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2 Para uma melhor acessibilidade às diferentes áreas do projecto, basta clicar sobre a matéria que deseja observar. Depois poderá voltar a este slide e optar por outra matéria.

3 Neste projecto procurou-se responder à questão inicial - E se um bloom de cianobactérias te batesse à porta? – colocando ênfase na relação que é possível estabelecer entre a pesquisa realizada sobre cianobactérias e os dados que foram obtidos nas actividades experimentais. Foi também nosso objectivo determinar uma conexão entre cianobactérias e a ameaça que estas representam para a saúde humana.

4 -VILAS BOAS, ELSA (1999), A influência da temperatura, da intensidade luminosa e de coagulantes/floculantes na libertação e degradação de microcistinas por microcystes aeruginosa kützing ex lemmermann (cianobactérias: chroococales), Departamento de Zoologia e Antropologia, Faculdade de Ciências da Universidade do Porto -GRILO, ROSALINA(2004), Cianobactérias: se as vir, afaste-se e informe, consultado em 4/3/2010http://pt.wikipedia.org/wiki/Cyanobacteria - consultado em 4/3/2010http://pt.wikipedia.org/wiki/Chlorella -http://pt.wikipedia.org/wiki/Art%C3%A9mia consultado em 4/3/2010http://pt.wikipedia.org/wiki/Art%C3%A9mia -http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=4&cid=13313&bl=1§ion=3http://naturlink.sapo.pt/article.aspx?menuid=4&cid=13313&bl=1§ion=3 consultado em 4/3/ consultado em 4/3/2010http://www.captain.at/artemia/

5 As cianobactérias, também conhecidas por algas verdes-azuis, gostam de luz e calor. Desenvolvem-se em águas poluídas e já colonizaram grande parte das fontes de água superficiais em Portugal, alastrando-se um pouco por todo o mundo. Apesar da sua simplicidade estrutural, as cianobactérias produzem toxinas que podem provocar diversos problemas de saúde pública.

6 Os locais onde mais se acumulam é nas margens e nas enseadas, formando blooms. Enquanto estes não são perturbados não há risco para a saúde humana. O perigo surge quando as cianobactérias se rompem libertando toxinas. Imagem!!! aqui|! Como nos rios e albufeiras se registam as maiores taxas de crescimento, durante a época balnear todos os cuidados são poucos para evitar o contacto, a inalação ou a ingestão destes microrganismos. Podem romper-se devido à pressão, por exemplo, de uma canalização ou por consequência da passagem de uma mota de água que circule numa barragem ou rio, ou pelo mergulho de uma pessoa. Continuar

7 Microcystis aeruginosa é uma espécie colonial que tende a flutuar à superfície da água formando blooms. As colónias podem incluir centenas de células. Microcystis aeruginosa é encontrada em amostras de água sobretudo no Verão. Uma das principais causas dos blooms de cianobactérias pode ser o excesso de fosfatos e nitratos drenados das áreas agrícolas ou resultantes da actividade industrial. Continuar

8 Reino: Protista Filo: Chlorophyta Classe: Chlorophyceae Ordem: Chlorococcales Família: Oocystaceae Género: Chlorella Espécie: Chlorella vulgaris Beijerink, 1890 CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA Continuar Chlorella é um género de algas verdes unicelulares de forma esférica, com cerca de 2-10 μm de diâmetro, sem flagelo, que contém pigmentos verdes fotossintéticos nos seus cloroplastos.

9 As artémias são pequenos crustáceos que têm tamanho e coloração variadas (desde o rosa pálido ao avermelhado, branco ou esverdeado dependendo do tipo de alimento que elas consumirem e da concentração de oxigénio). Vivem em regiões de água salgada concentrada (Salinas) ambiente extremo no qual poucas espécies se desenvolvem, havendo desta forma poucos predadores. A Artemia salina está em constante movimento, devido a um conjunto de 11 pares de apêndices torácicos responsáveis pela filtragem e consequente alimentação. Estes organismos servem de alimento a muitos outros seres marinhos, tais como corais, cavalos-marinhos e alguns peixes, por serem ricos em proteínas, vitaminas e sais minerais. Atinge a fase adulta por volta dos 20 dias de vida, a fêmea adulta possui uma bolsa incubadora no último segmento torácico e, ao contrário do macho, não apresenta apêndices abdominais. Continuar

