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COMISSÃO ARQUIDIOCESANA PARA LITURGIA E SACRAMENTOS XI ZONAL.

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1 COMISSÃO ARQUIDIOCESANA PARA LITURGIA E SACRAMENTOS XI ZONAL

2 I A IMPORTÂNCIA DA PALAVRA DE DEUS NA LITURGIA

3 1. Relação entre Palavra de Deus e Liturgia A relação entre Palavra de Deus e liturgia se dá em dois momentos: a liturgia na Palavra de Deus e a Palavra de Deus na liturgia. No primeiro momento (liturgia na Palavra de Deus) o texto bíblico guarda como memória diversas notícias sobre a liturgia hebraica e cristã da mesma forma que guarda muitas outras notícias sobre várias instituições do povo hebraico e da comunidade cristã primitiva. No primeiro momento (liturgia na Palavra de Deus) o texto bíblico guarda como memória diversas notícias sobre a liturgia hebraica e cristã da mesma forma que guarda muitas outras notícias sobre várias instituições do povo hebraico e da comunidade cristã primitiva. No segundo momento (Palavra de Deus na liturgia) a relação entre os dois elementos é muito diferente, pois a Palavra de Deus não um dos elementos que constituem a liturgia, mas é o elemento essencial. A liturgia é a Palavra de Deus transformada em palavra proclamada, pregada e atuante; é palavra celebrada (cf. R. L. De Zan, «Bibbia e liturgia», in Introduzione alla liturgia, ed. A. J. Chupungco, (Scientia Liturgica. Manuale di Liturgia 1), 2 ed., Casale Monferrato 1999, p. 49). No segundo momento (Palavra de Deus na liturgia) a relação entre os dois elementos é muito diferente, pois a Palavra de Deus não um dos elementos que constituem a liturgia, mas é o elemento essencial. A liturgia é a Palavra de Deus transformada em palavra proclamada, pregada e atuante; é palavra celebrada (cf. R. L. De Zan, «Bibbia e liturgia», in Introduzione alla liturgia, ed. A. J. Chupungco, (Scientia Liturgica. Manuale di Liturgia 1), 2 ed., Casale Monferrato 1999, p. 49).

4 Hb 1,1-2 Muitas vezes e de diversos modos outrora falou Deus aos nossos pais pelos profetas. Ultimamente nos falou por seu Filho, que constituiu herdeiro universal, pelo qual criou todas as coisas.

5 Portanto, Deus fala através daquilo que a pessoa do Filho é, faz e diz (pessoa como palavra-evento). Nas experiências do Antigo e do Novo Testamento, há uma continuidade testemunhada pelas Escrituras.

6 2. Palavra de Deus e Liturgia A liturgia transporta a Bíblia da situação de Palavra-memória para a situação de Palavra-operadora de salvação. Existe, depois dos processos acima, uma celebração que não pode ser autônoma em relação ao texto que a gerou porque a liturgia nasce da Palavra e por ela é modelada.

7 II A LITURGIA DA PALAVRA DE DEUS

8 O COMENTARISTA Não é exatamente um ministério. Há, inclusive, quem defenda que não há necessidade de um comentarista nas celebrações litúrgicas.

9 A celebração pode ser feita sem a presença de um comentarista, por não se tratar de uma obrigatoriedade litúrgica, contudo, com a necessidade em melhor acolher, animar, dinamizar a liturgia, essa função foi, aos poucos, sendo introduzida e, hoje, podemos dizer: é imprescindível. (Aristides Madureira)

10 A função do comentarista Acolher aos que vierem à celebração. Sinalizar os momentos fortes da celebração. Prepara a assembleia para os ritos litúrgicos Obs.: cuidado para não se tornar enfadonho e chato!

11 Não compete ao comentarista: Fazer saudações litúrgicas ou devocionais no início da missa. Fazer longos comentários que mais parecem discursos ou sermões (fora de hora). Puxar canto ou tocar algum instrumento musical.. Comentar tudo como se fosse um locutor de rádio (diferença para Rádio e TV). Fazer as leituras ou o salmo responsorial (este não se comenta!). O bom comentarista deve ser: discreto, objetivo, sereno e acolhedor.

