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Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição PROGRAMA FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS DA PETROBRAS PARA O SETOR PETRÓLEO, GÁS, ENERGIA.

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1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição PROGRAMA FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS DA PETROBRAS PARA O SETOR PETRÓLEO, GÁS, ENERGIA E BIOCOMBUSTÍVEL. PFRH-PETROBRAS

2 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição AS BOLSAS PETROBRAS As bolsas são um incentivo à capacitação de estudantes interessados em atuar no setor de Petróleo, Gás, Energia e Biocombustíveis.

3 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição QUEM PODE PARTICIPAR? Estudantes que possam dedicar-se integralmente ao curso. No caso de possuir vínculo empregatício, deve estar liberado, sem vencimentos, das atividades profissionais.

4 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição QUAIS OS OBJETIVOS? Tem como objetivo primordial a qualificação de profissionais que irão responder pela demanda das empresas e pelo desenvolvimento de novas tecnologias, através, do fomento à formação dos estudantes dos cursos técnicos do IFPE, estimulando o desempenho dos estudantes, reduzindo a evasão escolar e despertando o interesse da mão-de-obra técnica para o setor de Petróleo, Gás, Energia e Biocombustíveis.

5 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição PODE EXISTIR O ACÚMULO DE BOLSAS? O estudante não pode estar recebendo bolsa ou qualquer auxílio financeiro de outra agência de fomento, nacional ou internacional

6 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco – IFPE

7 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição QUAIS OS CAMPI CONTEMPLADOS? Afogados da Ingazeira = 41 – 8 Caruaru = 125 – 67 Garanhuns = 82 – 61 – 11 Ipojuca = 204 – 222 – 121 Pesqueira = 105 – 84 – 35 Recife = 434 – 290 – 184 TOTAL de bolsistas = 426

8 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição 2.7 Informações Acadêmicas Obs.: Como se tratam de cursos técnicos, não há número de registro no MEC, nem são submetidos à avaliação como os cursos superiores. Assim, informamos o ato legal da criação de cada curso. Atualizar o item 2.7 após a seleção da Petrobras

9 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição CAMPUS RECIFE CursosAto Legal de CriaçãoDisciplinasProfessores

10 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição Total de Bolsas no Campus Recife = 664 Total de Estudantes Inscritos = 280 Total de Estudantes Indeferidos = 15 Total de Estudantes Inscritos nas Turmas não Contempladas = 81 Total de Estudantes Selecionados no Campus Recife = 184

11 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição CURSOS/TURMAS NÃO CONTEMPLADOS PELA PETROBRÁS Nº CURSOMODALIDADE ENTRADAINSCRITOS 1 EDIFICACÕESINTEGRADO EDIFICACÕESINTEGRADO QUÍMICA INDUSTRIALSUBSEQUENTE - VESPERTINO E NOTURNO ELETRÔNICAINTEGRADO ELETROTÉCNICAINTEGRADO ELETROTÉCNICASUBSEQUENTE NOTURNO SEGURANÇA DO TRABALHO SUBSEQUENTE - MATUTINO E NOTURNO MECÂNICAPROEJA - INTEGRADO - NOTURNO MECÂNICASUBSEQUENTE MATUTINO E VESPERTINO

12 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição CURSO: EDIFICAÇÕES INTEGRADO - MATUTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 12 CURSO: ELETRÔNICA INTEGRADO - MATUTINO Nº DE BOLSISTAS: 22 – 10 CURSO: ELETRÔNICA INTEGRADO - VESPERTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 1 CURSO: ELETRÔNICA SUBSEQUENTE - NOTURNO Nº DE BOLSISTAS: 20 – 4 CURSO: ELETROTÉCNICA INTEGRADO - MATUTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 9 e 1 INDEFERIDO.

13 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição CURSO: ELETROTÉCNICA INTEGRADO - MATUTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 9 e 1 INDEFERIDO CURSO: ELETROTÉCNICA INTEGRADO - VESPERTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 4 e 1 INDEFERIDO CURSO: ELETROTÉCNICA PROEJA - NOTURNO Nº DE BOLSISTAS: 20 – 3 CURSO: ELETROTÉCNICA PROEJA - NOTURNO Nº DE BOLSISTAS: 20 – 16 e 5 INDEFERIDO CURSO: ELETROTÉCNICA SUBSEQUENTE - NOTURNO Nº DE BOLSISTAS:

14 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição CURSO: MECÂNICA INTEGRADO - MATUTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 7 e 1 INDEFERIDO CURSO: MECÂNICA INTEGRADO - VESPERTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 2 CURSO: MECÂNICA PROEJA Nº DE BOLSISTAS: 20 – 10 e 5 INDEFERIDO CURSO: MECÂNICA SUBSEQUENTE - VESPERTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 7 CURSO: QUÍMICA INDUSTRIAL INTEGRADO - MATUTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 9

15 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição CURSO: QUÍMICA INDUSTRIAL INTEGRADO - MATUTINO Nº DE BOLSISTAS: 22 – 11 CURSO: QUÍMICA INDUSTRIAL SUBSEQUENTE - VESPERTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 15 CURSO: QUÍMICA INDUSTRIAL SUBSEQUENTE - NOTURNO Nº DE BOLSISTAS: 20 – 5 CURSO: SEGURANÇA DO TRABALHO INTEGRADO - MATUTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 11

16 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição CURSO: SEGURANÇA DO TRABALHO INTEGRADO - VESPERTINO Nº DE BOLSISTAS: 21 – 5 e 1 INDEFERIDO CURSO: SEGURANÇA DO TRABALHO SUBSEQUENTE - VESPERTINO Nº DE BOLSISTAS: 22 – 13 CURSO: SEGURANÇA DO TRABALHO SUBSEQUENTE - NOTURNO Nº DE BOLSISTAS: 20 – 7

17 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição MOTIVO DOS INDEFERIMENTOS *os resultados que aparecem como indeferidos, se deram pelo motivo que os estudantes tinham mais de três reprovações, critério do edital da Petrobrás,que desclassifica automaticamente o candidato; ** vínculo empregatício ou outra remuneração regular de qualquer natureza; *** documentação obrigatória incompleta; **** possui renda própria.

18 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição NºCursosUnidades Nº de Semestre s do Curso Nº de Turmas e Alunos Nº de Bolsista s Total de Meses de Bolsas 1º Sem 2º Sem 1º Sem 2º Sem 1º Sem 2º Sem 1º Sem 2º Sem 13 Edificações (Integrado -matutino) – início em 2010 – 1º semestre RECIFE 8 1 turma de 40 alunos 21 X set XXX X dez Edificações (Integrado -vespertino) – início em 2010 – 1º semestre 8 1 turma de 40 alunos 21 X set XXX X dez Eletrônica (Integrado -matutino) – início em 2010 – 1º semestre 8 1 turma de 40 alunos 22 X set XXX X dez Eletrônica (Integrado -vespertino) – início em 2010 – 2º semestre 8 1 turma de 40 alunos 21 X set XXXXX X jul Eletrotécnica (Integrado -matutino) – início em 2010 – 1º semestre 8 1 turma de 40 alunos 21 X set XXX X dez Eletrotécnica (Integrado -vespertino) – início em 2010 – 1º semestre 8 1 turma de 40 alunos 21 X set XXX X dez Eletrotécnica (Integrado -matutino) – início em 2010 – 2º semestre 8 1 turma de 40 alunos 21 X set XXXXX X jul Eletrotécnica (Integrado -vespertino) – início em 2010 – 2º semestre 8 1 turma de 40 alunos 21 X set XXXXX X jul Eletrotécnica PROEJA (Integrado - noturno) – início em 2010 – 1º semestre 7 1 turma de 40 alunos 20 X set XXX X jul Eletrotécnica PROEJA (Integrado - noturno) – início em 2010 – 2º semestre 7 1 turma de 40 alunos 20 X set XXX X dez Mecânica (Integrado -matutino) – início em 2010 – 1º semestre 8 1 turma de 40 alunos 21 X set XXX X dez 28

19 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição

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21 QUAL O VALOR DAS BOLSAS? A bolsa terá o valor mensal de R$ 350,00 (trezentos e cinquenta reais), o custeio das bolsas correrão por conta da PETROBRAS, conforme Cláusula de Investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento prevista nos contratos de concessão da Petrobras.

22 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição TAXA DE BANCADA A Taxa de Bancada visa a contribuir com as despesas destinadas à melhoria e à manutenção de atividades e serviços necessários ao desenvolvimento do programa ou curso, principalmente em relação àquelas relacionadas com as atividades laboratoriais e de pesquisa dos estudantes.

23 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição QUAL O VALOR DA TAXA DE BANCADA? O valor total da Taxa de Bancada corresponde a 50% do valor total dos recursos destinados às bolsas ativas, sendo que a suspensão temporária de bolsa não implica na redução da Taxa de Bancada.

