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INCLUSÃO DIGITAL - PROGRAMAS ESPECIALIZAÇÃO EM COMUNICAÇÕES U NIVERSIDADE F EDERAL F LUMINENSE - UFF.

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1 INCLUSÃO DIGITAL - PROGRAMAS ESPECIALIZAÇÃO EM COMUNICAÇÕES U NIVERSIDADE F EDERAL F LUMINENSE - UFF

2 LUIZ FERNANDO TABOADA ENGENHEIRO ELETRÔNICO PELA UFRJ. ESPECIALISTA NAS ÁREAS DE REGULAMENTAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS E SERVIÇOS. TRABALHOU NA CETEL, TELERJ E EMBRATEL, OCUPANDO DIVERSOS CARGOS GERENCIAIS E EXECUTIVOS. PROFESSOR E COORDENADOR DO CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES DA UFF COM PÓS-GRADUAÇÃO EM FORMAÇÃO HOLÍSTICA DE BASE PELA UNIPAZ. COORDENADOR DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA UFF, MBA – SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES, ESPECIALIZAÇÃO EM COMUNICAÇÕES MÓVEIS E MBA EM TV DIGITAL, RADIODIFUSÃO & NOVAS MÍDIAS DE COMUNICAÇÃO ELETRÔNICA. DOUTORANDO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS PELA UNIVERSIDADE NACIONAL DE LA MATANZA (ARGENTINA). C ONTATOS : TABOADA. TERRA. COM. BR T ELEFONES : Currículo INCLUSÃO DIGITAL - PROGRAMAS

3 1.BANDA LARGA NAS ESCOLAS 2.PROINFO INTEGRADO 3.UM COMPUTADOR POR ALUNO 4.TELECENTROS COMUNITÁRIOS 5.OBSERVATÓRIO DE INCLUSÃO DIGITAL 6.KITS TELECENTRO 7.CASA BRASIL 8.COMPUTADOR PARA TODOS 9.PROGRAMA GESAC 10.COMPUTADORES PARA INCLUSÃO 11.OFICINA PARA INCLUSÃO DIGITAL 12.PROGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DE SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS 13.PROGRAMA DE INCLUSÃO SOCIAL E DIGITAL 14.TELECENTOS BR 15.TERRITÓRIOS DIGITAIS 16.CIDADES DIGITAIS 17.CIDADES INTELIGENTES Agenda INCLUSÃO DIGITAL - PROGRAMAS

4 EXTENSÃO DO BACKHAUL A TODOS OS MUNICÍPIOS Banda Larga nas Escolas ProInfo Um Computador por Aluno (UCA) TIC PARA EDUCAÇÃO T ELECENTROS T ELECENTROS C OMUNITÁRIOS Base de Dados do ONID Kits Telecentro C ASA B RASIL ACESSO, CAPACITAÇÃO C OMPUTADOR PARA T ODOS GESAC O UTROS P ROGRAMAS COMPUTADORE S PARA INCLUSÃO OFICINA PARA INCLUSÃO DIGITAL PROGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DE SALAS PROGRAMA DE INCLUSÃO SOCIAL E DIGITAL T ELECENTROS BR R ERRITÓRIOS D IGITAIS

5 Definição O PROGRAMA BANDA LARGA NAS ESCOLAS FOI LANÇADO EM ABRIL DE 2008 PELO GOVERNO FEDERAL E TEM COMO OBJETIVO CONECTAR TODAS AS ESCOLAS PÚBLICAS URBANAS À INTERNET, REDE MUNDIAL DE COMPUTADORES, POR MEIO DE TECNOLOGIAS QUE PROPICIEM QUALIDADE, VELOCIDADE E SERVIÇOS PARA INCREMENTAR A EDUCAÇÃO NO PAÍS. A PARTIR DA ARTICULAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, CASA CIVIL, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO, MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES, DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES (ANATEL) E DATAPREV JUNTAMENTE COM AS OPERADORAS DE TELEFONIA FIXA OI (TELEMAR), TELEFÔNICA (TELESP), SERCOMTEL E CTBC FOI ASSINADO UM TERMO ADITIVO AO CONTRATO DE CONCESSÃO DE EXPLORAÇÃO DA TELFONIA FIXA. BANDA LARGA NAS ESCOLAS

6 Definição O COMPROMISSO FIRMADO ESTABELECE A POSSIBILIDADE DE CONEXÃO, ATÉ O ANO DE 2010, DE TODAS AS ESCOLAS PÚBLICAS URBANAS À INTERNET, SENDO QUE O SERVIÇO SERÁ MANTIDO DE FORMA GRATUITA ATÉ O ANO DE TODAS AS INSTITUIÇÕES DE ENSINO PÚBLICO, URBANAS QUE CONSTAM NO CENSO INEP ESTÃO AUTOMATICAMENTE CONTEMPLADAS, OU SEJA, TODAS AS ESCOLAS PÚBLICAS URBANAS ESTADUAIS, MUNICIPAIS E FEDERAIS IRÃO RECEBER OS BENEFÍCIOS DO PROGRAMA SEM A NECESSIDADE DE ADESÃO. BANDA LARGA NAS ESCOLAS

7 Tecnologia utilizada e outras questões A TECNOLOGIA NÃO É DETERMINADA NO TERMO ADITIVO ASSINADO PELAS OPERADORAS. NA MAIOR PARTE DOS CASOS SERÁ UTILIZADO O SERVIÇO DE ADSL (ASYMMETRIC DIGITAL SUBSCRIBER LINE) PELA COBERTURA DESSE SISTEMA NO TERRITÓRIO NACIONAL, MAS EM ALGUMAS REGIÕES TAMBÉM ESTÃO SENDO UTILIZADAS ÀS CONEXÕES POR SATÉLITE. ATÉ DEZEMBRO 2010 AS CONEXÕES DEVERÃO TER A VELOCIDADE IGUAL OU SUPERIOR A 1 (UM) MEGABIT POR SEGUNDO (MBPS) NO SENTIDO REDE-ESCOLA (DOWNLOAD) E PELO MENOS UM QUARTO DESSA VELOCIDADE OFERTADA NO SENTIDO ESCOLA-REDE (UPLOAD). A PARTIR DO ANO DE 2011, A VELOCIDADE DE CONEXÃO PARA DOWNLOAD SERÁ OBRIGATORIAMENTE AMPLIADA PARA O MÍNIMO DE 2 MBPS. BANDA LARGA NAS ESCOLAS

8 Tecnologia utilizada e outras questões EM SITUAÇÕES DE INVIABILIDADE TÉCNICA PARA A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIA ADSL, AS OPERADORAS PODERÃO UTILIZAR QUALQUER OUTRA TECNOLOGIA, DESDE QUE SEJAM MANTIDOS OS ÍNDICES ACORDADOS NO TERMO ADITIVO, SALVO NA UTILIZAÇÃO DE SATÉLITE, QUANDO OS ÍNDICES CORRESPONDERÃO A, NO MÍNIMO, UM QUARTO DAS VELOCIDADES DE DOWNLOAD E DE UPLOAD PREVISTO PARA AS OUTRAS TECNOLOGIAS. AS CONEXÕES INSTALADAS NAS ESCOLAS DEVERÃO CONTAR OBRIGATORIAMENTE COM ENDEREÇO DE IP (INTERNET PROTOCOL) FIXO, QUE PERMITIRÁ ÀS ESCOLAS A CRIAÇÃO E MANUTENÇÃO DE HOSTS FIXOS NA INTERNET, OU SEJA, OS COMPUTADORES DAS ESCOLAS PODERÃO HOSPEDAR SITES E DOMÍNIOS, DISPONIBILIZANDO INFORMAÇÕES E SERVIÇOS NA REDE PARA A COMUNIDADE ESCOLAR. BANDA LARGA NAS ESCOLAS

