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Orientação para Gestão Municipal de Turismo Guaíra, 27.08.10 SETU : Deise Bezerra Caren Santos.

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1 Orientação para Gestão Municipal de Turismo Guaíra, SETU : Deise Bezerra Caren Santos

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3 PROGRAMA DO DIA Gestão do Turismo –Visão Sistêmica –Perfil do Gestor –Sensibilização e Conscientização Organização Turística –Governamental –Não Governamental Planejamento Turístico –Estudos de Oferta e Demanda –Plano Municipal de Turismo Marketing do Turismo

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5 Conteúdo Gestão do Turismo – o que envolve Gestão pública do Turismo – BR/PR Regionalização do Turismo – BR/PR Organização e Planejamento do Turismo nos municípios Planos de Desenvolvimento Municipal Plano Diretor e Turismo Inventário da Oferta Turística Estudos de Demanda Turística Indicadores Estatísticos Órgãos Oficiais de Turismo Conselhos Municipais de Turismo Fundos Municipais de Turismo

6 Leis de Incentivo ao Turismo Formalização de Empresas Segmentação Turística Educação para o Turismo Marketing: ações promocionais, ações de apoio à comercialização Recursos para o Desenvolvimento do Turismo nos município Projetos Turísticos Financiamento e Investimento no Turismo para o Poder Público e para a Iniciativa Privada Emendas parlamentares Fontes de Recursos Sites de Interesse Anexos Conteúdo

7 Gestão Princípios, normas e funções que têm por fim ordenar os fatores de produção e controlar a sua produtividade e eficiência, para se obter determinado resultado. O que engloba a Gestão?

8 Planejamento: Trabalho de preparação para qualquer empreendimento, segundo roteiro e métodos determinados. Elaboração, por etapas, com bases técnicas, de planos, programas e projetos com objetivos definidos. Ato ou efeito de projetar, de programar; de fazer plano para estabelecer uma mudança. Organização: Arte ou efeito de ordenar, arranjar, dispor. Disposição de uma coisa para certa finalidade. Associação ou instituição com objetivos definidos. Unidades sociais concebidas para atingir objetivos específicos. Organismos. Gestão

9 Operacionalização: Estabelecer uma Estrutura Organizacional que permita uma melhor otimização das ações. Organograma > Funções, Recursos Humanos... Meios para se obter resultados. Fazer funcionar de forma gerencial e executiva. Execução: Dar funcionamento a estrutura organizacional. Cumprir e realizar ações/atividades. Controle: Estabelecer formas de acompanhamento das ações/atividades. Avaliação: Determinar a valia das ações/atividades realizadas, através de programa avaliatório. Gestão

10 Reflexão para gestão... Segundo Barquero, deve-se ter hardware (infra-estrutura), software (estratégia, planejamento) e orgware (sinergia de ações, liderança no processo, visão coletiva...)

11 EstratégiaEstratégia e Planejamento

12 Sinergia de Ações e Visão Coletiva (sistêmica)

13 Sistema é um conjunto de partes que interagem de modo atingir um determinado fim, de acordo com um plano ou princípio.

14 Lembre-se: o turismo funciona como um sistema!

15 Lembre-se... Tenho meu ambiente de atuação... Mas tenho que pensar no contexto do turismo mundial, nacional, estadual e regional...

16 Liderança no Processo Planejamento é processo de mudança!

17 Liderança é o processo de influenciar pessoas no sentido de que ajam em prol dos objetivos da organização. É a capacidade de levar alguém a cooperar espontaneamente. Pode-se dizer que o líder hoje é aquele que se enquadra na Teoria Y, na qual o mesmo tem respeito às pessoas e às suas diferenças individuais; assim como as pessoas que o cercam, pois estas influenciam suas decisões positivamente.

18 CHA Para fazer com qualidade... C = Saber (conhecimentos adquiridos no decorrer da vida, nas escolas, universidades, cursos etc); H = Saber fazer (todo o conhecimento que praticamos aperfeiçoado à habilidade) e; A = Querer fazer (comportamentos que temos diante de situações do nosso cotidiano e das tarefas que desenvolvemos no nosso dia-a-dia).