10 Reino: Animalia Filo: Arthropoda Subfilo : Crustacea Classe: Branchiopoda Ordem: Anostraca Família: Artemiidae Género: Artemia Espécie: Artemia salina CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA Fonte-

11 Durante a realização do projecto surgiram alguns problemas: 1. Durante a contagem da densidade da Microcystis aeruginosa tivemos dificuldades em visualizar as bactérias devido ao mau estado do material óptico. Também aqui poderão ter havido problemas devido à subjectividade inerente à selecção de critérios de contagem da Microcystis aeruginosa. 2. Durante a contagem dos poços para obter a taxa de inibição de crescimento de Chlorella vulgaris por acção das microcistinas os problemas encontrados relacionaram-se uma vez mais com o material óptico. 3. Durante a contagem dos poços para obter a taxa de mortalidade de Artemia salina por acção das microcistinas os problemas encontrados relacionam-se com a dificuldade de visualização e contagem das artémias.

12 Através de três actividades experimentais obtiveram-se resultados que devem ser devidamente analisados para que se possam retirar conclusões relativamente à nossa questão-problema.

13 1ª Experiência: Crescimento da Microcystis Nesta experiência identificou-se primeiramente uma fase de crescimento da cultura de Microcystis, à qual se seguiu uma fase de estabilização. Esperava-se na fase final, um declínio do crescimento da cultura, no entanto isso não se verificou.

14 A Chlorella vulgaris é uma das algas mais pesquisadas como forma de substituição dos combustíveis fosseis. Curiosidades Evidências fósseis sugerem que as cianobactérias se encontravam entre os primeiros seres vivos que habitavam a terra. Actualmente os blooms de cianobactérias em meios eutrofizados (elevados níveis de fósforo e de azoto) são um problema em muitos países principalmente devido à produção de toxinas. Continuar

15 Contagem de Microcystis aeruginosa Para contar o número de Microcystis existentes na cultura, de modo a poder obter a curva de crescimento da mesma, criámos um método que nos facilitasse esse trabalho. Para isso, elaborámos, em papel uma representação simples dos quadrados seleccionados para a contagem da câmara de Neubaeur. Curiosidades Para determinar a densidade celular em culturas de Microcystis é necessário quantificar o número de células por volume. Para isto utilizaram-se as câmaras de Neubauer, com um volume conhecido(4x10 -6 ml),muito utilizadas na contagem de microalgas de forma esférica de que é exemplo a Microcystis aeruginosa. Na contagem celular nas câmaras de Neubauer, usámos dois processos diferentes, que podem ser visualizados nas figuras 2 e 3. Fig. 1 – Representação da câmara de contagem com as quadriculas de contagem assinaladas Fig. 2- Estratégia de recolha de dados das quadriculas de contagem – número de células por quadricula. Fig.3- Estratégia de recolha de dados das quadriculas de contagem – representação esquemática.

16 2ª Experiência: Teste da inibição do crescimento Chlorella vulgaris De forma a obter a taxa de inibição de crescimento da Chlorella vulgaris, recorreu-se a uma placa de poços onde foram adicionadas as diferentes soluções de tóxico (1:1, 1:2, 1:4) por mistura de meio Z8 com o filtrado de Microcystis aeruginosa. ABC 1 2ml de filtrado- 0.5ml de inoculo de Chlorella 2ml de filtrado- 0.5ml de inoculo de Chlorella 2 1ml de meio z8- 1ml de filtrado- 0.5ml de inoculo de Chlorella 4 1.5ml de meio z8- 0.5ml de filtrado- 0.5ml de inoculo de Chlorella c 2ml de meio z8- 0.5ml de inoculo de Chlorella