9 Tecnologia utilizada e outras questões PELO TERMO ADITIVO A OPERADORA É OBRIGADA A GARANTIR A NEUTRALIDADE DA REDE, OU SEJA, NÃO OBSTRUIR CONTEÚDOS, SITES OU QUALQUER OUTRO USO DA CONEXÃO. QUALQUER FILTRAGEM DE SEGURANÇA/CONTEÚDO QUE SE FAÇA NECESSÁRIA É DE RESPONSABILIDADE DAS SECRETARIAS DE EDUCAÇÃO E/OU ESCOLA. BANDA LARGA NAS ESCOLAS

10 Resultados O PROGRAMA BANDA LARGA NAS ESCOLAS JÁ CONTAVA, EM OJULHO DE 2013, COM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS URBANAS DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO CONECTADAS À INTERNET GRATUITA. SEGUNDO BALANÇO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE TELECOMUNICAÇÕES (TELEBRASIL), AS CONCESSIONÁRIAS DE TELEFONIA FIXA, RESPONSÁVEIS PELA INICIATIVA TÊM COMO OBJETIVO CONECTAR 70 MIL ESCOLAS ATÉ O FINAL DE SEGUNDO O LEVANTAMENTO DA TELEBRASIL, DO TOTAL DE ESCOLAS CONECTADAS, SÃO INSTITUIÇÕES MUNICIPAIS, SÃO ESTADUAIS E 798 FEDERAIS.. AS ESCOLAS ESTÃO CONECTADAS EM VELOCIDADES ACIMA DE 2 MBPS E EM ALGUNS CASOS CHEGAM A ATÉ 10 MBPS. BANDA LARGA NAS ESCOLAS

11 Resultados O PROGRAMA É UM PROJETO ASSUMIDO PELAS PRESTADORAS POR OCASIÃO DA TROCA DE METAS CONTRATUAIS DE UNIVERSALIZAÇÃO DOS SERVIÇOS. AS METAS INICIAIS, QUE PREVIAM A INSTALAÇÃO DE POSTOS DE SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES (PSTS) – COM ORELHÕES E COMPUTADORES PARA ACESSO DISCADO À INTERNET –, FORAM TROCADAS PELA OBRIGAÇÃO DE LEVAR INFRAESTRUTURA DE REDES EM BANDA LARGA (BACKHAUL) A TODOS OS MUNICÍPIOS BRASILEIROS, O QUE FOI INTEIRAMENTE CUMPRIDO EM DEZEMBRO DE BANDA LARGA NAS ESCOLAS

12 PROINFO INTEGRADO Definição PROGRAMA NACIONAL DE TECNOLOGIA EDUCACIONAL QUE PROMOVE O USO PEDAGÓGICO DA INFORMÁTICA NA REDE PÚBLICA DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO. DESENVOLVIDO EM PARCERIA COM ESTADOS E MUNICÍPIOS, O PROINFO ADQUIRE, DISTRIBUI E REALIZA A INSTALAÇÃO DOS COMPUTADORES NAS ESCOLAS E PROMOVE A CAPACITAÇÃO DE PROFESSORES, TÉCNICOS, GESTORES E AGENTES EDUCACIONAIS. OS COMPUTADORES CONTAM COM SISTEMAS OPERACIONAIS EM CÓDIGO ABERTO, DESENVOLVIDOS ESPECIALMENTE PARA AS ESCOLAS BRASILEIRAS E CONTENDO VÁRIAS FERRAMENTAS DE PRODUTIVIDADE. A IDEIA FUNDAMENTAL DO PROINFO É PROMOVER O USO PEDAGÓGICO DAS DIVERSAS MÍDIAS ELETRÔNICAS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO BRASIL. PARA ISSO O PROGRAMA ATUA EM DUAS FRENTES: EQUIPANDO AS ESCOLAS COM TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E CAPACITANDO PROFESSORES PARA FAZER O USO ADEQUADO DESSES RECURSOS.

13 UM COMPUTADOR POR ALUNO Resultados INICIATIVA DO GOVERNO FEDERAL PARA A ADOÇÃO INTENSIVA DE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO NAS ESCOLAS POR MEIO DA DISTRIBUIÇÃO DE COMPUTADORES PORTÁTEIS AOS ALUNOS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO. HÁ SEIS ANOS, O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ANUNCIAVA UM PROJETO QUE, PELO NOME, CRIOU EXPECTATIVAS EM TODOS OS MILHÕES DE ESTUDANTES BRASILEIROS DA REDE PÚBLICA: UM COMPUTADOR POR ALUNO (UCA). A PROPOSTA AMBICIOSA DE DISTRIBUIR LAPTOPS NAS ESCOLAS TORNOU-SE UMA META DO ENTÃO PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA. NA PRÁTICA, O PROGRAMA SÓ CHEGOU A 2% DOS ESTUDANTES ( ALUNOS QUE ESTUDAVAM NOS ENSINOS FUNDAMENTAL E MÉDIO DA REDE PÚBLICA EM 2012).

14 TELECENTROS COMUNITÁRIOS Definição PROGRAMA DO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES QUE TEM COMO OBJETIVO A DOAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA, MULTIMÍDIA, MOBILIÁRIOS E SINAL DE INTERNET PARA MONTAGEM E INSTALAÇÃO DE TELECENTROS COMUNITÁRIOS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS. TUDO ISSO PARA POSSIBILITAR PARA TODA A POPULAÇÃO DO MUNICÍPIO O USO GRATUITO DE COMPUTADORES E O ACESSO À INTERNET. A UTILIZAÇÃO DO TELECENTRO É GERIDA POR UM CONSELHO GESTOR DE INCLUSÃO DIGITAL QUE A PREFEITURA DO MUNICÍPIO DEVE CRIAR. TELECENTROS COMUNITÁRIOS SÃO ESPAÇOS PÚBLICOS PROVIDOS DE COMPUTADORES CONECTADOS À INTERNET EM BANDA LARGA, ONDE SÃO REALIZADAS ATIVIDADES, POR MEIO DO USO DAS TICS COM O OBJETIVO DE PROMOVER A INCLUSÃO DIGITAL E SOCIAL DAS COMUNIDADES ATENDIDAS.

15 TELECENTROS COMUNITÁRIOS Objetivos e premissas O OBJETIVO PRINCIPAL DOS TELECENTROS É PROMOVER O DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ECONÔMICO DAS COMUNIDADES ATENDIDAS, REDUZINDO A EXCLUSÃO SOCIAL E CRIANDO OPORTUNIDADES AOS CIDADÃOS. PREMISSAS: INSERÇÃO DO CIDADÃO NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO POR MEIO DA UTILIZAÇÃO DE FERRAMENTAS DE TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO, VISANDO A REDUÇÃO DA EXCLUSÃO DIGITAL E SOCIAL. IMPLANTAÇÃO DE TELECENTRO COMO UM ESPAÇO PÚBLICO QUE PERMITA AO CIDADÃO INTERAGIR COM OUTROS QUE JÁ TENHAM ACESSO AOS RECURSOS DAS TICS, BEM COMO COM O PODER PÚBLICO, POR MEIO DOS PORTAIS DE GOVERNO ELETRÔNICO. USO DE FERRAMENTAS (COMPUTADORES, IMPRESSORAS, CONECTIVIDADE E OUTROS EQUIPAMENTOS), PARA USO EM CAPACITAÇÕES E ATIVIDADES DIVERSAS LIGADAS À INCLUSÃO DIGITAL.

16 TELECENTROS COMUNITÁRIOS Atividades a serem desenvolvidas ENTRE AS ATIVIDADES QUE PODEM SER DESENVOLVIDAS NO ÂMBITO DA INCLUSÃO DIGITAL PELA COMUNIDADE LOCAL, DESTACAM-SE: USO LIVRE DOS EQUIPAMENTOS. ACESSO À INTERNET. CURSOS DE INFORMÁTICA BÁSICA. CURSO DE NAVEGAÇÃO NA INTERNET. USO PREFERENCIAL DE SOFTWARES DE PLATAFORMA ABERTA E NÃO PROPRIETÁRIA, CONFORME AS DIRETRIZES DO GOVERNO FEDERAL. REALIZAÇÃO DE OFICINAS DE CAPACITAÇÃO E OFICINAS DIVERSAS QUE POSSAM UTILIZAR AS TICS DISPONÍVEIS NO TELECENTRO. PRODUÇÃO E COMPARTILHAMENTO DE CONHECIMENTO COLETIVO (CONTEÚDOS PRODUZIDOS A PARTIR DAS CAPACITAÇÕES). REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES SÓCIO-CULTURAIS PARA MOBILIZAÇÃO SOCIAL E/OU DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO. OFICINAS DE ALFABETIZAÇÃO DIGITAL.

