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O que é o Novo Enem. Não mede a de Apresenta lista de São meios para a construção de Procura medir o desenvolvimento de Para aferir a construção de Apresenta-se.

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1 O que é o Novo Enem

2 Não mede a de Apresenta lista de São meios para a construção de Procura medir o desenvolvimento de Para aferir a construção de Apresenta-se como alternativa ao Organizado em função da Estrutura-se a partir de 5 Desconectado das

3 Ensino no Brasil - Vestibular – Paradigma da Informação: ênfase em dados (FATOS, NOMES, DATAS, ALGORITMOS, FÓRMULAS, ETC...) – Mitos: Boas explicações + exemplos precisos + clareza na fala + resolução de problemas escolhidos = aprendizagem Informação = Conhecimento = Aprendizagem – Em geral, desconectado do cotidiano.

4 Perspectiva do Aluno – Repetir o que foi ensinado – Refazer o roteiro seguido pelo professor – Memorizar as informações – Educação bancária (Paulo Freire)

5 Transformações tecnológicas/sociais e culturais Hoje é preciso saber APRENDER A APRENDER Sociedades cada vez mais complexas marcadas por tensões e contradições Sociedades que se caracterizam pelo consumo, tecnologia, conhecimento e informação Sociedades que, por implicação, a educação é um direito, uma necessidade de todos Enfim AÇÃO AÇÃO, como elemento chave.

6 Necessidades Atuais – Ensinar perguntas ao invés de respostas – Diversificação de materiais e de estratégias – Discussões coletivas – Resolução de problemas abertos – Valorização do erro como possibilidade de modelagem do mundo real – Dar sentido ao está sendo ensinado pois o aluno é ativo na construção de significados – o significado está nas pessoas, não nas coisas

7 LDB Atenção às diferenças Mudança de foco: do ensino para a aprendizagem dos conteúdos para as competências da transmissão para a construção Competências e Habilidades Problema: mudou a lei, mas o vestibular continuou o mesmo!

8 O ENSINO POR COMPETÊNCIAS E HABILIDADES

9 POR QUE O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ? POR QUE O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ? Uma nova cultura modifica as formas de produção e apropriação dos saberes O mundo mudou – temos decisões a tomar, muitos procedimentos a aprender, muitos problemas a resolver A escola de hoje tem uma função social urgente O mundo é globalizado Contexto sócio-educacional: exige-se pessoas que saibam fazer e que tenham capacidade para planejar e resolver problemas Crise educacional: os alunos não se interessam por saberes sem sentido, sem utilidade

10 O QUE EMBASA O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ?? O QUE EMBASA O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ?? Conferência Mundial de Educação Para Todos – Tailândia – É consenso internacional que a educação, ao longo da vida, está fundada em quatro PILARES APRENDER A CONHECER: CULTURA GERAL CULTURA GERAL ESPÍRITO ESPÍRITO INVESTIGATIVO INVESTIGATIVO VISÃO CRÍTICA VISÃO CRÍTICA APRENDER A APRENDER APRENDER A APRENDER APRENDER A FAZER: RELACIONAR– RELACIONAR– E EM GRUPO E EM GRUPO RESOLVER RESOLVERPROBLEMAS QUALIFICAR– QUALIFICAR– SE PROFISSIONAL MENTE SE PROFISSIONAL MENTE APRENDER A VIVER COM OS OUTROS: SABER SABER COMPREENDER O OUTRO SABER SABER RESOLVER CONFLITOS RESPEITO RESPEITO AO OUTRO APRENDER A SER: AGIR COM AGIR COM AUTONOMIA AUTONOMIA EXPRESSAR EXPRESSAROPINIÕES ASSUMIR ASSUMIR RESPONSABILID A DES PESSOAIS

11 O QUE EMBASA O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ?? O QUE EMBASA O ENSINO POR COMPETÊNCIAS ?? As Diretrizes Curriculares Nacionais – Parâmetros Curriculares Nacionais – enfatizam a necessidade de centrar o ensino e aprendizagem no desenvolvimento de competências e habilidades por parte do aluno, em lugar de centrá-lo no conteúdo conceitual apenas.

