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F E U D A L I S M O. INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO n Nos séculos IV e V um forte movimento migratório invadiu o enfraquecido Império Romano. n Os invasores eram.

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1 F E U D A L I S M O

2 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO n Nos séculos IV e V um forte movimento migratório invadiu o enfraquecido Império Romano. n Os invasores eram os bárbaros. Povos de várias etnias, mas principalmente germânicos e eslavos. n A origem do termo bárbaro vem de gago, balbuciante empregado pelos gregos para designar pessoas não gregas, inferiores. n A fusão desse povo com os habitantes do Império Romano em crise fez surgir uma nova sociedade: a sociedade feudal. Prof. Ive

3 n A Idade Média durou mil anos, do século V ao XV (de 476 a 1.453). n No ano de 476 foi deposto o último imperador romano, Rômulo Augusto. O ano de 1453 houve a tomada de Constantinopla pelos turcos. n Durante muito tempo a Idade Média chamou-se Idade das Trevas, mas sabemos que muitas coisas foram criadas nessa época. IDADE DAS TREVAS? IDADE DAS TREVAS? Prof. Ive

4 PERIODIZAÇÃO n A Idade Média está dividida em Alta e Baixa Idade Média: n A Alta Idade Média foi do século V ao século X. n A Baixa Idade Média foi do século XI ao século XV. Prof. Ive

5 REINOS BÁRBAROS n Alguns povos bárbaros conseguiram constituir impérios na Europa em crise. n Merovíngio : iniciado com Meroveu, de origem franca, seu principal imperador foi Clóvis. n Carolíngio : surgiu das ruínas do império Merovíngio, seu principal imperador foi Carlos Mágno. n Ambos impérios aliaram-se à Igreja para se consolidar. Prof. Ive

6 n A Igreja, através dos monges copistas, foi a grande responsável pela preservação da cultura dos gregos antigos. n É claro que a Igreja admirava e trabalhava para perpetuar os valores daquela sociedade, defendendo sempre a manutenção dos costumes medievais e punindo valores e ideias que fizessem críticas sociais. VIDA INTELECTUAL VIDA INTELECTUAL Prof. Ive

7 n O clero estava basicamente dividido em dois: n Clero secular : eram padres e bispos que viviam as paróquias, em contato direto com os fiéis. Eram os organizadores da vida social e econômica. n Clero regular : seguiam regras rigorosas e viviam isolados em mosteiros. Eram as ordens religiosas. VIDA INTELECTUAL VIDA INTELECTUAL Prof. Ive

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9 n No início os romanos e os germânicos procuraram não se misturar. n Entretanto, por volta do século VII, esse tipo de união passou a ser incentivada. n Passou a ser dada total prioridade à procriação. Principalmente de homens para formar mão-de-obra e soldados. Uma lei franca dizia que quem matasse uma mulher grávida, ou em idade de engravidar, pagaria uma multa maior do que aquele que matasse uma mulher na menopausa. NASCE UMA NOVA CULTURA Prof. Ive

10 n As mulheres nasciam para o casamento e a procriação. n Entre os galo-romanos, o estupro de uma mulher livre era punido com a morte do estuprador, uma vez que ninguém mais iria querer constituir família com tal mulher e ela não poderia mais cumprir sua obrigação social: ter filhos. n Em outras palavras, uma mulher estuprada (corrompida) não tinha mais valor social. NASCE UMA NOVA CULTURA Prof. Ive

11 n Por conta das invasões bárbaras, a Europa acelerou o processo de ruralização. n Os nobres, passaram a dar proteção aos camponeses em troca de pagamento de impostos. n Feudo era uma porção de terra onde se produzia o sustento, era sinônimo de benefício ( benefícium ). n Os senhores feudais eram os donos dos feudos. A EUROPA DOS FEUDOS Prof. Ive

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13 n Segundo Le Goff o feudalismo foi um sistema de organização econômica, social e política baseado nos vínculos de homem a homem, no qual uma classe de guerreiros especializados (os senhores), subordinados uns aos outros por uma hierarquia de vínculos de dependência, domina uma massa campesina que explora a terra e lhes fornece com que viver. A EUROPA DOS FEUDOS Prof. Ive

14 n A principal riqueza do feudalismo era a terra, mas ela não era vendida, era doada de um nobre à outro. n O suserano era o nobre que dava a terra. n O vassalo era o nobre que recebia a terra. n A principal exigência de um suserano ao vassalo era a fidelidade. n Cada senhor feudal tinha total autonomia sobre seu feudo, até mesmo os vassalos. A EUROPA DOS FEUDOS Prof. Ive

15 n O rei era apenas o senhor feudal mais poderoso da região. n Cada feudo era como se fosse um mini país. n O direito era consuetudinário. A EUROPA DOS FEUDOS Prof. Ive

