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AMOSTRAGEM. DEFINIÇÃO ATO OU PROCESSO DE OBTENÇÃO DE PORÇÃO DE SEMENTES, DEFINIDO NA LEGISLAÇÃO, PARA CONSTITUIR AMOSTRA REPRESENTATIVA DE LOTE DEFINIDO.

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1 AMOSTRAGEM

2 DEFINIÇÃO ATO OU PROCESSO DE OBTENÇÃO DE PORÇÃO DE SEMENTES, DEFINIDO NA LEGISLAÇÃO, PARA CONSTITUIR AMOSTRA REPRESENTATIVA DE LOTE DEFINIDO

3 OBJETIVO DA AMOSTRAGEM REGRAS DE ANÁLISE DE SEMENTES OBTER UMA AMOSTRA DE TAMANHO ADEQUADO PARA OS TESTES, NA QUAL ESTEJAM PRESENTES OS MESMOS COMPONENTES DO LOTE DE SEMENTES E EM PROPORÇÕES SEMELHANTES

4 LOTE QUANTIDADE DEFINIDA DE SEMENTES, IDENTIFICADA POR LETRA, NÚMERO OU COMBINAÇÃO DOS DOIS, DA QUAL CADA PORÇÃO É, DENTRO DE TOLERÂNCIAS PERMITIDAS, HOMOGÊNEA E UNIFORME PARA AS INFORMAÇÕES CONTIDAS NA IDENTIFICAÇÃO

5 AMOSTRAGEM DE IDENTIFICAÇÃO E QUALIDADE SERÁ REALIZADA SOB A SUPERVISÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO DO PRODUTOR AS INFORMAÇÕES QUE PERMITAM A IDENTIFICAÇÃO DO LOTE AMOSTRADO SERÃO ENVIADAS AO LABORATÓRO EM DOCUMENTO PRÓPRIO

6 AMOSTRAGEM DE SEMENTES A GRANEL SILOS OU EMBALAGENS DE TAMANHO DIFERENCIADO SOMENTE QUANDO ESTIVEREM IDENTIFICADAS SOB A RESPONSABILIDADE DO PRODUTOR

7 INSTRUMENTOS DE AMOSTRAGEM CALADOR OU AMOSTRADOS DO TIPO DUPLO CALADOR OU AMOSTRADOR DO TIPO SIMPLES OU AMOSTRADOR NOBBE AMOSTRAGEM MANUAL

8 CALADOR NÃO É PERMITIDO O USO DO CALADOR CONHECIDO COMO LADRÃO OU FURADOR, CUJO COMPRIMENTO NÃO ULTRAPASSA 25 CM E NÃO PREENCHE AS EXIGÊNCIAS DA AMOSTRAGEM.

9 USOS DO CALADOR DUPLO SEMENTES ACONDICIONADAS EM SACOS SEMENTES A GRANEL CONTIDAS EM SILOS OU EM EMBALAGEM DIFERENCIADAS. (O TAMANHO DO CALADOR VARIA DE ACORDO COM O USO)

10 CALADOR DUPLO

11 USOS DO CALADOR SIMPLES OU AMOSTRADOR NOBBE SOMENTE PARA A COLETA DE AMOSTRA DE SEMENTES ACONDICIONADAS EM SACOS

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13 INTENSIDADE DE AMOSTRAGEM (EMBALAGENS ATÉ 100 QUILOS) NÚMERO DE RECIPIENTES DO LOTENÚMERO DE AMOSTRAS SIMPLES 1-43 amostras simples de cada recipiente 5-82 amostras simples de cada recipiente amostra simples de cada recipiente amostras simples no total amostras simples no total 60 ou mais30 amostras simples no total

14 INTENSIDADE DE AMOSTRAGEM (EMBALAGENS ACIMA DE 100 QUILOS) TAMANHO DO LOTENÚMERO DE AMOSTRAS SIMPLES ATÉ 500 kgPelo menos 5 amostras simples 501 – kgUma amostra simples para cada 300 kg, mas não menos do que kgUma amostra simples para cada 500 kg, mas não menos do que 10 ACIMA DE kgUma amostra simples para cada 700 kg, mas não menos do que 40

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16 AMOSTRAGEM MANUAL É UTILIZADA PARA AS SEMENTES QUE NÃO DESLIZAM FACILMENTE

