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EBI da Torreira 6ºA HGP Prof. – Carla Bernardes Elementos do grupo – Margarida e João.

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1 EBI da Torreira 6ºA HGP Prof. – Carla Bernardes Elementos do grupo – Margarida e João

2 1-A situação do reino 2-Os recursos naturais e as inovações tecnológicas – a agricultura 3-Indústria 4-A exploração mineira

3 A primeira metade do século XIX foi uma época de grande instabilidade política, económica e social em Portugal. As invasões francesas ( ), a independência do brasil (1822) e a guerra civil entre liberais e absolutistas ( ) atrasaram o progresso do nosso país em relação aos outros países europeus. Para além destes problemas, a agricultura e a indústria portuguesas continuavam pouco desenvolvidas, sendo a produtividade baixa e os produtos de fraca qualidade. Assim, Portugal era obrigado a gastar muito dinheiro em importações, aumentando a sua divida para com os países estrangeiros.

4 Após a morte de D. Pedro IV, sucedeu-lhe sua filha D. Maria II, em cujo reinado se iniciou o período da modernização do reino. Coube, no entanto, aos seus dois filhos – D. Pedro V e D. luís – e ao seu neto D. Carlos continuar o caminho de desenvolvimento e modernização da economia portuguesa. Assistiu-se, então, na segunda metade do século XIX, a um conjunto de mudanças e inovações que desenvolveram a agricultura e a exploração de minérios e modernizaram a indústria, os transportes as comunicações. D.Maria II

5 O estado não tinha uma politica de desenvolvimento agrícola; A área não cultivada era muito elevada; As técnicas agrícolas usadas eram muito rudimentares; A maquinaria era quase inexistente; A população rural era analfabeta e, por isso, pouco qualificada; Faltavam infraestruturas, como estradas e meios de transporte.

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7 Extinguiram os dízimos [ imposto pagos à Igreja] com o objetivo de desenvolver a agricultura ao libertar os camponeses deste pesado encargo financeiro; Retiraram terras à nobreza e ao clero e venderem-nas a ricos burgueses, mais interessados no seu aproveitamento e rentabilidade; Aboliram a lei do morgadio, segundo a qual o filho mais velho herdava todas as terras dos pais, fazendo – se dessa forma um melhor aproveitamento dos solos, uma vez que as terras eram divididas por todos filhos; Impulsionaram o desbravamento de baldios, tendo em vista o aumento da área cultivada; Fundaram escolas agrícolas, divulgando um maior número de conhecimentos sobre a exploração da terra; Organizaram exposições agrícolas para divulgação de novas técnicas e novos produtos.

8 No entanto, a modernização da agricultura começou apenas com a introdução e aplicação de novas técnicas de cultivo dos campos: alternância de culturas, uso de adubos químicos e seleção de sementes [de boa qualidade]. Estas técnicas permitiram, respetivamente, diminuir ou mesmo eliminar o tempo de pousio das terras, aumentar a produção e melhorar a qualidade dos produtos. Técnica de pousio:

9 Baldio - terreno por cultivar e que pertence à comunidade. Pousio – técnica agrícola que consiste em deixar uma terra cultivada em descanso um ou mais anos para que recupere os nutrientes e minerais necessários para voltar a produzir. Direito de morgadio – direito que o filho mais velho tinha de herdar todas as terras dos pais. Alternância de culturas – no mesmo terreno que antes ficava em pousio um ou mais anos cultivam–se agora batatas e nabos, que não desgastam tanto a terra.

10 Nesta época foram introduzidas ou expandidas novas culturas como a batata e o arroz. Só na segunda metade do século XIX, a batata entrou decisivamente na alimentação diária dos portugueses, sendo cultivada sobretudo nas terras altas de Trás – os – Montes e da serra da Estrela. A cultura do arroz estendeu-se pelas planícies dos rios Vouga, Mondego, Tejo, Sado, ocupando terras outrora submersas, assoreadas e de fraca produtividade. O seu cultivo permitiu reduzir os gastos com a sua importação. A generalização do consumo destes dois produtos por parte da população mais pobre permiti-lhes resistir melhor às doenças e, consequentemente, melhorar a sua saúde. Nas regiões do Norte, a batata substituiu o nabo e a castanha na alimentação. Foi também neste período que se assistiu à expansão da cortiça e de outras culturas tradicionais (trigo, vinha, milho, legumes, frutas). No Algarve, aumentaram as zonas de amendoeira e alfarrobeira.