24 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição Quais itens são passíveis de apoio com os recursos da taxa de bancada?, são: custeio: material de consumo; software; instalação, recuperação e manutenção de equipamentos e instrumentos; aquisição de componentes e/ou peças de reposição de equipamentos; despesas acessórias, especialmente as de importação e as de instalações necessárias ao adequado funcionamento dos equipamentos; assinatura de revistas e periódicos; diárias; passagens; realização de eventos; pagamento por serviços de terceiros e outros serviços e encargos;

25 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição Quais outros itens são passíveis de apoio com os recursos da taxa de bancada? Capital: equipamentos, materiais permanentes, instrumentos, material bibliográfico. Os itens de capital serão alocados e patrimoniados na instituição de execução do Programa sob a responsabilidade, manutenção e guarda do coordenador.

26 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição EXPOSIÇÃO FINAL DOS TRABALHOS Apresentar à Petrobras, através do Coordenador do Programa, no prazo estabelecido por ele, e dentro dos prazos estipulados no Termo de Outorga e Aceitação de Bolsa, os seguintes relatórios: 1- Relatório Semestral do Bolsista Aluno; 2- Relatório Final do Bolsista, até 30 (trinta) dias após o término de seu curso; e 3- Relatório Anual do Bolsista Pós-Formatura, em 12, 24 e 36 meses após a data de sua formatura, sob pena de, não o fazendo, ficar impedido de obter quaisquer outras bolsas e/ou auxílios financeiros do PRH Petrobras e de agências de fomento parceiras.

27 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição 2.9 Mecanismos de Acompanhamento de Execução: De responsabilidade do IFPE: Encaminhar os relatórios semestrais dos alunos bolsistas; Encaminhar os relatórios finais dos bolsistas; Encaminhar os relatórios anuais dos bolsistas, pós-formatura, durante 03 anos; Enviar, à Petrobras, documentos relacionados aos estudos realizados pelos bolsistas; Realizar, anualmente, a Feira de Ciência e Tecnologia; Realizar reuniões periódicas da Comissão Gestora juntamente com os alunos; Orientar os bolsistas quanto aos estudos direcionados ao setor de Petróleo, Gás, Energia e Biocombustíveis e quanto à realização de estágio; Elaborar relatórios anuais de entrada dos alunos, de desempenho e de revisão do Programa; A Comissão Gestora dos Recursos do PFRH será formada por, no mínimo, três membros: o Coordenador do Programa e dois ou mais docentes do quadro permanente da Instituição.

28 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição Prezados, Seguem algumas sugestões de temas para estudo de alguns cursos. É importante que a Instituição amplie essas sugestões na medida do possível, ou seja, não se limite a apenas esses temas. Caso queiram compartilhar algum tema, podem responder a esse que encaminharemos. Automação Industrial: 1. A importância de detecção de gases para prevenção de danos à Segurança, Meio Ambiente e Saúde. 2. Fontes de interferência em sinais 4 a 20mA Eletrônica 1. Conversão analógico de sinais em muito baixa tensão.

29 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição Eletrotécnica 1. Avaliação da dispersão do fluxo magnético para ensaios não destrutivos (ENDs) Mecânica 1. Emprego da termografia na inspeção preditiva. Meio Ambiente 1. Os Biocombustíveis e seus impactos ambientais, sociais e econômicos. 2. O compromisso do profissional contemporâneo em alinhar produtividade e sustentabilidade na indústria de petróleo e gás. 3. Tratamento de resíduos de ensaios não destrutivos (ENDs). Química 1. Produção de borracha sintética. Comparação com a borracha natural. Ensaios de desempenho. 2. Identificação de ligas metálicas com ensaios qualitativos (fora da N-1591)

30 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição Química 1. Produção de borracha sintética. Comparação com a borracha natural. Ensaios de desempenho. 2. Identificação de ligas metálicas com ensaios qualitativos (fora da N-1591)

31 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição Seguem as propostas de temas de estudo do IFRN. I - Petróleo e Gás Natural: Evolução Histórica, Características e Produção 1 - Origem do Petróleo e do Gás Natural 2 - O Petróleo na Antiguidade 3 - O Petróleo e a 2ª. Revolução Industrial 4 - Os Pioneiros na Exploração do Petróleo 5 - Petróleo e Indústria Automobilística 6 - Petróleo e Indústria Bélica 7 - Localização das jazidas petrolíferas 8 - Perfuração e produção de poços de petróleo e de gás natural 9 - Composição Química do Petróleo

32 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição 10 - Composição Química do Gás Natural 11 - Propriedades Físicas e Químicas do Petróleo 12 - Propriedades Físicas e Químicas do Gás Natural 13 - Exploração em Campos Maduros 14 - Refino do Petróleo 15 - Processamento do Gás Natural 16 - Derivados do Petróleo e do Gás Natural 17 - Transporte de petróleo, gás natural e derivados 18 - Exploração em Águas Profundas 19 - Petróleo, geração de energia e desenvolvimento I - Petróleo e Gás Natural: Evolução Histórica, Características e Produção

