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A Construção da Democracia no Afeganistão através da atuação da International Security Assistance Force (ISAF)

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Apresentação em tema: "A Construção da Democracia no Afeganistão através da atuação da International Security Assistance Force (ISAF)"— Transcrição da apresentação:

1 A Construção da Democracia no Afeganistão através da atuação da International Security Assistance Force (ISAF)

2 Construtivismo Agentes e estruturas são co-constituídos.
Qual o lugar das idéias e dos valores na análise dos eventos sociais? Premissas centrais do construtivismo: a) o mundo não é predeterminado, mas sim construído à medida que os atores agem. b) Negação de qualquer antecedência ontológica aos agentes e à estrutura. c) Segundo Nogueira e Messari, “se, por um lado, os construtivistas não descartam as causas materiais, por outro, consideram que as idéias e os valores que informam a relação do agente com o mundo material desempenham uma função central na formulação do conhecimento sobre este mesmo mundo” (p. 167).

3 Sendo a cultura e a identidade construídas quebra-se o paradigma que afirma que elas são estáveis (HERZ, 1997), logo, cabe a cada ator e grupo étnico afegão, a cada indivíduo engajado na reconstrução do país, seja este nativo ou estrangeiro, contribuir para a missão em ordem. Afeganistão: Identidade – Religião Islâmica. 1996: Talebã. 11 de setembro de 2001. Al-Qaeda: Osama Bin Laden.

4 ISAF International Security Assistance Force:
1) conduzir operações de segurança e de estabilização junto às Forças Nacionais Afegãs de Segurança; 2) auxiliar no desenvolvimento e treinamento de um novo Exército Nacional Afegão e de uma polícia nacional; 3) identificar os principais focos de reconstrução, como a reabilitação de escolas e centros médicos, a restauração de dutos de águas assim como auxiliar em outros programas de melhoria de vida da população; 4) apoiar o governo afegão a desarmar Grupos Armados Ilegais; 5) amparar operações de assistência humanitária, entre outros (ISAF Mandate, 2008) ..\..\..\Pictures\Afghanistan\21.jpg

5 Democracia A democracia, para além do caso afegão, adquiriu, ao longo do século XX um papel de destaque. Ao longo da primeira metade do século passado a maior parte dos países europeus já se moldavam como democracias e alguns países da América Latina já haviam tido experiências democráticas. Acerca da democracia, neste projeto, ela é compreendida como “primariamente um conjunto de regras de procedimentos para a formação de decisões coletivas, em que está prevista e facilitada a participação mais ampla possível dos interessados” (BOBBIO, Pág. 22).

6 Democracia Islâmica Vali Nasr: “cultura de eleições” no mundo muçulmano. “não é possível ter uma eleição e na primeira vez cantar suas virtudes para o povo e esperar que eles se convertam para a democracia. A democracia é praticada” (NASR, 2005). E mais, é construída.

7 “Avanços” Políticos Constituição de 2004:
A) Respeito às liberdades individuais; B) auto-determinação da sociedade; C) Divisão dos Poderes: Executivo, Judiciário, Legislativo; D) Igualdade de todos os afegãos perante a lei; E) Defesa da vida, da liberdade e da dignidade.

8 Eleições 2004: Presidente (eleito por cinco anos e pode ser reeleito)
Harmid Karzai é eleito. 2005: Eleições Parlamentares. 2009: Eleições presidenciais e para os Conselhos Provinciais.

9

10 Sendo levada a cabo por países membros e aliados da OTAN, mesmo mantendo-se vinculada à ONU, a ISAF sofre influência direta dos valores e conceitos ocidentais defendidos pela organização do Atlântico Norte. A questão econômica: desenvolvimento e democracia.

11 Assim, a partir do Construtivismo, como tem sido exposto, procura-se perceber como, através da democracia e das forças estrangeiras, pode ser possível a construção de uma nova identidade afegã, em conformidade com a nova situação do país e com os novos desafios do século XXI. Problemas: Insegurança; Não há uma produção rentável que substitua o cultivo da papoula; Falta de uma estrutura governamental central; Histórico de instabilidade política no país, e indecisão política das forças estrangeiras, que tem encaminhado a missão para outro caminho, que não a construção das bases para uma democracia.

12 Constituição – Eleições – Reconstrução (?) – Novas Eleições
Insegurança – Pobreza – Fome  Falta de Perspectivas

13 Bibliografia BOBBIO, Norberto. O Futuro da Democracia. 10 edição. São Paulo: Paz e Terra NARS, Vali. Islam and Democracy: Iraq, Afghanistan and Pakistan. Entrevistado por Timothy Shah. Washington, Disponível em: Acesso em: Setembro 2008. HERZ, Mônica. Teoria das Relações Internacionais no Pós-Guerra Fria Disponível em: < Acesso em: Fevereiro, 2009. ISAF Mandate. Disponível em: <http://www.nato.int/ISAF/topics/mandate/index.html>.Acesso em: Abril, 2008.


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