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CAMINHOS DA HISTÓRIA – SUJEITOS DA MEMÓRIA: UM CONSTRUTO DO CONHECIMENTO ATRAVÉS DO ARRANJO DOCUMENTAL E DA DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA Rosale de Mattos Souza.

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1 CAMINHOS DA HISTÓRIA – SUJEITOS DA MEMÓRIA: UM CONSTRUTO DO CONHECIMENTO ATRAVÉS DO ARRANJO DOCUMENTAL E DA DESCRIÇÃO ARQUIVÍSTICA Rosale de Mattos Souza [1] [1] Mestre em Ciência da Informação – IBICT/UFRJ Chefe do Arquivo Central/DARQ/NDC Niterói-RJ-Brasil Clarice Muhlethaler de Souza [2] Mestre em Ciência da Informação – IBICT/UFRJ [2] Instituto Histórico e Artístico de Paraty Paraty-RJ-Brasil

2 Segundo (CHANGEUX apud LE GOFF, 1990) : O processo da memória no homem faz intervir não só na ordenação de vestígios, mas também na releitura desses vestígios. Os lugares da memória coletiva se dão por meio das instituições depositárias da memória através dos seus documentos, tais como, as Bibliotecas, os Arquivos, os Museus, os Centros de Documentação e Referência, que armazenam, tratam e disponibilizam informações organizadas dessa memória, promovendo paulatinamente a construção do conhecimento.

3 Segundo (Schellenberg apud Bellotto, 2005) o arranjo é o processo de agrupamento dos documentos singulares em unidades significativas e o agrupamento, em relação significativa, de tais unidades entre si. Segundo (Schellenberg apud Bellotto, 2005) o arranjo é o processo de agrupamento dos documentos singulares em unidades significativas e o agrupamento, em relação significativa, de tais unidades entre si. Partiu-se portanto, da dispersão documental, dos vestígios, dos documentos encontrados sem nenhuma correlação, enquanto material em estado de fragmentação, de desconexão, e que vieram a constituir o acervo documental arquivístico recolhido por uma instituição para a (re) construção da memória administrativa e coletiva de um município. Isto se deu através da identificação dos fundos documentais existentes, e do arranjo documental arquivístico, objetivando garantir a organicidade e a integridade do sentido conjuntural das partes entre si, dos fundos documentais e das suas respectivas estruturas organizacionais.

4 O PROJETO CAMINHOS DA HISTÓRIA – SUJEITOS DA MEMÓRIA Âcordo firmado entre a Universidade Federal Fluminense – UFF através do Núcleo de Documentação – NDC e o Instituto Histórico e Artístico de Paraty – IHAP em 2003 SOBRE O OBJETO ARQUIVÍSTICO Conservação e a revitalização do acervo documental sob a guarda de uma Organização não governamental – ONG denominada - IHAP – Instituto Histórico e Artístico de Paraty.

5 NATUREZA DO ACERVO. O acervo é constituído de documentos dos séculos XVIII, XIX e XX; Fundos documentais identificados: Câmara Municipal; Prefeitura Municipal, Cartórios, Paróquias, Santa Casa de Misericórdia, Porto; Tipologias documentais: Livros de Atas, Livros de Registro de ofícios, Livros de Registro Civil, correspondências, Recibos da coletoria municipal, Manifestos de carga, relatórios; Registros de Nascimento, casamento, e Óbito, Inventários e etc Fotografias Cartazes

6 Tratamento da informação arquivística e metodologia de trabalho (1) Identificação dos fundos documentais e elaboração dos seus respectivos Quadros de Arranjo a partir dos documentos encontrados e da legislação à época; Análise do contexto histórico, sociológico e antropológico de produção dos documentos:Identificação no acervo dos períodos históricos do Brasil: Colônia, Império e República; Identificação das características da produção e acumulação natural dos documentos, visando a constituição e preservação de conjuntos e informações orgânicas; - Ação direcionada para o tempo histórico, a tipologia dos documentos e a abrangência das atividades e funções neles referidas. Respeito às características dos documentos, que guardam entre si relações intrínsecas e extrínsecas, de conteúdo, forma e estrutura de subordinação;

7 Tratamento da informação arquivística e metodologia de trabalho (2) Identificação dos sujeitos da produção documental; -Elaboração de Inventário Sumário; -Criação e alimentação de uma Base de Dados em CDS ISIS – Winisis (versão atualizada da UNESCO) adaptada com as Áreas de Informação e pontos de acesso da Norma Internacional de Descrição Arquivística – ISAD(G), Norma de Controle de Autoridade ISAAR – CPF, comparados aos campos do MARC. -Previsão de um controle de vocabulário, com assuntos, tipologias documentais, e resgate de tipos de funções, cargos e encargos administrativos, respeitando o significado das palavras e dos termos utilizados em cada período histórico;

8 Conclusões à partir da experiência O universo documentário é rico de sujeitos, fatos e contingências. sujeito-produtor - responsável pelo conteúdo de informação do documento; sujeito-destinatário - ao qual o documento foi dirigido; sujeito-referente - ao qual o documento faz referência direta ou indireta; sujeito-curador – que possui, a posse ou guarda do documento por direito, atribuição ou interesse; sujeito-gestor - responsável pela reunião, processamento (análise – identificação – descrição – representação - preservação) e acesso aos documentos. sujeito-intérprete – pesquisador que procederá a análise e interpretação do conteúdo dos documentos à luz de seus próprios conhecimentos, valores e ideologia.

9 Considerações finais: A organização de acervos documentários é muito mais do que uma tarefa meramente técnica ou metodológica com o propósito de facilitar a classificação de documentos e a sua organização física. A identificação de documentos configura-se como uma verdadeira ação investigativa, na qual : a) qualquer intervenção deverá promover a interação do sujeito que atua como gestor do processo documentário com os diversos sujeitos que fazem parte do contexto histórico do documento; b) o objeto de interesse é a informação registrada e o sujeito reflexivo é o profissional da informação Organizar documentos é organizar informação


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