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O ABORTO PERSPECTIVA DA IGREJA CATÓLICA Pe João Lavrador 27 de Maio de 2006 Instituto Justiça e Paz para Agentes Pastorais Formação Avançada.

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1 O ABORTO PERSPECTIVA DA IGREJA CATÓLICA Pe João Lavrador 27 de Maio de 2006 Instituto Justiça e Paz para Agentes Pastorais Formação Avançada

2 O olhar da Igreja é mais amplo zA Igreja considera a globalidade da vida do ser humano em todas as suas dimensões zA sua perspectiva não é mais uma ao lado da perspectiva biológica, social, cultural ou jurídica zO olhar da Igreja considera estas perspectivas e, com a luz da Revelação, vê mais longe e mais fundo

3 Porquê este ataque cultural à vida? zTeses racionalistas zRelativismo ético-moral zExaltação da liberdade individual e subjectiva zAtitude hedonista zPerda do sentido da verdade zPerda da referência a Deus

4 O homem fechado em si mesmo zconcepção empobrecida do homem e do mundo zo ser humano julga-se o centro do universo zimagina-se capaz de decidir sozinho o que é bom e o que é mau zocupa o lugar de Deus e pensa-se auto- suficiente

5 A vida é dom do Criador às criaturas zNinguém dá a vida a si mesmo zA vida é um dom de Deus zDeus deixa impressa a Sua marca no homem, criado à Sua imagem e semelhança zDeus não criou o homem para a morte zA morte é consequência da perversão do homem

6 A vida nova em Cristo zA vida é mais forte do que a morte zCristo liberta-nos do pecado e da morte zViver é fazer-se dom para os outros zEm Cristo todos recebem a força para viverem uma vida nova e para se empenharem em favor da vida zSabemos que a vitória final é da vida

7 A vida na história da Igreja zConstante defesa da vida desde a concepção ao longo dos séculos zNão matarás criança por aborto (Didaké) zOs cristãos casam-se e procriam mas não matam aqueles que geraram (Carta a Diogneto) zÉ homem aquele que está a caminho de o ser (Tertuliano)

8 A vida na história da Igreja «Todo o ser humano, ainda que seja uma criança no seio materno, recebe o direito à vida imediatamente de Deus e não dos seus pais. Por isso, não há nenhum homem, nenhuma autoridade humana, nenhuma ciência, nenhuma indicação médica, eugenésica, social, económica, moral, que possa exibir ou dar um título jurídico válido para uma disposição deliberada directa sobre uma vida humana inocente. Isto é, uma disposição que olhe à sua destruição, bem seja como fim, bem como meio para outro fim que acaso de por si não seja em modo algum ilícito». Pio XII, 1951

9 A defesa da vida no Concílio Vaticano II z«o Concílio recomenda a reverência para com o homem de maneira que cada um deve considerar o próximo, sem excepção, como um outro eu» (GS 27) ztrata como infame tudo o que atente contra a vida e enumera: «como seja toda a espécie de homicídio, genocídio, aborto, eutanásia e suicídio voluntário» z«Com efeito, Deus, Senhor da Vida, confiou aos homens, para que estes desempenhassem dum modo digno dos mesmos homens, o nobre encargo de conservar a vida. Esta deve, pois, ser salvaguardada, com extrema solicitude, desde o primeiro momento da concepção; o aborto e o infanticídio são crimes abomináveis»

10 Congregação para a Doutrina da Fé z«o primeiro direito da pessoa humana é o direito a viver por isso deve ser protegido mais que nenhum outro» zTodas as diferentes fases da vida humana merecem igual respeito e dignidade, por isso, «o respeito à vida impõe-se a partir do começo do processo de geração» z«Desde o momento em que o óvulo foi fecundado começa uma vida, que não é a do pai, nem a da mãe, mas a de um novo ser humano, que tem o seu próprio desenvolvimento»

11 O Evangelho da Vida zNa vida, existe seguramente um valor sagrado e religioso, mas de modo algum este interpela apenas os crentes: trata- se, com efeito, de um valor que todo o ser humano pode enxergar, mesmo com a luz da razão, e, por isso, diz necessariamente respeito a todos. zQuando a Igreja declara que o respeito incondicional do direito à vida de toda a pessoa inocente - desde a sua concepção até à morte natural - é um dos pilares sobre o qual assenta toda a sociedade, ela «quer simplesmente promover um Estado humano. Um Estado que reconheça como seu dever primário a defesa dos direitos fundamentais da pessoa humana, especialmente da mais débil».

12 O Evangelho da Vida zNão é possível construir o bem comum sem reconhecer e tutelar o direito à vida, sobre o qual se fundamentam e desenvolvem todos os restantes direitos inalienáveis do ser humano. zEste direito à vida não pode ser posto em causa por questões de consciência ou de liberdade individual. Só o respeito da vida pode fundar e garantir bens tão preciosos e necessários à sociedade como a democracia e a paz. De facto, não pode haver verdadeira democracia se não é reconhecida a dignidade de cada ser humano e não se respeitam os seus direitos.

13 A Igreja Portuguesa e a defesa da vida z«o aborto é em si mesmo um crime, e não por motivos religiosos, como se quer fazer crer para isolar a Igreja num combate que não é só dela, mas antes por motivos que pertencem ao próprio direito natural» (1984) «toda a sociedade se deve empenhar, por todos os meios legítimos ao seu alcance, para erradicar este drama. Mas pensamos, em nome do carácter sagrado da vida e da dignidade da mulher, que a legalização do aborto não é o caminho. Não se constrói uma sociedade justa sobre a injustiça.» (2004)

14 Conclusões zClara e unânime afirmação de que a vida é inviolável desde o momento da sua concepção zA afirmação deste direito à vida do nascituro fundamenta-se nos dados científicos: o seu carácter biológico humano, a continuidade do desenvolvimento do processo embrionário zA afirmação do direito à vida do nascituro aplica-se inclusivamente às situações mais dramáticas zArgumento de raiz evangélica para proteger a vida de todo o gerado: o valor que para Jesus tem a vida do pobre, do débil, do que não tem voz para defender o seu direito à vida

15 Conclusões zSublinha-se a importância do contexto social no qual se dá o aborto, (múltiplas ameaças existentes hoje contra a vida humana, clima hedonista que desvirtua o valor da sexualidade, necessidade de criar ajudas à mulher grávida) zHá unanimidade em afirmar que está em jogo um valor básico e um direito fundamental, o direito à vida, que deve ser sempre protegido legalmente; zInsiste-se na necessidade de que a comunidade assuma os seus compromissos na defesa da vida do nascituro


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