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Rede de Atendimento aos Municípios SR Superintendência Regional Agências CAIXA.

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Apresentação em tema: "Rede de Atendimento aos Municípios SR Superintendência Regional Agências CAIXA."— Transcrição da apresentação:

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2 Rede de Atendimento aos Municípios SR Superintendência Regional Agências CAIXA

3 Superintendência Regional Responsável pela Rede de Atendimento e Relacionamento Institucional da CAIXA na região. voltar

4 Agências CAIXA A Agência de relacionamento presta atendimento personalizado ao Prefeito e aos servidores. Lotéricas e Correspondentes Caixa Aqui. voltar

5 Superintendências em Santa Catarina SR Florianópolis SR Vale do Itajaí - Blumenau SR Sul de Santa Catarina - Criciúma SR Norte de Santa Catarina - Joinville SR Oeste de Santa Catarina - Chapecó

6 PONTO DE APOIO PARA PREFEITOS E GESTORES PÚBLICOS O espaço conta com salas de reunião, telefone, fax, lousa interativa e computador com acesso à internet, servindo como ponto de apoio e integração para os prefeitos de todo o Brasil. No local, você também pode contar com uma equipe preparada para buscar soluções e orientação técnica, viabilizando o crescimento dos municípios e melhorando a qualidade de vida da sua população. voltar

7 GIDUR – Gerência de Filial de Desenvolvimento Urbano e Rural Prestação de serviços de assessoramento técnico-operacional e financeiro às entidades do setor público, com colaboração de profissionais técnicos(Engenheiros/A rquitetos/Assistentes Sociais) capacitados e orientados com foco no desenvolvimento sustentável

8 GIDUR – Santa Catarina Gidur - Florianópolis Gidur - Criciúma Gidur - Blumenau Gidur - Joinville Gidur - Chapecó

9 Áreas de Atuação da CAIXA CONVÊNIOS

10 Produtos e Serviços CAIXA: Fundo a Fundo - Saúde Produtos e Serviços para Gestores e Servidores do Poder Executivo Fundos de Governo Habitação Saneamento e Infraestrutura Regime Próprio de Previdência Social – Estruturação/Gestão Ativos Microcrédito Produtivo Orientado Cadastro Único Programas de Modernização da Gestão Pública (PMAT e PNAFM)

11 Diferenciais CAIXA na parceria com os Municípios: Representante CAIXA nos Municípios com mais de 100 mil habitantes Capacitação do Gerente Municipal de Convênios e Contratos (GMC) Ouvidoria de Governo ( ) Espaços CAIXA para a transição de governo Portal da Universidade CAIXA para Estados e Municípios Oficinas de Assistência Técnica Simplificação dos contratos OGU (Portaria 507)

12 Diferenciais CAIXA na parceria com os Municípios: Portal de Compras Guia de Consórcios Públicos Acordos de Cooperação Técnica Programa CAIXA Melhores Práticas em Gestão Local Selo Casa Azul Fundo Socioambiental CAIXA

13 Inscrições abertas para novas propostas nos diversos programas do PAC Inscrições abertas para novas propostas nos diversos programas do PAC PMCMV para municípios com até 50 mil habitantes PMCMV para municípios com até 50 mil habitantes Pavimentação Pavimentação Centro de Iniciação ao Esporte Centro de Iniciação ao Esporte Saneamento Saneamento Equipamentos para Estradas Vicinais Equipamentos para Estradas Vicinais Cidades Digitais Cidades Digitais Unidade Básica de Saúde – UBS Unidade Básica de Saúde – UBS Creches e Pré-Escolas Creches e Pré-Escolas Grupos Municípios PAC: Grupos Municípios PAC: Grupo 1 - Municípios > 100 mil Hab. Grupo 1 - Municípios > 100 mil Hab. Grupo 2 - Municípios>50 50 < 100 mil Hab. Grupo 3 – Municípios < 50 mil habitantes Grupo 3 – Municípios < 50 mil habitantes