19 Papel dos gestores municipais Ver se o turismo é viável e desejável; Se pode ser uma da atividades alavancadoras da economia local; Se existem potencialidades e em que nível que estão estas potencialidades: promover, qualificar para promover, qualificar, desenvolver? Se existem possibilidades de investimentos em recursos humanos capacitados, em tempo e dedicação, em infra-estrutura; Se existe aceitação dos envolvidos...

20 Papel dos gestores municipais Buscar parcerias; Fomentar e direcionar investimentos na iniciativa privada; Incentivar a formação de um Conselho Ter um Plano de Desenvolvimento com metas e objetivos, baseado em estudos de oferta e demanda turística; Inserir o turismo na estrutura organizacional: secretaria, departamento...mas lembre-se: junto com a área econômica!; Inserir o turismo no orçamento (não as viagens...) e nos planos Diretores.

21 Educação para o Turismo

22 TURISMO É uma atividade econômica representada pelo conjunto de transações compra e venda de serviços turísticos efetuadas entre os agentes econômicos do turismo. É gerado pelo deslocamento voluntário e temporário de pessoas para fora dos limites da área ou região em que têm residência fixa, por qualquer motivo, excetuando-se o de exercer alguma atividade remunerada no local que visita.

23 O fenômeno turístico tem a força e o potencial de desenvolvimento sustentável das localidades e territórios, desde que planejado e organizado de forma sistêmica. Para produzir os resultados propostos na teoria da sustentabilidade, ou seja, priorizar a inclusão social, o crescimento econômico e a preservação do ambiente natural e cultural, é fundamental que as autoridades públicas e privadas entendam o fenômeno turístico como um negócio, entretanto com uma particularidade, um negócio coletivo. Fonte: Circuito Turístico Religioso – SEBRAE SP (p. 11)

24 O turismo deve ser informativo e educacional. Educação, conscientização e capacitação compõem a base do turismo responsável. Todos os integrantes do setor devem ser alertados sobre seus impactos positivos e negativos e encorajados a serem responsáveis. Isto inclui o mercado (trade), o poder público municipal, a população local e os consumidores (turistas).

25 O que fazer... Realizar parcerias com a rede pública e privada de ensino, empresas públicas e/ou privadas e demais organizações interessadas na qualificação do destinos e seus produtos turísticos; Realizar cursos, palestras, campanhas, treinamentos; Realizar visitas orientadas de sensibilização e conscientização da população e visitantes; Realizar viagens de familiarização;

26 Produzir material de divulgação (folhetarias, rádio e teledifusão, Internet, imprensa e outros meios de comunicação); Buscar captação de recursos financeiros junto a órgãos financiadores que viabilizem a implementação de projetos de cidadania; Integrar-se aos programas do Ministério do Turismo e de outras organizações que tenham interesse no desenvolvimento de ações de educação. O que fazer...

27 Organiza ç ão Tur í stica Municipal

28 Formada por unidades físicas e sociais, organismos responsáveis por implementar as políticas de turismo que orientam as ações dos diferentes segmentos do setor. Têm funcionamento técnico/administrativo e acompanham a evolução do turismo (social, econômico, político, cultural).

29 PRAÇA PALÁCIO FEIRA

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31 Organizações Turísticas GOVERNAMENTAISDireito Público (1º setor – organizações públicas) NÃO GOVERNAMENTAIS Direito Privado Mistas/Para-estatais (2º setor) De caráter comercial (2º setor) De caráter profissional (3º Setor) De estudos (3º setor)

32 Organizações Públicas de Turismo Nacionais, Estaduais, Municipais Órgãos Oficiais Conselhos Fundos

33 Organização Pública Nacional Fórum Nacional Secretários Estaduais Conselho Nacional de Turismo Câmaras Temática s Criar condições para gerar novos postos de trabalho e ocupações Fóruns Estaduais Acre Alagoas Amapá Amazonas Bahia Ceará Espírito Santo Goiás Maranhão Mato Grosso Mato Grosso do Sul Minas Gerais Pará Paraíba Paraná Pernambuco Piauí Rio de Janeiro Rio Grande do Norte Rio Grande do Sul Rondônia Roraima Santa Catarina São Paulo Sergipe Tocantins Distrito Federal MINISTÉRIO DO TURISMO MTUR PLANO NACIONAL DE TURISMO Legislação Regionalização Segmentação Qualificação da Superestrutura Qualificação Profissional Financiamento e investimento Infraestrutura Promoção e Comercialização Turismo Sustentável e Infância Tecnologia da Informação METAS Gerar 7,7 bilhões de dólares em divisas Promover a realização de 217 milhões de viagens no mercado interno Estruturar 65 destinos para obtenção de padrão de qualidade internacional