17 OBSERVATÓRIO DE INCLUSÃO DIGITAL Definição O OBSERVATÓRIO NACIONAL DE INCLUSÃO DIGITAL (ONID) É UMA INICIATIVA DO GOVERNO FEDERAL EM CONJUNTO COM A SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA, ATRAVÉS DE CONVÊNIO COM O IPSO - INSTITUTO DE PESQUISAS E PROJETOS SOCIAIS E TECNOLÓGICOS, QUE ATUA NA COLETA, SISTEMATIZAÇÃO E DISPONIBILIZAÇÃO DE INFORMAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DAS AÇÕES DE INCLUSÃO DIGITAL NO BRASIL. ALÉM DE SER UMA IMPORTANTE FERRAMENTA PARA OS GESTORES DE POLÍTICAS PÚBLICAS E INICIATIVAS NESSA TEMÁTICA, O ONID DISPONIBILIZA À SOCIEDADE INFORMAÇÕES DETALHADAS SOBRE OS TELECENTROS EXISTENTES EM TODO O PAÍS.

18 OBSERVATÓRIO DE INCLUSÃO DIGITAL Definição PARA TANTO, O ONID ESTÁ CADASTRANDO TELECENTROS, CENTROS DE INCLUSÃO DIGITAL, INFOCENTROS OU OUTROS ESPAÇOS COLETIVOS SEM FINS COMERCIAIS DE USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO CONECTADOS À INTERNET. ELE FUNCIONA COMO UM MAPA DE INCLUSÃO DIGITAL E CONSISTE EM UM CADASTRO QUE FARÁ O LEVANTAMENTO DE TODOS OS TELECENTROS EXISTENTES NO PAÍS. OS TRÊS PRINCIPAIS CRITÉRIOS LEVADOS EM CONTA PARA O CADASTRAMENTO NO ONID SÃO: A EXISTÊNCIA DE CONEXÃO À INTERNET NO ESTABELECIMENTO, QUE TEM QUE POSSUIR MAIS QUE TRÊS COMPUTADORES (A NÃO SER EM ÁREAS REMOTAS OU COM PROBLEMAS DE ENERGIA). SER ABERTO À POPULAÇÃO, AINDA QUE EM TEMPO PARCIAL (UMA ESCOLA, POR EXEMPLO, DESDE QUE LIBERE O ACESSO NOS FINAIS DE SEMANAS).

19 OBSERVATÓRIO DE INCLUSÃO DIGITAL Definição NÃO TER FINS LUCRATIVOS E, SE COBRAR POR NECESSIDADE DE SUS-TENTABILIDADE, É PRECISO INFORMAR O DESTINO DOS RECURSOS. AQUELES ENVOLVIDOS NO ONID TROCARÃO INFORMAÇÕES E EXPERIÊNCIAS RELACIONADAS A PROJETOS DE INCLUSÃO DIGITAL ESTIMULANDO, DESTA FORMA, PARCERIAS ENTRE AS INSTITUIÇÕES PARTICIPANTES E O GOVERNO FEDERAL. ESTA UNIÃO RESULTARÁ NO BANCO DE DADOS COM DOCUMENTAÇÃO SOBRE PROJETOS E ATIVIDADES NA ÁREA, ABERTO À CONSULTA PÚBLICA. APESAR DE ESTAR VINCULADO A ENTIDADES DO GOVERNO EM SUA ETAPA INICIAL, A IDEIA É QUE SE TORNE UMA INSTÂNCIA INDEPENDENTE, COMPOSTA E MANTIDA POR INICIATIVAS DE DIVERSAS ESFERAS DA SOCIEDADE. ALÉM DO CADASTRO, O ONID DISPONIBILIZA DIVERSOS MATERIAIS SOBRE INCLUSÃO DIGITAL EM SEU BANCO DE REFERÊNCIAS, PROCURANDO TAMBÉM ARTICULAR TODAS AS PESSOAS ENVOLVIDAS NESSES PROJETOS ATRAVÉS DA COMUNIDADE DE PRÁTICA.

20 KITS TELECENTRO Definição (doação de kits as prefeituras municipais) EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA: 01 SERVIDOR DE TELECENTRO. 10 ESTAÇÕES DE TRABALHO. 11 ESTABILIZADORES. 01 ROTEADOR WIRELESS. 01 IMPRESSORA A LASER. 01 CÂMERA PARA MONITORAMENTO REMOTO. EQUIPAMENTO AUDIOVISUAL: 01 PROJETOR MULTIMÍDIA. MOBILIÁRIO: 21 CADEIRAS. 01 MESA DO PROFESSOR. 01 ARMÁRIO BAIXO. 11 MESAS PARA COMPUTADOR. 01 MESA PARA IMPRESSORA.

21 CASA BRASIL Definição O PROJETO CASA BRASIL LEVA ÀS COMUNIDADES LOCALIZADAS EM ÁREAS DE BAIXO ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO COMPUTADORES E CONECTIVIDADE, PRIORIZANDO AÇÕES EM TECNOLOGIAS LIVRES ALIADAS À CULTURA, ARTE, ENTRETENIMENTO, ARTICULAÇÃO COMUNITÁRIA E PARTICIPAÇÃO POPULAR. AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS ESTIMULAM A APROPRIAÇÃO AUTÔNOMA E CRÍTICA DAS TECNOLOGIAS, COMO, POR EXEMPLO, O SOFTWARE LIVRE, A DEMOCRATIZAÇÃO DAS COMUNICAÇÕES E O DESENVOLVIMENTO LOCAL ORIENTADO PELOS PRINCÍPIOS DA ECONOMIA SOLIDÁRIA. O CASA BRASIL É UM PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL DA SECRETARIA DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA PARA INCLUSÃO SOCIAL DO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA (SECIS – MCT).

22 CASA BRASIL Definição O PROJETO CASA BRASIL FOI IDEALIZADO EM 2003 E ARTICULA ESFORÇOS DE DIVERSOS MINISTÉRIOS, ÓRGÃOS PÚBLICOS, BANCOS E EMPRESAS ESTATAIS BRASILEIRAS VISANDO A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS PÚBLICOS ONDE PESSOAS PODEM UTILIZAR COMPUTADORES, A INTERNET E OUTRAS TECNOLOGIAS DIGITAIS. O PROJETO FAZ PARTE DE UMA SÉRIE DE PROGRAMAS DO GOVERNO DO BRASIL VISANDO A INCLUSÃO DIGITAL: A DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO ÀS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO, DE FORMA A PERMITIR A INSERÇÃO DE TODOS NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO.

23 CASA BRASIL Definição POLÍTICA PÚBLICA TRANSVERSAL QUE INTEGRA DIVERSAS ÁREAS DE ATUAÇÃO DO GOVERNO FEDERAL. PROMOVE A CONVERGÊNCIA DE AÇÕES DO GOVERNO E DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL E ATENDIMENTO AO CIDADÃO. PROMOVE A CIDADANIA DIGITAL PELA UNIVERSALIZAÇÃO DO ACESSO ÀS TICS PARA A CRIAÇÃO E PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO TECNOLÓGICO, CIENTÍFICO, CULTURAL E SOCIAL.

24 CASA BRASIL Objetivos PROMOVER O DESENVOLVIMENTO SOCIAL A PARTIR DA APROPRIAÇÃO AUTÔNOMA DAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO (TICS) E DA INCLUSÃO DIGITAL. PROMOVER A CIDADANIA PELA PARTICIPAÇÃO POLÍTICA E SOCIAL, GERAÇÃO DE OPORTUNIDADES E TRABALHO, POPULARIZAÇÃO DA CIÊNCIA, DA CULTURA E DO ACESSO E PRODUÇÃO DE INFORMAÇÃO E CONHECIMENTOS. CRIAR E CONSOLIDAR AS REDES SOCIAIS E PARCERIAS PARA O DESENVOLVIMENTO LOCAL SUSTENTÁVEL E DAS REGIÕES DE ABRANGÊNCIA.