14 EIXOSGrupoAberturaFechamentoPortariaInscrições no Site MCMV – municípios até 50 mil hab. Até 50mil Habitantes 04 de fevereiro de de abril de 2013 Portaria 56/13 Pavimentação1, 2 e 3Portaria 53/13 Centro de Iniciação ao Esporte 1Portaria 14/13 Saneamento 3Portaria 192/13 e/ 1 e excepcionalment e 3 Portaria 55/13 Equipamentos para Estradas Vicinais 3 Portaria 10/13 Art. 4º Portaria 11/13 Art. 3º Cidades Digitais3Portaria 13/13

15 EIXOSGrupoAberturaFechamentoInscrições no Site Unidade Básica de Saúde – UBS 1, 2 e 301/03/201329/03/2013 sistemas/qualificaUbs/# Creches e Pré- Escolas 1, 2 e 3 31/05/2013 / - módulo PAR Quadras Esportivas nas Escolas 1, 2 e 3 MCMV – municípios com mais de 50 mil hab. Acima de 50 mil habitantes Permanente Direto nas Agências da CAIXA

16 PAVIMENTAÇÃO Portaria 53/2013 de 01/02/2013 Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas – fase 3Pavimentação e Qualificação de Vias Urbanas – fase 3 Porte de Município Limite de Propostas Até habitantes2 De até 1 milhão de habitantes 3 Acima de 1 milhão de habitantes 5 SANEAMENTO BÁSICO Inst. Normativa 02 de 01/02/2013 Modalidades: abastecimento de água e esgotamento sanitárioModalidades: abastecimento de água e esgotamento sanitário Cadastramento das Propostas por meio de Cartas ConsultasCadastramento das Propostas por meio de Cartas Consultas Até 05 de abril de 2013 Número de propostasNúmero de propostas por municípios por municípios

17 Desenvolvimento dos Municípios

18 Habitação Habitação Saneamento Saneamento Infraestrutura Infraestrutura Saúde Saúde Educação Educação Transportes Transportes Assistência Social Assistência Social Meio Ambiente Meio Ambiente Cultura Cultura Lazer Lazer Esportes Esportes Desenvolvimento Urbano Desenvolvimento Urbano Atribuições dos Municípios

19 Recursos para o Desenvolvimento

20 20 Recursos Não Onerosos Não geram obrigação de devolução de recursos.Não geram obrigação de devolução de recursos. Se apresentam em três tipos:Se apresentam em três tipos: Transferências Constitucionais Transferências Legais Transferências Voluntárias (Contratos de repasse e Convênios) Recursos para o Desenvolvimento

21 21 Transferências Constitucionais Correspondem a parcelas de recursos arrecadados e repassados aos municípios por força de mandamento estabelecido em dispositivo da Constituição Federal. Exemplos: Fundo de Participação dos Estados (FPE) e Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Tipos de recursos não onerosos Recursos para o Desenvolvimento

22 22 Transferências Legais: Regulamentadas por leis específicas, as quais determinam a forma de habilitação, transferência, aplicação dos recursos e prestações de contas. Podem ser divididas em duas categorias: Transferências automáticas: repasse de recursos financeiros sem a utilização de convênio, ajuste, acordo ou contrato, mediante depósito em conta corrente específica, aberta em nome do beneficiário. Exemplo: FNDE e seus programas - Educação. Transferências fundo a fundo: repasse de recursos, diretamente, de fundos da esfera federal para fundos da esfera estadual, municipal ou do DF, dispensando a celebração de convênios, bastando apenas realizar a adesão. Exemplo: Fundo a Fundo da Saúde, FNAS, FNDS entre outros. Tipos de recursos não onerosos Recursos para o Desenvolvimento

23 23 Transferências Voluntárias Definidas na Lei de Responsabilidade Fiscal, como a entrega de recursos correntes ou de capital a outro ente da Federação, entidades privadas filantrópicas e ONG, a título de cooperação, auxílio ou assistência financeira, que não decorra de determinação constitucional, legal ou os destinados ao Sistema Único de Saúde; Tem por origem recursos do Orçamento Geral da União - OGU; Geralmente, decorrem das Emendas Parlamentares. Modalidades: Contratos de Repasse e Convênios. Tipos de recursos não onerosos Recursos para o Desenvolvimento