12 COMO SE DEFINEM COMPETÊNCIAS COMO SE DEFINEM COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ??

13 Dicionário: qualidade de quem é capaz de apreciar e resolver certos assuntos. Na educação: competência é a faculdade de MOBILIZAÇÃO de um conjunto de recursos cognitivos – como saberes, habilidades e informações – para solucionar com pertinência e eficácia uma série de situações (Perrenoud) Competência pressupõe: - operações mentais; - capacidade para usar habilidades; - emprego de atitudes adequadas à realização de tarefas; COMPETÊNCIA

14 Competências se constituem num conjunto de conhecimentos, atitudes, capacidades e aptidões que habilitam alguém para vários desempenhos da vida; As competências pressupõem operações mentais, capacidades para usar as habilidades, emprego de atitudes, adequadas à realização de tarefas e conhecimentos; As competências são um conjunto de habilidades harmonicamente desenvolvidas e que caracterizam por exemplo uma função/profissão específica: ser arquiteto, médico ou professor de química. As habilidades devem ser desenvolvidas na busca das competências." Uma habilidade não "pertence" a determinada competência, uma vez que uma mesma habilidade pode contribuir para competências diferentes. A aquisição de tais competências e habilidades, entretanto, não significa o abandono do conteúdo da mesma aprendizagem. COMPETÊNCIAS

15 Competências As habilidades estão no plano imediato do fazer (forma operatória dos conhecimentos); Um conjunto articulado e autocoerente de habilidades é uma competência (forma predicativa dos conhecimentos);

16 As competências articulam: Competências não estão associadas a conteúdos/matérias específicas embora se refiram a elas Ex: Utilizar instrumentos de medição e de cálculos. CONHECIMENTO HABILIDADES ATITUDESVALORES PROCEDIMENTOS

17 HABILIDADE Dicionário: 1. Qualidade de hábil 2. Capacidade, inteligência 3. Aptidão Excelência na proposição e realização de objetivos Em educação: Competência de ordem particular que se aprimora com o usoEx: Quem tem competência para sair de uma valeta sairá melhor se aprimorar suas habilidades Habilidade: filha específica da competência (Celso Antunes)

18 HABILIDADE Habilidade diz respeito a uma CAPACIDADE ADQUIRIDA/saber fazerEx: - identifica variáveis - compreende fenômenos - relaciona informações - analisa situações-problemas - sintetiza, julga, correlaciona e manipula

19 As habilidades estão associadas ao saber fazer: ação física ou mental que indica a capacidade adquirida. Assim, identificar variáveis, compreender fenômenos, relacionar informações, analisar situações-problema, sintetizar,julgar, correlacionar e manipular são exemplos de habilidades. Habilidades se ligam a atributos relacionados não apenas ao saber-conhecer mas ao saber-fazer, saber- conviver e ao saber-ser. HABILIDADES

20 COMPETÊNCIA X HABILIDADE: HÁ COMO DIFERENCIAR?? Não há como diferenciar de forma precisa porque em determinadas situações ou isoladamente, uma habilidade pode ser uma competência a ser desenvolvida Competência é uma habilidade de ordem geral, enquanto a habilidade é uma competência de ordem particular, especifica (Macedo)

21 COMPETÊNCIA X HABILIDADE: HÁ COMO DIFERENCIAR?? Ex: Competência: Resolver problemas Habilidades: 1.Saber ler 2.Saber calcular 3.Saber interpretar dados 4.Tomar decisões 5.Registrar por escrito AS HABILIDADES DEVEM SER DESENVOLVIDAS NA BUSCA DE COMPETÊNCIAS.

