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Transtornos Invasivos do Desenvolvimento – Autismo e Síndrome de Asperger Catula Maia e Rosana Fachada1.

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Apresentação em tema: "Transtornos Invasivos do Desenvolvimento – Autismo e Síndrome de Asperger Catula Maia e Rosana Fachada1."— Transcrição da apresentação:

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2 Transtornos Invasivos do Desenvolvimento – Autismo e Síndrome de Asperger Catula Maia e Rosana Fachada1

3 Transtornos Invasivos do Desenvolvimento - TID Síndrome de Rett Transtorno Desintegrativo da Infância Autismo Infantil Síndrome de Asperger Transtornos Invasivos do Desenvolvimento sem outra especificação Catula Maia e Rosana Fachada2

4 TID Social e Emocional Isolamento social Baixa Inteligência Social Expressão das Emoções deficiente Linguagem e Comunicação Atraso na linguagem ou linguagem inapropriada Contato visual pobre Interesses Intensos e restritos repetitivos Catula Maia e Rosana Fachada3

5 Classificações TID (Transtorno Invasivo do Desenvolvimento) * DSM-IV ( Manual de diagnóstico e estatístico de transtornos mentais). Classifica o autismo como Transtorno Autista. * CID-10 ( Código Internacional de Doenças). Classifica o autismo como Autismo Infantil. Também fazem parte desse grupo: autismo atípico, síndrome de Rett, síndrome de Asperger. Catula Maia e Rosana Fachada4

6 Autismo Infantil Comprometimento qualitativo e quantitativo em três áreas: Comunicação; Interação social; Comportamentos e interesses repetitivos e estereotipados. Comprometimento que se manifesta antes da idade de 3 anos. Catula Maia e Rosana Fachada5

7 Autismo Infantil Severo Moderado Leve Catula Maia e Rosana Fachada6

8 Deficiência Intelectual Funcionamento intelectual significativamente inferior à média, acompanhado de limitações significativas no funcionamento adaptativo em pelo menos duas das seguintes áreas de habilidades: comunicação, auto-cuidados, vida doméstica, habilidades sociais, relacionamento interpessoal, uso de recursos comunitários, auto-suficiência, habilidades acadêmicas, trabalho, lazer, saúde e segurança(DSM-IV). Catula Maia e Rosana Fachada7

9 1- COMUNICAÇÃO: impossibilidade ou dificuldade extrema para transmitir uma ideia. 2- PARTICIPAÇÃO NA COMUNIDADE: Muitas vezes o papel social do sujeito reduz-se a sua condição de deficiente, não existindo uma participação na comunidade. 3- LAZER: o sujeito não consegue identificar e fazer uso de uma situação de divertimento ou confraternização. 4- TRABALHO: Possui dificuldade ou impossibilidade de executar tarefas, inclusive as domésticas. Catula Maia e Rosana Fachada8

10 5- AUTO-CUIDADO: O sujeito possui dificuldades cuidar do próprio corpo e muitas vezes desconhece as regras de higiene. 6- SAÚDE E SEGURANÇA: O sujeito não possui noções de risco, perigo, preservação da segurança. Desconhece a dicotomia saúde/doença, qualidade de vida, risco de morte. 7- LOCOMOÇÃO: O sujeito não possui independência e discernimento para locomover- se pelo bairro, pela cidade em geral e retornar ao local de origem. Catula Maia e Rosana Fachada9

11 Causas A etiologia é desconhecida; acredita-se em causas neurofisiológicas; É três vezes mais comum ocorrer em meninos; Estima-se que 1 em cada 100 crianças é autista; Disfunções cerebrais por fatores genéticos, como anormalidades cromossômicas especificas, más formações congênitas do cérebro, dano ao cérebro no período fetal, por infecções, uso de drogas e medicações; Catula Maia e Rosana Fachada10

12 Causas No período pré-natal pode ocorrer traumatismo no parto, como asfixia; Não ocorre por razões emocionais, como experiências traumáticas ou privações psicossociais, mas pode ser agravada por elas. Catula Maia e Rosana Fachada11

13 Transtornos Associados Deficiência Intelectual; Epilepsia; Síndrome de Down; Esclerose tuberosa; Hidrocefalia; entre outros. Catula Maia e Rosana Fachada12

14 Comprometimentos Falha na interação social recíproca Isolamento, como se estivesse em outro mundo; Passividade diante dos outros; Aceitação do contato, mas não busca o encontro; Contato somente com adultos ou crianças mais velhas. Catula Maia e Rosana Fachada13

15 Comprometimentos Dificuldade na comunicação Sem linguagem verbal e não verbal (ou pouca); Fala limitada, com imitações (ecolalias) que podem ser do que o interlocutor acabou de dizer (ecolalia imediata) ou de situações mais distantes (ecolalia remota) É comum o uso da terceira pessoa ao invés do EU. Catula Maia e Rosana Fachada14

