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1 GESTÃO E PLANEJAMENTO DE MERCADO E COMERCIALIZAÇÃO.

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1 1 GESTÃO E PLANEJAMENTO DE MERCADO E COMERCIALIZAÇÃO

2 2 Política=Operacional GESTÃO = GERENCIAMENTO Tomada de decisões, estratégias sobre a implantação. Origem e uso dos recursos. Implementação das decisões tomadas. Secretarias Municipais Assessorias – uma vez consultado a política PROJETOS ALTERNATIVOS

3 3 Por quê? Por quê? Fundamentos Fundamentos Projetos Alternativos

4 4 - ESPAÇOS POLÍTICOS E OPERACIONAL – Fazer acontecer os objetivos, de modo a prevalecerem os interesses coletivos e/ou de segmentos massivos da sociedade claudiense. ESPAÇO PÚBLICOS E PRIVADOS ESPAÇO PÚBLICOS E PRIVADOS Onde estão sendo tratadas as parcerias Onde estão sendo tratadas as parcerias ESFERA PÚBLICA – prefeitura e câmara dos vereadores ESFERA PÚBLICA – prefeitura e câmara dos vereadores Onde estão sendo tratadas as estratégias de gestão e Onde estão sendo tratadas as estratégias de gestão e gerenciamento dos recursos PROJETOS ALTERNATIVOS RECURSOS

5 5 ESPAÇO PÚBLICOS E PRIVADOS ESPAÇO PÚBLICOS E PRIVADOS Empresários rurais do agronegócio claudiense. Empresários rurais do agronegócio claudiense. Comércio local – Associação comercial. Comércio local – Associação comercial. População em geral. População em geral. Clubes de serviços. Clubes de serviços. ESFERA PÚBLICA ESFERA PÚBLICA Prefeitura municipal de Cláudia e suas secretarias. Prefeitura municipal de Cláudia e suas secretarias. Câmara dos Vereadores de Cláudia. Câmara dos Vereadores de Cláudia. PROJETOS ALTERNATIVOS RECURSOS

6 6 Prefeitura de Cláudia ProjetosAlternativos ORGANIZAÇÃO DIREÇÃO/COORDENAÇÃO PROCESSO DE IMPLANTAÇÃO MONITORAMENTO /AVALIAÇÃO SENSIBILIZAÇÃO/ MOBILIZAÇÃO - DIAGNÓSTICO E CONSULTA A POPULAÇÃO - VISÃO DE FUTURO - PLANIFICAÇÃO OBJETIVOS OBJETIVOS DIRETRIZES DIRETRIZES ESTRATÉGIAS ESTRATÉGIAS PROGRAMAS E PROJETO PROGRAMAS E PROJETO – ARTICULAÇÃO – BUSCA DE PARCERIAS – NEGOCIAÇÃO – AJUSTES – DIVISÃO DE TAREFAS

7 7 PARTICIPAÇÃO PARTICIPAÇÃO - Favorece um controle social sobre o desenvolvimento, pelo compartilhamento da responsabilidade - Efetiva o espaço administrativo local e regional como lócus básico da formação e desenvolvimento do projeto. PARTICIPAÇÃO: SOCIEDADE CLAUDIENSE PARTICIPAÇÃO: SOCIEDADE CLAUDIENSE - Processo de tomar parte nas decisões e responsabilizar-se, comprometer-se com as decisões tomadas e envolver-se como sujeito no processo da implantação e - Processo de tomar parte nas decisões e responsabilizar-se, comprometer-se com as decisões tomadas e envolver-se como sujeito no processo da implantação e desenvolvimento dos Projetos Alternativos. desenvolvimento dos Projetos Alternativos. - Gera corresponsabilidade pelos interesses coletivos – sociedade e Instituição pública. - Gera corresponsabilidade pelos interesses coletivos – sociedade e Instituição pública.

8 8 Pactos das: Potencialidades, Estrangulamentos, Oportunidades e Ameaças; Pacto dos: Objetivos e Metas Elaboração: Programas Projetos Análise dos recursos disponíveis Planificação Estudo da Realidade Visão de Futuro Pactos das: Diretrizes, Estratégias (Eixos aglutinadores de interesses dos atores) Parcerias em busca dos recursos na sociedade claudiense e nos orgãos públicos Organização Articulação para estruturação dos projetos Arranjos Institucionais Futuro – Parcerias – Implantação de um Programa de Desenvolv/to Regional Controle de Qualidade Direção PLANEJAMENTO EXECUÇÃO Monitoria Avaliação Projetos Alternativos Planificação e Gestão Realização do Projeto Mudanças Intencionais e Imprevistas Decisão Reflexão Decisão Reflexão Decisão Reflexão Decisão Reflexão Decisão Reflexão Decisão Sensibilização Mobilização e Articulação