24 Congresso Nacional Tomadores / Estados / Municípios Presidência da República Plano Plurianual (PPA) Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) Lei de Orçamento Anual (LOA) Programas do Governo Federal Mediante Acompanhamento Ministérios Órgãos Gestores Apoio do Governo Federal

25 Contratos de Repasse vs Convênios

26 Contratos de Repasse Instrumento por meio do qual a transferência de recursos financeiros do Orçamento Geral da União – OGU - destinados à execução de programas do Governo Federal. Se processa por intermédio de instituição ou Agente Financeiro Público Federal, atuando como Mandatário da União, ou seja, para acompanhamento da execução destes recursos. Exemplos: PRODESA, PRONAF, FNHIS.

27 Convênios Destinam-se à execução descentralizada de projetos e programas, disciplinada por convênios entre todos os ministérios e os órgãos da administração pública direta, autárquica ou fundacional, empresas públicas ou entidades privadas. A CAIXA atua como agente financeiro responsável pela abertura e manutenção das contas correntes com características que atendem a legislação. Para indicação da CAIXA como agente financeiro responsável pelos convênios, basta a sua escolha no ato do preenchimento da proposta no SICONV (Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse).

28 Convênios

29 29 Recursos Onerosos São os empréstimos e financiamentos ao Setor Público para realização de obras, prestação de serviços ou aquisições de produtos para o desenvolvimento urbano, desenvolvimento institucional e apoio a políticas públicas, que: Geram a obrigatoriedade de retorno financeiro; Dependem de ateste de capacidade de pagamento e do limite de endividamento./STN/Avaliação Crédito Resolução CMN 2827 – Contingenciamento de Crédito ao Setor Público -Art.9 (exceções) Tem por origem de recursos o orçamento operacional do FGTS, BNDES e organismos internacionais, a exemplo do BID – Banco Interamericano de Desenvolvimento. Exemplos: Pró-Moradia, Pró-Transporte, Saneamento para Todos Próvias – Caminho da Escola - Prouca. Recursos para o Desenvolvimento

30 Soluções CAIXA

31 Modernização da Gestão Pública PNAFM e PMAT PNAFM e PMAT Gov Conta CAIXA Gov Conta CAIXA Previdência para Estados e Municípios Previdência para Estados e Municípios Arrecadação de Serviços Públicos Arrecadação de Serviços Públicos Arrecadação de Tributos CAIXA Arrecadação de Tributos CAIXA Recadastramento do Servidor Público Recadastramento do Servidor Público Programa CRESCER CAIXA – Microcrédito Produtivo Orientado Programa CRESCER CAIXA – Microcrédito Produtivo Orientado

32 BNDES PMAT Programa de Modernização da Administração Tributária e de Gestão dos Setores Sociais Básicos

33 OBJETIVO Apoiar projetos de investimentos voltados à melhoria da eficiência, qualidade e transparência da gestão pública, visando à modernização da administração tributária e qualificação do gasto público. O Programa proporciona aos municípios uma gestão eficiente de recursos, em especial por meio do aumento das receitas e da redução do custo unitário dos serviços com administração geral, saúde e educação. BNDES - PMAT

34 OBJETIVO Aumentar as receitas próprias (arrecadar mais); Aumentar as receitas próprias (arrecadar mais); Otimizar a aplicação de recursos (gastar bem); Otimizar a aplicação de recursos (gastar bem); Reduzir os custos (economicidade) Reduzir os custos (economicidade) Autonomia financeira/menor dependência de recursos de terceiros Autonomia financeira/menor dependência de recursos de terceiros Melhorar atendimento ao cidadão Melhorar atendimento ao cidadão BNDES - PMAT

35 BNDES PMAT BNDES PMAT: destinado a municípios com população acima de 150 mil habitantes. Obs.: Para fins de determinação do número de habitantes serão observados os contingentes populacionais da Contagem da População ou do Censo Demográfico (dentre os dois o mais recente) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, disponíveis na data do protocolo do pedido de financiamento no BNDES. BNDES PMAT Automático BNDES PMAT Automático: destinado a municípios com população até 150 mil habitantes. Beneficiários

