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TÉCNICA DE AMOSTRAGEM DOS RESÍDUOS MATÉRIA: TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E GASOSOS. PROFESSOR: REGINALDO MILANI.

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1 TÉCNICA DE AMOSTRAGEM DOS RESÍDUOS MATÉRIA: TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS E GASOSOS. PROFESSOR: REGINALDO MILANI

2 OBJETIVOS: FIXAR AS CONDIÇÕES EXIGIVEIS PARA AMOSTRAGEM, PRESERVAÇÃO E ESTOCAGEM DE AMOSTRAS DE RESÍDUOS SÓLIDOS.

3 NORMAS COMPLEMENTARES A NORMA QUE REGULAMENTA A AMOSTRAGEM DE RESÍDUOS É A NB ABNT RECOMENDA-SE A CONSULTA A: ASTM E 300 – INDUSTRIAL CHEMICALS, RECOMMENDED PRACTICE FOR SAMPLING. AWWM-APHA-WPCI – STANDARD METHODS FOR EXAMINATION OF WATER AND WASTEWATER

4 DEFINIÇÕES: AMOSTRA REPRESENTATIVA – OBTIDA ATRAVÉS DE PROCESSO DE AMOSTRAGEM, APRESENTANDO QUANDO ANALISADA AS MESMAS CARACTERÍSTICAS E PROPRIEDADES DA MASSA TOTAL DO RESÍDUO. AMOSTRA SIMPLES- É A AMOSTRA OBTIDA DE UM ÚNICO PONTO E ÚNICA PROFUNDIDADE. AMOSTRA COMPOSTA – VÁRIAS AMOSTRAS OBTIDAS DE PONTOS, PROFUNDIDADES E INSTANTES DIFERENTES. ESTAS PARCELAS SÃO MISTURADAS PARA FORMAR UMA MISTURA HOMOGÊNEA. AMOSTRA HOMOGÊNEA – É A MELHOR MISTURA POSSÍVEL DAS ALIQUOTAS DOS RESÍDUOS. A AMOSTRA RESULTANTE DEVE APRESENTAR CARACTERÍSTICAS IGUAIS EM TODOS OS PONTOS.

5 DEFINIÇÕES: QUARTEAMENTO – MISTURA DOS RESÍDUOS E DIVISÃO EM 4 PARTES IGUAIS, APROVEITANDO OS QUARTIS OPOSTOS. REPETIR A OPERAÇÃO ATÉ A HOMOGENEIDADE. AMOSTRADOR – EQUIPAMENTOS OU APARELHOS PARA REALIZAR AS COLETAS DAS AMOSTRAS.

6 CONDIÇÕES GERAIS: OBJETIVOS DA AMOSTRA: SOMENTE O CONHECIMENTO PRÉVIO DOS OBJETIVOS DA AMOSTRAGEM PERMITE UM BOM PLANO DE AMOSTRAGEM. PRÉ-CARACTERIZAÇÃO DE UM RESÍDUO – LEVANTAMENTO QUE LHE DEU ORIGEM (VOLUME APROXIMADO, ESTADO FÍSICO, CONSTITUINTES PRINCIPAIS..) PERMITEM UM BOM PLANO DE AMOSTRAGEM. PLANO DE AMOSTRAGEM – DEVE SER ESTABELECIDO ANTES DE COLETAR AMOSTRAS. - PONTOS DE AMOSTRAGEM, TIPOS DE AMOSTRADORES, Nº DE AMOSTRAS,VOLUMES DAS AMOSTRAS, MÉTODO DE PRESERV. E ESTOCAGEM.