9 9 OBJETIVOS OPERACIONAIS Manter a coesão do processo de implantação dos Projetos Alternativos; Manter a coesão do processo de implantação dos Projetos Alternativos; Contribuir com o estabelecimento de um processo de monitoramento e avaliação das ações a serem desenvolvidas nesta fase inicial; Contribuir com o estabelecimento de um processo de monitoramento e avaliação das ações a serem desenvolvidas nesta fase inicial; Aumentar quantitativamente e qualitativamente o nível de participação dos diversos atores e suas representações. Aumentar quantitativamente e qualitativamente o nível de participação dos diversos atores e suas representações.

10 10 EIXOS ESTRATÉGICOS Fortalecimento dos Projetos Alternativos na região em torno de Cláudia; Fortalecimento dos Projetos Alternativos na região em torno de Cláudia; Atenção às necessidades de apoio e gerando demandas do processo de desenvolvimento regional Atenção às necessidades de apoio e gerando demandas do processo de desenvolvimento regional como dinamização econômica na geração de cursos de extensão nos municípios da região do entorno; como dinamização econômica na geração de cursos de extensão nos municípios da região do entorno; fortalecimento do comércio local e regional ; fortalecimento do comércio local e regional ; Através de assessorias, apoio tecnológico a ações locais e regionais em empresas; Através de assessorias, apoio tecnológico a ações locais e regionais em empresas; apoio a educação formal e não formal; implementação de serviços inovadores; apoio a educação formal e não formal; implementação de serviços inovadores; Busca de parcerias como ação constante do Executivo com apoio do Legislativo. Busca de parcerias como ação constante do Executivo com apoio do Legislativo.

11 11 ESTRATÉGIA OPERACIONAL Primeiro Momento - Reflexão Avaliativa – Implantação dos projetos Alternativos – a começar pelo Projeto do Frango caipira e ração alternativa a base de mandioca. Parcerias locais para instalação e apoio no Projeto Frango e outros a serem discutidos com a população claudiense. Parcerias locais para instalação e apoio no Projeto Frango e outros a serem discutidos com a população claudiense.

12 12 ESTRATÉGIA OPERACIONAL Segundo Momento Segundo Momento Desenvolvimento de agroindustria locais, artesanato, fomento ao mercado e comercialização regional; Implantação de escolas técnicas e capacitação de projetos alternativos a serem instalados; Implantação de cursos de Especialização no setor primário, para formar mão de obra especializada local.

13 13 Segundo Momento Segundo Momento b) Consultar a população claudiense para implementar novos projetos alternativos; Objetivos: - Avaliar o estágio de desenvolvimento dos projetos em andamento e buscar uma abragencia regional; - Aprofundar as discussões em torno dos elementos da gestão social de políticas públicas municipais, estaduais e federais; - Replanejar ações e estratégias para novas alternativas de crescimento municipal, em busca de melhoria de qualidade de vida do cidadão claudiense;

14 14 Etapa atual Replanejamento de Mercado Terceiro Momento – Estudo de Mercado e Comercialização dos Produtos Terceiro Momento – Estudo de Mercado e Comercialização dos Produtos A – Gestão do projeto de frango – Cooperclaudia – o fazer; como fazer e quem fazer. A – Gestão do projeto de frango – Cooperclaudia – o fazer; como fazer e quem fazer. B – Fábrica de Polpa de Fruta em fase de término de obra – plantio de maracujá – quem vai plantar; quem vai dar assistência técnica; quem vai comprar; quem vai transportar. B – Fábrica de Polpa de Fruta em fase de término de obra – plantio de maracujá – quem vai plantar; quem vai dar assistência técnica; quem vai comprar; quem vai transportar.

15 15 Replanejamento das ações de mercado em Cláudia e região C – Quais outras culturas trabalhar na Fábrica de Polpa – condições de clima, solo e aptidão dos agricultores. C – Quais outras culturas trabalhar na Fábrica de Polpa – condições de clima, solo e aptidão dos agricultores. Quem vai dar assistência técnica. Quem vai dar assistência técnica. Mercado consumidor para essas polpas. Mercado consumidor para essas polpas. Logística para o transporte. Logística para o transporte. Gestão do agronegócio de polpa de fruta em Cláudia. Gestão do agronegócio de polpa de fruta em Cláudia. Quem serão os parceiros. Quem serão os parceiros.

16 16 Replanejamento das ações de mercado em Cláudia e região E – Quarto momento: E – Quarto momento: Ampliar os negócios da agricultura local – Ampliar os negócios da agricultura local – Caprinocultura Caprinocultura Ovinocultura Ovinocultura Tecnificar a bacia leiteira Tecnificar a bacia leiteira Ampliar a gestão do negócio do frango caipira – já é uma bandeira de Cláudia em todo Estado. Ampliar a gestão do negócio do frango caipira – já é uma bandeira de Cláudia em todo Estado.