33 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição II - Petróleo: Legislação, Controle e Tributação no Brasil 1 - Desenvolvimento da Indústria do Petróleo no Brasil 2 - A flexibilização da exploração do Petróleo: A Lei Royalties e Participações Governamentais 4 - Petróleo: Regulação e Fiscalização 5 - Leilões (Licitações) e Contratos de Concessão 6 - Especificação e Controle da Qualidade dos Combustíveis 7 - A Política de Preços do Petróleo e dos Derivados 8 - Levantamento e Acompanhamento dos Preços dos Combustíveis 9 - A Indústria do Petróleo e o Licenciamento Ambiental 10 - Política de Empregos na Indústria do Petróleo

34 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição III - Petróleo: Trabalho e Formação 1 - Globalização e Trabalho na Indústria do Petróleo 2 - A Formação do Trabalhador da Indústria Petrolífera 3 - Trabalho e Automação na Indústria do Petróleo 4 - Trabalho e Terceirização na Indústria do Petróleo 5 - Petróleo e Multiculturalismo 6 - Trabalho e Sindicalismo 7 - Empreendedorismo na Indústria do Petróleo 8 - Trabalho da mulher na indústria do petróleo 9 - Questões étnicas e trabalho na indústria do petróleo 10 – Trabalho do jovem na indústria do petróleo 11 - Regime de Trabalho em Terra e no Mar 12 - Relações de Trabalho na Indústria do Petróleo 13 - Competências e Empregabilidade na Indústria do Petróleo

35 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição IV - Petróleo, Saúde e Meio Ambiente 1 - Petróleo e Medicina 2 - Petróleo e Poluição da Água 3 - Petróleo e Poluição do Ar 4 - Petróleo e Poluição do Solo 5 - Petróleo e Lixo 6 - Petróleo e Impacto Ambiental 7 - Prevenção de Acidentes 8 - Remediação e Recuperação de Áreas Degradadas pela Indústria do Petróleo 9 - Petróleo e Energias Alternativas 10 - Petróleo e Desenvolvimento Sustentável 11 - A Família e o Trabalho na Indústria Petrolífera

36 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição V - Petróleo e Geopolítica 1 - Política e Poder antes do Petróleo 2 - Mudanças na Política e no poder com o advento do Petróleo 3 - Petróleo e Capitalismo 4 - Os Cartéis do Petróleo 5 - As Sete Irmãs 6 - As Crises do Petróleo 7 - Petróleo e Corrupção 8 - Petróleo e Terrorismo 9 - Petróleo e Guerra 10 - Conflitos no Oriente Médio 11 - Petróleo na América Latina

37 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição VI - Petróleo: impactos na sociedade e na economia 1 - O petróleo no cotidiano das pessoas 2 - O Petróleo e a Indústria Química 3 - Petróleo e Agricultura: Fertilizantes e Defensivos 4 - Países Exportadores de Petróleo 5 - O Petróleo na Matriz Energética Brasileira e Mundial 6 - Petróleo e Espaços Urbanos 7 - Petróleo e Arquitetura: um olhar para Dubai 8 - Petróleo e suas Relações com a Cultura e o Lazer 9 - Petróleo e suas Relações com a Religião 10 - Petróleo e estética (cosméticos e vestuário)

38 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição VII - Petróleo: Desafios Contemporâneos 1 - Aumento da Demanda e Esgotamento das Reservas 2 - Brasil: De Quem é o Petróleo? 3 - Exploração e Produção na Camada do Pré-Sal 4 - O Petróleo na Agenda Novas Alternativas Energéticas: os Biocombustíveis 6 - Aumento da Vida Útil dos Campos Petrolíferos 7 - Poluição do Mar 8 - Petróleo e Preservação Ambiental: a Questão da Amazônia 9 - O mundo sem petróleo

39 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição Professora Rogéria, Com relação a orientação dos trabalhos, acreditamos que é uma boa opção utilizar as redes temáticas como direcionadores dos estudos dos bolsistas. Entretanto, é importante que o estudo de temas não incluídos, mas que fazem parte da área de petróleo, gás e biocombustíveis, sejam contemplados se assim forem pertinentes. Atenciosamente, Lilian Porto da Silva

40 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia · A Instituição CONTATO Maria José Gonçalves de Melo Pró-reitora de Extensão (81) (81) /


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