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Linguagem I: Introdução à linguagem e à compreensão da linguagem.

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1 Linguagem I: Introdução à linguagem e à compreensão da linguagem.

2 O que iremos ver? Natureza da linguagem Estrutura da linguagem Compressão e os substratos biológicos da linguagem Analisaremos a percepção da fala Veremos, duas abordagens teóricas da percepção da fala E por fim, os processos básicos de leitura

3 Aspectos ou considerações iniciais: O contexto é importante quando precisamos compreender o significado de uma palavra não familiar e a memória de trabalho também desempenha um papel importante na decodificação de sentenças.

4 Aspectos interessantes: Nosso conhecimento básico geral é suplementado pelo vasto armazenamento de informações específicas contidas na memória. Podemos decodificar conversas enigmáticas quase instantaneamente.

5 Aspectos interessantes: A linguagem humana é provavelmente um dos comportamentos mais complexos encontrados em nosso planeta (Gleitman & Liberman, 1995)

6 Complexidade da linguagem : Considere apenas algumas das habilidades exigidas na compreensão de uma sentença: codificação do som da voz do falante, codificação dos aspectos visuais da linguagem impressa, acesso ao significado das palavras, compreensão das regras que determinam a ordem das palavras e da percepção, a partir da entonação do falante, de que a sentença é uma pergunta ou uma afirmação.

7 Psicolingüística: Investiga o modo como as pessoas aprendem e usam a linguagem para transmitir idéias.

8 "Os seres humanos são processadores ativos de informações. Em vez de ouvir a linguagem de maneira passiva, ativamente consultamos nosso conhecimento prévio, usando diversas estratégias, formamos expectativas e tiramos conclusões."

9 "A linguagem não é apenas a nossa façanha cognitiva mais notável, mas também o mais social dos nossos processos cognitivos."

10 A natureza da linguagem: Fonema: é a unidade básica da linguagem; Morfema: é a unidade básica de significado; Semântica: é a área da psicolingüística que examina os significados das palavras e das sentenças; Sintaxe: refere-se às regras gramaticais que governam o modo como as palavras podem combinar-se em sentenças; Pragmática: é o conhecimento que possuímos das regras sociais subjacentes ao uso da linguagem;

11 Fundamentos da Estrutura da Linguagem: estrutura sintagmática: é construída em uma estrutura hierárquica, com base em unidades menores chamados constituintes.

12 Unidade da Estrutura Sintagmática: - Por que deveriam os seres humanos preocupar-se com constituintes, quer ouvindo a linguagem falada, quer lendo a linguagem escrita? Pesquisas sobre a Estrutura Sintagmática: - Que indícios temos de que as pessoas realmente consideram a estrutura sintagmática quando encontram uma sentença?

13 Estrutura sintagmática: - Pode ser usada para organizar uma sentença em seus elementos constituintes. Na verdade, as pessoas usam a estrutura sintagmática por que as pesquisas sugerem que elas conservam o constituinte na memória enquanto o processam.

14 Breve história da Psicolingüística: A Gramática Transformacional de Chomsky

15 A Gramática Transformacional de Chomsky: - Propôs que os seres humanos possuem habilidades inatas de linguagem. Ou seja, nascemos com uma compreensão acerca dos princípios abstratos da linguagem.

16 "Chomsky argumentou que devemos ir além da gramática de estrutura sintagmática se quisermos descrever competência lingüística dos seres humanos(...) criou, portanto, um modelo de gramática transformacional para converter uma estrutura subjacente profunda na estrutura superficial de uma sentença."

17 "Segundo Chomsky, as pessoas compreendem sentenças transformando as estruturas superficiais em uma forma de estrutura básica profunda, ou forma nuclear. Ele argumenta que usamos regras transformacionais para converter a estrutura superficial em estrutura profunda durante a compreensão."

18 Teorias em Psicolingüística que enfatizam o Significado. No início da década de 1970, muitos psicólogos, desanimados com a ênfase dada pela gramática transformacional à sintaxe ou estrutura formal da linguagem, começaram a desenvolver teorias que davam destaque semântica, ou significado da linguagem.