25 CASA BRASIL Módulos TELECENTRO. BIBLIOTECA POPULAR. AUDITÓRIO. ESTÚDIO MULTIMÍDIA. OFICINA DE RÁDIO. LABORATÓRIO DE MONTAGEM E CONFIGURAÇÃO DE COMPUTADORES OU LABORATÓRIO DE DIVULGAÇÃO DA CIÊNCIA.

26 CASA BRASIL Módulos TELECENTRO. BIBLIOTECA POPULAR. AUDITÓRIO. ESTÚDIO MULTIMÍDIA. OFICINA DE RÁDIO. LABORATÓRIO DE MONTAGEM E CONFIGURAÇÃO DE COMPUTADORES OU LABORATÓRIO DE DIVULGAÇÃO DA CIÊNCIA.

27 CASA BRASIL Estrutura de Gestão COMITÊ GESTOR CASA BRASIL S ECRETARIA E XECUTIVA COORDENAÇÃ O NACIONAL E SCRITÓRIO R EGIONAL COMITÊ EXECUTIVO CASA BRASIL E SCRITÓRIO R EGIONAL U NIDADE C ASA B RASIL

28 CASA BRASIL Comitê gestor DEFINE AS DIRETRIZES GERAIS DE GESTÃO E APROVA PLANOS DE AÇÕES/ATIVIDADES NO ÂMBITO DO PROJETO; ACOMPANHA O DESEMPENHO DAS UNIDADES; AVALIA PERIODICAMENTE OS RESULTADOS ALCANÇADOS. CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO DE GOVERNO E GESTÃO ESTRATÉGICA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA. MINISTÉRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO. MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES. MINISTÉRIO DA CULTURA E MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.

29 CASA BRASIL Comitê executivo MONITORA A IMPLEMENTAÇÃO DAS DELIBERAÇÕES E DIRETRIZES DO COMITÊ GESTOR; COORDENA AS AÇÕES DE IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO CASA BRASIL. MINISTÉRIO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA QUE O COORDENA. INSTITUTO NACIONAL DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO (ITI), RESPONSÁVEL PELA SECRETARIA-EXECUTIVA; CASA CIVIL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA; SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO DE GOVERNO E GESTÃO ESTRATÉGICA DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA; MINISTÉRIOS DA EDUCAÇÃO, DA COMUNICAÇÃO, DA CULTURA E DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO. SERPRO, CEF, BANCO DO BRASIL, CENTRAIS ELÉTRICAS, EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS E PETROBRAS.

30 CASA BRASIL Coordenação nacional OPERACIONALIZA AS AÇÕES DE IMPLEMENTAÇÃO: SECRETARIA EXECUTIVA (ITI) APOIA AÇÕES DO COMITÊ GESTOR, COMITÊ EXECUTIVO E COORDENAÇÃO NACIONAL. SECRETARIAS REGIONAIS APOIAM AS AÇÕES DA COORDENAÇÃO NACIONAL NA IMPLANTAÇÃO E AVALIAÇÃO SISTEMÁTICA DO PROJETO NO TERRITÓRIO NACIONAL. CONTAM COM DOIS TÉCNICOS PARA CADA SECRETARIA.

31 CASA BRASIL Gestão da unidade Casa Brasil P ARCEIRO E STRATÉGICO. C ONSELHO G ESTOR L OCAL. C OORDENADOR DA C ASA. T ÉCNICO DE E STÚDIO M ULTIMÍDIA. T ÉCNICO DE L ABORATÓRIO. C OORDENADOR DE T ELECENTRO E M ONITOR DE T ELECENTRO. T ÉCNICO DA U NIDADE. O UTROS PARCEIROS E VOLUNTÁRIOS.

32 CASA BRASIL Avaliação dos resultados INSUMOS IF IT IH IO PROCESSOS GA GF GS GC RESULTADOS RA RH RO RP INCLUSÃO SOCIAL DC DU DI Infra-estrutura física Infra-estrutura tecnológica Infra-estrutura humana Infra-estrutura orçamentária Gestão administrativa Gestão financeira Gestão social Gestão do conhecimento Resultados de acessibilidade Resultados de habilidade Resultados de oportunidades Resultados de participação Des. social de contexto Des. social da UCB Des. do indivíduo

33 COMPUTADOR PARA TODOS Definição O GOVERNO FEDERAL, EM ARTICULAÇÃO COM A INICIATIVA PRIVADA, FACILITA A AQUISIÇÃO DE COMPUTADORES POR MEIO DO PROJETO COMPUTADOR PARA TODOS. O OBJETIVO PRINCIPAL DO PROJETO É POSSIBILITAR PARA A POPULAÇÃO QUE NÃO TEM ACESSO AO COMPUTADOR A OBTENÇÃO DE UM EQUIPAMENTO DE QUALIDADE, COM SISTEMA OPERACIONAL E APLICATIVOS EM SOFTWARE LIVRE, QUE ATENDA AO MÁXIMO ÀS DEMANDAS DO USUÁRIO, ALÉM DE PERMITIR ACESSO À INTERNET. PROJETO CIDADÃO CONECTADO - COMPUTADOR PARA TODOS DECRETO Nº 5.542, DE 20 DE SETEMBRO DE 2005, ASSINADO PELO PRESIDENTE LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA, INSTITUI O PROJETO CIDADÃO CONECTADO - COMPUTADOR PARA TODOS, NO ÂMBITO DO PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL.

34 COMPUTADOR PARA TODOS Definição SEGUNDO O SITE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL O PROGRAMA ESTARIA SUSPENSO POR TEMPO INDETERMINADO,CONTUDO HAVERIAM OUTRAS LINHAS DE CRÉDITO PARA QUE O CONSUMIDOR PUDESSE ADQUIRIR O SEU COMPUTADOR.

35 GESAC Definição O GESAC É UM PROGRAMA DE INCLUSÃO DIGITAL DO GOVERNO FEDERAL, COORDENADO PELO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES – ATRAVÉS DO DEPARTAMENTO DE SERVIÇOS DE INCLUSÃO DIGITAL – QUE TEM COMO OBJETIVO PROMOVER A INCLUSÃO DIGITAL EM TODO O TERRITÓRIO BRASILEIRO. PARA OFERECER UMA ALTERNATIVA DE ACESSO AO COMPUTADOR E À INTERNET, O GESAC E SEUS PARCEIROS DISPONIBILIZAM A INFRA-ESTRUTURA FUNDAMENTAL PARA A EXPANSÃO DE UMA REDE. MILHARES DE BRASILEIROS PASSAM A DISPOR DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA E, AINDA, DO ACESSO À INTERNET. É A OPORTUNIDADE DE INSERÇÃO NO MUNDO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO POR MEIO DE UMA INICIATIVA GOVERNAMENTAL PÚBLICA, GRATUITA E DEMOCRÁTICA.

36 GESAC Diretrizes PROMOVER A INCLUSÃO DIGITAL. AMPLIAR O PROVIMENTO DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA PARA INSTITUIÇÕES PÚBLICAS. APOIAR ÓRGÃOS GOVERNAMENTAIS EM AÇÕES DE GOVERNO ELETRÔNICO. CONTRIBUIR PARA A UNIVERSALIZAÇÃO DO ACESSO À INTERNET. FOMENTAR O DESENVOLVIMENTO DE PROJETOS COMUNITÁRIOS E A FORMAÇÃO DE REDES DE CONHECIMENTO. INCENTIVAR O USO DE SOFTWARE LIVRE. APOIAR O DESENVOLVIMENTO DAS COMUNIDADES BENEFICIADAS; E APOIAR COMUNIDADES EM ESTADO DE VULNERABILIDADE SOCIAL.