34 CATEGORIAS ENTIDADES DO CNT - SETOR PRIVADO Agências e Operadoras ABAV – Associa ç ão Brasileira de Agências de Viagens BITO - Brazilian Incoming Tour Operators BRAZTOA - Associa ç ão Brasileira das Operadoras de Turismo Alimenta ç ão ABRASEL- Associa ç ão Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento ABRESI - Associa ç ão Brasileira das Entidades de Gastronomia, Hospitalidade e Turismo FNHRBS - Federa ç ão Nacional de Hot é is, Restaurantes, Bares e Similares Capacita ç ão e Qualifica ç ão ABBTUR - Associa ç ão Brasileira dos Bachar é is em Turismo F ó rum Nacional dos Cursos Superiores de Turismo e Hotelaria SEBRAE - Servi ç o Brasileiro de Apoio à s Micro e Pequenas Empresas SENAC - Servi ç o Nacional do Com é rcio. Comunica ç ão e M í diaABRAJET - Associa ç ão Brasileira de Jornalistas de Turismo Eventos ABEOC - Associa ç ão Brasileira de Empresas de Eventos ABRACCEF - Associa ç ão Brasileira de Centros de Conven ç ões e Feiras FBC&VB - Federa ç ão Brasileira de Convention & Visitors Bureau UBRAFE - União Brasileira dos Promotores de Feiras Hospedagem ABIH - Associa ç ão Brasileira da Ind ú stria Hoteleira ABR - Associa ç ão Brasileira de Resorts ABRACAMPING - Associa ç ão Brasileira de Campismo FBAJ - Federa ç ão Brasileira dos Albergues da Juventude FOHB - F ó rum de Operadores Hoteleiros no Brasil Lazer e Entretenimento ADIBRA - Associa ç ão das Empresas de Parques de Diversões do Brasil Organiza ç ões de Trabalhadores CONTRATUH - Confedera ç ão Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hotelaria FENAGTUR - Federa ç ão Nacional de Guias de Turismo Organiza ç ões Patronais CNC - Confedera ç ão Nacional do Com é rcio FENACTUR - Federa ç ão Nacional de Turismo Segmentos Tur í sticos ABCMI NACIONAL - Associa ç ão Brasileira dos Clubes da Melhor Idade ABETA - Associa ç ão Brasileira das Empresas de Turismo de Aventura ABRATURR - Associa ç ão Brasileira de Turismo Rural Transportes ABETAR - Associa ç ão Brasileira das Empresas A é reo Regional ABLA - Associa ç ão Brasileira das Locadoras de Autom ó veis ANTTUR - Associa ç ão Nacional dos Transportadores de Turismo SNEA - Sindicato Nacional dos Empres á rios Aerovi á rios

35 CATEGORIASENTIDADES DO CNT - SETOR PÚBLICO Agentes Financeiros BASA - Banco da Amazônia S.A. BB - Banco do Brasil BNB - Banco do Nordeste do Brasil BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social CEF - Caixa Econômica Federal Estados e Munic í pios FORNATUR - F ó rum Nacional de Secret á rios e Dirigentes de Turismo CNM - Confedera ç ão Nacional dos Munic í pios Governo Federal Casa Civil da Presidência da Rep ú blica EMBRATUR - Instituto Brasileiro de Turismo INFRAERO - Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportu á ria MD - Minist é rio da Defesa MDA - Minist é rio do Desenvolvimento Agr á rio MDIC - Minist é rio do Desenvolvimento, Ind ú stria e Com é rcio Exterior MF - Minist é rio da Fazenda MIN - Minist é rio da Integra ç ão Nacional MINC - Minist é rio da Cultura MJ - Minist é rio da Justi ç a MMA - Minist é rio do Meio Ambiente MPOG - Minist é rio do Planejamento, Or ç amento e Gestão MRE - Minist é rio das Rela ç ões Exteriores MT - Minist é rio dos Transportes MTE - Minist é rio do Trabalho e do Emprego MTUR - Minist é rio do Turismo SUFRAMA - Superintendência da Zona Franca de Manaus