19 A abordagem cognitivo-funcional da linguagem ressalta que a função da linguagem humana é comunicar significado a outros indivíduos. Como resultado, estruturamos nossa linguagem a fim de focalizar a atenção de nossos interlocutores na informação que desejamos enfatizar.

20 Fatores que afetam a compreensão: Negativas: Se uma sentença contiver uma palavra negativa como "não", ou uma negativa subentendida (como nega), quase sempre exigirá mais tempo de processamento do que uma sentença afirmativa semelhante. A voz passiva: A forma ativa é mais fácil de ser compreendida; Estruturas Embutidas: É uma expressão contida em outra sentença; Ambigüidade: É mais difícil entender as sentenças ambíguas.

21 Neurolingüistica Examina a relação entre cérebro e a linguagem. Pesquisas apontam que a base da linguagem é surpreendentemente complexa.

22 Quatro tópicos que serão analisados A especialização hemisférica no processamento da linguagem. A Afasia. A pesquisa em neuroimagem com indivíduos normais. Armazenamento do conhecimento específico da linguagem.

23 Especialização Hemisférica A maioria dos estudos descobrem uma ativação maior no hemisfério esquerdo do cérebro Mas em 5% dos destros e 50% dos canhotos, a linguagem está localizada no hemisfério direito ou é igualmente processada igualmente por ambos os hemisférios.

24 Funções especialmente hábeis do hemisfério esquerdo: Percepção da fala; Seleciona com rapidez a interpretação mais provável de um som. Divide palavras complexas em seus significados mais simples Uso de funções sintáticas e na complexa tarefa da leitura. Esse hemisfério também executa a maior parte do trabalho em indivíduos portadores de surdez que empregam

25 Especialização hemisfério direito: Acreditava-se que o hemisfério direito não desempenhasse nenhum papel no processamento da linguagem. Hoje sabemos que ele executa algumas tarefas, como interpretar o tom emocional de uma mensagem. Ajuda na interpretação de metáforas. Pode também ajudar a interpretar significados sutis de palavras. Esclarecer ambigüidades Combinar o significado de sentenças diversas.

26 Indivíduos portadores de afasia: Dano nas ares cerebrais da fala, causando dificuldades na comunicação Dano na área de broca: Produz normalmente fala hesitante e forçada. Eu... Cons-truindo... cadeiras, não, não ar-má-rios. Um, serrote... então, cor-tando madeira.... trabalhando.... Caracteriza -se primeiramente por um défict da linguagem expressiva - ou por problemas na produção da linguagem ou mesmo na sua compreensão

27 Afasia de Wernicke: Dificuldades graves na compreensão da fala No output da linguagem Liguei para minha mãe pela televisão e não entendi a porta.Não era café da manhã demais, mas eles vinham de longe para perto.Minha mãe não é velha demais para eu ser novo

28 Pesquisa em neuroimagem com indivíduos normais Técnica: Apresentar uma série cada vez mais complexa de tarefas de linguagem subtrair o padrão de fluxo sangüíneo criado pela mais complexa. Primeiro nível: apenas olha para a cruz no monitor de televisão. Parte A: o participante vê passivamente uma palavra. Parte B: ouve passivamente uma palavra. Parte C: o participante deve falar a palavra que havia visto. Parte D: o participante deve fornecer um verbo que descreva a função da palavra que ele viu.

29 Resultados Na parte A: A região mais ativa é o córtex occiptal. (processamento de estímulos visuais) Na parte B: O córtex temporal é o mais ativo. Na parte C: Ativa as regiões motoras na área parietal do córtex Na parte D: Produz ativação no córtex frontal e no córtex temporal

30 Imagem cerebral e conhecimento específico da linguagem: Pesquisadores utilizando técnicas de imagem cerebral Descobriram que: Alguns tipos de informações lingüísticas parecem ser manipuladas por regiões localizadas no cérebro, como verbos regulares e irregulares, que ativam regiões cerebrais diferentes. A maioria das pesquisas consiste na observação de figuras e produção do nome apropriado.

