Diagrama “A escola sustentável que queremos”

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Transcrição da apresentação:

Diagrama “A escola sustentável que queremos” Valores e Relações humanas Ecoeficiência Social Cuidado consigo. o outro . a coletividade .o Planeta Terra Escolas Sustentáveis Infraestrutura Ambiental Econômico Mosaico A Texto e concepção técnico pedagógica: Andrée de Ridder Vieira e Patricia Mie Matsuo (Instituto Supereco). Ano 2012

Mosaico B Boas práticas Em uma Escola Sustentável é importante valorizar, resgatar e fortalecer os valores nas relações humanas dentro e fora da escola, e com toda a comunidade escolar, como o respeito, o cuidado, a persistência, a tolerância, a solidariedade, o diálogo etc. Uma educação baseada em valores, além da garantia da qualidade das relações entre todas as pessoas (alunos, professores, diretores, coordenadores, outros colaboradores da escola e familiares), traz a boa convivência pela prática da cooperação e a cultura de paz, tão essenciais na busca pela sustentabilidade. Boas práticas Construir junto com a turma e expor um Painel de Valores para a Boa Convivência na comunidade escolar a partir da percepção dos alunos sobre como está e o que acontece na sua realidade; Desenvolver campanhas e/ou palestras abordando e combatendo o bullying; Promover gincanas cooperativas com provas onde o tema seja “valores humanos”; Promover um concurso de paródias e de outros gêneros de textos e/ou atividades culturais sobre a importância das relações humanas e do cuidado consigo, com o outro e com a coletividade; Integrar o tema valores humanos como transversal às disciplinas, estudando os modelos de comportamento da sociedade humana, os padrões de consumo e o “status social”, o aumento da degradação social x violência, ao longo da História; Valorizar e estimular trabalhos voluntários; auxílio aos portadores de necessidades especiais etc. Mosaico B Texto e concepção técnico pedagógica: Andrée de Ridder Vieira e Patricia Mie Matsuo (Instituto Supereco). Ano 2012

Mosaico C Boas práticas Na Escola Sustentável, o bem estar e a valorização dos membros da comunidade escolar e do seu entorno são fundamentais. Isso inclui desde os benefícios sociais, profissionais e econômicos como também os incentivos internos. Algumas questões podem ajudar no planejamento das ações sociais voltadas à sustentabilidade: As ideias e atitudes criativas de alunos, docentes, gestores, colaboradores da limpeza, da manutenção e da alimentação são estimuladas, reconhecidas e colocadas em prática na escola? Os ambientes de convívio são saudáveis, limpos e agradáveis? Os colaboradores da escola se sentem felizes com suas atividades profissionais? O que falta para isso acontecer? Existe boa convivência dos pais com a escola? A escola promove ações com a sua vizinhança visando o bom convívio socioambiental? Atividades de voluntariado, de apoio aos projetos na comunidade do entorno são comuns aos educadores, no currículo pedagógico e na rotina escolar, ou somente em momentos de campanhas? Boas práticas Entrevistas com colaboradores da escola sobre sua atividade profissional: o que fazem, o que gostam ou desejariam mudar, seu grau de felicidade, suas sugestões para melhorar a escola, como está a qualidade do ambiente de trabalho, como é a relação com os demais etc; Implantação de um Baú de Ecoideias: local onde são depositadas ideias de cada membro da comunidade escolar para implementar a escola sustentável, a serem escolhidas para colocar em prática: votação, conforme os recursos disponíveis, com apoio de terceiros etc Revitalização de espaços de convivência na escola: cantina, pátio, sala dos professores, cozinha, vestiários, banheiros etc Doação dos materiais recicláveis arrecadados para Associação de Catadores ou outra entidade social do bairro; Organização, com a participação da vizinhos e de familiares, de passeio ciclístico, caminhada, festa, gincana, cuja inscrição pode ser a doação de alimentos, livros, brinquedos, agasalhos ou roupas usadas; Projetos de voluntariado na rotina da escola, dos alunos e dos educadores, executados na própria escola, ou no entorno como creches, asilos, instituições que trabalham com animais abandonados etc; Campanha para arrecadação de livros para a biblioteca da escola ou para espaços públicos do bairro. Mosaico C Texto e concepção técnico pedagógica: Andrée de Ridder Vieira e Patricia Mie Matsuo (Instituto Supereco). Ano 2012