36 SECRETARIA DE ESTADO DO TURISMO NÍVEL DE DIREÇÃO SUPERIOR DIRETORIA GERAL PARANÁ TURISMO ECOPARANÁ CENTRO DE CONVENÇÕES DE CURITIBA NÍVEL DE ATUAÇÃO DESCENTRALIZADA CONSELHO CONSULTIVO DE TURISMO Organização Pública Estadual

37 Organiza ç ão P ú blica Municipal Ó RGÃO OFICIAL DE TURISMO Estabelecidos dentro da Administra ç ão P ú blica Municipal com o objetivo de fomentar o desenvolvimento do turismo, visando o retorno s ó cio-econômico- pol í tico-cultural ao munic í pio. Podem assumir diferentes figuras jur í dicas, mas suas diretrizes emanam do executivo municipal. Têm fun ç ão operacional.

38 Organiza ç ão P ú blica Municipal Ó RGÃO OFICIAL DE TURISMO Funções: assessoramento técnico aos empreendedores locais; marketing institucional; informação e recepção turística; planejamento turístico (oferta e demanda); controle de qualidade de empreendimentos e serviços turísticos; formatação do calendário de eventos; administração de pontos turísticos públicos etc.

39 Organiza ç ão P ú blica Municipal Ó RGÃO OFICIAL DE TURISMO Estrutura: Gestão e Articulação Desenvolvimento do Destino Promoção e Apoio à Comercialização

40 Organiza ç ão P ú blica Municipal CONSELHO MUNICIPAL DE TURISMO Colegiado formado por entidades p ú blicas e privadas ligadas ao desenvolvimento da atividade tur í stica local. Não deve ser extensão do poder p ú blico municipal. Ó rgão consultivo e/ou deliberativo institu í do por lei municipal.

41 Organiza ç ão P ú blica Municipal CONSELHO MUNICIPAL DE TURISMO Fun ç ões: fomentar a pol í tica e o plano municipais de turismo; envolver a comunidade; intermediar interesses do produtor e consumidor; facilitar a obten ç ão de recursos; captar recursos e investimentos; promover campanhas etc.

42 Organiza ç ão P ú blica Municipal FUNDO MUNICIPAL DE TURISMO Conta banc á ria p ú blica. Criada por lei municipal para promover a atividade tur í stica. Aporte de recursos provenientes de transferência de parte da receita or ç ament á ria do munic í pio, doa ç ões de terceiros de qualquer natureza, taxas diversas (de turismo, alvar á s) e outros recursos. Administrados pelos Conselhos Municipais com suporte cont á bil da Prefeitura Municipal, e econômico das institui ç ões financeiras oficiais

43 Organiza ç ão Não Governamental do Turismo SEBRAE SENAC Sistema SSENAI SESC SESI SENAR ORGANIZAÇÕES MISTAS /PARAESTATAIS

44 ORGANIZA Ç ÃO NÃO GOVERNAMENTAL DO TURISMO TRANSPORTES AGENCIAMENTO ALIMENTOS & BEBIDAS EVENTOS LAZER & RECREAÇÃO MEIOS DE HOSPEDAGEM ORGANIZAÇÕES PROFISSIONAIS, COMERCIAIS

45 Planejamento Turístico

46 Planejamento X Planejar PLANEJAMENTO É a definição de um futuro desejado e de todas as providências necessárias à sua materialização. PLANEJAR É pré-determinar um curso de ação para o futuro. Conjunto de decisões interdependentes. Processo contínuo que visa produzir um estado futuro desejado, que somente acontecerá se determinadas ações forem executadas. É atitude anterior à tomada de decisão. ( PETROCCHI, M. Turismo: planejamento e gestão. São Paulo: Futura, 1998.)