7 CONDIÇÕES GERAIS SELEÇÃO DO AMOSTRADOR – RESÍDUOS DE VÁRIAS FORMAS E TAMANHOS, PORTANTO VÁRIOS TIPOS DE AMOSTRADORES. NA TABELA 2, ANEXO A, RECOMENDA UM A CADA TIPO DE RESÍDUO. SELEÇÃO DA EMBALAGEM DA AMOSTRA – MAIS IMPORTANTE NA ESCOLHA DO FRASCO: COMPATIBILIDADE DO MATERIAL DO FRASCO COM OS RESÍDUOS,RESISTÊNCIA, VOLUME E FACILIDADE DE MANUSEIO. PONTO DE AMOSTRAGEM – DEVIDO A EXTREMA VARIEDADE DOS RECEPTÁCULOS, NÃO SE DEFINE UM ÚNICO PONTO.TABELA 3 –Anexo 2. NÚMERO DE AMOSTRAS – DEPENDE BÁSICAMENTE DO TIPO DE INFORMAÇÃO DESEJADA E DA VARIABILIDADE DO RESÍDUO. QUANTO MAIS VARIÁVEL, MAIS AMOSTRAS. TABELA 4 –ANEXO E.

8 CONDIÇÕES GERAIS VOLUME DE AMOSTRA – NA FASE DE PLANEJAMENTO, QUAIS ENSAIOS SE PRETENDE E QUAL O VOLUME DE AMOSTRA NECESSÁRIO. NA MAIORIA DOS CASO, 1LITRO E SUFICIENTE ETIQUETAGEM E FICHA DE COLETA – ETIQUETAGEM LOGO APÓS A COLETA, PARA GARANTIR IDENTIFICAÇÃO SEGURA NOME DO COLETOR DATA E HORA DA COLETA IDENTIFICAÇÃO DA ORIGEM DO RESÍDUO. IDENTIFICAÇÃO DE QUEM RECEBERÁ OS RESULTADOS. NUMERO DA AMOSTRA. DESCRIÇÃO DO LOCAL DA COLETA.

9 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS AMOSTRAGEM EM TAMBORES – DEVEM SER POSICIONADOS COM A TAMPA PARA CIMA, DEVEM FICAR EM REPOUSO ATÉ DECANTAR, NA ABERTURA, A TAMPA DEVE SER ABERTA VAGAROSAMENTE, CONTEÚDO COLETADO COM AMOSTRADOR DE RESÍDUO LIQUIDO COMPOSTO. AMOSTRAGEM EM CAMINHÃO-TANQUE – TANQUE ABERTO PELO RESPONSÁVEL PELO CAMINHÃO. COLETOR EM SEGURANÇA NO PASSADIÇO OU ESCADA. CONTEÚDO DEVE SER COLETADO COM AMOSTRADOR DE RESÍDUO LIQUIDO COMPOSTO SE NÃO ESTIVER NA HORIZONTAL, COLETAR NA PARTE FRONTAL E NA POSTERIOR. SE NECESSÁRIO SEDIMENTO, PELA VÁLVULA DE PURGA.

10 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS AMOSTRAGEM EM RECEPTÁCULOS CONTENDO PÓ OU RESÍDUOS GRANULADOS – POSIÇÃO DO RECEPTÁCULO NA VERTICAL. SACOS E BOLSAS NÃO DEVEM SER REMOVIDOS PARA NÃO SE ROMPEREM. OS RESÍDUOS DEVEM SER COLETADOS COM AMOSTRADOR DE GRÃOS OU AMOSTRADOR TRIER, CONFORME INSTRUÇÕES NO ANEXO B. AMOSTRAGEM EM LAGOAS DE RESÍDUOS – COLETADOS COM AMOSTRADOR DE LAGOAS, CONF. ANEXO B, OU UM BALDE DE INOX. AS AMOSTRAS DEVEM SER COMPOSTAS. PARA DIVERSAS PROF., GARRAFA AMOSTRADORA PESADA.