37 GESAC Objetivos DISPONIBILIZAR CONECTIVIDADE EM BANDA LARGA À INTERNET PARA INICIATIVAS DE INCLUSÃO DIGITAL, EDUCAÇÃO E GOVERNO ELETRÔNICO. DISPONIBILIZAR A PLATAFORMA MULTISERVIÇO DO PROGRAMA GESAC PARA APOIAR AÇÕES DE INCLUSÃO DIGITAL, ESPECIALMENTE NOS TELECENTROS. APOIAR AS INICIATIVAS DE GOVERNO VOLTADAS PARA O DESENVOLVIMENTO DE SERVIÇOS A DISTÂNCIA: TELEMEDICINA, TELESSAÚDE E EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA, ENTRE OUTROS; ATENDER A TODOS OS MUNICÍPIOS BRASILEIROS; E AMPLIAR A OFERTA DE PONTOS GESAC.

38 GESAC Organização DEVIDO À SUA ABRANGÊNCIA, O PROGRAMA GESAC CONTA COM UMA ESTRUTURA CONSOLIDADA PARA QUE O SEU FUNCIONAMENTO SEJA EFETIVO E ATENDA ÀS COMUNIDADES DAS MAIS DIVERSAS REGIÕES DO PAÍS. O PROGRAMA É ORGANIZADO ENTRE PONTOS DE PRESENÇA E/OU PONTOS GESAC DISTRIBUÍDOS ENTRE DIVERSOS MUNICÍPIOS DO TERRITÓRIO NACIONAL. ESTES PONTOS PODEM ESTAR LOCALIZADOS EM ESCOLAS E ÓRGÃOS PÚBLICOS, SINDICATOS, ALDEIAS INDÍGENAS, COMUNIDADES QUILOMBOLAS E RIBEIRINHAS, ZONAS RURAIS, PERIFERIAS URBANAS, TELECENTROS COMUNITÁRIOS E PONTOS REMOTOS DE FRONTEIRA, SEDES DE ORGANIZAÇÕES NÃO-GOVERNAMENTAIS E/OU ONDE JÁ EXISTAM OUTROS PROJETOS DE INCLUSÃO DIGITAL DO GOVERNO FEDERAL.

39 GESAC Pontos de Presença GESAC

40 COMPUTADORES PARA INCLUSÃO Definição O PROJETO COMPUTADORES PARA INCLUSÃO – PROJETO CI ENVOLVE A ADMINISTRAÇÃO FEDERAL E SEUS PARCEIROS NUM ESFORÇO CONJUNTO PARA A OFERTA DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA RECONDICIONADOS, EM PLENAS CONDIÇÕES OPERACIONAIS, PARA APOIAR A DISSEMINAÇÃO DE TELECENTROS COMUNITÁRIOS E A INFORMATIZAÇÃO DAS ESCOLAS PÚBLICAS E BIBLIOTECAS. O DELINEAMENTO E A IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA CI VALEU-SE DE EXPERIÊNCIAS INTERNACIONAIS, TENDO O CANADÁ SERVIDO DE MODELO DE REFERÊNCIA PARA A CONCEPÇÃO DA PROPOSTA BRASILEIRA.

41 COMPUTADORES PARA INCLUSÃO Objetivo principal O PROGRAMA CI TEM COMO OBJETIVO PRINCIPAL PROMOVER A INCLUSÃO DIGITAL E A FORMAÇÃO DE JOVENS DE BAIXA RENDA EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL E DE PÚBLICOS PRIORITÁRIOS DA POLÍTICA PÚBLICA CONDUZIDA PELO GOVERNO FEDERAL. ESTE OBJETIVO SERÁ ALCANÇADO POR MEIO DA OFERTA DE OFICINAS, CURSOS, TREINAMENTOS E OUTRAS ATIVIDADES FORMATIVAS COM FOCO NO RECONDICIONAMENTO E MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA, E NA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL SOBRE OS RESÍDUOS ELETROELETRÔNICOS.

42 COMPUTADORES PARA INCLUSÃO Objetivos específicos CRIAR OPORTUNIDADES DE FORMAÇÃO EDUCACIONAL E PROFISSIONAL E DE INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO PARA JOVENS DE BAIXA RENDA, EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL. APOIAR INICIATIVAS DE PROMOÇÃO DA INCLUSÃO DIGITAL POR MEIO DA OFERTA DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA RECONDICIONADOS E DO REAPROVEITAMENTO CRIATIVO DE SUAS PARTES E PEÇAS. ESTIMULAR A DISSEMINAÇÃO DE POLÍTICAS DE DESCARTE PLANEJADO E ECOLOGICAMENTE SUSTENTÁVEL DOS EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA DOS SETORES PÚBLICO E PRIVADO. DEFINIR E IMPLANTAR MODELO DE FUNCIONAMENTO EM REDE DOS CRCS PARA O APRIMORAMENTO DOS CONTEÚDOS, RECURSOS DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS E METODOLOGIAS RELACIONADOS À MANUTENÇÃO E CONFIGURAÇÃO DE COMPUTADORES. DESENVOLVER E APRIMORAR ATIVIDADES EDUCACIONAIS E DE SENSIBILIZAÇÃO EM TEMÁTICAS RELACIONADAS À GESTÃO E DESCARTE DE LIXO ELETRÔNICO.

43 OFICINA PARA INCLUSÃO DIGITAL Definição ESPAÇO ANUAL DE DISCUSSÃO E PROPOSIÇÃO DE ESTRATÉGIAS, POLÍTICAS PÚBLICAS E DIRETRIZES DE ACESSO E USO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO (TIC). TEM COMO EIXO FUNDAMENTAL A PROMOÇÃO DE AÇÕES CONCRETAS DE INCLUSÃO DIGITAL, COM O OBJETIVO DE AVALIAR E MAPEAR MECANISMOS VOLTADOS AO DESENVOLVIMENTO DO PAÍS APROXIMANDO PESSOAS QUE TRABALHAM DIRETAMENTE NA IMPLEMENTAÇÃO, FORMAÇÃO E ÁREAS TÉCNICAS RELACIONADAS AO TEMA DA INCLUSÃO DIGITAL. JÁ OCORRERAM ATÉ MEADOS DE 2013 UM TOTAL DE 11 OIDS.

44 OFICINA PARA INCLUSÃO DIGITAL Oficina – 12a FOI DADA A LARGADA DA 12ª OFICINA PARA INCLUSÃO DIGITAL E PARTICIPAÇÃO SOCIAL. MAIS UMA VEZ, AS ENTIDADES DA SOCIEDADE CIVIL ESTÃO REUNIDAS PARA ORGANIZAR ESSE GRANDE ENCONTRO DOS ATIVISTAS DA INCLUSÃO E DA PARTICIPAÇÃO. EM 2013, O EVENTO ACONTECERÁ EM BRASÍLIA, DE 11 A 13 DE DEZEMBRO.

45 PROGRAMA DE IMPLANTAÇÃO DE SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS Definição O PROGRAMA TEM COMO OBJETIVO APOIAR OS SISTEMAS PÚBLICOS DE ENSINO NA ORGANIZAÇÃO E NA OFERTA DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO, ALÉM DE CONTRIBUIR PARA O FORTALECIMENTO DO PROCESSO DE INCLUSÃO EDUCACIONAL NAS CLASSES COMUNS DE ENSINO. AS SALAS SÃO EQUIPADAS COM TELEVISÃO, DVD'S, EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA, AJUDAS TÉCNICAS, MATERIAIS PEDAGÓGICOS E MOBILIÁRIOS ADAPTADOS PARA O ATENDIMENTO ÀS NECESSIDADES ESPECIAIS DOS ALUNO.

46 PROGRAMA DE INCLUSÃO SOCIAL E DIGITAL Definição O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA TEM PROMOVIDO A INCLUSÃO DIGITAL COM FOCO NO SOCIAL, PROPORCIONANDO O DESENVOLVIMENTO DE COMPETÊNCIAS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS, O ACESSO À TECNOLOGIA E O INCENTIVO À PESQUISA EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA, PERMITINDO O DESENVOLVIMENTO LOCAL E SOCIAL A PARTIR DA INCLUSÃO DIGITAL DE UMA FORMA COMPLETA E MULTIDISCIPLINAR, CAUSANDO IMPACTO NAS REALIDADES MAIS CARENTES E CONTRIBUINDO PARA A MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO.