31 Algumas pessoas conseguem identificar seres vivos, mas não coisas inanimadas; Outras mostram exatamente o padrão oposto. Possuímos indicações interessantes sobre os locais de armazenamento para o conhecimento lingüístico especifico- um tipo de dicionário mental. Todavia, os pesquisadores ainda não desenvolveram uma teoria neurolingüística geral para explicar esses padrões de armazenamento.

32 Processos básicos de leitura: A leitura é uma atividade importante que exige praticamente todos os processos cognitivos inter-relacionados. Para que seja possível lermos algo é preciso: reconhecer letras, usar a memória de trabalho para lembrar o material contido na frase em processo de leitura e recordar o material anterior armazenado na memória de longo prazo.

33 Em alguns casos também é necessário que seja construído uma imagem mental para representar a cena da ação na passagem que está sendo lida.Além do mais, é preciso consultar a memória semântica, os esquemas e os scripts quando se procura compreender um parágrafo.

34 Apesar de todos os processos cognitivos que precisam ser levados em consideração para que possamos ler algo, conseguimos fazer isso com uma extraordinária eficiência: 250 a 300 palavras por minuto.

35 Linguagem Escrita versus Linguagem Falada 1. A leitura é visual e ocorre no espaço; a fala é auditiva e ocorre no tempo. 2. Os leitores podem percorrer de novo o input escrito; os ouvintes geralmente não podem fazer isso.

36 3. Os leitores podem percorrer de novo o input escrito; os ouvintes dependem muito mais de sua memória de trabalho. 4. A escrita mostra limites distintos entre as palavras; a fala não o faz. 5. A escrita está confinada as palavras de uma página; a fala é suplementada por pistas auditivas extras, como palavras enfatizadas e variações no andamento, que enriquecem a mensagem lingüística.

37 Movimentos sacádicos dos olhos O movimento ocular, além do reconhecimento das letras é um processo perceptivo importante. Esses movimentos muito rápidos de um ponto para outro quando estamos lendo são conhecidos como movimentos sacádicos. As fixações ocorrem durante o período entre esses movimentos sacádicos; durante cada fixação, o sistema visual adquire as informações úteis à leitura.

38 Nossos movimentos sacádicos são também sensíveis aos aspectos temáticos do material que estamos lendo. Quando lemos um parágrafo com um final surpreendente, por exemplo, fazemos um número maior de movimentos de regressão, relendo o trecho que nos deixa confusos.

39 O que difere um bom leitor de um mau leitor? O bom leitor dá saltos maiores e tende a fazer menos regressões, voltando a material anterior da sentença. O bom leitor faz uma pausa curta antes de executar o movimento sacádico seguinte.

40 A memória de trabalho ajuda os leitores a decodificar sentenças ambíguas e a desenredar o significado de uma sentença complexa.

41 Teorias sobre o papel do som no reconhecimento de palavras Foram desenvolvidas três hipóteses para explicar como os leitores reconhecem palavras impressas quando lêem em silêncio.

42 Hipótese do acesso direto: Os leitores reconhecem uma palavra diretamente a partir das letras impressas. Ou seja, você olha a palavra teorias e o padrão visual é suficiente para permitir que você encontre informações sobre o significado da palavra na memória semântica.

43 Hipótese fonologicamente mediata/ hipótese do acesso indireto: Afirma que precisamos traduzir as marcas de tinta da página em alguma forma de som antes de encontrarmos informações sobre o significado de uma palavra.

44 Hipótese da rota dual: Afirma que ora reconhecemos uma palavra diretamente através da rota visual, ora reconhecemos uma palavra indiretamente através da rota sonora. Essa hipótese tem a vantagem clara da flexibilidade.

45 Compreensão do Discurso Na vida cotidiana estamos constantemente utilizando o discurso conectado, ou unidades de linguagem maiores que uma sentença (Browell & Martino, 1998).

46 Novas pesquisas investigam a capacidade do leitor de acessar informações importantes para uma determinada história (Cook et al. 1998; OBrien ET al., 1998), a memória dos leitores para dilemas não resolvidos no enredo de uma história (Gerrig & McKoon, 1998) e as inferências do leitor sobre o estado emocional de um personagem (Gernbacher ET al., 1998).