17 3ª experiência: Mortalidade em Artemia salina. Para a obtenção da taxa de mortalidade em Artemia salina, procedeu-se à preparação de soluções, nas placas de poços. Os quistos de Artemia salina, tiveram de ser colocados num meio salino para que eclodissem e, após a sua eclosão, foram utilizados cerca de 30 náuplios em cada poço. Com o intuito de testar a mortalidade em Artemia salina, provocada por microcistinas, na placa de poços foram colocadas diferentes concentrações de tóxico (1:1, 1:2, 1:4) por mistura de água salgada com o extracto de Microcystis aeruginosa. ABC 1 2ml de extracto-0.5ml de suspensão de náuplios 2 1ml de extracto-1ml de água salgada-0.5ml de suspensão de náuplios 4 1.5ml de àgua salgada- 0.5ml de extracto-0.5ml de suspensão de náuplios c 2ml de água salgada-0.5ml de suspensão de náuplios Considerámos desnecessária a apresentação do desvio padrão dado que os resultados foram muito similares.

18 Caso existisse um aumento exagerado de cianobactérias, as consequências poderiam ser desastrosas em diferentes vertentes de análise. Num planeta afectado por recentes alterações climáticas, têm vindo a verificar- se, com maior frequência, condições propícias ao desenvolvimento exponencial de cianobactérias. Factores naturais, como o clima, cada vez mais quente, e factores antrópicos como a utilização industrial do azoto (essencial ao desenvolvimento destas bactérias), cujos resíduos são lançados para cursos de água, tornam-se perigosos. Estes resíduos, quando chegam a zonas de água parada, como lagos e albufeiras, criam uma reserva de azoto pronto a ser utilizado pelas cianobactérias. Como observado, em condições óptimas, o aumento do número de cianobactérias cresce exponencialmente, num curto espaço de tempo e entra em desaceleração, em cerca de um mês, levando á sua morte. Ao morrerem, libertam toxinas por elas produzidas enquanto vivas, alterando a água em que estas se encontram e conferindo-lhe um elevado grau de toxicidade. Continuar (1)

19 Ao serem arrastadas pela corrente para o mar, as cianobactérias poderão também libertar lá as suas toxinas que têm a capacidade de aniquilar outros seres vivos, como é o caso da Artemia salina, um crustáceo. Sendo tão prejudiciais a outros seres vivos, as cianobactérias são também altamente perigosas para o ser humano. Devem por isso ser tomadas medidas relativamente à monitorização de águas, especialmente as estagnadas e poluídas pois são um foco de desenvolvimento destas bactérias, representando um perigo para a saúde pública. As águas poluídas são, consequentemente, um motivo de preocupação pois possibilitam a proliferação destas bactérias que são capazes de inibir o crescimento de microalgas como a Chlorella vulgaris, podendo destabilizar uma cadeia trófica e originar a extinção de algumas espécies que se alimentam de Chlorella vulgaris ou que dela dependem. Continuar (2)

20 Pelas razões atrás explanadas, deviam ser instituída legislação de modo a assegurar o equilíbrio dos ecossistemas e com isto promover o bem-estar da sociedade. Sendo os rios sistemas abertos existem diversas trocas de matéria incluindo variações nas populações de microrganismos ; torna-se então imprescindível o controlo e a monitorização das populações destes microrganismos que se revelam complexas e instáveis. (3)

21 -Professora Cristina Levita -Professor Nuno Gonçalves -Professora Marta Ascensão -Professora Paula Carvalho

22 Recolhas de Microcystis aeruginosa fixadas com lugol Cistos da Artemia salina Aquário com cultura de Microcystis aeruginosa e artémias com respectivos arejamentos Continuar

23 Cultura de Microcystis aeruginosa em várias fases do seu crescimento Continuar

24 Câmara de NeubaeurPlaca de poços Microscópio óptico Continuar

25 Visualização ao microscópio óptico das Microcystis aeruginosa

26 Trabalho realizado por: Ana Raquel Aguiar Beatriz Bento Cristina Torcato Joana Santos Escola Secundaria de Ferreira Dias Nota: Por motivos estéticos, decidimos colocar no fundo dos diapositivos imagens da Chlorella vulgaris.


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