A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 02 B BIOSSEGURANÇA.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 02 B BIOSSEGURANÇA."— Transcrição da apresentação:

1 TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 02 B BIOSSEGURANÇA

2 Proporcionar aos participantes conhecimentos e habilidades que os capacitem a: 1.Definir o termo doenças infecto- contagiosas; 2.Indicar os principais meios de transmissão de uma doença infecto-contagiosa na atividade de resgate; MP 3-1 OBJETIVOS

3 MP Enumerar as precauções padrão de biossegurança no atendimento de uma vítima; 4. Indicar as medidas a serem adotadas pós- exposição a uma doença infecto-contagiosa; 5. Efetuar a desinfecção de materiais e equipamentos de uma Unidade de Resgate; 6. Executar a descontaminação do interior de uma Unidade de Resgate.

4 É o fluxo organizado das doenças transmissíveis, ou seja, é a forma com que as doenças desenvolvem-se e são transmitidas. AGENTE INFECCIOSO (bactérias, protozoários, bacilos, parasitas, vírus, fungos). Suscetível (homem ou animal ) Fonte de infecção (homem doente ou portador animais doentes) Transmissão (porta de entrada ou porta de saída)

5 DOENÇAS INFECTO-CONTAGIOSAS MP 5-2 São enfermidades causadas por microorganismos (bactérias, vírus ou parasitas). Transmissão se dá através da água, alimentos, ar, sangue, fezes, fluidos corporais (saliva, muco ou vômito) ou ainda, pela picada de insetos transmissores de doenças.

6 DOENÇAS INFECTO-CONTAGIOSAS MAIS COMUNS MP HEPATITE B6. DENGUE 2. HEPATITE C7. MALÁRIA 3. (SIDA) HIV8. MENINGITE 4. TUBERCULOSE9. FEBRE TIFÓIDE 5. CÓLERA10. SARAMPO

7 Principais meios de contágio das doenças infecto- contagiosas: Contato indireto: por rádio de comunicação, alça de sacola de PS, puxadores de portas, macas e pêra de esfigmomanômetro, contaminados; Exposição ou contato direto: Inalação de vírus e bactérias encontrados no ambiente; contato com saliva, mucosa, vômitos e secreções em geral; Acidente com objetos pérfuro-cortante: agulhas contaminadas no interior de viatura (USA – UR); Inobservância de normas de biossegurança durante o próprio processo de descontaminação dos materiais. MP 5-2

8 SINAIS E SINTOMAS MP 5-3 Febre; Sudorese; Mal estar geral. Cefaléia (dor de cabeça); Vômitos, náuseas, diarréia; Alteração de coloração na pele; Tosse e dificuldade respiratória ;

9 PROGRAMA DE VACINAÇÃO INDICADO PARA BOMBEIROS MP 5-3 Hepatite B – 3 doses com intervalos (0 – 30 dias e 180 dias); fazer teste de antígenos a cada 5 anos; SRC – (sarampo, rubéola e caxumba) – dose única; Febre amarela – dose única – validade 10 anos; Dupla tetânica – 3 doses; Febre tifóide – dose única.

10 BIOSSEGURANÇA MP 5-4 Conjunto de medidas tomadas para evitar contaminação e transmissão de infecções.

11 ARTIGOS - CLASSIFICAÇÃO MP 5-4 ARTIGOS CRÍTICOS: São instrumentos ou objetos utilizados em intervenções invasivas. Esterilizados. ARTIGOS SEMI-CRÍTICOS: São todos os artigos ou objetos que entram em contato com a pele não-íntegra ou com mucosa integra, desinfetados. Ex: (Colar cervical, cânula orofaríngea, máscara de O2 etc.) ARTIGOS NÃO CRÍTICOS: São os que entram em contato com a pele integra e os que não entram em contato com o paciente. limpos. Se houver contato com agentes contagiosos, deve ser submetida à desinfecção.

12 PROCESSAMENTO DE MATERIAIS Descontaminação prévia: Procedimento usado em artigos contaminados por matéria orgânica (sangue, pus ) para a destruição de microorganismos patogênicos na forma vegetativa ( não esporulada), antes de iniciar o processo e limpeza. Processo químico : imersão do artigo em detergente enzimático ou aplicação de solução de hipoclorito de sódio a 1% ou organoclorado em pó (CLOROCID ou similar) por 10 minutos. MP 5-5

13 Hipoclorito de sódio 1%

14 PROCESSAMENTO DE MATERIAIS Limpeza: Consiste na lavagem, enxágüe e secagem do material. Objetivo: remover totalmente a matéria orgânica dos artigos, com utilização de soluções como detergentes enzimáticos, detergentes químicos ou desincrostantes. É o processo final no caso de itens não críticos. Processo: manual ou Mecânico utilizando escovas, estiletes, etc. MP 5-5

15 Escova e detergente enzimático

16 PROCESSAMENTO DE MATERIAIS Desinfecção : é o processo de destruição de microorganismos patogênicos ou não, na forma vegetativa ( não esporulada ), de artigos considerados semicríticos, Objetivo: evitar contaminação ao próximo usuário, o artigo deve estar totalmente seco. Procedimento : deixar o material imerso em um balde escuro e com tampa com hipoclorito a 0,5% por 30 minutos (para cada um litro de água coloque um litro de hipoclorito de sódio 1%), glutaraldeido a 2 por 30 minutos ou álcool etílico a 70% por 10 minutos; MP 5-6

