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Émile Durkheim. É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidadede sair de nós próprios para aceder à escola das coisas,

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Apresentação em tema: "Émile Durkheim. É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidadede sair de nós próprios para aceder à escola das coisas,"— Transcrição da apresentação:

1 Émile Durkheim

2 É preciso sentir a necessidade da experiência, da observação, ou seja, a necessidadede sair de nós próprios para aceder à escola das coisas, se as queremos conhecer e compreender

3 1. Revolução Francesa (1789) 2. Império Napoleônico 3. Revolução Liberal (1830) 4. Primavera dos Povos (1848) 5. Comuna de Paris (1871) 6. Socialista Utópico (sec. XIX) 7. Ideais Iluministas 8. Escola Positivista (Comte) 9. Estados absolutistas x Estado burguês 10. Nova História (Escola dos Annales)

4 França / 1917 Descendência judia Filósofo – pai da Sociologia moderna Escola Normal Superior de Paris Professor de Pedagogia e Ciência Social Gabriel Cohen (USP): Durkheim – A sociologia é: considerado como dos mais severos dos clássicos

5 A divisão do trabalho social (1893) As regras do método sociológico (1895) O suicídio (1897) A educação moral (1902) As formas elementares da vida religiosa (1912) Lições de Sociologia (1912)

6 Lições de Sociologia Para Durkheim, a democracia só poderá existir como forma histórica de governo se tiverem sido criados órgãos secundários que liguem o Estado ao resto da sociedade. Ex. Poder Legislativo – instância reflexiva da sociedade – avaliar, discurtir e decidir as demandas sociais – regras.

7 As formas elementares da vida religiosa (1912) Afirma que a Religião é o conjunto das atitudes e atos pelos quais o homem manifestava sua dependência em relação a seres sobrenaturais. O homem idealiza a religião, mas expressa uma realidade concreta, sendo assim ela não é fantasiosa, mas real. A religião era importante para Durkheim como exemplo de representações coletivas compartilhadas, não como prova da existência de Deus. Ele via a religião como portadora de uma função integradora, capaz de manter a solidariedade social.

8 A educação moral (1902) Conduzir-se moralmente é agir em conformidade com uma norma, que determina a conduta a ser seguida antes mesmo que tomemos partido acerca do que devemos fazer. O domínio da moral é o domínio do dever e o dever é uma ação prescrita. Isso não significa que a consciência moral não possa defrontar-se com questionamentos; sabemos bem que ela freqüentemente se embaraça, que hesita entre partidos contrários.

9 O suicídio (1897) Trata de um assunto considerado psicológico abordado polemicamente por Durkheim como fenômeno social. Sua intenção era provar sua tese de que o suicídio é um fato social, forma de coerção exterior e independente do indivíduo, estabelecida em toda a sociedade e que, portanto, deve ser tratado como assunto sociológico. (egoísta, altruísta, anomico)

10 Da divisao social do trabalho Que laço se forma entre os homens e que constitui a sociedade SOLIDARIEDADE 1. Mecânica – sociedades primitivas – divisão do trabalho Peças iguais, funções diversas (cultura, língua, hábitos =). Ex. sociedades indígenas

11 2. Orgânica – diferença entre si, mas Dependência reciproca. (não tem a mesma língua, Cultura, mas a força de Trabalho). Divergência com Karl Marx INDIVIDUALIZAÇÃO DURKHEIMMARX (ROSA LUXEMBRUGO) FORTALEZA SOCIAL Necessidades de auxílio Organização social Instituições socais ANOMIA Imposição Organização econômica Indivíduo (Weber)

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13 VOCÊ PENSA POR SI PRÓPRIO ?... o ar não deixa de ser pesado, embora não sintamos seu peso (DURKHEIM, p. 34)

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15 Resultado do que a sociedade determina como ser Individuo Sociedade FATO SOCIAL Hobbes e Rousseau contrato social (acordo voluntário, estados individuais que explicam os fatos sociais) Durkheim - fatos explicam os indivíduos.

16 PONTOS NUCLEARES DO PENSAMENTO METODOLÓGICO DE DURKHEIM - FILOSOFIA X SOCIOLOGIA SEGUNDO DURKHEIM - Hobbes e Rousseau- contrato social (acordo voluntário, estados individuais que explicam os fatos sociais) - Durkheim - fatos explicam os indivíduos - Ex: a criança recebe os valores morais da escola, não o contrário. - SOCIEDADE COMO SÍNTESE DOS INDIVÍDUOS - Distinção entre sociologia e psicologia. Pensamento do grupo distinto do pensamento individual - Ex: vida na caserna