17 17 Replanejamento das ações de mercado em Cláudia e região Apoio das instituições parceiras Apoio das instituições parceiras Arranjo institucional Arranjo institucional Assistência técnica Assistência técnica Logística Logística Mercado consumidor Mercado consumidor Produto com segurança alimentar Produto com segurança alimentar

18 18 Noções de Espaço de Negócios Globalização e Mercado

19 19 PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTENTÁVEL Nas últimas décadas, a agropecuária brasileira vem passando por profundas metamorfoses, dando origem a uma atividade intensiva em capital. Nas últimas décadas, a agropecuária brasileira vem passando por profundas metamorfoses, dando origem a uma atividade intensiva em capital. O Centro-Oeste, em especial os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, por ter sua economia baseada principalmente na soja, na pecuária bovina; O Centro-Oeste, em especial os Estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, por ter sua economia baseada principalmente na soja, na pecuária bovina;

20 20 PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTENTÁVEL E também, nos últimos 5 anos, no frango de granja, suínos, algodão e milho, vem sofrendo a ação evolutiva da agropecuária brasileira de transformações drásticas, tecnologia e informações, com conseqüente aumento de produtividade do setor de acumulação de capital. E também, nos últimos 5 anos, no frango de granja, suínos, algodão e milho, vem sofrendo a ação evolutiva da agropecuária brasileira de transformações drásticas, tecnologia e informações, com conseqüente aumento de produtividade do setor de acumulação de capital. A mudança é de base técnica, com maciça substituição dos insumos naturais para os produzidos em escala industrial (ELIAS e SAMAPIO, 2002). A mudança é de base técnica, com maciça substituição dos insumos naturais para os produzidos em escala industrial (ELIAS e SAMAPIO, 2002).

21 21 Este processo iniciou-se, principalmente, nos primeiros anos da década de oitenta, com a implantação de uma série de pequenas indústrias substitutivas de importações (do mercado interno). Todavia, só no segundo lustro da década passada (90), desencadeou-se o processo de instalação de médias e grandes unidades industriais na região (OLIVEIRA, 2003). Este processo iniciou-se, principalmente, nos primeiros anos da década de oitenta, com a implantação de uma série de pequenas indústrias substitutivas de importações (do mercado interno). Todavia, só no segundo lustro da década passada (90), desencadeou-se o processo de instalação de médias e grandes unidades industriais na região (OLIVEIRA, 2003). PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTENTÁVEL

22 22 PRODUÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTENTÁVEL Esta mudança promove um outro modelo econômico e social de produção agropecuária via especialização, divisão social e territorial do trabalho. Ampliam-se as potencialidades das economias de escalas, aumentando a competitividade e otimizando lucros, numa resposta mais positiva à racionalidade do capitalismo selvagem e globalizado, segundo os mesmos autores. Esta mudança promove um outro modelo econômico e social de produção agropecuária via especialização, divisão social e territorial do trabalho. Ampliam-se as potencialidades das economias de escalas, aumentando a competitividade e otimizando lucros, numa resposta mais positiva à racionalidade do capitalismo selvagem e globalizado, segundo os mesmos autores.

23 23 A ótica eminentemente social é que pressupõe, desde o início, uma relação permanente de apropriação da natureza pelo homem. A ótica eminentemente social é que pressupõe, desde o início, uma relação permanente de apropriação da natureza pelo homem. Para Marx, o próprio trabalho é definido como um processo de que participam o homem e a natureza, processo em que o ser humano, com sua própria ação, impulsiona, regula e controla seu intercâmbio material com a natureza (MORAES e COSTA –1999). Para Marx, o próprio trabalho é definido como um processo de que participam o homem e a natureza, processo em que o ser humano, com sua própria ação, impulsiona, regula e controla seu intercâmbio material com a natureza (MORAES e COSTA –1999). Também significa pensar a história particular de cada lugar se desenvolvendo, ou melhor, se realizando em função de uma cultura/tradição/língua/hábitos que lhes são próprios, construídos ao longo da história e o que vem de fora, isto é, o que vai sendo modificado como conseqüência do processo de constituição mundial. Também significa pensar a história particular de cada lugar se desenvolvendo, ou melhor, se realizando em função de uma cultura/tradição/língua/hábitos que lhes são próprios, construídos ao longo da história e o que vem de fora, isto é, o que vai sendo modificado como conseqüência do processo de constituição mundial. LUGAR, ESPAÇO, TERRITÓRIO GLOBALIZAÇÃO