16 Comprometimentos Da imaginação Repetição incessante de movimentos, rotina ou de atividades especificas; Reações comportamentais drásticas diante de mudanças como, por exemplo, trocar de lugar um objeto da casa; Presença de rituais Mania de perfeição, gosta de alinhar objetos (simetria), colocar e tirar objetos de uma caixa; Catula Maia e Rosana Fachada15

17 Comprometimentos Da imaginação Os jogos do tipo faz de conta são raros ou ausentes, o que e possível observar é a cópia do jogo de outras crianças; Pode reproduzir em jogos situações do dia a dia, mas o faz de conta que introduz elementos novos e criativos ainda e difícil. Catula Maia e Rosana Fachada16

18 Catula Maia e Rosana Fachada17

19 QI Alto Superdotados Asperger Médio Autista de Alto Funcionamento Autista de Baixo funcionamento Baixo Catula Maia e Rosana Fachada18

20 Autismo de Baixo Funcionamento Presença de Deficiência Intelectual severa; Baixa inteligência social; Maior comprometimento geral. Catula Maia e Rosana Fachada19

21 Autismo de Auto Funcionamento Presença de Deficiência Intelectual Leve; Baixa Inteligência Social; Menor comprometimento geral. Catula Maia e Rosana Fachada20

22 Síndrome de Asperger Não há Deficiência Intelectual. A inteligência é preservada; Baixa Inteligência Social; QI igual ou acima da média (podem haver superdotados); A maioria é diagnosticada entre 5 e 9 anos de idade. Catula Maia e Rosana Fachada21

23 Áreas Cerebrais Envolvidas Glânglia Basal Hipocampo cortex Corpo Caloso Cerebelo Amígdala Tronco cerebral Catula Maia e Rosana Fachada22

24 Tratamento Não há cura, na verdade o possível é a minimização dos sintomas; Trabalhar com crianças autistas e um desafio, é na prática cotidiana que o profissional buscará os caminhos para obter um melhor resultado, sendo imprescindível a competência técnica, a disponibilidade interna e o compromisso profissional; É importante ser feita uma avaliação global, bem detalhada, do comportamento da criança, para construir a base do programa a ser desenvolvido; Catula Maia e Rosana Fachada23

25 Tratamento É fundamental que se tenha uma rotina estruturada, um ambiente tranqüilo e adequado e previsibilidade dos acontecimentos diários; O tratamento deve ser direcionado a fim de fazer com que a criança desempenhe bem suas atividades, sem ultrapassar os limites de seu potencial. Catula Maia e Rosana Fachada24

26 Farmacológico; Interdisciplinariedade: deve incluir terapia cognitivo-comportamental, fonoaudiologia e psicomotricidade como disciplinas básicas para o tratamento do autismo infantil. Tratamento Catula Maia e Rosana Fachada25

27 F84.5 SÍNDROME DE ASPERGER (CID 10) Transtorno de validade nosológica incerta, caracterizado por uma alteração qualitativa das interações sociais recíprocas, semelhante à observada no autismo, com um repertório de interesses e atividades restrito, estereotipado e repetitivo. Ele se diferencia do autismo essencialmente pelo fato de que não se acompanha de um retardo ou de uma deficiência de linguagem ou do desenvolvimento cognitivo. Os sujeitos que apresentam este transtorno são em geral muito desajeitados. As anomalias persistem frequentemente na adolescência e idade adulta. O transtorno se acompanha por vezes de episódios psicóticos no início da idade adulta. Síndrome de Asperger Catula Maia e Rosana Fachada26

28 F TRANSTORNO DE ASPERGER -DSM.IV - DSM.IV Características Diagnósticas As características essenciais do Transtorno de Asperger são um prejuízo severo e persistente na interação social e o desenvolvimento de padrões restritos e repetitivos de comportamento, interesses e atividades. A perturbação deve causar prejuízo clinicamente significativo nas áreas social, ocupacional ou outras áreas importantes de funcionamento. Catula Maia e Rosana Fachada27

29 Contrastando com o Transtorno Autista, não existem atrasos clinicamente significativos na linguagem (isto é, palavras isoladas são usadas aos 2 anos, frases comunicativas são usadas aos 3 anos). Além disso, não existem atrasos clinicamente significativos no desenvolvimento cognitivo ou no desenvolvimento de habilidades de auto-ajuda apropriadas à idade, comportamento adaptativo (outro que não na interação social) e curiosidade acerca do ambiente na infância. O diagnóstico não é dado se são satisfeitos critérios para qualquer outro Transtorno Invasivo do Desenvolvimento específico ou para Esquizofrenia. Catula Maia e Rosana Fachada28