17 PONTOS NUCLEARES DO PENSAMENTO METODOLÓGICO DE DURKHEIM - FATOS TRATADOS COMO COISAS (REALIDADE OBJETIVA) - Possibilita observação externa. Ideias não são coisas. - Ex: Diferença entre a Lei da Oferta e da Procura e um estudo do fenômeno econômico na 25 de Março em SP. - COERÇÃO COMO FATOR DE FORMAÇÃO DAS CONSCIÊNCIAS INDIVIDUAIS - Pressão do grupo social (aspectos jurídicos ou morais/éticos) como formador do modo de agir dos indivíduos - Ex: cometimento de crime = pena - negligência com hábitos de higiene = isolamento

18 FATO SOCIAL CONCEITO POR ÉMILE DURKHEIM Fato social é toda a maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coerção exterior: ou então, que é geral no âmbito de uma dada sociedade tendo, ao mesmo tempo, uma existência própria, independente das suas manifestações individuais

19 FATO SOCIAL ESTUDO ANALÍTICO DO CONCEITO TODA A MANEIRA DE FAZER : maneiras de agir dos membros de uma sociedade Ex: curvar-se diante do monarca, poligamia entre os árabes FIXADA OU NÃO: por meio de regras escritas ou regras morais (entretanto pré- existentes) Ex: no Brasil bigamia é crime (regra escrita – lei); o dever de obediência aos pais (regra moral) COERÇÃO EXTERIOR: a pressão é da sociedade, se for interior é da seara da psicologia EX: o arrependimento, o sentimento de culpa são internos; o isolamento do grupo (sanção penal) e risadas por vestuário fora de moda são externos

20 FATO SOCIAL ESTUDO ANALÍTICO DO CONCEITO É GERAL : atinge o grupo como um todo. Um mesmo padrão de conduta. Ex: a obediência ao semáforo se aplica a todos os condutores de veículos automotores, mas não somente aos carros ou à motocicletas. ÂMBITO DE UMA DADA SOCIEDADE : aplicação a um grupo social definido. Ex: casamento no Brasil e no Marrocos EXISTÊNCIA PRÓPRIA, INDEPENDENTE DAS SUAS MANIFESTAÇÕES INDIVIDUAIS: o fato social existe a despeito do modo de agir de cada indivíduo Ex: o casamento existe, a despeito de uma grande parte da não adesão por parte de algumas pessoas do grupo Bebidas em postos de gasolina X Lei

21 FATO SOCIAL O QUE NÃO SE CONSIDERAM FATOS SOCIAIS: - OS RELATIVOS À BIOLOGIA - Comer, beber, dormir, etc - OS RELATIVOS À PSICOLOGIA - Raciocinar, sentir, amar, odiar, etc

22 - REGRAS RELATIVAS À OBSERVAÇÃO DOS FATOS SOCIAIS - REGRAS RELATIVAS À DISTINÇÃO ENTRE O NORMAL E O PATOLÓGICO - REGRAS RELATIVAS À CONSTITUIÇÃO DOS TIPOS SOCIAIS - REGRAS RELATIVAS À EXPLICAÇÃO DOS FATOS SOCIAIS - REGRAS RELATIVAS AO ESTABELECIMENTO DAS PROVAS

23 - REGRAS RELATIVAS À OBSERVAÇÃO DOS FATOS SOCIAIS - REGRA FUNDAMENTAL: considerar os fatos sociais como coisas. Não há que se discutir sobre a natureza do fenômeno, mas sim tratá-lo como um dado (algo oferecido ao sociólogo para observação) - Ex: Sistema penal brasileiro estudado em face de suas regras legisladas (coisa), mas não sob o seu aspecto filosófico. - Igreja estudada como estrutura mantenedora de um determinado grupo social, mas não em face da ideia da crença na existência de um Deus ou dos dogmas religiosos.

24 - REGRAS RELATIVAS À OBSERVAÇÃO DOS FATOS SOCIAIS - DESDOBRAMENTOS DA REGRA FUNDAMENTAL: - 1) Afastar as prenoções. Examinar o fato social com isenção de ânimo, sem ideias preconceituosas. - Ex: Fato social processo legislativo deve ser estudado sem o preconceito referente ao estigma do político mal intencionado - 2) Tomar como objeto de investigação fenômenos com características comuns e pré-definidas. Pesquisador deve saber exatamente o que está em questão e a ser explicado. - Ex: Estudo da família pela observação de relações consanguíneas e de afinidade (jurídicas), excluindo as negociais. - 3) Considerar os fatos sociais sob bases concretas e afastadas do subjetivismo. - Ex: família deve ser estudada a partir dos conceitos do direito sucessório (base concreta e objetiva) e não sob a visão literária (romântica e subjetiva)