36 Prazo Total: Prazo Total: até 96 meses (8 anos) incluído o prazo máximo de carência. Garantias: Garantias: cotas-parte do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Normas para contratação do crédito: Normas para contratação do crédito: normas vigentes do Banco Central do Brasil, do Senado Federal e da Secretaria do Tesouro Nacional. Amortização: Amortização: até 72 meses (6 anos) Carência: Carência: até 24 meses (2 anos). Condições de financiamento

37 Programa Nacional de Apoio à Gestão Administrativa e Fiscal dos Municípios Brasileiros PNAFM

38 Visão Geral do PNAFM Linha de crédito criada pelo Ministério da Fazenda destinado a apoiar iniciativas de modernização administrativa e fiscal e fortalecimento institucional dos Municípios brasileiros. O objetivo geral do programa é apoiar o governo brasileiro na manutenção da estabilidade econômica por meio do equilíbrio fiscal auto – sustentável, fundamentado em uma política transparente e eficiente da receita e do gasto público, contribuindo para a integração dos fiscos.

39 DIRETRIZES GERAIS DO PROGRAMA O Programa se realiza mediante financiamento de projetos específicos: Aumento de RECEITAS PRÓPRIAS Menor dependência das transferências Maior ECONOMICIDADE Administração pública municipal com baixo custo Melhor atendimento ao CIDADÃO Serviços municipais com qualidade Mais TRANSPARÊNCIA das ações da Prefeitura

40 Soluções CAIXA Habitação Sustentável para o Setor Público Programa Minha Casa Minha Vida Programa Minha Casa Minha Vida Imóvel na Planta Associativo Imóvel na Planta Associativo Habitação de Interesse Social com recursos do FNHIS Habitação de Interesse Social com recursos do FNHIS Programa Pró-Moradia Programa Pró-Moradia Programa Crédito Solidário com recursos do FDS Programa Crédito Solidário com recursos do FDS

41 HABITAÇÃO

42 O Programa PMCMV foi lançado pelo Governo Federal, por meio da Lei nº /2009 e legislação posterior, envolvendo um conjunto de medidas com o objetivo de incentivar a produção e aquisição de novas unidades habitacionais destinadas a famílias com renda familiar mensal até R$ 5.000,00

43 PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO URBANA – PNHU FaixasDemandaRenda Faixa 1 (Recursos FAR)MunicípioAté R$ 1.600/mês Faixas 2 e 3 (Recursos FGTS) MercadoAté R$ 5.000/mês PROGRAMA NACIONAL DE HABITAÇÃO RURAL – PNHR GruposDemandaRenda Grupo 1 (Recursos OGU)Entidade Organizadora (pode ser o município) Até R$ /ano Grupos 2 e 3 (Recursos FGTS) Entidade OrganizadoraAté R$ /ano ou R$ 5.000/mês Meta de produção de moradias no PMCMV II

44 Municípios enquadrados: Com população superior a 50 mil habitantes (casas e apartamentos); Com população entre 20 e 50 mil habitantes (somente casas) desde que Municípios enquadrados: - Com população superior a 50 mil habitantes (casas e apartamentos); - Com população entre 20 e 50 mil habitantes (somente casas), desde que: - População urbana seja igual ou superior a 70% do total; - Taxa de crescimento populacional, entre os anos 2000 e 2010 superior à taxa verificada no respectivo Estado; - Taxa de crescimento populacional entre os anos 2007 e 2010 superior a 5% Excepcionalmente são avaliadas propostas de ampliação do limite de unidades habitacionais por município e inclusão de municípios não enquadrados.

45 Soluções CAIXA Políticas Sociais Cadastro Único Cadastro Único Bolsa Família Bolsa Família Cartão do Cidadão Cartão do Cidadão Convênios Convênios Fundo a Fundo da Saúde Fundo a Fundo da Saúde Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE Repasses OGU – MDS Repasses OGU – MDS Repasses OGU – MCT Repasses OGU – MCT Programa CRESCER CAIXA – Microcrédito Produtivo Orientado Programa CRESCER CAIXA – Microcrédito Produtivo Orientado

46 Soluções CAIXA Saneamento Ambiental e Infraestrutura: Saneamento para Todos Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário Manejo de Resíduos Sólidos Manejo de Águas Pluviais Pró-Transporte Provias Caminho da Escola Finisa

47 Saneamento para Todos – Financiamento(Rec.FGTS) Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário Saneamento Integrado Manejo de Águas Pluviais Manejo de Resíduos Sólidos Preservação e Recuperação de Mananciais Plano de Saneamento Básico entre outros...