11 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS AMOSTRAGEM DE LEITOS DE SECAGEM, LAGOAS DE EVAPORAÇÃO SECAS, LAGOAS SECAS E SOLOS CONTAMINADOS. – ÁREA DOS RESÍDUOS DIVIDIDO EM QUADRICULOS IMAGINÁRIOS, CONF. TABELA 3 –ANEXO 2. ATÉ 8 CM DE PROF., UTILIZAR PÁ, CONF. ANEXO B. SUPERIOR A 8 CM – USAR TRADO, CONF. ANEXO B.

12 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS AMOSTRAGEM EM MONTES DE PILHAS DE RESÍDUOS – OS PONTOS DE AMOSTRAGEM DEVEM SER DETERMINADOS CONFORME TABELA 3 – ANEXO A. COLETAR AMOSTRA COMPOSTA, UTILIZANDO-SE O AMOSTRADOR DE MONTES E PILHAS, CONFORME ESTABELECIDO NO ANEXO B.

13 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS AMOSTRAGEM EM TANQUES DE ESTOCAGEM – A TAMPA DO TANQUE DE ESTOCAGEM DEVE SER ABERTA PELO RESPONSÁVEL PELA ESTOCAGEM. COLETAR AMOSTRAS DA PARTE SUPERIOR, CENTRAL E INFERIOR, UTILIZANDO UMA GARRAFA AMOSTRADORA PESADA, CONFORME ANEXO B. AS AMOSTRAS OBTIDAS DEVEM SER MISTURADAS EM UM RECIPIENTE E O RESULTANTE SE CONSIDERA UMA AMOSTRA COMPOSTA.

14 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS AMOSTRAGEM DE RESÍDUOS SÓLIDOS HETEROGÊNEOS- INSPEÇÃO VISUAL DOS RESÍDUOS COM ANOTAÇÕES DOS DIFERENTES MATERIAIS DE SUA CONTITUIÇÃO. TRIAGEM E SEPARAÇÃO DOS MAIORES VOLUMES. PESAGEM DOS MATERIAIS TRIADOS. PESAGEM DOS MATERIAIS RESTANTES. DOS MATERIAIS NÃO TRIADOS, OBTER 10 AMOSTRAS DE 10 LITROS CADA UMA, DE QUARTIZ OPOSTOS ENTRE SI, COM UMA PÁ. AS AMOSTRAS DOS MATERIAIS TRIADOS DEVEM SER MISTURADAS, PARA TORNAR A MASSA HOMOGÊNEA. DESSA MASSA HOMOGÊNEA, TIRAR 4 AMOSTRAS DE 10 L CADA.

15 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS JUNTAR E HOMEGENEIZAR AS 4 AMOSTRAS OBTIDAS, FORMANDO UM PARALELEPÍPEDO DE 5 A 10 CM DE ALTURA DIVIDIR O PARALELEPÍPEDO EM QUATRO PARTES IGUAIS, ELIMINAR DUAS PARTES DIAMETRALMENTE OPOSTAS, JUNTAR E HOMOGENEIZAR AS DUAS OUTRAS. REPETIR AS OPERAÇÕES ATÉ OBTER UMA AMOSTRA COM VOLUME DE APROXIMADAMENTE 5 LITROS.

16 PRESERVAÇÃO E TEMPO DE ESTOCAGEM DAS AMOSTRAS. AS AMOSTRAS DEVEM SER ANALISADAS LOGO APÓS A COLETA, POIS OS METODOS DE PRESERVAÇÃO PODEM INFLUIR NO RESULTADO ANALÍTICO. A TABELA 5 MOSTRA OS METODOS DE PRESERVAÇÃO. PARA SÓLIDOS E PASTOSOS, O ÚNICO METODO DE PRESERVAÇÃO E REFRIGERAR A 4 ºc. PARA AMOSTRAS DE RESÍDUOS LÍQUIDOS, PODE-SE UTILIZAR OS MÉTODOS PRESCRITOS NO: STANDARD METHODS FOR EXAMINATION OF WATER AND WASTEWATER.


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