47 PROGRAMA DE INCLUSÃO SOCIAL E DIGITAL Objetivos ESTE PROGRAMA VISA PROPORCIONAR À POPULAÇÃO MENOS FAVORECIDA O ACESSO ÀS FACILIDADES DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, CAPACITANDO JOVENS PARA O MERCADO DE TRABALHO, BEM COMO TRABALHADORES EM PRÁTICAS RELACIONADAS COM A INFORMÁTICA. ALÉM DISSO, IRÁ COLABORAR PARA A AMPLIAÇÃO DO PROGRAMA COMPUTADOR PARA TODOS.

48 PROGRAMA DE INCLUSÃO SOCIAL E DIGITAL Diretrizes O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA (MCT), BUSCA CONCRETIZAR A OFERTA DOS MEIOS, INSTRUMENTOS E FACILIDADES PARA QUE OS EXCLUÍDOS PARTICIPEM EFETIVAMENTE DO PROCESSO DE INCLUSÃO SOCIAL, OBJETIVANDO: A DESCONCENTRAÇÃO DA ATIVIDADE DE PESQUISA. O COMBATE AOS DESEQUILÍBRIOS REGIONAIS. A PROMOÇÃO DA MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA DA POPULAÇÃO. O AUMENTO DA PRODUTIVIDADE CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA. A GERAÇÃO E DIFUSÃO DE CONHECIMENTOS CIENTÍFICOS E TECNOLÓGICOS. A EXPANSÃO DO EXTENSIONISMO ALIADO AO DOMÍNIO DAS TICS. A INCLUSÃO DE PESQUISADORES EM PROJETOS DE RELEVÂNCIA ESTRATÉGICA, ECONÔMICA E SOCIAL E. A APROPRIAÇÃO DO CONHECIMENTO PELAS COMUNIDADES.

49 TELECENTROS BR Ação do Estado O PROGRAMA É RESULTADO DE UM ESFORÇO DO GOVERNO FEDERAL, SOB ORIENTAÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA, DE COORDENAÇÃO DO APOIO AOS ESPAÇOS PÚBLICOS E COMUNITÁRIOS DE INCLUSÃO DIGITAL. A PRESTAÇÃO DO APOIO SERÁ EM CONEXÃO, COMPUTADORES, BOLSAS DE AUXÍLIO FINANCEIRO A JOVENS MONITORES E FORMAÇÃO DE MONITORES BOLSISTAS E NÃO BOLSISTAS QUE ATUEM NOS TELECENTROS. O OBJETIVO É OFERECER CONDIÇÕES AO APERFEIÇOAMENTO DA QUALIDADE E À CONTINUIDADE DAS INICIATIVAS EM CURSO, ASSIM COMO À INSTALAÇÃO DE NOVOS ESPAÇOS. O PROGRAMA JÁ INICIOU A PREPARAÇÃO DE NOVOS MONITORES EM TODOS OS ESTADOS DO PAÍS UTILIZANDO A INTERNET E A PREVISÃO É DE QUE ATÉ 2012 SEJAM 15 MIL JOVENS EM TODAS AS REGIÕES.

50 TELECENTROS BR Ação do Estado AO MESMO TEMPO EM QUE SÃO CAPACITADOS, OS JOVENS TÊM COMO MISSÃO AUXILIAR OS USUÁRIOS DOS TELECENTROS SOBRE O MANUSEIO DO COMPUTADOR, ACESSO, NAVEGAÇÃO E PESQUISA NA WEB. PARA ISSO, POR SEIS HORAS DE ATUAÇÃO DIÁRIA, RECEBERÃO UMA BOLSA MENSAL QUE VARIA DE CADA LOCALIDADE. UM DOS CRITÉRIOS PARA SER MONITOR, ENTRE OUTROS, É O CANDIDATO ESTAR ESTUDANDO OU TER CONCLUÍDO O ENSINO MÉDIO, ASSIM COMO DEMONSTRAR INTERESSE EM TRABALHOS VOLTADOS À MELHORIA DE VIDA NAS COMUNIDADES.

51 TERRITÓRIOS DIGITAIS Definição O PROJETO TERRITÓRIOS DIGITAIS FAZ PARTE DO PROGRAMA TERRITÓRIOS DA CIDADANIA, DO GOVERNO FEDERAL. O PROJETO CONSISTE NA IMPLANTAÇÃO DE CASAS DIGITAIS – ESPAÇOS PÚBLICOS E GRATUITOS COM ACESSO A COMPUTADORES E INTERNET – EM ASSENTAMENTOS, ESCOLAS AGRÍCOLAS, COMUNIDADES TRADICIONAIS, SINDICATOS E CASAS FAMILIARES RURAIS. O OBJETIVO DO TERRITÓRIOS DIGITAIS É DISPONIBILIZAR ACESSO ÀS TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA APRIMORAR OS PROCESSOS DE GESTÃO DA PRODUÇÃO, O CONTROLE SOCIAL DAS POLÍTICAS PÚBLICAS, O ACESSO À INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO DE UMA REDE DE TROCA DE EXPERIÊNCIAS.

52 TERRITÓRIOS DIGITAIS Definição O PROJETO TERRITÓRIOS DIGITAIS FAZ PARTE DO PROGRAMA TERRITÓRIOS DA CIDADANIA, DO GOVERNO FEDERAL. O PROJETO CONSISTE NA IMPLANTAÇÃO DE CASAS DIGITAIS – ESPAÇOS PÚBLICOS E GRATUITOS COM ACESSO A COMPUTADORES E INTERNET – EM ASSENTAMENTOS, ESCOLAS AGRÍCOLAS, COMUNIDADES TRADICIONAIS, SINDICATOS E CASAS FAMILIARES RURAIS. O OBJETIVO DO TERRITÓRIOS DIGITAIS É DISPONIBILIZAR ACESSO ÀS TECNOLOGIAS DIGITAIS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO PARA APRIMORAR OS PROCESSOS DE GESTÃO DA PRODUÇÃO, O CONTROLE SOCIAL DAS POLÍTICAS PÚBLICAS, O ACESSO À INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO DE UMA REDE DE TROCA DE EXPERIÊNCIAS. O PROJETO É COORDENADO PELO NÚCLEO DE ESTUDOS AGRÁRIOS E DESENVOLVIMENTO RURAL (NEAD) DO MDA COM A PARCERIA ENTRE ÓRGÃOS DO GOVERNO FEDERAL, ESTADOS, MUNICÍPIOS, ENTIDADES PÚBLICAS E SOCIEDADE CIVIL.

53 CIDADES DIGITAIS Definição O PROGRAMA CIDADES DIGITAIS TEM O OBJETIVO DE MODERNIZAR A GESTÃO E O ACESSO AOS SERVIÇOS PÚBLICOS NOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS. PARA ISSO, ATUA NA CONSTRUÇÃO DE REDES DE FIBRAS ÓPTICAS QUE POSSIBILITEM A CONEXÃO ENTRE OS ÓRGÃOS PÚBLICOS, O ACESSO DA POPULAÇÃO A SERVIÇOS DE GOVERNO ELETRÔNICO E A ESPAÇOS DE USO DE INTERNET. O PROJETO INCLUI A IMPLANTAÇÃO DE APLICATIVOS DE E- GOV NAS ÁREAS FINANCEIRA, DE TRIBUTAÇÃO, EDUCAÇÃO E SAÚDE, BEM COMO A CAPACITAÇÃO DOS SERVIDORES MUNICIPAIS PARA O USO E GESTÃO DA REDE. OUTRA AÇÃO DO PROGRAMA CIDADES DIGITAIS É A OFERTA DE PONTOS DE ACESSO À INTERNET PARA USO LIVRE E GRATUITO EM ESPAÇOS PÚBLICOS DE GRANDE CIRCULAÇÃO, COMO PRAÇAS, PARQUES E RODOVIÁRIAS.