25 - REGRAS RELATIVAS À DISTINÇÃO ENTRE O NORMAL E O PATOLÓGICO - DOIS TIPOS DE FENÔMENOS: - - Normais: os que são aquilo que deveriam ser - - Anormais: os que deveriam ser diferentes daquilo que são - O SOFRIMENTO/DOR E A DOENÇA NÃO SÃO CAPAZES DE DISTINGUIR O NORMAL DO ANORMAL. - Ex: parto e velhice estão relacionadas ao sofrimento e dor e são fenômenos considerados normais - vacinação contra varíola é fenômeno normal e ligado à preservação da saúde, mas se trata de inoculação de doença no organismo. -

26 - REGRAS RELATIVAS À DISTINÇÃO ENTRE O NORMAL E O PATOLÓGICO - REGRA: Um fenômeno é considerado normal se encontrado em todas as sociedades de todos os tempos ou em todas as sociedades que sejam consideradas semelhantes, ou seja, normalidade tem estreita relação com generalidade. - Ex: O crime sempre existiu em todas as sociedades, o que é considerado normal. A inexistência de crime seria considerado anormal. - Entretanto, tal análise é feita em face de uma taxa média de crimes no seio da sociedade. O aumento exagerado de tal taxa, acima da média, é considerado patológico.

27 - REGRAS RELATIVAS À CONSTITUIÇÃO DOS TIPOS SOCIAIS - MORFOLOGIA SOCIAL: área da sociologia, definida por Durkheim, responsável pela classificação e constituição dos tipos sociais. - REGRA: Tomar por base as sociedades perfeitamente simples ou de segmento único. No interior destas classes, distinguir as diferenças e semelhanças. Sociedade base era a horda. - Ex: Estudo social da cidade do Rio de Janeiro. Horda seria o somatório de todos os habitantes da cidade considerados como ocupantes do espaço territorial do município. Dentro da horda, tendo a separação entre ricos e pobres, teríamos, por semelhança, grupos sociais distintos: tipo social Classe A (moradores dos condomínios da Barra) e Classe D (moradores dos diversos morros do Rio de Janeiro). Dois tipos sociais constituídos e estudados distintamente.

28 - REGRAS RELATIVAS À EXPLICAÇÃO DOS FATOS SOCIAIS - - A utilidade de um fato social não explica sua existência - Ex: Algo pode ter deixado de ser útil e continuar existindo. Discurso de homenagem a formandos. - REGRAS: - 1) Investigar separadamente a causa eficiente e a função que o fato social desempenha. - Ex: A pena. Causa eficiente é a reação social ao ato ilegal e função é evitar novas infrações (função repressiva). - 2) A origem de um processo social deve ser procurada na constituição do meio social interno. O meio social interno é composto de coisas e pessoas. A força motriz está nas pessoas. - Ex: No processo legislativo, as coisas são as leis, entretanto essas só se alteram em face da ação das pessoas ( população, parlamentares)

29 - REGRAS RELATIVAS AO ESTABELECIMENTO DAS PROVAS - REGRA: A um mesmo efeito corresponde uma mesma causa - Ex: Educação. Educação para o Trânsito (causa – circulação de veículos; efeito – evitar acidentes) Educação Formal Superior (causa – necessidade de desenvolvimento; efeito – melhorar qualidade serviços e produtos) - Pena. (causa única – reação social; efeito único – prevenção de novas infrações) - Método a utilizar : COMPARATIVO - Ex: Em um estudo da criminalidade nos centros urbanos e meio rural: comparação entre as curvas do índice de criminalidade com as curvas de densidade demográfica e índice de desemprego nos dois meios sociais. Resultado: explicação do fenômeno criminalidade.

30 - CONCLUSÕES DO AUTOR - 1 – SOCIOLOGIA INDEPENDE DE QUALQUER FILOSOFIA - 2 – OBJETIVIDADE DA SOCIOLOGIA – FATOS SOCIAIS COMO COISAS - 3 – SOCIOLOGIA É RAMO AUTÔNOMO DA CIÊNCIA

31 - Ser moral não significa ser bom, e sim o exercício da liberdade de autoria (como autor) e/ou atuação (como ator) na forma de uma escolha entre o bem e o mal. - ZYGMUNT BAUMAN - Extraído do livro Vida em Fragmentos – Sobre a Ética Pós- Moderna, Editora Zahar: Rio de Janeiro, p. 10

32 Há possibilidade de conciliar a concepção de fato social positivista de Durkheim com o fato social numa perspectiva sartriana, ou seja, material-existencialista? Caso a resposta seja positiva, estabeleça os pressupostos que validam tal conciliação e apresente em que circunstâncias seriam possíveis tal conciliação e como elas complexizariam o entendimento de determinado fato social. Caso a resposta seja negativa, apresente os seus argumentos sobre a impossibilidade desta conciliação e quais as direções que o pesquisador poderá tomar ao optar por uma destas metodologias.

33 REDAÇÃO DE APROVEITAMENTO PARA PESQUISA

34 filme: Chocolate, de 2000 dirigido pelo sueco Lasse Hallstrom.: Música – Construção de Chico Buarque


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