47 Nosso enfoque da compreensão do discurso concentra-se nos seguintes tópicos: formação de uma representação coerente do texto, inferências realizadas durante a leitura e inteligência artificial e leitura.

48 Em todos os níveis de compreensão da linguagem descobrimos uma interação entre o processamento de estímulos físicos (bottom-up) e o contexto fornecido por nossas expectativas e conhecimento prévio (top-down). Essa interação tem destaque especial quando formamos uma representação coerente do texto e quando fazemos inferências durante a leitura.

49 Formando uma representação coerente do texto Para formar uma representação coerente, muitas vezes construímos modelos mentais do material que estamos lendo (Zwaan, 1999). Os leitores constroem representações internas que incluem descrições do elenco de personagens de uma história. Essas informações descritivas podem incluir ocupações, relacionamentos, estados emocionais, traços pessoais, objetivos e ações dos personagens (Carpenter et al., 1995; Trabasso et al., 1995).

50 Walter Kintsch descreve os ciclos de processamento que empregamos quando compreendemos uma passagem lida (Kintsch et al., 1994; 1998). De acordo com o autor compreendemos cada nova sentença dentro do contexto anterior. Processamos rapidamente as informações em uma nova sentença e integramos as informações importantes dentro da representação geral do texto.

51 Quando as pessoas tentam formar uma representação coerente do texto que estão lendo, costumam fazer inferências que vão além das informações fornecidas pelo escritor.

52 Inferências na leitura Quando fazemos uma inferência durante uma leitura, ativamos informações não explicitamente declaradas na passagem escrita (van den Broek, 1994). As pessoas combinam as informações que têm sobre o mundo com as informações apresentadas em uma passagem de texto, chegando a uma conclusão razoável com base nessa combinação.

53 De acordo com a perspectiva construtivista da inferência, os leitores costumam fazer inferências sobre causas de eventos e sobre as relações entre eles. Quando você lê um romance por exemplo, constrói inferências sobre as motivações, as características e as emoções dos personagens. Desenvolve expectativas sobre novos seguimentos do enredo, sobre o ponto de vista do autor e assim por diante. Chama-se perspectiva construtivista porque os leitores constroem explicações de maneira ativa à medida que vão integrando as informações em curso a todas as informações importantes das partes anteriores do texto. (OBrien & Myers, 1999).

54 McKoon e Ratcliff apresentam a perspectiva minimalista que argumenta que os leitores não constroem inferências de maneira constante quando lêem. Segundo esses teóricos as únicas informações criadas de forma automática pelos leitores ou são baseadas em informações já facilmente disponíveis ou são necessárias ao entendimento do sentido das sentenças próximas umas das outras.

55 Leia o trecho a seguir e observe se ele parece fluir sem dificuldade e de maneira lógica: 1. Dick tinha direito a uma semana de férias 2. e queria ir para um lugar 3. onde pudesse nadar e tomar banho de sol 4. Comprou um livro sobre viagens. 5. Então olhou os anúncios 6. na seção de viagens do jornal de domingo. 7. Procurou o agente local de viagens 8. e pediu uma passagem de avião para o Alasca. 9. Pagou-a com seu cartão de débito.

56 As informações introdutórias levam você a acreditar de início que Dick irá descansar em uma praia ensolarada. Você faz uma inferência na linha 3, e ela é contrariada cinco linhas depois, não na sentença seguinte. McKoon e Ratcliff (1992) argumentariam que você não trabalhou com afinco para resolver essa incoerência enigmática. Como as sentenças estão bem separadas você não realizaria a inferência.

57 Essa pesquisa mostra claramente que os leitores tentam conectar o material dentro de uma passagem de texto e consultam informações armazenadas na memória de longo prazo. Durante o processamento do discurso, tentamos construir uma representação internamente consistente do texto, mesmo quando há intervenção de material irrelevante (Undrewood & Bart, 1996).