12 O LEITOR O leitor é um ministro e, assim sendo, ele tem um ministério. É um ministério antigo na Igreja, chamado de Leitorado, que era dado aos candidatos ao sacerdócio. Depois do Concílio Vaticano II, esse ministério continuou sendo obrigatório aos candidatos ao sacerdócio, mas com uma alteração: pode e deve ser dado a todos aqueles que fazem leituras nas celebrações litúrgicas. (Pe. Serginho Vale)

13 Onde o leitor deve ficar? A Instrução Geral do Missal Romano orienta que o lugar do leitor é no presbitério, no espaço celebrativo em que os ministros exercem suas variadas funções.

14 O que veste o leitor? Uma veste aprovada, que demonstre a ministerialidade da Igreja. Portanto, esteja em harmonia com o todo da liturgia. Uma veste aprovada, que demonstre a ministerialidade da Igreja. Portanto, esteja em harmonia com o todo da liturgia. Veste toda branca ou da cor própria da liturgia do dia. Veste toda branca ou da cor própria da liturgia do dia.

15 A função evangelizadora do leitor O(a) leitor(a) tem a missão de atualizar a força com que a Palavra foi pregada no passado, atualizando o seu significado, para a escuta e a compreensão de toda a assembléia, no presente.

16 Perfil do leitor 1. Que saiba ler corretamente: A leitura precisa ser fluente, bem pontuada, comunicante.

17 2. Que tenha postura diante da assembleia: A postura correta, no eixo, coloca o corpo do leitor em harmonia. É preciso trabalhar todo o ser – conscientemente: corpo, mente e espírito – para alcançar a boa comunicação com a assembléia, facilitando o entendimento da mensagem contida na Palavra.

18 3. Que estabeleça relação com a assembleia: Através do olhar, a assembléia se sentirá engajada na comunicação que o leitor está fazendo. O leitor que olha somente para o papel, acaba deixando a assembleia dispersa, descomprometida com o ato da proclamação da Palavra.

19 4. Que creia e esteja cheio da Palavra: Quem lê nas missas, deve ser o primeiro leitor e conhecedor da Palavra de Deus. Por isso, é importante se preparar em casa, ler várias vezes, para entender a mensagem bíblica da leitura.

20 Etapas da Leitura 1) Preparar-se:. Ler o texto várias vezes. Procurar entender e internalizar a mensagem. Tirar dúvidas – antes de chegar o momento da leitura, verificar se não há alguma palavra ou termo desconhecido, procurando o significado ou a pronúncia correta.

21 2) Entrar bem:. É necessário cuidar da postura, desde o momento em que se levanta e caminha para o ambão.. Quando chegar ao ambão, ponha-se em eixo e olhe brevemente para a assembleia, antes de baixar os olhos para começar a proclamação da leitura.. Coloque-se em função da assembleia. É com ela que você vai se comunicar.

22 3) Proclamar com desembaraço:. Sua leitura deve natural (como se estive interpretando);. Dê ênfase (com a voz) às passagens mais fortes;. Cuide para que a velocidade da leitura tenha uma constância e seja harmônica;. Mesmo usando o microfone, projete sua voz, para que a sua voz se torne audível;. Cuidado para pronunciar todos os fonemas das palavras;. Use todos os recursos do seu aparelho fonador: língua, dentes, lábios, maxilar, palato mole, palato duro.

23 O Leitor deve... O Leitor deve... –Frisar o enunciado às Leituras: (não deve dizer Primeira Leitura... Segunda Leitura... Salmo Responsorial...) –Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios –Leitura da Profecia de Ageu –Leitura do Livro do Deuteronômio –Leitura da Carta aos Hebreus –E, na conclusão da leitura, dizer: PALAVRA(s?) DO SENHOR.

24 Espiritualidade e mística do(a) leitor(a) 1. Leio por missão: (PROCLAMO) O leitor sabe que ele é ministro da palavra. Ele zela pela força do verbo de Deus, esforçando-se por ser instrumento de transmissão desta força para toda a assembleia reunida.

25 2. Leio para os outros: ( EVANGELIZO) O leitor escolhe a leitura como trabalho de evangelização e como realização do seu compromisso cristão.

26 3. Conheço a leitura: (INTERPRETO) É preciso se familiarizar com o texto e até estudá-lo. A voz é muito importante para dar ênfase aos trechos mais fortes do texto.

27 4. Sou audiovisual: (COMUNICO) Todas as pessoas da assembleia estão olhando para você, fazendo a leitura do seu ser. Todo o seu ser deve se colocar em função da compreensão da leitura bíblica. Deus quer falar através de você

28 5. Creio na Palavra: (TESTEMUNHO) Não basta apenas anunciar; é preciso vivenciar. Só quem vive a Palavra, pode anunciá-la com autoridade e convicção.


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