior, então o lote pode ser aceito Z LIE k estando a medida suficientemente distante do limite inferior, então o lote pode ser aceito mas Z LIE k a medida está próxima do limite e o lote deve, então, ser rejeitado mas Z LIE k a medida está próxima do limite e o lote deve, então, ser rejeitado –Para o limite superior de controle utiliza-se o mesmo procedimento 2.Também pode ser estimada a fração defeituosa pela área formada abaixo da curva normal produzida

69 Vanessa FortesAula 1769 INSPEÇÃO Plano que considera um parâmetro de processo Plano que considera um parâmetro de processo –Este plano é usado para garantir a qualidade média do material –Este tipo de plano é usado para amostragem em tambores, containers, saco, etc. Military Standard 414 Military Standard 414 –plano de amostragem considera a aceitação de lote por lote

70 Vanessa FortesAula 1770 INSPEÇÃO NORMAS ABNT NORMAS ABNT –Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos - NBR5426 –Guia para utilização da norma NBR Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos - NBR5427 –Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por variáveis - NBR5429 –Guia de utilização da NBR Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por variáveis - NBR5430


Carregar ppt "Vanessa FortesAula 171 Teve início entre os anos 1930 e 1940, durante a 1ª Guerra Mundial Teve início entre os anos 1930 e 1940, durante a 1ª Guerra Mundial."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google