30 Características e Transtornos Associados: O Transtorno de Asperger é observado, ocasionalmente, em associação com condições médicas gerais que devem ser codificadas no Eixo III. Vários sintomas ou sinais neurológicos inespecíficos podem ser observados. Os marcos motores podem apresentar atraso e uma falta de destreza motora em geral está presente. Prevalência: Estima-se que uma a cada 1000 crianças; Catula Maia e Rosana Fachada29

31 Curso: O Transtorno de Asperger parece ter um início mais tardio do que o Transtorno Autista, ou pelo menos parece ser identificado apenas mais tarde. Atrasos motores ou falta de destreza motora podem ser notados no período pré-escolar. As dificuldades na interação social podem tornar-se mais manifestas no contexto escolar. É durante este período que determinados interesses idiossincráticos ou circunscritos (por ex., fascinação com horários de trens) podem aparecer e ser reconhecidos como tais. Quando adultos, os indivíduos com a condição podem ter problemas com a empatia e modulação da interação social. Este transtorno aparentemente segue um curso contínuo e, na ampla maioria dos casos, a duração é vitalícia. Catula Maia e Rosana Fachada30

32 Padrão Familiar Embora os dados disponíveis sejam limitados, parece existir uma frequência aumentada de Transtorno de Asperger entre os membros das famílias de indivíduos com o transtorno. Diagnóstico Diferencial O Transtorno de Asperger não é diagnosticado se são satisfeitos os critérios para Transtorno Invasivo do Desenvolvimento ou Esquizofrenia. Catula Maia e Rosana Fachada31

33 O Transtorno de Asperger também deve ser diferenciado do Transtorno Obsessivo-Compulsivo e do Transtorno da Personalidade Esquizóide. O Transtorno de Asperger e o Transtorno Obsessivo- Compulsivo compartilham padrões repetitivos e estereotipados de comportamento. Contrastando com o Transtorno Obsessivo-Compulsivo, o Transtorno de Asperger caracteriza-se por um prejuízo qualitativo na interação social e um padrão mais restrito de interesses e atividades. Em comparação com o Transtorno da Personalidade Esquizóide, o Transtorno de Asperger é caracterizado por comportamentos e interesses estereotipados e interação social mais gravemente comprometida. Catula Maia e Rosana Fachada32

34 Dificuldade em relação à Empatia; Prosopagnosia: Memória eidética; Coordenação motora fina boa e discoordenação motora ampla (forma de andar- desajeitado, robotizado); Comorbidade: ansiedade, depressão, deficit de atenção, TOC, etc. Catula Maia e Rosana Fachada33

35 SÍNDROME DE ASPERGERAUTISMO DEALTO FUNCIONAMENTO Coeficiente intelectual geralmente acima do normalCoeficiente intelectual geralmente abaixo do normal Normalmente o diagnóstico se realiza depois dos 3 anosNormalmente o diagnóstico se realiza antes dos 3 anos Aparecimento da linguagem em tempo normalAtraso no aparecimento da linguagem Todos são verbaisCerca de 75% falam. Outros 25% são totalmente não verbais Gramática e vocabulário acima da médiaGramática e vocabulário limitados Interesse geral nas reações sociais. Desejam ter amigos e se sentem frustrados pelas suas dificuldades sociais. Empáticos. Desinteresse geral nas reações sociais. Pouco empáticos. Incidência de convulsões igual que o resto da populaçãoUm terço apresenta convulsões Desenvolvimento físico normal sem associações. Desenvolvimento físico normal mas podem associar-se a síndromes Interesses obsessivos de alto nívelNenhum interesse obsessivo de alto nível Os pais detectam problemas por volta dos dois anos e meio Os pais detectam problemas por volta dos 18 meses de idade As queixas dos pais são os problemas de linguagem, ou em socialização e conduta. As queixas dos pais são os retardos da linguagem e problemas de comportamento Quase não apresentam estereotipias. Quando aparecem são transitórias. Apresentam mais manias que maneirismos com o corpo. Estereotipias são freqüentes em mais de 90% dos casos, bem como maneirismos corporais. Não tem ecolaliaTem ecolalia Apresentam pensamentos obsessivosApresentam pensamentos repetitivos Alfabetizados e letradosPodem ser alfabetizados Memória superior á média da populaçãoPodem ter memória superior à média da população Freqüentam escola regular sem necessidade de adaptações rígidas Podem ser alfabetizados Catula Maia e Rosana Fachada34

36 Antes de promover a intervenção é necessário diagnosticar e avaliar pedagogicamente. Escala CARS- utilizada para o diagnóstico. PEP-R- Perfil psicoeducacional revisado. (imitação, percepção, coordenação, interação olho-mão, desempenho cognitivo e verbal) Catula Maia e Rosana Fachada35

37 OBRIGADA!!! Av. Nelson Cardoso, Sala 1310 – Taquara Fone: / / Av. das américas sala 201- recreio Cel : Catula Maia e Rosana Fachada36


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