58 Fatores que estimulam inferências. As pessoas tem propensão a realizar inferências quando: possuem uma capacidade grande de memória de trabalho (Carpenter et al., 1995). possuem habilidades excelentes de metacompreensão, de modo que sabem que precisam buscar conexões entre duas sentenças sem relação aparente (Ehrlich, 1998; Graesser et al., 1996). tem perícia ou informações básicas sobre o tópico em questão no texto. (Kintsch, 1998) Observação: Pessoas deprimidas são menos propensas a fazer inferências.

59 Inferências de nível superior Um tipo de inferência de nível superior baseia-se em nossas preferências sobre o modo como queremos que uma história termine. Allbritton e Gerrig (1991) descobriram que os leitores quando se envolviam com o enredo, criavam respostas participativas, denominação dada por esses pesquisadores às expectativas de quem lê.

60 De fato você pode ter tanta esperança quanto a um final feliz que construiu que lê as últimas frases diversas vezes, tentando convencer-se de que o herói ou a heroína não morreu!

61 Inteligência artificial e leitura Inteligência artificial (IA) é a área da ciência da computação que busca construir computadores capazes de executar processos cognitivos semelhantes aos dos seres humanos. O propósito da inteligência artificial é descobrir insigths sobre os processos cognitivos, como a compreensão da linguagem. Os pesquisadores precisam embutir as operações de modo muito preciso e explícito.

62 Normalmente os pesquisadores exigem que a saída de dados (output) seja em um formato diferente dos dados fornecidos (input). Por exemplo: se o input for uma história, o output deve ser um resumo que capte os pontos importantes.

63 O Projeto FRUMP O objetivo do FRUMP (Fast Reading Understaning and Memory Program) é resumir notícias de reportagens jornalísticas, escritas em linguagem comum. Quando foi desenvolvido, o FRUMP conseguia interpretar cerca de 10% das informações que recebia.

64 Ele funciona baseando-se em 48 scripts diversos e deve fazer uma suposição sobre os mais importantes para uma história; depois, realizar uma busca no texto para ver se a suposição é confirmada. O FRUMP emprega a abordagem bottom-up em um ponto somente: quando está buscando as palavras para determinar que script deve usar. O restante do processo é top-down, porque as informações se baseiam no script.

65 Exemplo: o script acidente de automóvel é ativado quando o texto contém informações sobre algum tipo de veículo chocando-se contra algum objeto físico em algum local. O script contém informações sobre o número de feridos e sobre a causa do acidente.

66 Com base nesse script o FRUMP resumiu uma notícia assim: Ocorreu um acidente de automóvel no Colorado. Um avião chocou-se com o chão. Morreu uma pessoa. O programa captou os fatos da história, mas deixou escapar a razão pela qual o fato virou notícia: havia morrido uma pessoa,sim, mas 21 haviam sobrevivido!

67 Os estudos com programas baseados em scripts te mostrado que a linguagem humana emprega scripts de maneira muito mais flexível e em contextos sempre em mudança (Kintsch, 1998).

68 Projetos mais recentes: HAL: processou cerca de 300 milhões de palavras de texto afim de determinar as que normalmente ocorrem próximas uma da outra na língua inglesa. MIDAS: representa padrões de metáforas e aplica esse conhecimento a fim de aprender novas metáforas. KIWi: examina o modo como os seres humanos processam o discurso, mais especificamente, como adquirem conhecimento sobre a linguagem de programação. O programa faz inferências elaboradas a fim de concluir essa tarefa.

69 IEA(Intelligent Essay Assessor): software planejado para avaliar o significado das informações em uma redação baseada em fatos e determinar se seu conteúdo é correto e completo. Exemplo: suponha que uma redação ideal deva conter o conceito A neurolingüística é a disciplina que examina as relações entre o cérebro e a linguagem. O IEA daria nota máxima para uma sentença semelhante como Os pesquisadores que estudam o modo pelo qual o sistema nervoso lida com a linguagem são chamados neurolingüístas. Porém até seus avaliadores observam que ele não pode se igualar a um avaliador humano.

70 Um dos problemas de todos esses programas é que eles examinam apenas um pequeno componente da compreensão da linguagem. Ao contrário, os seres humanos dominam todas essas habilidades e muitas mais.


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