22 COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS (MEC) Dominar leitura/escrita e outras linguagens Fazer cálculos e resolver problemas Analisar, sintetizar e interpretar dados, fatos e situações Compreender o seu entorno social e atuar sobre ele Receber criticamente os meios de comunicação Localizar, acessar, e usar melhor a informação acumulada Planejar, trabalhar e decidir em grupo

23 CONHECIMENTO HABILIDADESATITUDES COMPETÊNCIAS

24 CARACTERÍSTICAS DO NOVO ENEM

25 O NOVO ENEM Em 2009, o Ministério da Educação, por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), propôs substanciais modificações no Enem, eu servirá mais claramente como processo seletivo para ingresso em universidades e institutos federais. A prova será mais abrangente, que, além de avaliar competências e habilidades, também explore os conteúdos tradicionalmente trabalhados no ensino médio. A finalidade dessa mudança, segundo o MEC, é dolocar o Enem mais próximo do aluno.

26 OBJETIVOS Em 2009, os objetivos do Enem foram alterados. Agora, espera-se que essa avaliação: sirva de referência pra que cada cidadão possa proceder à sua autoavaliação com vistas em suas escolhas futuras, tanto em relação ao mundo do trabalho quanto em relação à continuidade de estudos; sirva como modalidade alternativa ou complementar aos processos de seleção nos diferentes setores do mundo do trabalho; sirva como modalidade alternativa ou complementar aos exames de acesso aos cursos profissionalizantes, pós-médios e à educação superior; possibilite a participação e crie condições de acesso a programas governamentais; promova a certificação de jovens e adultos no nível de conclusão do ensino médio; promova avaliação do desempenho acadêmico das escolas de ensino médio, de forma que cada unidade escolar receba o resultado global; promova a avaliação do desempenho acadêmico dos estudantes ingressantes nas instituições de educação superior.

27 Situação - problema O modelo tradicional de seleção dos vestibulares era baseado quase que exclusivamente em uma imensa quantidade de informações. As escolas particulares aumentaram tanto seus conteúdos programáticos que se transformaram em verdadeiras maratonas acadêmicas. Aprender bem transformou-se em aprender muito. O conteúdo programático deixou de ser definido pelo segmento educacional ( professores, diretores, alunos, etc.). Conteúdo passou a ser definido pelas universidades através do Programa exigido pelos exames vestibulares. Enquanto os vestibulares avaliam se os candidatos adquiriram conteúdos, O Enem também verifica se os candidatos desenvolveram determinadas competências. No enunciado, as questões do Novo Enem trarão uma situação- problema, desafiadora e claramente relacionada ao contexto. Para sua resolução, o aluno deverá apoiar-se em informações trazidas no próprio enunciado e em conhecimentos prévios. 0

28 As provas do Enem sempre foram organizadas por habilidades, explorando a capacidade de leitura e interpretação e a abordagem interdisciplinar. A partir de agora, no entanto, as provas irão correlacionar mais diretamente as habilidades ao conjunto dos conteúdos habitualmente estudados no ensino médio. Preserva- se, dessa maneira, o predomínio absoluto de questões que buscam explorar não o simples resgate da informação, mas a aplicação prática do conhecimento. Espera-se que as provas do Novo Enem mantenham ocarácter operatório, não baseado na memorização e na decoreba.

29 O interrelacionamento entre os conteúdos das disciplinas configura a interdisciplinaridade. Os conteúdos intercruzados e aqueles unificadores de temas constituem a mola mestra da interdisciplinaridade. Embora as questões sejam agrupadas em 4 grandes áreas do conhecimento ( linguagens e códigos, matemática, ciências da natureza e ciências humanas), não estarão separadas por disciplinas. Isso significa que ao lermos o enunciado da questão, poderemos ter dificuldade em afirmar se ela está associada apenas à biologia ou à química. Essa estratégia evidencia que o conhecimento humano é historicamente adquirido e não se subdivide em gavetas. Na realidade, as disciplinas escolares são estratégias didáticas que facilitam atingir o conhecimento. INTERDISCIPLINARIDADE