16 n Manso senhorial : área cultivada pelo servo cuja totalidade da produção seria entregue ao senhor. n Manso Servil : área dividida em lotes cultivados pelos camponeses. Sobre a produção dessa área o camponês pagava uma parte ao senhor. n Manso comum : área de bosques e baldias. Os camponeses poderiam retirar lenha e os senhores feudais usavam para caça. DIVISÃO DO FEUDO Prof. Ive

17 n A vassalagem era baseada na reciprocidade. n Um feudo somente poderia ser doado a um nobre. n O feudo era auto-suficiente. Tudo era produzido dentro dele. n Não havia excedente, portanto, quase não havia comércio. O feudalismo era uma economia amonetária. LAÇOS DE VASSALAGEM Prof. Ive

18 n O feudalismo reuniu elementos do colonato e do comitatus. n O colonato foi uma prática na crise romana, que consistia uma propriedade auto-suficiente e de subsistência. n O comitatus era uma prática germânica em que os líderes guerreiros tinham um pacto de fidelidade. n O feudalismo foi a junção das duas práticas. HERANÇA GERMANO-ROMANA Prof. Ive

19 n A sociedade feudal era dividida em estamentos, classes bem rígidas, intransponíveis. n Cavaleiros : eram nobres, donos ou não de terras. Sua função na sociedade era guerrear. n Servos ou camponeses : formavam a maioria da população. Não eram escravos, mas também não podiam abandonar o feudo sem permissão do senhor. Viviam uma vida rústica e precária. Trabalhavam para si e para os senhores feudais. CLASSES SOCIAIS Prof. Ive

20 n Clero : eram os membros da Igreja. Tinham a função de orar pelos cristãos. Tinham, geralmente, uma vida de fartura e prazeres. Eram responsáveis pela cultura e tinham forte controle ideológico sobre os camponeses. O clero também cuidava dos enfermos. n As mulheres eram submetidas aos homens. Alguns padres chegavam a dizer que a mulher era a prova da existência do demônio. CLASSES SOCIAIS Prof. Ive

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22 n Corveia : trabalho do camponês alguns dias por semana no manso senhorial. n Talha : entrega de parte da produção do manso servil ao senhor feudal. n Banalidade : pagamento do camponês para usar equipamentos do senhor feudal. n Mão-Morta : pagamento dos filhos do camponês morto para continuar as terras. IMPOSTOS FEUDAIS Prof. Ive

23 n Durante parte dos mil anos do feudalismo, as invasões bárbaras causaram grande desarrumação. n De repente uma plantação era arruinada por uma praga. Uma bonita casa era incendiada por um ataque guerreiro. Os reis viviam com medo de ataques bárbaros. Foi uma época de muita insegurança. A ETERNA ORDEM FEUDAL Prof. Ive

24 n As pessoas viviam inseguras, perdidas e com muito medo. n Novidade era sinônimo de coisa ruim (ataque bárbaro, peste, colheita destruída). n As pessoas queriam segurança e por isso tinham medo do que fosse diferente. A ETERNA ORDEM FEUDAL Prof. Ive

25 n A Igreja parecia a única fortaleza invencível, que jamais seria derrubada. n Naquele mundo tumultuado, as pessoas viam nela o modelo a ser seguido: organizada, sólida, sempre a mesma, jamais perturbada, eterna. n As pessoas achavam que a sociedade deveria ser como a Igreja Católica. A ETERNA ORDEM FEUDAL Prof. Ive

26 n As idéias boas eram as que já existiam há muito tempo, as leis boas eram as tradicionais, as coisas só dariam certo se fossem eternas. n Claro que a nobreza e o clero defendiam esse pensamento, pois, a manutenção da sociedade feudal garantia seus privilégios. A ETERNA ORDEM FEUDAL Prof. Ive

27 n Aos poucos surgiram pequenas novidades. n Nos séculos X, XI e XII, as invasões bárbaras cessaram- se. n A população começou a crescer. n A necessidade de produzir mais comida estimulou novas invenções. n A rotação de campos foi apenas uma dessas invenções, cujo resultado foi o aumento da produção. AS COISAS COMEÇAM A MUDAR Prof. Ive

28 n Claro que os nobres foram os mais beneficiados com o aumento da produção, mas os camponeses também. n A conseqüência foi o crescimento população. n Alguns feudos começaram a produzir excedentes, que passaram a ser trocados. RENASCIMENTO COMERCIAL RENASCIMENTO COMERCIAL Prof. Ive

29 n Essas trocas passaram a ser cada vez mais intensa. Era o renascimento do comércio. n Alguns camponeses deixavam os feudos para se tornarem comerciantes. n Entretanto, muitos servos fracassaram e se tornaram mendigos ou ladrões. n Com o comércio intenso ressurgiu o dinheiro como mercadoria universal. RENASCIMENTO COMERCIAL RENASCIMENTO COMERCIAL Prof. Ive

