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Saltos Todos os saltos consistem num movimento cíclico (a corrida) e num movimento acíclico(o salto propriamente dito); e distinguem- se essencialmente.

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1 Saltos Todos os saltos consistem num movimento cíclico (a corrida) e num movimento acíclico(o salto propriamente dito); e distinguem- se essencialmente pelas características da trajetóriaaérea. Desta forma os saltos visam alcançar uma altura, ou cair a uma máxima distância. São quatro os tipos de saltos: distância, triplo altura, salto com vara.

2 Técnica do Salto em Distância corrida juntamente com a impulsão são so fatores de maior importância para a realização de um bom salto. Mas são muitos os saltadores em potencial que confiaam apenas nessas duas qualidades, mas não progrediram porque não sededicaram à assimilação dos movimentos técnicos do salto. Salto em Distância No salto em distância podemos observar quatro fases que são as seguintes: a) Corrida de aproximação (o mais veloz até 3 passadas) b) Impulsão (para cima e para frente) c) Vôo (braços para cima) d) Queda (evitar nadegas no chão)

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4 Salto em Distância TÉCNICATÉCNICA

5 Salto Triplo 18,29 metros - Jonathan Edwards (Reino Unido) em Gotemburgo no dia 7 de agosto de 1995 Feminino: 15,50 metros - Inessa Kravets (Ucrania) em Gothenburg no dia 10 de agosto de 1995 Jonathan EdwardsInessa KravetsJonathan EdwardsInessa Kravets Este salto se compõe de três partes bem definidas com características próprias. Consiste em executar, após uma corrida de impulsão de 35 a 42 metros parecida com a do salto em distância, três saltos sucessivos impulsionando-se nos dois primeiros com a mesma perna e no terceiro com aoutra perna. Assim pode ser: Esquerda, esquerda e direita ou direita, direita e esquerda

6 Salto Triplo Para estudar o salto triplo dividiremos em fases, sendo: - A corrida; - Os saltos: primeiro, segundo e terceiro; - A queda.

7 A CORRIDA É muito parecida com a corrida do salto em extensão. A diferença principal está na execução dos passos, que se caracteriza pelo menor tamanho do penúltimo passo comparando como salto em extensão. Isto evita perda de velocidade durante a impulsão. O salto em distância necessita desta velocidade mas ela pode ser obtida durante o último passo, o que não seria indicado no salto triplo (preocupação do equilíbrio após o primeiro salto). A IMPULSÃO Esta fase é muito parecida com a do salto em distância. A diferença está na posição do corpo, mais erguida. A inclinação do corpo para trás no momento de apoiar o pé de impulsão não é tão acentuada. A perna de impulsão se flexiona com o calcanhar junto com as nádegas, em seguida é levada à frente e se estende para tomar contato com o solo. - O tronco permanece na vertical, com os braços fazendo movimento de equilíbrio. - O pé toca o solo de “chapa” e a perna se flexiona para amortecer o impacto. O PRIMEIRO SALTO

8 O que especificamos para o primeiro salto, serve também basicamente para o segundo. É o mais curto, dos três realizados, sob condições de maiores dificuldades, já que uma mesma perna tem que absorver o impacto do peso do atleta e lhe imprimir uma nova aceleração (a pressão em saltos de mais de 16 metros é seis vezes superior ao peso do atleta). Em linhas gerais é uma grande passada este segundo salto. O SEGUNDO SALTO O TERCEIRO SALTO É um verdadeiro salto em extensão. A movimentação é parecida com a de um salto em extensão, geralmente grupado. A execução deste salto é feita em condições muito precárias, pois a velocidade foi em muito anulada devido aos saltos anteriores. O ângulo de impulsão é muito elevado já que o atleta utiliza neste salto quase que exclusivamente a sua potência. Normalmente, o terceiro salto é o segundo em tamanho, o menor é sempre o segundo salto. Quanto ao ângulo de saída, existe uma progressividade. Para os iniciantes, há quem sugira como relação de máxima economia, a seguinte proporção: 35% - 30% - 35%. Com o aumento das aptidões e a melhoria da forma física, a relação poderá ficar assim: 37% - 28% - 35%, uma vez que não exige um padrão geral para esta relação.

9 Salto em Altura

10 Evolução da técnica do salto em altura 1- Salto de tesoura ( 1,97m 1898 ) 2- Salto Cortado ( 1,99.5m 1908 ) 3- Rolamento Californiano ( 2,02m 1914 ) 4- Variante do Rolamento Californiano ( 2,04m 1933 ) 5- Variante do Rolamento Californiano ( 2,07m 1936 ) 6- Rolamento Ventral ( 2,07m 1936 ) 7- Variante do Rolamento Ventral ( 2,22m 1960 ) 8- Variante do Rolamento Ventral ( 2,28m 1963 ) 9- Flop ( 2,32m 1976 )

11 Salto em Altura O chamado « Fosbury-Flop » não se diferencia substancialmente da técnica do « flop » padrão. É caracterizado por quatro fases importantes : a corrida de balanço, a impulsão, o voo e transposição da fasquia e a queda. A primeira parte da corrida de balanço ( fase de aceleração ) abrange sete a onze passadas de balanço. A TÉCNICA DO SALTO « FLOP »

12 Salto em Altura A TÉCNICA DO ROLAMENTO VENTRAL

13 Salto com Vara 1º- Corrida de balanço e impulsão com movimento de encaixe 2º-Flexão da vara e fase de enrolamento ( pêndulo ) 3º-Extensão e rotações 4º-Fase da perda de contacto com a vara e transposição da fasquia 5º-Queda

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