54 CIDADES DIGITAIS Definição AS CIDADES QUE RECEBEM ESSA ESTRUTURA SÃO SELECIONADAS POR MEIO DE EDITAL. EM 2012, O MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES ABRIU A PRIMEIRA SELEÇÃO PARA O PROJETO-PILOTO DO PROGRAMA, EM QUE 80 MUNICÍPIOS FORAM CONTEMPLADOS. EM 2013, O CIDADES DIGITAIS FOI INCLUÍDO NO PROGRAMA DE ACELERAÇÃO DO CRESCIMENTO (PAC) DO GOVERNO FEDERAL, O QUE ASSEGUROU UM REFORÇO DE R$ 100 MILHÕES NO ORÇAMENTO DE NESTA SEGUNDA ETAPA, PUDERAM SE INSCREVER CIDADES DE ATÉ 50 MIL HABITANTES, DISTANTES ATÉ 50 KM DO BACKBONE (REDE PRINCIPAL) DA TELEBRÁS OU QUE TENHAM COMPROMISSO FIRMADO COM OPERADORAS PRIVADAS PARA CONEXÃO À INTERNET. O PROJETO CONTA, ENTRE OUTROS, COM A PARCERIA DO MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, DA TELEBRAS, DO INMETRO E DO BNDES.

55 CIDADES DIGITAIS Definição A REDE DAS CIDADES DIGITAIS É COMPOSTA POR UM ANEL DE FIBRA ÓPTICA QUE INTERLIGA OS ÓRGÃOS PÚBLICOS LOCAIS. EMPRESAS INTEGRADORAS, CONTRATADAS POR MEIO DE PREGÃO ELETRÔNICO, SÃO RESPONSÁVEIS PELO FORNECIMENTO DE EQUIPAMENTOS, SERVIÇOS DE INSTALAÇÃO, SUPORTE TÉCNICO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL.

56 CIDADES DIGITAIS Modelo básico das cidades digitais CONEXÃO ENTRE OS ÓRGÃOS PÚBLICOS. IMPLANTAÇÃO DE APLICATIVOS DE GESTÃO PARA OS SETORES FINANCEIRO, TRIBUTÁRIO, DE SAÚDE E EDUCAÇÃO. CAPACITAÇÃO DE SERVIDORES PÚBLICOS NO USO ESPECÍFICO DOS SOFTWARES E NAS TICS. ACESSO DA POPULAÇÃO AOS SERVIÇOS DE GOVERNO ELETRÔNICO. PONTOS DE ACESSO PÚBLICO À INTERNET EM PRAÇAS, RODOVIÁRIAS E OUTROS ESPAÇOS.

57 CIDADES DIGITAIS Experiências O TERMO CIDADE DIGITAL (OU CIBERCIDADE) ABRANGE QUATRO TIPOS DE EXPERIÊNCIAS QUE RELACIONAM CIDADES E NOVAS TECNOLOGIAS DE COMUNICAÇÃO. EM PRIMEIRO LUGAR, E PARECE TER SIDO ESSA A ORIGEM DO TERMO, ENTENDE-SE POR CIDADE DIGITAL PROJETOS GOVERNAMENTAIS, PRIVADOS E/OU DA SOCIEDADE CIVIL QUE VISAM CRIAR UMA REPRESENTAÇÃO NA WEB DE UM DETERMINADO LUGAR. CIDADE DIGITAL É AQUI UM PORTAL COM INFORMAÇÕES GERAIS E SERVIÇOS, COMUNIDADES VIRTUAIS E REPRESENTAÇÃO POLÍTICA SOBRE UMA DETERMINADA ÁREA URBANA. UM DOS PROJETOS PIONEIROS FOI DE DIGITALE STAD, DA CIDADE DE AMSTERDÃ, CRIADO EM 1994 POR UMA ORGANIZAÇÃO CIVIL HOJE TRANSFORMADA EM ENTIDADE DE UTILIDADE PÚBLICA.

58 CIDADES DIGITAIS Experiências ENTENDE-SE, EM SEGUNDO LUGAR, POR CIDADE DIGITAL, A CRIAÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA, SERVIÇOS E ACESSO PÚBLICO EM UMA DETERMINADA ÁREA URBANA PARA O USO DAS NOVAS TECNOLOGIAS E REDES TELEMÁTICAS. O OBJETIVO É CRIAR INTERFACES ENTRE O ESPAÇO ELETRÔNICO E O ESPAÇO FÍSICO ATRAVÉS DE OFERECIMENTO DE TELEPORTOS, TELECENTROS, QUIOSQUES MULTIMÍDIA E ÁREAS DE ACESSO E SERVIÇOS. HÁ INÚMERAS INICIATIVAS NO BRASIL. O MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES ELABOROU UM PLANO NACIONAL DE CIDADES DIGITAIS PARA LEVAR BANDA LARGA A TODO O PAÍS. O OBJETIVO É ARTICULAR AÇÕES DE INCLUSÃO DIGITAL, LEVANDO ACESSO À INTERNET PARA TODA A POPULAÇÃO EM CINCO ANOS.

59 CIDADES DIGITAIS Experiências UM TERCEIRO TIPO DE CIDADE DIGITAL REFERE-SE A MODELAGENS 3D A PARTIR DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ESPACIAL (SIS, SPACIAL INFORMATION SYSTEM E GIS, GEOGRAPHIC INFORMATION SYSTEM) PARA CRIAÇÃO DE SIMULAÇÃO DE ESPAÇOS URBANOS. ESSES MODELOS SÃO CHAMADOS DE CYBERCITY SIS E SÃO SISTEMAS INFORMATIZADOS UTILIZADOS PARA VISUALIZAR E PROCESSAR DADOS ESPACIAIS DE CIDADES. AS SIMULAÇÕES AJUDAM NO PLANEJAMENTO E GESTÃO DO ESPAÇO, SERVINDO COMO INSTRUMENTO ESTRATÉGICO DO URBANISMO CONTEMPORÂNEO.

60 CIDADES DIGITAIS Experiências A QUARTA CATEGORIA, QUE PODEMOS CHAMAR DE METAFÓRICA, É FORMADA POR PROJETOS QUE NÃO REPRESENTAM UM ESPAÇO URBANO REAL. ESTES PROJETOS SÃO CHAMADOS POR ALGUNS AUTORES DE NON-GROUNDED CYBERCITIES, CIDADES NÃO ENRAIZADAS EM ESPAÇOS URBANOS REAIS. ESSAS CIDADES DIGITAIS SÃO SITES QUE CRIAM COMUNIDADES VIRTUAIS (FÓRUNS, CHATS, NEWS, ETC.) UTILIZANDO A METÁFORA DE UMA CIDADE PARA A ORGANIZAÇÃO DO ACESSO E DA NAVEGAÇÃO PELAS INFORMAÇÕES. NESSE CASO, NÃO HÁ UMA CIDADE REAL, COMO POR EXEMPLO TWIN WORLDS, V-CHAT, DIGITALEE OU O POPULAR SECOND LIFE.

61 CIDADES DIGITAIS Casos de sucesso JABOTICABAL /SP INCLUSÃO DIGITAL É UM DOS PRINCIPAIS RESULTADOS DO JABOTICABAL DIGITAL. EM JABOTICABAL, OS INVESTIMENTOS PARA PROMOVER A INCLUSÃO DIGITAL VÊM ALCANÇANDO RESULTADOS MAIORES A CADA ANO. NA CIDADE, COM CERCA DE 72 MIL HABITANTES, OS CIDADÃOS PODEM CONTAR COM SINAL DE INTERNET NAS RESIDÊNCIAS OU EM LOCAIS PÚBLICOS. NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2012, CERCA DE 600 CIDADÃOS HAVIAM EFETUADO CADASTRO PARA ACESSAR A INTERNET EM SUAS MORADIAS. HOJE, O MUNICÍPIO LEVA O SINAL A 700 CASAS.