30 n Os comerciantes se reuniam em clareiras de florestas ou perto de um castelo para trocar mercadorias e idéias. n Esses encontros eram chamados de feiras. n Alguns comerciantes começaram a morar nos locais das feiras, que viraram cidades, que eram muradas e chamadas de burgos e seus habitantes chamados de burgueses. CRESCIMENTO URBANO Prof. Ive

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32 n Os burgueses atuais são pessoas muito ricas: banqueiros, grandes empresários, donos de fábricas, de lojas, de fazendas, etc. n Na época feudal os burgueses eram pessoas livres, que moravam nas cidades, eram comerciantes e tinham pouco capital. n Com o passar dos anos os burgueses foram enriquecendo, pois compravam barato e vendiam caro. SURGIMENTO DA BURGUESIA Prof. Ive

33 n A riqueza do senhor feudal era a terra, que servia para lhe dar prestígio e para que ele cobrasse impostos feudais. n A riqueza do burguês era (e ainda é) o capital, uma riqueza que ele investia para conseguir lucros, objetivando aumentar ainda mais seu capital. SURGIMENTO DA BURGUESIA Prof. Ive

34 n Os burgueses ganhavam dinheiro às custas dos artesãos : Compravam a matéria-prima, entregavam-na aos artesãos, retiravam o produto acabado. Pagavam ao artesão pelo trabalho e revendiam a mercadoria mais cara. n Os artesãos ganhavam dinheiro às custas dos aprendizes : jovens ex-servos iam para as cidades trabalhar de graça como ajudantes dos artesãos, só para aprender uma profissão. BURGUESES E ARTESÃOS Prof. Ive

35 n No início os aprendizes poderiam virar mestres e explorar seus aprendizes. n Com o desenvolvimento de máquinas e novas tecnologias, havia a necessidade de muito capital para montar uma oficina. n Os aprendizes viraram então jornaleiros e recebiam de acordo com suas jornadas de trabalho. BURGUESES E ARTESÃOS Prof. Ive

36 n Estavam surgindo duas classes: os burgueses e os jornaleiros e aprendizes. n De um lado os donos do capital e do outro os donos da força de trabalho. n Era o início do capitalismo. n Esse processo ocorreu lentamente. n Os artesãos organizaram-se em Corporações de Ofício e os comerciantes em Ligas. BURGUESES E ARTESÃOS Prof. Ive

37 n Uma outra maneira de a burguesia aumentar seu capital era por meio das atividades bancárias, ou seja, emprestando dinheiro à juros. n Muitos comerciantes tornaram-se banqueiros bem- sucedidos. n A terra estava deixando de se tornar a riqueza mais importante. BANQUEIROS Prof. Ive

38 n Era muito comum na Europa Medieval, pessoas peregrinarem até Jerusalém. n Os árabes nunca proibiram as visitas. n Mas a partir do séc. XI os europeus quiseram dominar a Cidade Santa. n Organizaram expedições que se chamavam Cruzadas, para tomar Jerusalém. AS CRUZADAS Prof. Ive

39 n A Igreja queria expandir o cristianismo. n Os nobres queriam mais terras e riqueza. n Os pobres queriam melhorar suas vidas desgraçadas. n Os europeus proporcionaram grande devastação e crimes com o objetivo de tomar a riqueza e a terras dos árabes. AS CRUZADAS Prof. Ive

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41 n As Cruzadas não atingiram seus objetivos. n Ódio e admiração. Esses eram os sentimentos dos europeus aos árabes. n Os europeus trouxeram tapetes persas, pimenta, açúcar, cravo e canela da Índia, porcelana chinesa, seda do Japão, tecidos, perfumes exóticos, pérolas. AS CRUZADAS E O COMÉRCIO Prof. Ive

42 n Despertou-se um comércio ativo entre europeus e árabes. n O mar Mediterrâneo voltou a ser abarrotado por navios cheios de mercadorias. AS CRUZADAS E O COMÉRCIO Prof. Ive

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44 n Nos navios que voltavam do Oriente, vieram ratazanas e nelas, pulgas. n Essas pulgas transmitiam a Peste Negra n Não sabiam a causa nem a cura da doença. n Ela dizimou mais de um terço da população européia. A PESTE NEGRA Prof. Ive

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46 n A Peste Negra foi a causa da grande crise do século XIV. n Fugindo da doença, as pessoas abandonavam cidades e plantações. n Com a queda nas rendas, os senhores feudais aumentaram a exploração sobre o servo. n Os camponeses fizeram muitas revoltas. CRISE DO SÉCULO XIV Prof. Ive

47 n No século XV, as coisas melhoraram. n A economia tornou-se mais complexa. n O mundo da mercadoria estava se infiltrando em todas as sociedades. n Comércio, dinheiro, cidades, capital, lucros, burguesia. n Estava surgindo uma nova maneira de produzir, organizar a produção e trabalhar. Era o capitalismo. RECUPERAÇÃO DA CRISE Prof. Ive

48 FIM


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