47 Lembre-se: O Planejamento é apenas uma técnica metodológica que se materializa nos documentos: Política: objetiva o desenvolvimento do turismo e seu equacionamento como fonte de renda nacional. Pode ser entendida como um conjunto de atividades e estratégias, organizada por uma coletividade e adotada diante do fenômeno turístico. Plano: implementação da Política. Mais abrangente e superficial, possibilita uma visão geral. Análise de todas as variáveis envolvidas com o fenômeno turístico, com menor grau de detalhamento, que resume o conjunto de propostas a serem consideradas no processo de planejamento. É um conjunto de programas. Programa: conjunto de projetos que possuem similaridade ou complementaridade. Tem uma visão de articulação entre as várias alternativas/estratégias do Plano e sua implementação. Identifica necessidades específicas. Projeto: aborda um elemento específico do turismo e o estuda de forma detalhada. É qualquer propósito de ação definido e organizado, de forma racional que permite determinar os custos e benefícios de um investimento. Estabelece os passos, os envolvidos, os recursos necessários, os responsáveis pelas atividades, os estudos de viabilidade (ver também Capítulo V – Orientação para Apresentação de Projetos Turísticos)

48 O Plano Municipal de Turismo é um documento do planejamento onde estão reunidas propostas que nortearão o processo de desenvolvimento do turismo no município. Lembre-se: O Plano Municipal de Turismo deve ser elaborado com a participação da comunidade e de profissionais especializados e estar dentro de um contexto municipal, regional, estadual e federal. É flexível em sua implantação, e deve ser ajustado conforme as necessidades. E naturalmente, observando os princípios da sustentabilidade. P LANO M UNICIPAL DE T URISMO

49 Para se iniciar a elaboração de um Plano Municipal de Turismo é necessário: P LANO M UNICIPAL DE T URISMO 1 - Levantamento da oferta turística (inventário); 2 - Levantamento da demanda turística;

50 O que é a Inventariação da Oferta Turística? O Inventário é levantamento de dados da Oferta Turística: dos atrativos turísticos: naturais, histórico-culturais, atividades econômicas, manifestações populares, eventos e realizações técnicas/científicas; dos equipamentos e serviços turísticos: hospedagem, alimentação, entretenimento, agenciamento etc. e da infra-estrutura de apoio ao turismo: transporte, segurança, comunicação, saúde etc. 1 Instrumento base de informações para fins de: - Planejamento - Gestão - Divulgação da atividade turística 2 Inventariação da Oferta Turística

51 Perguntas freqüentes De quem deve partir a iniciativa de inventariar? Como levantar os dados? Como utilizá-lo racionalmente? ? Inventariação da Oferta Turística

52 Perguntas freqüentes De quem deve partir a iniciativa de inventariar? 1 ? Pode partir tanto do OOT ou das IES; OOT lembrar que quem é responsável por fornecer subsídios para o setor? Quem deve gerenciar um banco de dados? Quem deve identificar oportunidades de negócios e concentrações inadequadas? IES lembrar que precisa formar os alunos e possibilitar além do ensino, extensão e pesquisa. Inventariação da Oferta Turística

53 Perguntas freqüentes Como levantar os dados? 2 ? Realizar pesquisas de gabinete; pesquisas bibliográficas em publicações, guias turísticos, manuais, jornais, revistas; Realizar pesquisas em institutos culturais, técnicos, científicos, ambientais, de fomento e turísticos. pesquisa de campo (definir território) para se examinar a veracidade das informações e fazer os complementos necessários, além de registro fotográfico e entrevistas. Devem ser usados os formulários do INVTUR. Após o preenchimento deve-se selecionar as informações e o material levantado de acordo com sua validade para o Plano e as outras formas de divulgação. Inventariação da Oferta Turística

54 Perguntas freqüentes ? Inventariação da Oferta Turística Como utilizá-lo racionalmente? 3 Disponibilizar um instrumento de consulta para estudantes, profissionais e pesquisadores 1 Realizar o diagnóstico de deficiências, pontos críticos e de Estrangulamento, e os desajustes existentes entre a oferta e a demanda. Oportunidades de negócios. 3 Subsidiar ações de conscientização turística a partir da identificação dos atores envolvidos. 2

55 Coletar informações que subsidiem a elaboração de roteiros turísticos 5 Inventariação da Oferta Turística Definir atrativos prioritários através da Hierarquização Turística com vistas a estruturação de produtos 4 Perguntas freqüentes Como utilizá-lo racionalmente? ? Servir como base para estruturação das ações de promoção do destino. 6