48 E o que ela faz... A CAIXA é o principal agente das políticas públicas de nosso país; Agente Financeiro dos principais programas, entre eles (PAC I e PAC II)

49 Na CAIXA o Município encontra soluções: Como a linha de crédito para financiar as contrapartidas requeridas dos Estados, Distrito Federal e Municípios para os projetos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) e da Copa do Mundo 2014, realizados com recursos do Orçamento Geral da União (OGU), financiados pelo Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou por Instituição Financeira

50 Pró-Transporte De apoio a projetos de implantação de sistemas de infraestrutura do transporte coletivo urbano e de modalidade urbana, contribuindo na promoção do desenvolvimento físico-territorial, econômico e social, como também na melhoria da qualidade de vida e da preservação do meio ambiente

51 Provias – Programa de Intervenções Viárias Aquisição de máquinas e equipamentos nacionais destinados às intervenções em vias públicas, rodovias e estradas. Circular 06/2013 – BNDES(13/03/2013)

52 Provias Protocolo de Intenções, até: 31/06/2013 Até R$ ,00 - População até 50 mil habitantes. Até R$ ,00 – População > 50 mil habitantes. Prazo Financiamento: 60 meses, incluindo 6 meses carência.

53 Caminho da Escola O programa CAMINHO DA ESCOLA visa renovar, ampliar e padronizar a frota de veículos de transporte escolar diário de alunos da educação básica, dos sistemas estadual e municipal, por meio de concessão de operações de crédito a Estados, Municípios e DF para a aquisição de ônibus de transporte escolar zero quilômetro e embarcações novas.)

54 Caminho da Escola Aguardando definição do Pregão dos Veículos por parte do FNDE/MEC. Termo de Adesão Prazo: 72 meses, incluindo 6 meses de carência.

55 Programa um Computador por Aluno - Prouca Promover a inclusão digital nas escolas das redes públicas de ensino estadual, distrital ou municipal, mediante a aquisição de computadores portáteis novos, com conteúdos pedagógicos, destinados ao desenvolvimento dos processos de ensino- aprendizagem dos alunos matriculados na educação básica. Prazo: 36 meses, incluindo 6 meses de carência

56 FINISA – Financiamento a Infraestrutura e ao Saneamento Operação de crédito destinada a projetos de infraestrutura e saneamento, com recursos da CAIXA ou recursos captados no mercado de capitais, nacional ou internacional. A QUEM SE DESTINA Setor Público: Estados, Distrito Federal, Municípios e Empresas Estatais Não Dependentes. Setor Privado: Concessionárias, Subconcessionárias e Empresas Privadas.

57 FINISA – Financiamento a Infraestrutura e ao Saneamento São praticadas as seguintes condições mínimas: - Prazo de Total do Financiamento: 20 anos; - Prazo de Carência: mínimo: 3 anos; máximo: 5 anos; - Prazo de Amortização: mínimo: 15 anos, máximo: 17 anos; - Indexadores: IPCA ou CDI ou US$;

58 Aquisição de Compensações Financeiras de Recursos Hídricos Município: XXXX

59 Aquisição definitiva pela CAIXA, das receitas que os Entes Públicos – Estados, Municípios e DF – têm a receber a título de Compensações Financeiras de Recursos Hídricos. Não é operação de crédito e sim cessão de direitos, por isso possui características diferenciadas. CONCEITO DO PRODUTO

60 CESSÃO DEFINITIVA DE CRÉDITOS –Não se configura como operação de crédito. –Não está sujeito ao contingenciamento imposto pela legislação –Não impacta no limite de endividamento do Ente Público. VALOR –Mínimo: R$ ,00. –Máximo: definido pela CAIXA a cada contratação. PRAZO - Até 48 meses, limitado ao término do mandato do chefe do poder executivo (Resolução 43/2001 Senado Federal). GARANTIA - Não há garantia. PARÂMETROS