30 CONTEXTUALIZAÇÃO Os conteúdos impregnados da(s) realidade(s) do aluno demarcam o significado pedagógico da contextualização. A contextualização imprime significados e relevância aos conteúdos escolares. A interdisciplinaridade explicita conteúdos contextualizados

31 Ao realizar a prova do Novo Enem, o candidato terá cinco notas diferentes, uma para cada área de conhecimento e uma para a redação. Não haverá peso diferente para cada uma dessas notas. Entretanto, ao utilizarem as notas do Novo Enem em seus processos seletivos, as instituições de ensino superior poderão conferir pesos diferenciados para essas notas, a fim de classificarem os candidatos entre as carreiras pleiteadas. AS NOTAS DO NOVO ENEM

32 O NOVO ENEM E AS UNIVERSIDADES São pelo menos quatro as formas previstas de utilização do Novo Enem pelas universidades. As instituições podem optar por empregar a pontuação obtida no Enem: como critério único de seleção, em substituição ao vestibular tradicional; como primeira fase do processo seletivo, mantendo a segunda fase elaborada pela instituição; Com a concessão de um acréscimo à pontuação do candidato no processo seletivo elaborado pela instituição, dependendo da pontuação obtida no Novo Enem; como critério de preenchimento de vagas remanescentes.

33 - Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM): será utilizado como fase única para preencher 50% das vagas e para as vagas remanescentes; a outra metade será preenchida por meido do vestibular seriado. -Universidade Federal de Uberlândia (UFU): adotará o Enem como primeira fase. - Universidade Federal de Viços (UFV): comporá 50% da nota final do vestibular e será adotado como critério para preencher vagas remanescentes. -Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL):adotará como fase única e para preencher vagas remanescentes. -Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM): utiliza na composição da nota da 1 ª fase (20%). Em discussão novas formas de utilização. -Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI); adotará o Enem como fase única para quatro cursos do campus de Itajubá e para todos os cursos do campus de Itabira; para os demais cursos do campus de Itajubá, o Enem será utilizado como 1 ª fase.

34 -Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF): o aluno poderá optar entre usar a nota do Enem na primeira fase ou fazer o vestibular tradicional; utilizará o Enem para as vagas remanescentes. -Universidade Federal de Lavras (UFLA): será utilizado como fase única; manterá o processo seriado de ingresso, em que a nota do Enem comporá a 3 ª fase, além de utilizar o exame para as vagas remanescentes. -Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG):adotará o Enem como primeira fase.

35 O novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi remodelado para ser o grande vestibular nacional. Ele tem como espinha dorsal a sigla TRI (Teoria da Resposta ao Item), conjunto de modelos matemáticos já usado em exames internacionais como o Pisa. Um efeito prático da TRI é que um candidato pode ter pontuação mais alta acertando menos questões que outro. Em qualquer exame, há questões mais complicadas do que outras. A diferença com a TRI é que os itens mais difíceis valem mais pontos que os demais. Os candidatos não saberão, na prova, qual questão valerá mais pontos. O Inep vai agrupá-las em três conjuntos - fáceis, médias e difíceis -, distribuídos numa escala crescente. Outra consequência prática do uso da TRI é que o candidato não terá nota, mas pontuação. Mesmo que o gabarito indique 20 acertos num conjunto de 40 itens, isso não significa 50% de aproveitamento. Tudo por causa dos pesos diferentes de cada questão. CORREÇÃO

36 As questões possuem agregadas um determinado grau de dificuldade; * São vários níveis de questões de fácil à difícil; * Cuidado com o chute; * Terão provas diferentes, mas que medirão o conhecimento do aluno igualmente. Somente itens inéditos. Aplicação da Tri: * itens mais difíceis valerão mais. * calibração estatística para permitir comparações entre os próximos anos. Todos os itens são pré-testados.


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