Mosaico D Boas práticas A aprendizagem pode ser mais rica, estimulante e eficiente se for realizada em um ambiente agradável, colorido, bem cuidado e conservado! Ainda mais se o currículo escolar focar os conceitos práticos de sustentabilidade e cidadania desenvolvendo boas atitudes nos alunos, praticadas no ambiente escolar. Na Escola Sustentável, conteúdos, aprendizados e ações socioambientais estão presentes em todas as disciplinas, de forma contínua e transversal. E a partir da evolução desta aprendizagem, projetos e ações são implementados junto com os alunos, na busca pela ecoeficiência da infraestrutura da escola até novos modelos de comportamento visando a formação de cidadãos sustentáveis. Boas práticas Integração de conteúdos e de temas socioambientais, bem como de atividades específicas, em todas as disciplinas do currículo escolar, de forma contínua e permanente, e não somente em datas comemorativas ou atividades pontuais; Desenvolvimento de atividades e de projetos para melhoria de espaços de convivência com elementos naturais, e/ou recicláveis, possibilitando um contato dos alunos, docentes e colaboradores da escola com recursos da biodiversidade de forma permanente, espontânea, divertida e prazerosa. Ao mesmo tempo sirvam como PDAs - Projetos Demonstrativos Ambientais, podendo integrar-se às aulas práticas no próprio ambiente escolar: horta orgânica, composteira, minhocário, viveiros de plantas medicinais e/ou de mudas nativas, pátios e áreas de lazer com sombreamento natural, áreas verdes com árvores e/ou jardins sensoriais, canteiros, pomares e jardins com permacultura (www.permacultura.org.br); mini cisternas de captação de água da chuva; tecnologias de combate ao desperdício de água e de energia; coletores de materiais recicláveis ; mobiliário e outros materiais da escola sustentáveis (reciclados, certificados, adquiridos por compras coletivas etc) Campanhas de redução do desperdício de água, de energia, de alimentos e de geração de resíduos sólidos. Separação e doação/venda de materiais recicláveis; materiais escolares feitos com sucatas, recicláveis e produtos naturais. etc Mosaico D Texto e concepção técnico pedagógica: Andrée de Ridder Vieira e Patricia Mie Matsuo (Instituto Supereco). Ano 2012

Mosaico E Boas práticas Combate ao desperdício, economia e bom uso dos recursos são como “uma poupança para o futuro” em uma Escola Sustentável! Este planejamento vai desde o uso eficiente dos recursos financeiros da escola até o uso responsável dos recursos naturais e materiais como: água, energia, biodiversidade, alimentos, mobiliário e materiais escolares, infraestruturas existentes, entre outros, buscando formas criativas e conscientes para diminuir o desperdício, gerando o mínimo de poluição possível, em todos os sentidos. Os 5Rs do consumo (refletir, recusar, reduzir, reutilizar, reciclar) devem estar presentes nos diversos espaços da escola. Além disso, a aquisição de materiais ou de alimento para escola pode ter como base os princípios da economia justa e solidária, sendo ambientalmente e socialmente correta (sem explorar os outros, sem envolver trabalho escravo ou infantil, sem querer levar vantagem e sem degradar o meio ambiente); priorizando quando possível: compras coletivas e planejadas, produtos certificados, biodegradáveis e recicláveis, comprados da comunidade local ou do comércio do entorno. Boas práticas Aulas de economia para o bom uso do dinheiro e dos recursos naturais, bem como de empreendedorismo socioambiental, no cotidiano e currículo escolar. Assim como campanhas de combate ao desperdício de água, de energia e de alimentos, e diminuição da geração de resíduos sólidos, surgindo a partir do trabalho com gráficos de medição de consumo e comportamento no ambiente escolar e doméstico; Redução gradativa, contínua e permanente do consumo de energia e de água e do desperdício de alimentos e de materiais escolares; Merenda produzida com alimentos da época, de preferência orgânicos. Receitas com reaproveitamento alimentar como talos, raízes, folhas etc, incluídas em aulas de culinária e alimentação saudável. Implementação de hortas (canteiros, vasos, estruturas verticais etc) Reaproveitamento de papel e de outros materiais recicláveis para os trabalhos escolares, infraestrutura e projetos socioambientais; Compra planejada e/ou coletiva de materiais; preferência por produtos certificados, biodegradáveis, recicláveis, da comunidade local ou comércio do entorno, evitando grandes gastos com combustível; Uso das impressoras no modo econômico; uso da frente e verso do papel, confecção de blocos de rascunho com papel usado etc Ecoideias criativas para conseguir recursos financeiros para a escola com preço justo e solidário (bazares de roupas, artesanatos, bingos, desfiles, venda de recicláveis, de mudas nativas e de hortaliças orgânicas, livros e brinquedos usados, sempre voltados ao tema sustentabilidade). Mosaico E Texto e concepção técnico pedagógica: Andrée de Ridder Vieira e Patricia Mie Matsuo (Instituto Supereco). Ano 2012

