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Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação. Estruturação do trabalho de campo O trabalho de campo tem 02 momentos: 1.Diagnóstico da situação educacional.

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1 Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação

2 Estruturação do trabalho de campo O trabalho de campo tem 02 momentos: 1.Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Parte I – Informações pré-qualificadas Parte II – Coleta de informações qualitativas Parte III – Sistematização da pontuação 2. Elaboração do Plano de Ações Articuladas – PAR (horizonte de 04 anos) (horizonte de 04 anos)

3 1. Diagnóstico da situação educacional na rede municipal

4 Parte I – Informações pré-qualificadas: Dados Gerais sobre o município - Assessoria Informações sobre a rede municipal - Assessoria Relação de convênios (MEC/FNDE) - Assessoria Auto-avaliação - CME, todas as Gerências e as 24 escolas com IDEB igual ou inferior à média nacional: 3,8.

5 1. Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Auto-avaliação (CME e todas as gerências/divisões*) 1. Na sua avaliação, quais os principais problemas educacionais do município? 3. Que ações/ projetos têm sido desenvolvidos, nos últimos dois anos, para melhorar a situação educacional? Ação/projetoObjetivoParceriaOrigem dos Recursos 2. Quais os principais fatores que levaram ao baixo resultado do IDEB? 4. Que outras ações precisam ser desenvolvidas para melhorar estes índices?

6 1.Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Auto-avaliação (Adaptado para as 24 escolas com IDEB igual ou inferior à média nacional: 3,8. Será coordenado pela equipe do Proj. Conversando a gente se entende). 1. Na sua avaliação, quais os principais problemas educacionais do município? 3. Que ações/ projetos (propostos pela sede da SEMEC e/ou pela escola) têm sido desenvolvidos, nos últimos dois anos, para melhorar a situação educacional de sua escola? Ação/projetoObjetivoParceriaOrigem dos Recursos 2. Quais os principais fatores que levaram ao baixo resultado do IDEB de sua escola? 4. Que outras ações precisam ser desenvolvidas para melhorar o IDEB de sua escola?

7 1.Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Parte II – Coleta de informações qualitativas: Foram consideradas 04 dimensões 1 – Gestão Educacional: 05 Áreas e 20 indicadores 2 - Formação de Professores e dos Profissionais de Serviço e Apoio Escolar: 05 Áreas e 10 indicadores 3 – Práticas Pedagógicas e Avaliação:02 Áreas e 08 indicadores 4 – Infra-estrutura física e recursos pedagógicos:03 Áreas e 14 indicadores Cada um dos 52 indicadores serão pontuados segundo critérios (escalas) que variam de 1 a 4

8 Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Parte II – Coleta de informações qualitativas: 1.Dimensão 1 – Gestão Educacional: 05 Áreas e 20 indicadores 1.Gestão Democrática: Articulação e Desenvolvimento dos Sistemas de Ensino 2. Desenvolvimento da Educação Básica: ações que visem a sua universalização, a melhoria das condições de qualidade da educação, assegurando a eqüidade nas condições de acesso e permanência e conclusão na idade adequada. 3. Comunicação com a Sociedade 4. Suficiência e estabilidade da equipe escolar 5. Gestão de Finanças

9 Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Parte II – Coleta de informações qualitativas: Dimensão 2 - Formação de Professores e dos Profissionais de Serviço e Apoio Escolar: 05 Áreas e 10 indicadores 1. Formação inicial de Professores da Educação Básica. 2. Formação Continuada de Professores da Educação Básica 3. Formação de Professores da Educação Básica para atuação em educação especial, escolas do campo, comunidades Quilombolas ou Indígenas. 4. Formação inicial e continuada de professores da Educação Básica para cumprimento da Lei /03 5. Formação do Profissional de Serviços e apoio Escolar

10 Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Parte II – Coleta de informações qualitativas: Dimensão 3 – Práticas Pedagógicas e Avaliação: 02 Áreas e 08 indicadores 1. Elaboração e Organização das práticas pedagógicas 2. Avaliação da aprendizagem dos alunos e tempo para assistência individual/coletiva aos alunos que apresentam dificuldade de aprendizagem.

11 1 Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Parte II – Coleta de informações qualitativas: Dimensão 4 – Infra-estrutura física e recursos pedagógicos: 03 Áreas e 14 indicadores 1. Instalações físicas gerais 2. Integração e Expansão do uso de Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação Pública 3. Recursos Pedagógicos para o desenvolvimento de práticas pedagógicas que considerem a diversidade das demandas educacionais

12 1 Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Parte II – Coleta de informações qualitativas:

13 1.Diagnóstico da situação educacional na rede municipal Parte III – Sistematização da pontuação:

14 2. Elaboração do Plano de Ações Articuladas – PAR

15 A elaboração do PAR inicia-se imediatamente após a conclusão do diagnóstico e compreende 5 passos: 1.Identificação dos indicadores com pontuação 1 e 2; 2.Priorização dos indicadores; 3.Definição das ações que vão auxiliar na melhoria dos indicadores prioritários; 4.Detalhamento das ações; 5.Apresentação do PAR ao prefeito para aprovação e encaminhamento ao MEC.

16 2. Elaboração do Plano de Ações Articuladas – PAR Quem é quem e o que faz A realização do diagnóstico e a elaboração do PAR é de caráter participativo e tem por objetivo promover uma análise compartilhada da situação educacional na rede municipal A principal responsabilidade no processo é do município Como Teresina não contará com consultor do MEC, este papel será executado por técnicos da Semec e voltar-se-á basicamente para a orientação na coleta e no detalhamento das informações Portanto, é fundamental que os técnicos da Semec explicitem a importância do trabalho e de sua dinâmica, assim como a proposição de formação da equipe local para a realização do trabalho

17 2. Elaboração do Plano de Ações Articuladas – PAR Os técnicos da Semec, no papel de consultores, são coadjuvantes A equipe local é PROTAGONISTA Composição da equipe local: Dirigente municipal de educação: Washington Luis de Sousa Bonfim Técnicos da Secretaria Municipal de Educação e Cultura: Luís Carlos (Coordenador ) - GEF Cleire Amaral – GEF Luísa Solano - GGE Luísa Maria - GEI Inês Mendes - GAE Conceição Costa – Assessoria Clélia Ribeiro – Assessoria Jamelus Cavalcante – Assessoria Socorro Queiroz - Assessoria

18 Representante dos diretores de escola – Rep. do Cons. do FUNDEB Representante dos professores da zona urbana – Rep. do Cons. do FUNDEB Representante dos professores da zona rural – Rep. do Cons. do FUNDEB Representante dos coordenadores ou supervisores escolares – ( escolha GEF e GEI – Coord. de Superv. Pedagógica) Representante do quadro técnico-administrativo das escolas - Rep. do Cons. do FUNDEB Representante dos Conselhos Escolares - (escolha GAE – Coord. de Articulação Comunitária) Representante do Conselho Municipal de Educação

19 FUNDAMENTAL: Sem equipe local não há diagnóstico, sem diagnóstico não há PAR

20 O PAR É DETERMINANTE PARA A MELHORIA DO IDEB A MELHORIA DO IDEB É FATOR DETERMINANTE PARA A LIBERAÇÃO DE MAIS RECURSOS DO MEC/FNDE Obs.: Parcela Extra do PDDE (Art. 8º parág. 6º da Resolução PDDE 2007) para escolas que cumprirem metas intermediárias do IDEB estipuladas para 2007

21 Secretaria Municipal de Educação e Cultura - SEMEC


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