24 24 BOXI – 1 A falta de administração do crescimento econômico, tem sido o causador dos maiores problemas sociais perante o Estado. Tem desenvolvimento sem crescimento. BOXI - 2 LUGAR LUGAR SUJEITO necessidades e ilusões do lugar CRIAR ESPAÇOS cultural,religioso, político, social, econômico e outros CONJUNTO DOS ESPAÇOS resulta na Cidade BOXI – 3 Desta forma teremos, a cidade com uma forma física e social naquele tempo, daí, a teoria da sociedade urbana é a do tempo e espaço. LUGAR, ESPAÇO, TERRITÓRIO GLOBALIZAÇÃO

25 25 BOXI – 4 BOXI – 4 A produção de espaço esta ligado a produção de mercadoria e do mercado Mercadoria e mercado Ocupação do espaço Economia política Administração Negócios e comércios, etc A produção de espaço esta ligado a produção de mercadoria e do mercado Mercadoria e mercado Ocupação do espaço Economia política Administração Negócios e comércios, etc CAPITAL TENDE AO SUJEITO mercadoria tende ao mundo toda essa realidade é para si o CAPITAL produção do espaço é o momento do capitalismo, daí deve-se discutir o urbano, cotidiano (buscando um novo sujeito) métodos alternativos e novos mercados. CAPITAL TENDE AO SUJEITO mercadoria tende ao mundo toda essa realidade é para si o CAPITAL produção do espaço é o momento do capitalismo, daí deve-se discutir o urbano, cotidiano (buscando um novo sujeito) métodos alternativos e novos mercados. Todo espaço, deve antes ser criado no espaço mental propaganda mercado Todo espaço, deve antes ser criado no espaço mental propaganda mercado LUGAR, ESPAÇO, TERRITÓRIO GLOBALIZAÇÃO

26 26 LUGAR, ESPAÇO, TERRITÓRIO GLOBALIZAÇÃO Podemos dizer que o espaço mental tem a liberdade de criar diversos outros espaços ilimitados e infinitos. Podemos dizer que o espaço mental tem a liberdade de criar diversos outros espaços ilimitados e infinitos. Mas conflitantes – pois um saber é também um espaço, no qual o sujeito pode tomar posição para falar dos objetos dos quais ele faz o discurso......desde o teórico ao prático, do mental ao social, do espaço dos inventores aos que compraram os objetos. Mas conflitantes – pois um saber é também um espaço, no qual o sujeito pode tomar posição para falar dos objetos dos quais ele faz o discurso......desde o teórico ao prático, do mental ao social, do espaço dos inventores aos que compraram os objetos. HEGEL a história leva o saber absoluto. HEGEL a história leva o saber absoluto. MAX revolução total havia de criar(produzir) um novo mundo.....compreender o próprio saber. MAX revolução total havia de criar(produzir) um novo mundo.....compreender o próprio saber.

27 27 HENRI LEFEBVRE o saber se fragmenta e se especializa,....o espaço inteligível não é percebido,....o espaço percebido é o real e lógico. HENRI LEFEBVRE o saber se fragmenta e se especializa,....o espaço inteligível não é percebido,....o espaço percebido é o real e lógico. O sujeito se encontra a partir do outro – as necessidades humanas mola propulsora de toda economia de classe : vestir –se, alimentar-se, moradia, segurança, trabalhar e outros, O sujeito se encontra a partir do outro – as necessidades humanas mola propulsora de toda economia de classe : vestir –se, alimentar-se, moradia, segurança, trabalhar e outros, O capitalismo vai ocupando o espaço mental dos consumidores, de uma forma passiva – talvez pela hegemonia americana – criando o consumismo global. O capitalismo vai ocupando o espaço mental dos consumidores, de uma forma passiva – talvez pela hegemonia americana – criando o consumismo global. Hegemonia se exerce através do espaço bem definido (PLANEJAMENTO E GESTÃO). Hegemonia se exerce através do espaço bem definido (PLANEJAMENTO E GESTÃO). ESPAÇO MENTAL CONSUMISMO CAPITALISMO. ESPAÇO MENTAL CONSUMISMO CAPITALISMO. LUGAR, ESPAÇO, TERRITÓRIO GLOBALIZAÇÃO

28 28 Planejamento e Gestão do Mercado de Cláudia e Região Pensar um Plano de Gestão Pensar um Plano de Gestão Planejamento Participativo das Ações a ser trabalhada Planejamento Participativo das Ações a ser trabalhada Futuro desejado para os produtos das agroindustrias de Cláudia Futuro desejado para os produtos das agroindustrias de Cláudia Buscar parcerias Buscar parcerias Arranjo institucional Arranjo institucional


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