56 A demanda é formada por aqueles que nos visitam (efetiva) ou que pretendem nos visitar (potencial). Para se conhecer a demanda efetiva podem ser realizadas pesquisas através de formulários específicos que variam de acordo com o local onde a mesma é realizada, pois deve se adaptar às suas particularidades. Demanda Turística

57 Existem algumas questões que nortearão a elaboração do formulário: Quem são as pessoas que viajam? Por que as pessoas viajam? O que as pessoas buscam nas viagens? Qual é a ocasião mais propícia para a viagem? Quanto as pessoas estão dispostas a pagar? Demanda Turística

58 Itens para estruturar um banco de dados estatísticos Quantificação da Oferta Turística e Mão de Obra Empregada Movimentação de Passageiros Meios de Hospedagem Atrativos Turísticos Festas e Eventos Importante: parceria com o trade e entidades Atualização Freqüente

59 O Plano Municipal de Turismo é um documento do planejamento onde estão reunidas propostas que nortearão o processo de desenvolvimento do turismo no município. P LANO M UNICIPAL DE T URISMO ? Como estruturar e implementar?

60 Diagnóstico: análise inventário e dados da demanda Prognóstico: visão futura Objetivos e Metas: resultados e quantificação dos mesmos Estratégias de Ação: como atingir os objetivos Proposições de Atuação – Programas/Projetos Aprovação Operacionalização e Execução Acompanhamento e Avaliação Processo Participativo: conselho municipal Base: Municipal (plano diretor), regional, estadual e nacional

61 MARKETING

62 Marketing é a arte de conhecer quem é nosso cliente e proporcionar sua satisfação. (Kotler) Envolve: Segmenta ç ão do Turismo Roteiriza ç ão A ç ões Promocionais A ç ões Comerciais

63 Segmentação Para Ignarra (2000), segmentar o mercado significa dividí-lo em um grupo homogêneo de compradores ou de produtores. –Oferta –Demanda

64 Roteirização é um processo no qual os atrativos existentes nos municípios de uma ou mais regiões turísticas são organizados de forma que componham um roteiro que possa ser consumido pelos visitantes.

65 Ações Promocionais Imagem e Marca; Participa ç ão em Eventos Promocionais de Turismo, especializados ou não, realizados no Brasil e/ou no exterior; Confeccionar e disponibilizar material t é cnico- promocional; Envolver a imprensa especializada; Desenvolver campanhas publicit á rias; Definir e desenvolver a ç ões de rela ç ões p ú blicas.

66 Ações Comerciais Apoiar, incentivar e promover Rodadas de Neg ó cios e semin á rios de vendas; Apoiar, incentivar e promover viagens de familiariza ç ão (Famtour e Fampress-Tour); Utilizar canais de distribui ç ão como: – Envolver as agências de turismo; – Apoiar e manter Postos e Centrais de Informa ç ões Tur í sticas; – Viabilizar ferramentas eletrônicas de distribui ç ão.

67 Bibliografia Básica ANDRADE, José V. Turismo: fundamentos e dimensões. São Paulo: Ática, BENI, Mário C. Análise estrutural do turismo. São Paulo: Editora Senac, COOPER, Chris, FLETCHER, John, WANHILL, Stephen, GILBERT, David and SHEPHERD, Rebecca. Turismo: princípios e práticas. Porto Alegre: Bookmam, IGNARRA, Luiz R. Fundamentos do Turismo. São Paulo: CTI, LAGE, Beatriz H. G. & MILONE, Paulo C. Turismo: teoria e prática. São Paulo: Atlas, MONTEJANO, Jordi M. Estrutura do mercado turístico. São Paulo: Roca, OLIVEIRA, Antônio Pereira. Turismo e desenvolvimento: planejamento e organização. São Paulo: Atlas, OMT. Desenvolvimento do turismo sustentável. Manual para organizadores locais. Brasília: Embratur, PETROCCHI, Mário. Turismo: planejamento e gestão. São Paulo: Futura, ___________, ____. Gestão de pólos turísticos. São Paulo: Futura, VALLS, Josep-Francesc. Gestão integral de destinos turísticos sustentáveis. Rio de Janeiro: FGV Editora, Publicações disponíveis no Portal Brasileiro de Turismo e no Portal Paranaense de Turismo

68 (link publicações)

69 Portal Paranaense do Turismo Coordenadoria de Planejamento Turístico


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