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O FUTURO DO SETOR SUCROALCOOLEIRO NO BRASIL: PARA ONDE ESTAMOS INDO? SERTÃOZINHO ABRIL DE 2011 Ângelo Bressan Filho.

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1 O FUTURO DO SETOR SUCROALCOOLEIRO NO BRASIL: PARA ONDE ESTAMOS INDO? SERTÃOZINHO ABRIL DE 2011 Ângelo Bressan Filho

2 O MERCADO DO AÇÚCAR: PANORAMA DO PASSADO RECENTE E PROJEÇÃO PARA OS PRÓXIMOS DEZ ANOS

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5 exportação Brasil x exportação mundo produção Brasil x produção mundo exportação Brasil x produção mundo

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7 O MERCADO DO ÁLCOOL ETÍLICO: PANORAMA DO PASSADO RECENTE E PROJEÇÃO PARA OS PRÓXIMOS DEZ ANOS

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14 A PRODUÇÃO DE CANA-DE-AÇÚCAR NO BRASIL: SÉRIE DOS ÚLTIMOS 40 ANOS E A NECESSIDADE PARA OS PRÓXIMOS DEZ ANOS

15 CICLO DO CARRO A ÁLCOOL CICLO DAS EXPORTAÇÕES DE AÇÚCAR 127,7 mi ton 222,6 mi ton a cada ano 381,4 mi ton a cada ano 625,0 mi ton a cada ano CICLO DA BIOMASSA

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18 A GERAÇÃO TERMOELÉTRICA COM A QUEIMA DO BAGAÇO DA CANA-DE-AÇÚCAR: A SITUAÇÃO ATUAL E O POTENCIAL A SER EXPLORADO NO FUTURO

19 BAIXO CUSTO OPERACIONAL O BAGAÇO E OS QUEIMADORES FAZEM PARTE DO MESMO AMBIENTE E O COMBUSTÍVEL NÃO NECESSITA DE TRANSPORTE ALTA QUALIDADE ENERGÉTICA A UNIDADE GERADORA ESTÁ, QUASE SEMPRE, PRÓXIMA DOS CENTROS DE CONSUMO BAIXO CUSTO DE TRANSMISSÃO DA ENERGIA AS DISTÂNCIAS PARA A INSTALAÇÃO DAS LINHAS CONECTORAS SÃO CURTAS E COM BAIXA PERDA DE CARGA GRANDE ATRATIVO AMBIENTAL É POSSÍVEL GERAR UMA ENORME QUANTIDADE ADICIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA COM A QUEIMA DA MESMA QUANTIDADE DE BAGAÇO QUE JÁ ESTÁ SENDO QUEIMADO ATUALMENTE QUALIDADES DA NOVA FONTE DE ENERGIA

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22 A ENERGIA ELÉTRICA DERIVADA DA BIOMASSA NO BRASIL

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24 FATOR DE CAPACIDADE Itaipu: mil mW/14mil mWx8.720h=74,7% Setor sucroalcooleiro: mil mW/5,9 mil mWx4.468h= 38,7%

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28 ESTADO DE SÃO PAULO REGIÃO CENTRO-SUL (EXCETO S. PAULO ) REGIÃO NORTE-NORDESTETODOS OS ESTADOS PRODUTORES

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31 1 COMO SE EXPLICA A BAIXA ADESÃO AO NOVO NEGÓCIO? para entrar nesse novo ramo de negócio faz-se necessária a contratação de especialistas nessa matéria, montar projetos de geração e entrega firme num mercado de contratos onde a maior parte da mercadoria é vendida para entrega em longos períodos, com mínimo de 15 anos. Existe um custo e um risco econômico considerável associado a essa iniciativa o novo produto tem regras específicas de comércio que fogem completamente do padrão convencional que prevalece em mercados abertos. existe um alto volume de capital a ser aplicado, não apenas nos equipamentos operacionais das unidades (grelhas, fornalhas, caldeiras, turbinas, geradores, condutores de vapor), mas também nas estações e redes de transmissão. o aumento das receitas com o novo produto, por sua expressão no faturamento da unidade, não parece funcionar como um estímulo relevante gerar e vender energia elétrica significa assumir um novo negócio que foge completamente ao interesse tradicional do empresário deste setor

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33 1 COMO SE EXPLICA A BAIXA ADESÃO AO NOVO NEGÓCIO? para entrar nesse novo ramo de negócio faz-se necessária a contratação de especialistas nessa matéria, montar projetos de geração e entrega firme num mercado de contratos onde a maior parte da mercadoria é vendida para entrega em longos períodos, com mínimo de 15 anos. Existe um custo e um risco econômico considerável associado a essa iniciativa o novo produto tem regras específicas de comércio que fogem completamente do padrão convencional que prevalece em mercados abertos. existe um alto volume de capital a ser aplicado, não apenas nos equipamentos operacionais das unidades (grelhas, fornalhas, caldeiras, turbinas, geradores, condutores de vapor), mas também nas estações e redes de transmissão. o aumento das receitas com o novo produto, por sua expressão no faturamento da unidade, não parece funcionar como um estímulo relevante gerar e vender energia elétrica significa assumir um novo negócio que foge completamente ao interesse tradicional do empresário deste setor Sugestões: 1) parceria e terceirização com profissionais do ramo elétrico para. o melhor aproveitamento do bagaço. Criaria a oportunidade de. criação de novo tipo de empreendimento; 2) programas públicos direcionadas a atrair interessados. EXISTE SAÍDA PARA O IMPASSE?

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35 O QUE NOS RESERVA O FUTURO ? ? ? ? ? ? ? ? ?

36 SIMULAÇÃO DO TOTAL DO CONSUMO COM O ATENDIMENTO DE 1/3 DO CRESCIMENTO DA DEMANDA DOS VEÍCULOS FLEX-FUEL 1 A BATALHA DO MERCADO DE COMBUSTÍVEIS ESTÁ PERDIDA, DE FORMA IRRECUPERÁVEL, PARA A GASOLINA

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40 2 A COMPETITIVIDADE COM A GASOLINA FICARÁ RESTRITA AOS MESES CENTRAIS DA COLHEITA (MAIO A SETEMBRO) Preço médio= 0,668 Preço médio=0,821 Preço médio=0,722 Preço médio=0,837 Preço médio=0,839 Preço médio=0,685 Preço médio=0,963

41 3 ESTADOS NÃO PRODUTORES DE ETANOL TENDERÃO A CONCENTRAR O CONSUMO NA GASOLINA Relação entre o preço do etanol e o preço da gasolina

42 CE RS SC ES PB DF PI MG SE RN

43 3 ESTADOS NÃO PRODUTORES DE ETANOL TENDERÃO A CONCENTRAR O CONSUMO NA GASOLINA

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45 QUESTÕES ESSENCIAIS A SEREM ANALISADAS: COMO VÃO REAGIR OS CONSUMIDORES E AS MONTADORAS NO FUTURO? O ETANOL ANIDRO, QUE TEM CONSUMO MANDATÓRIO, PODE CUSTAR TÃO CARO? HAVERÁ REJEIÇÃO AO VEÍCULO FLEX? CORREMOS O RISCO DE UM NOVO DESASTRE COMO O PRÓ-ÁLCOOL?


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