11 Simultaneamente, os proprietários agrícolas mais endinheirados investiram na compra de novas alfaias e máquinas agrícolas, feitas em ferro: arados, charruas, ceifeiras, debulhadoras, grades, distribuidoras de adubos e enfeixadora. A maior parte destas máquinas era movida pela força animal e humana, daí ter sido grande a novidade quando, pela primeira vez, se utilizou a debulhadora mecânica, acionada por uma máquina a vapor.

12 No início do século XIX, a indústria portuguesa encontrava-se pouco desenvolvida quando comparada com outros países europeus. O seu atraso devia-se, sobretudo, à falta de investimento, de maquinaria, de mão de obra qualificada, de uma rede de transportes que permitisse a distribuição dos produtos e à concorrência estrangeira, que era muito forte uma vez que fabricava produtos de melhor qualidade e a preços acessíveis. Neste século, foram chegado a Portugal máquinas movidas coma força do vento, da água, dos animais ou mesmo do Homem. Mas foi a partir de 1821, com a máquina a vapor à industria portuguesa, que se operou um revolução no processo produtivo.

13 A anterior produção artesanal, onde os produtos eram feitos à mão em pequenas oficinas por um pequeno número de artesãos, vai, gradualmente, substituída pela produção industrial que, utilizando moderna maquinaria, passou a produzir mais e em menos tempo. Surgiam assim as fábricas, que empregam um grande número de operários e onde era utilizada a energia do carvão para mover a máquina a vapor. Esta máquina surgiu no final do século XVIII (1769), em Inglaterra, e foi também utilizada na agricultura, exploração mineira e transportes. Uma só máquina a vapor punha em movimento, através de um sistema de correias, muitas outras máquinas. O trabalho dos operários decorria a um ritmo acelerado, uma vez que tinham de acompanhar o ritmo das máquinas.

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15 No final do século XIX, havia duas zonas industriais que se destacavam em Portugal, ambas concentradas no litoral: - a zona do Porto/Braga/Guimarães, onde existiam sobretudo indústrias têxteis e de confeções; - a zona de Lisboa, Barreiro, Setúbal, onde se concentravam as indústrias metalúrgicas e químicas. A concentração das fábricas em zonas do litoral, com muita população, transformou de forma decisiva a paisagem. Surgiram problemas como o barulho e a poluição que punham em risco a saúde da população.

16 O desenvolvimento da agricultura e da indústria, bem como a modernização das vias de comunicação e dos transportes, exigiu grandes quantidades de carvão, cobre e ferro. Estes minérios quase não eram explorados no nosso país, recorrendo-se por isso à sua importação. Daí a necessidade, sentida neste período, de intensificar o aproveitamento dos recursos minerais do país. Portugal precisava de cobre e ferro para a construção de alfaias agrícolas, máquinas, carris, vagões, estruturas de pontes, grandes edifícios e de carvão para aquecer a água das caldeiras das máquinas a vapor, que cada vez mais eram utilizadas nas várias atividades económicos. Como vês, o carvão era, no século XIX, a principal fonte de energia.

17 Mão de obra – trabalho manual para executar uma obra ou fabricar um produto. Matéria-prima – substância essencial à fabricação de um produto.

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19 024&bih=630&tbm=isch&tbnid=g6sxyfKaMAJx-M:&imgrefurl=http://www.eb23-cmdt- conceicao- silva.rcts.pt/sev/hgp/13.1.htm&docid=MgozyfpoWxOhuM&imgurl=http://www.eb23-cmdt- conceicao- silva.rcts.pt/sev/hgp/13.xix_agric_vapor.jpg&w=400&h=213&ei=odHzULeMGcbMhAe13IGgBQ &zoom=1&iact=hc&vpx=4&vpy=184&dur=367&hovh=164&hovw=308&tx=126&ty=99&sig= &page=1&tbnh=132&tbnw=226&start=0&ndsp=8&ved=1t:429,r:4,s:0,i:93ndsp=8&ved=1t:429,r:4,s:0,i: &bih=630&tbm=isch&tbnid=iUWyeN_UC-buDM:&imgrefurl=http://portugal-na-segunda- metade-do-sec-xix.blogspot.com/2011/02/modernizacao-do- reino.html&docid=lVxMWvWA8A_diM&imgurl=http://4.bp.blogspot.com/_BdzcIiUbICU/SV6Snn VBpzI/AAAAAAAAAC0/tD8BgWGreZ0/s1600/image003.jpg&w=369&h=236&ei=odHzULeMGc bMhAe13IGgBQ&zoom=1&iact=hc&vpx=488&vpy=159&dur=38&hovh=179&hovw=281&tx=1 63&ty=87&sig= &page=2&tbnh=140&tbnw=220&start=20&ndsp= 20&ved=1t:429,r:23,s:0,i:156

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