61 REEMBOLSO MENSAL - O Ente Público entrega à CAIXA o corresponde a 100% dos valores recebidos a título de Compensação Financeira de Recursos Hídricos (os valores estão disponíveis no site da ANEEL). ENCERRAMENTO DO CONTRATO Poderá ocorrer de duas formas: - pela entrega total dos megawatts-hora (MWh) adquiridos; ou - pelo término do prazo de cessão previsto em contrato, o que ocorrer primeiro. CRÉDITO AO ENTE PÚBLICO - Será creditado ao ente público cedente o valor líquido em um único desembolso. PARÂMETROS

62 OS RECURSOS DE COMPENSAÇÃO FINANCEIRA DE RECURSOS HÍDRICOS PODEM SER UTILIZADOS EM: –Investimentos em infra-estrutura; –Aplicação em despesa de capital; –Capitalização de Fundos de Previdência; –Pagamento de dívidas com a União; –Não podem ser aplicados em pagamento de outras dívidas nem no quadro permanente de pessoal. DEMAIS BENEFÍCIOS: –Desoneração da verba orçamentária para outros gastos/ investimentos; –Utilização dos recursos para realização de obras destinadas à COPA BENEFÍCIOS PARA O ENTE PÚBLICO

63 O PROCESSO DE AQUISIÇÃO É SIMPLES: –Não é necessário avaliação de risco de crédito pela CAIXA; –Não passa pela análise da Secretaria do Tesouro Nacional. –Tempo estimado de contratação: 15 dias (a partir da entrega do todos os documentos à CAIXA) DOCUMENTOS: –Lei autorizativa da cessão e sua publicação; –Cumprimento da Lei de licitações (lei 8.666/93); –Instrumento público de procuração do Ente Público à CAIXA; –Proposta de Cessão; –Declaração do Ente Público de que não há nenhum ônus sobre os créditos cedidos; –Extrato dos últimos 12 meses da conta de crédito dos recursos objeto da cessão. Para auxiliá-los na elaboração dos documentos necessários a CAIXA disponibiliza modelos de todos os documentos exigidos. PROCESSO DE AQUISIÇÃO

64 INCLUIR O VALOR DE AQUISIÇÃO DO ESTADO/MUNICÍPIO A PARTIR DA SIMULAÇÃO NO SICFG ( cro2/simulacao.asp) cro2/simulacao.asp Se não for incluir valores, deletar esse slide. VALOR ESTIMADO DE AQUISIÇÃO

65 Programa CRESCER Microcrédito Produtivo Orientado

66 P ú blico Alvo - Foco Priorit á rio Pessoa Física com perfil empreendedor Beneficiários de Programas Sociais Mutuários do Programa MCMV População de áreas de investimento do PAC Pessoa Jurídica Empreendedores Individuais Microempresas faturamento anual de até R$ 120 mil (Decreto 5.288, de )

67 Acompanhamento de Obras

68 Caderno I: O papel dos Prefeitos e das Prefeitas na criação e gestão dos Consórcios Públicos Caderno II: O Papel dos Dirigentes Municipais e Regionais na Criação e Gestão dos Consórcios Públicos. Caderno III: As possibilidades de implementação do CONSÓRCIO PÚBLICO. Por exemplo: Guia de Consórcios Públicos Download de publicações

69 Programa CAIXA Melhores Práticas em Gestão Local

70 Compras CAIXA

71 Por meio da Ouvidoria, gestores e técnicos dos órgãos públicos federais, estaduais e municipais poderão conhecer e tirar dúvidas sobre a atuação da CAIXA como executora de políticas públicas em âmbito nacional, regional e municipal, bem como registrar reclamações, sugestões, elogios e fazer denúncias. Telefone , de segunda a sexta, das 8h às 18h. (Horário de Brasília) Ouvidoria CAIXA de Governo

72 A missão da CAIXA é: Atuar na promoção da cidadania e do desenvolvimento sustentável do País, como instituição financeira, agente de políticas públicas e parceira estratégica do Estado brasileiro.


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