Mosaico F Boas práticas É só entrar na escola para sentir que ela “respira, consome e veste” sustentabilidade. Esta metáfora diz respeito ao “jeito da escola”, sua forma e o tipo de infraestrutura, suas redes de relações, que mostram claramente como na Escola Sustentável se aplicam, de maneira prática e realista, as questões socioambientais na sua construção e distribuição dos espaços, na manutenção geral, na aquisição e armazenamento de materiais e no seu funcionamento do ponto de vista ambiental. A infraestrutura revela os valores e os princípios da escola, assim “respira” significa que a maioria da comunidade escolar já entende a sustentabilidade como uma prática diária, não pontual, como ar que respiramos; “consome” significa que as pessoas consomem os recursos naturais de forma responsável, sem abusos e sem desperdício e dão bom destino aos resíduos gerados na escola; e “veste” significa que a escola se apresenta com a roupagem dos ambientes, tecnologias e materiais sustentáveis bem planejados, conservados e agradáveis de conviver. Boas práticas Ações e projetos, no currículo escolar e nas diversas disciplinas, de revitalização dos espaços da escola de forma a torná-los o mais sustentável possível. Auxílio das disciplinas: cartografia, gráficos, placas de sinalização, slogans, logomarcas e painéis de arte; Capacitação da comunidade escolar quanto à colaboração e responsabilidade na “manutenção” e na “sustentabilidade” da escola; Tecnologias alternativas, na medida do possível, de bom uso dos recursos naturais: captação de energia solar; aproveitamento de água da chuva; salas com iluminação e ventilação natural (claraboias, janelas amplas, espaços vazados e telados etc); lâmpadas mais econômicas (fluorescentes ou com sensores que se acendem automaticamente); torneiras e válvulas de descarga com tecnologia antidesperdício; mobiliário (mesas, cadeiras, parque infantil) e outros materiais escolares certificados, reciclados etc Aumento de áreas verdes, de lazer e de convívio coletivo: pátio arborizado para sombreamento ou com biombos de plantas; telhado verde (com grama) que refresca o ambiente; jardins que possibilitam a infiltração da água da chuva e evitam enchentes; hortas orgânicas, canteiros e paisagismo com permacultura, comedouros para aves, salas com móbiles de plantas, cozinha com canteiro vertical ou vasos de ervas aromáticas , composteiras para reaproveitamento dos resíduos da merenda e da poda de plantas e jardins etc Área de esporte e de lazer, biblioteca, cantina, com práticas sustentáveis, incluindo em todos os espaços da escola rampas, acessos e tecnologias especiais para portadores de necessidades específicas. Música suave com sons da natureza inspirando aulas, momentos do lanche e relaxamento, recreação na comunidade escolar. Mosaico F Texto e concepção técnico pedagógica: Andrée de Ridder Vieira e Patricia Mie Matsuo (Instituto Supereco). Ano 2012

Mosaico G Boas práticas Um gradativo, longo e permanente caminho deve ser percorrido até a escola ser considerada uma Escola Sustentável. E como você viu até agora, será preciso planejar e se organizar, junto com os demais colegas e alunos, para que qualquer ação de sua rotina na escola seja realizada da forma mais sustentável possível, ou seja, conseguindo atingir as metas e atividades programadas no currículo escolar e na convivência diária, impactando o menos possível o meio ambiente e a vida das pessoas que frequentam e/ou trabalham no local, contribuindo, por consequência, para o futuro da escola e do Planeta. Já conhecemos a importância das abelhas como insetos incansáveis na colmeia, então lembre-se também que cada formiga - por menor que seja seu tamanho ou ação – tem um papel fundamental e único para construir, cuidar e manter a boa ordem, bem como o funcionamento de todo o formigueiro, a fim de que todas as formigas sobrevivam com qualidade. Viver em sociedade é cooperar pelo bem comum! Assim , além de refletir, decidir, planejar e agir pela Escola Sustentável, é preciso avaliar a qualidade das ações da escola durante o caminho percorrido. Uma dica é usar a Ecoeficiência para monitorar se vocês estão no rumo certo, a cada passo conquistado. Ecoeficiente (Eco=casa/ambiente + Eficiente = ser capaz/competente para cumprir o que planejou, obtendo bons resultados), assim imaginem que cada hexágono anterior, do nosso mosaico, precise ser checado periodicamente, como um termômetro de sustentabilidade. A cada ação/meta planejada para o tema do hexágono, verifiquem como está a ecoeficiência: estão satisfeitos? Precisam melhorar? O que foi implantado está sendo mantido? Boas práticas Capacitação da comunidade escolar sobre o conceito de Ecoeficiência e sua importância; Implantação do sistema de monitoramento das metas e ações, divulgação para a comunidade escolar, bem como organização de um sistema de devolutiva de resultados, com direito a incentivos, bônus e premiações, de preferência voltados à sustentabilidade. Que tal um Selo de Ecoeficiência ou de Escola Sustentável criado pelos próprios alunos? Redução máxima possível do consumo dos recursos naturais, diminuição máxima possível dos resíduos gerados e destino adequado do que foi usado durante as ações e rotina da escola; economia na manutenção geral da escola; Promoção do desenvolvimento humano dos alunos e colaboradores da escola, com a prática dos “cuidados”. Respeito à cultura, ao modo de vida e à organização social do bairro da escola. Mosaico G Texto e concepção técnico pedagógica: Andrée de Ridder Vieira e Patricia Mie Matsuo (Instituto Supereco). Ano 2012