17 Glutaraldeido 2% e álcool etílico 70%

18 PROCESSAMENTO DE MATERIAIS Esterilização : é o procedimento utilizado para a destruição de todas as formas de vida microbiana. Processo físico: vapor saturado sob pressão com utilização de autoclave. Processo químico : imersão total do artigo em produto químico do grupo dos aldeídos (glutaraldeído ou formaldeído) por 10 horas. Processo físico-químico : óxido de etileno. MP 5-6

19 MP 5-7 ProdutoContra - indicado Álcool etílico a 70% Acrílico, borrachas, tubos plásticos, pintura da prancha longa Glutaraldeído ( validade de 14 a 28 dias) Não é indicado para a desinfecção de superfícies. Hipoclorito de Sódio (24 horas) Em mármores e metais devido à ação corrosiva. Aplicabilidade do produto

20 PRECAUÇÕES PADRÃO DE BIOSSEGURANÇA Segurança do Socorrista: Lavar as mãos antes e após qualquer contato com a vítima; Utilizar sempre equipamento de proteção individual. Segurança da vítima : Lavar as mãos antes e após qualquer contato com a vítima; Trocar as luvas de procedimentos antes de examinar outra vítima; Descontaminar todo material antes de utilizar na próxima vítima; Utilizar preferencialmente material estéril para curativo (compressas ou plásticos estéreis) em casos de feridas abertas. MP 5-8

21 ATENÇÃO MP 5-9 É de responsabilidade de todo socorrista limitar a possibilidade de infecção cruzada entre as vítimas. No local da ocorrência recolher todo o material utilizado para o atendimento à vítima. Considerar toda vítima como provável fonte de transmissão de doença infecto-contagiosa. Trocar o uniforme, quando houver exposição direta com secreções da vítima.

22 LIMPEZA E DESINFECÇÃO DA VTR Remover os materiais permanentes. Manter na vtr os materiais necessários, descarte de materiais – saco branco – lixo hospitalar. EPI e luvas de borracha, Secreções do frasco de aspiração – expurgo do hospital. Cuidado com material pérfuro-cortante MP 5-9/10

23 EPI - adequado

24 LIMPEZA E DESINFECÇÃO DA VTR Aplicar por 10 minutos organoclorado em pó ou hipoclorito de sódio a 1% sobre sangue e outros fluidos corpóreos (vômito, urina) e após retirar com papel toalha. Limpar todas as superfícies com água e sabão, removendo com água limpa. Realizar desinfecção com hipoclorito de sódio a 0,5% por 30 minutos ou álcool a 70% para descontaminação final. MP 5-10

25 LIMPEZA DA VTR

26 ATENÇÃO Manter a ventilação do compartimento, Lavar interna e externamente os umidificador de oxigênio pelo menos uma vez ao dia, ou após cada atendimento. Semanalmente efetuar uma limpeza mais ampla (limpeza terminal). Em caso de vítimas com tuberculose; meningite, deve-se efetuar a limpeza terminal após o atendimento. MP 5-10

27

28 TÉCNICA DE LAVAGEM DAS MÃOS 1. Evitar a propagação de microorganismos patogênicos de um indivíduo para outro, através das mãos. 2. Materiais necessários: pia comum com torneira (preferência - acionamento tipo pedal ou similar), sabão, toalha de papel. 3. Procedimentos: Abrir a torneira, molhar as mãos passando sabão e friccionar palma com palma (fig. 01); palma direita sobre dorso esquerdo e palma esquerda sobre o dorso direito (fig. 02); palma com palma com os dedos entrelaçados (fig. 03); MP 5-11/12

29 TÉCNICA DE LAVAGEM DAS MÃOS Fig-1 Fig-2 Fig-3 Fig- 4 Fig- 5 Fig-64

30

31 MP 5-11/12 CONDUTA PÓS-EXPOSIÇÃO Lavar prontamente a lesão com água corrente e sabão; Aplicar solução anti-séptica (álcool 70%). Notificar:O Cmt do PB e à Seção de Resgate do Dop/Cb; Obter informações complementares sobre a fonte de contaminação; O Cmt do PB deverá investigar o ocorrido e providenciar (PROTACO).

32 Variação da resistência a microorganismo Dos mais resistentes até os menos resistentes MICROORGANISMOS DOENÇASDESINFECÇÃOESTERILIZAÇÃO Esporos bacterianos Botulismo Tétano X Micobactéria Tuberculose Hanseniase X Vírus hidrofílicos ( tamanho pequeno ) Hepatite A e B X Fungos Blastomicose Cristoplasmose X Bactérias vegetativas Tifo Salmonelose X Vírus lipofílicos ( tamanho médio) Herpes simples, influenza sarampo, caxumba, HIV, resfriado X

33 São enfermidades causadas por microorganismos (bactérias, vírus ou parasitas) que são transmitidas à outra pessoa através da água, alimentos, ar, sangue, fezes, fluidos corporais (saliva, muco ou vômito) ou ainda, pela picada de insetos transmissores de doenças.


Carregar ppt "TRABALHO DE INSTRUÇÃO DE BOMBEIROS 1º MODULO - APH LIÇÃO 02 B BIOSSEGURANÇA."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google