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Pacto pela Saúde Consolidação do SUS O que muda ? Compartilhando reflexões.

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Apresentação em tema: "Pacto pela Saúde Consolidação do SUS O que muda ? Compartilhando reflexões."— Transcrição da apresentação:

1 Pacto pela Saúde Consolidação do SUS O que muda ? Compartilhando reflexões

2 3 DIMENSÕES Pacto em Defesa do SUS Pacto pela Vida Pacto de Gestão

3 Pacto em Defesa do SUS Discutir nos conselhos municipais e estadual as estratégias para implantação desta dimensão no estado Priorizar espaços com a sociedade civil para realizar as ações previstas

4 Pacto pela Vida – uma agenda comum Definir e pactuar as metas locais Definir estratégias para alcançar estas metas Instituir um processo de monitoramento

5 Pacto de Gestão

6 Um país federativo Autonomia – Pactuação Processo de construção das normas/processo do pacto Considerar a diversidade como constitutiva do processo de pactuação e não a exceção para modelos pré-definidos

7 Um país federativo Sistemas isolados Solidariedade Definição das responsabilidades sanitárias constituindo espaços de co- gestão e resgatando o apoio entre os entes num processo compartilhado

8 Responsabilidade Sanitária Definição das responsabilidades por eixos Maior transparência para o controle social Todos são gestores plenos na sua responsabilidade Superação das habilitações em formas de gestão Desresponsabilização – escolha de qual resp. Processo burocratizado – estanque

9 TERMOS DE COMPROMISSO DE GESTÃO Contêm: responsabilidades sanitárias as responsabilidades sanitárias do gestor objetivos e metas os objetivos e metas do Pacto pela Vida indicadores de monitoramento Os indicadores de monitoramento e avaliação dos Pactos ; TCGMUNICIPAL TCGESTADUAL TCG DO DF TCGFEDERAL

10 TERMOS DE COMPROMISSO DE GESTÃO expressa a formalização do Pacto nas suas dimensões Pela Vida e de Gestão. Processo de assinatura negociado Prazo de 9 meses Enquanto não assina o Termo valem as prerrogativas e responsabilidades da Gestão Plena do Sistema TCGMUNICIPAL TCGESTADUAL TCG DO DF TCGFEDERAL

11 TERMOS DE COMPROMISSO DE GESTÃO I - ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES SANITÁRIAS REALIZANÃO REALIZA AINDA PRAZO PARA REALIZAR NÃO SE APLICA Superação da comprovação estanque de capacidade para a possibilidade de construção da capacidade necessária a cada responsabilidade de forma solidária Desencadear ações de apoio

12 Fluxo de construção e aprovação do Termo O Termo de Compromisso de Gestão deve ser Construído em sintonia com o Plano de Saúde, em negociação com o governo federal, estados, municípios e DF; Deve ser aprovado no Conselho de Saúde da respectiva esfera de gestão e na Comissão Intergestores Bipartite-CIB e encaminhado à Comissão Intergestores Tripartite.

13 Fluxo de construção e aprovação do Termo Municipal Aprova CMS Pactua na CIB CIB CIT Extrato do Termo T.L.F. Global Declaração de Comando Único Extrato do TCEP Estadual Aprova CES Pactua na CIB CIB CIT Termo C. G. Estadual T. L. F. Global

14 Unificação dos Pactos Integração dos processos de pactuação Busca de um compromisso mais efetivo com as metas pactuadas Revisão periódica e conjunta das metas Processo unificado de monitoramento Maior visibilidade social para as pactuações 2006 – transição / unificação

15 Diretrizes para os processos de gestão Explicitação de diretrizes nacionais para os processos de gestão de forma unificada Mudança de direção em algumas áreas - programação, regionalização e regulação Colocado o norte da necessidade para o processo de planejamento e organização da rede A cada ano podem ser incluídas outras

16 Reforço aos Espaços de Pactuação Intergestores Processo de descentralização para as CIB Permanente, a cada mês podem ser incorporadas outras áreas Necessidade de qualificação das CIB Criação dos colegiados regionais de gestão

17 Regionalização Respeito às realidades locais Respeito às realidades locais – critérios para o desenho das regiões Espaço de co-gestão vivo Espaço de co-gestão vivo – colegiado regional de gestão Recoloca o papel do estado e dos municípios

18 Financiamento Fundo a fundo como modalidade preferencial Financiamento tripartite - regulamentação Busca da equidade na alocação do recurso (segundo momento) Desfragmentação do recurso federal

19 Financiamento federal Transferência do recurso federal de custeio Maior liberdade de uso para o gestor local – dentro de cada bloco, exceto assistência farmacêutica A destinação inicial do recurso fica como memória de cálculo para possibilitar o monitoramento Estratégia que possibilita maior integralidade

20 Financiamento federal – 5 blocos Atenção Básica Atenção Básica Componente Fixo Componente Variável Média e Alta Complexidade da Assistência Média e Alta Complexidade da Assistência Componente MAC Componente FAEC Vigilância em Saúde Vigilância em Saúde Componente Vigilância Epidemiológica e Ambiental Componente Vigilância Sanitária

21 Financiamento federal – 5 blocos Assistência Farmacêutica Assistência Farmacêutica Componente Básico Componente Estratégico Componente Medicamentos de Dispensação Excepcional Organização dos serviços de assistência farmacêutica Gestão - componentes Gestão - componentes Regulação, Controle, Avaliação e Auditoria Planejamento e Orçamento Programação Regionalização Participação e Controle Social Gestão do Trabalho Educação na Saúde Incentivo à implementação de políticas específicas

22 Monitoramento Acordadas as diretrizes gerais Ano de 2006 – construção detalhada da proposta de monitoramento em cada esfera de governo

23 Comunicação do Pacto pela Saúde cadernos Diretrizes Regulamento Regionalização Atenção Básica Promoção da Saúde Regulação Contratação PPI 1 folder 1 cartilha para o controle social 4 vídeos


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