17 CUIDADOS NA AMOSTRAGEM MANUAL HOMOGENEIZAR A MASSA DE SEMENTES, AGITANDO-SE OS SACOS ANTES DA AMOSTRAGEM QUANDO A EMBALAGEM FOR MAIOR QUE 40 CM ESVAZIAR TOTALMENTE OU PARCIALMENTE ALGUNS SACOS RETIRAR A AMOSTRAS EM VÁRIAS PROFUNDIDADES

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27 AMOSTRAGEM DURANTE O BENEFICIAMENTO COLETADAS EM INTERVALOS REGULARES DURANTE TODO O PROCESSO QUANDO COLETADA DURANTE O FLUXO DA SEMENTE, TODA A SEÇÃO TRANSVERSAL DA CORRENTE DEVE SER UNIFORMEMENTE AMOSTRADA.

28 PARA SEMENTES EMBALADAS EM RECEPIENTES PEQUENOS MONTAR UMA UNIDADE BÁSICA DE 100 kg CADA UNIDADE BÁSICA É CONSIDERADA UM RECIPIENTE APLICAR A TABELA PARA EMBALAGENS DE ATÉ 100 kg AS AMOSTRAS SIMPLES SERÃO CADA UMA DAS EMBALAGENS FECHADAS SE NÃO TIVER 100 kg A UNIDADE BÁSICA SERÁ O PESO TOTAL DAS EMBALAGENS EXISTENTES.

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31 PESO MÁXIMO DO LOTE INSTRUÇÃO NORMATIVA MAPA Nº 30/2008

32 PESO MÍNIMO DAS AMOSTRAS REGRA DE ANÁLISE DE SEMENTES

33 AMOSTRA AS AMOSTRAS DEVEM SER IDENTIFICADAS DE FORMA QUE ASSEGUREM UM VÍNCULO CLARO ENTRE O LOTE DE SEMENTES E AS AMOSTRAS E SUBAMOSTRAS

34 AMOSTRAS SIMPLES TOMADAS AO ACASO RETIRADAS DAS PARTES SUPERIOR, MÉDIA E INFERIOR NÃO PRECISA RETIRAR DE MAIS DE UMA POSIÇÃO DE UM MESMO RECIPIENTE

35 AMOSTRAS SIMPLES DE SEMENTES A GRANEL OU TAMANHO DIFERENCIADO RETIRADAS DE POSIÇÕES PROFUNDIDADES ALEATÓRIAS.

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38 AMOSTRA COMPOSTA CONSTITUÍDA PELA MISTURA E HOMOGENEIZAÇÃO DAS DIVERSAS AMOSTRAS SIMPLES RETIRADAS DE UM LOTE

39 HOMOGENEIZAÇÃO SEMENTES COM PADRÃO DE SEMENTES PURAS BAIXO DEVE-SE TER O CUIDADO DE REPETIR O PROCEDIMENTO VÁRIAS VEZES.

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42 IDENTIFICAÇÃO DA AMOSTRA ESPÉCIE, CULTIVAR, CATEGORIA E SAFRA NÚMERO DO LOTE ANÁLISES DESEJADAS INDICAÇÃO DO TRATAMENTO (QUANDO FOR O CASO) DATA DA COLETA, IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RESPONSÁVEL PELA COLETA

43 AMOSTRA DA FISCALIZAÇÃO REALIZADA POR FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO ENGENHEIRO AGRONÔMO OU ENGENHEIRO FLORESTAL QUANDO A FISCALIZAÇÃO É EXECUTADA POR OUTRO ENTE PÚBLICO

44 AMOSTRAGEM DA FISCALIZAÇÃO (OBRIGAÇÕES DO PRODUTOR) FORNECER MÃO DE OBRA AUXILIAR CONDIÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA AMOSTRAGEM

45 AMOSTRA DA FISCALIZAÇÃO DUPLICATA DA AMOSTRA (O DETENTOR DA SEMENTE PODERÁ DISPENSAR) SERÁ IDENTIFICADA, LACRADA E ASSINADA A DUPLICATA FICARÁ SOB A GUARDA DO DETENTOR DO PRODUTO

46 OBRIGADO SÉRGIO PAULO COELHO SEFAG/SFA/MS YARA R. MACHADO BUENO UTRA-Dourados/SFA/MS


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