62 CIDADES DIGITAIS Casos de sucesso PORTO ALEGRE / RS EM PORTO ALEGRE, APLICATIVOS AUMENTAM UTILIZAÇÃO DE DADOS DE INTERESSE PÚBLICO ALÉM DOS ACESSOS AO PORTAL POATRANSPORTE PELA WEB, OS DADOS DA SECRETARIA DE TRANSPORTE DE PORTO ALEGRE SERVEM A UMA SÉRIE DE APLICATIVOS DESENVOLVIDOS POR PEQUENAS EMPRESAS OU GRUPOS SOCIAIS. O POATRANSPORTE REÚNE INFORMAÇÕES SOBRE A LOCALIZAÇÃO DAS PARADAS E ROTAS DOS ÔNIBUS, LOTAÇÕES E PONTOS DE TÁXIS DISPONÍVEIS PELA CAPITAL GAÚCHA, COM DIVERSOS CRITÉRIOS DE BUSCA (ENDEREÇO, LINHAS DE ÔNIBUS, ETC.).

63 CIDADES DIGITAIS Casos de sucesso SÃO BERNARDO DO CAMPO (SP) SÃO BERNARDO DO CAMPO INVESTE EM INFOVIA. COM O OBJETIVO DE MODERNIZAR A ADMINISTRAÇÃO A PARTIR DA ADOÇÃO DE SOLUÇÕES DE GOVERNO ELETRÔNICO, SEGURANÇA URBANA E INCLUSÃO DIGITAL, A PREFEITURA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO INICIOU A IMPLANTAÇÃO DE SUA INFOVIA EM HOJE, A REDE TEM 300 QUILÔMETROS DE FIBRA ÓPTICA, E ESTÃO INTERLIGADOS 383 PRÉDIOS E LOCAIS PÚBLICOS. EDUCAÇÃO, SAÚDE E SEGURANÇA PÚBLICA SÃO AS PRINCIPAIS ÁREAS BENEFICIADAS.

64 CIDADES DIGITAIS Casos de sucesso ALFENAS/MG RESULTADOS POSITIVOS LEVAM ALFENAS A AMPLIAR VIDEOMONITORAMENTO ALFENAS (MG), MUNICÍPIO LOCALIZADO AO SUL DO ESTADO DE MINAS GERAIS E COM UMA POPULAÇÃO DE CERCA DE 74 MIL HABITANTES, TEVE SEUS ÍNDICES DE CRIMINALIDADE REDUZIDOS COM A IMPLANTAÇÃO DE CÂMERAS DE VIGILÂNCIA. ESSE PROJETO COMEÇOU EM MARÇO DE 2006, E, DADOS OS RESULTADOS ALCANÇADOS DESDE ENTÃO, EM SETEMBRO DE 2012, A SECRETARIA DE DEFESA SOCIAL DEU INÍCIO À AMPLIAÇÃO DA COBERTURA.

65 CIDADES DIGITAIS Casos de sucesso ACRE GOVERNO DO ACRE INOVA NO RELACIONAMENTO COM O CIDADÃO O GOVERNO DO ACRE INVESTIU EM UM PROJETO COM A IBM PARA OTIMIZAÇÃO DOS SISTEMAS DA INFORMAÇÃO, O QUAL PERMITE A INTEGRAÇÃO DE APLICAÇÕES E A CRIAÇÃO DE UMA INFRAESTRUTURA DE DADOS COMPARTILHADA. ANTES DESTA IMPLEMENTAÇÃO, OS CIDADÃOS TINHAM DE RECORRER A DIFERENTES ÓRGÃOS DO GOVERNO PARA OBTER E RETIRAR DOCUMENTOS – COMO RG, CARTEIRA DE TRABALHO OU TÍTULO DE ELEITOR –, BEM COMO PARA REQUISITAR SERVIÇOS.

66 CIDADES INTELIGENTES Projetos no mundo COM O GRANDE CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO, A CADA DIA AUMENTAM AS PREOCUPAÇÕES COM O AMBIENTE, ALÉM DOS PROBLEMAS RELACIONADOS AO CRESCIMENTO URBANO. POR ISSO, O DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIAS E RECURSOS QUE PERMITAM SUPORTAR TAIS CONDIÇÕES, ALÉM DE EVITAR MAIORES IMPACTOS SOBRE O PLANETA, RECEBEU MUITA ATENÇÃO NOS ÚLTIMOS ANOS. ASSIM, UM CONCEITO QUE ENTROU EM FOCO É O DAS CIDADES INTELIGENTES.

67 CIDADES INTELIGENTES Objetivos O OFERECIMENTO DE RECURSOS E DE SERVIÇOS ACESSÍVEIS PARA TODOS OS MORADORES. O TRANSPORTE PÚBLICO DEVE SER UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA O USO DE CARROS PARTICULARES, ALÉM DE SER SEGURO E CONFIÁVEL. É SEGURO CAMINHAR E ANDAR DE BICICLETA NA CIDADE. OS LUGARES DE USO COMUM (COMO PARQUES E PRAÇAS) DEVEM SER SEGUROS E AGRADÁVEIS. SEMPRE QUE POSSÍVEL, DEVEM SER APLICADOS RECURSOS RENOVÁVEIS. HÁ COLETA EFICIENTE DO LIXO E UM SISTEMA DE RECICLAGEM EFICAZ. AS NOVAS CASAS CONSTRUÍDAS NO LOCAL DEVEM SER EFICIENTES COM RELAÇÃO AO USO DE ENERGIA. AS MORADIAS DISPONÍVEIS DEVEM SER ACESSÍVEIS PARA OS HABITANTES. A COMUNIDADE ATUA EM CONJUNTO COM O GOVERNO NA RESOLUÇÃO DOS PROBLEMAS PÚBLICOS. ESPAÇOS CULTURAIS E SOCIAIS ACESSÍVEIS PARA TODOS OS MORADORES.

68 CIDADES INTELIGENTES Santander – Espanha

69 CIDADES INTELIGENTES Santander – Espanha A CIDADE DE SANTANDER, LOCALIZADA NA ESPANHA, É CONSIDERADA COMO UM MODELO DE CIDADE INTELIGENTE. O PROJETO TEVE UM INVESTIMENTO DE US$ 11 MILHÕES E FOI LIDERADO PELA UNIVERSIDADE DE CANTABRIA, E O PRINCIPAL DESTAQUE ESTÁ NO FATO DE ELA OFERECER INFORMAÇÕES DE INTERESSE GERAL EM UMA PLATAFORMA PÚBLICA. EM SANTANDER, TODOS OS CIDADÃOS POSSUEM ACESSO A INFORMAÇÕES SOBRE A POLUIÇÃO DO AR, SERVIÇO DE COLETA DE LIXO, DADOS DO TRÂNSITO E DA ILUMINAÇÃO PÚBLICA. PARA QUE ISSO SE TORNASSE UMA REALIDADE, FORAM INSTALADOS CERCA DE 12 MIL SENSORES POR TODA A CIDADE, RESPONSÁVEIS PELA CAPTAÇÃO DOS DADOS.

70 CIDADES INTELIGENTES Santander – Espanha ENTRE AS POSSIBILIDADES OFERECIDAS PELOS RECURSOS, HÁ SENSORES PARA CONTROLAR O NÍVEL DE ILUMINAÇÃO DAS RUAS. ASSIM, CASO UM LOCAL ESTEJA DESERTO, POR EXEMPLO, A INTENSIDADE DAS LÂMPADAS É DIMINUÍDA. DA MESMA MANEIRA, O GOVERNO PODE CONTROLAR O VOLUME DO LIXO A SER RECOLHIDO, EVITANDO ENVIAR O SERVIÇO DE COLETA QUANDO NÃO FOR NECESSÁRIO. OUTRA FUNÇÃO INTERESSANTE ESTÁ NO CONTROLE DE TRÁFEGO DA CIDADE. O SISTEMA DE TRANSPORTE COLETIVO, OS TÁXIS E OS CARROS DE POLÍCIA INFORMAM, EM TEMPO REAL, O SEU POSICIONAMENTO E A SUA VELOCIDADE, PERMITINDO QUE PONTOS DE TRÂNSITO LENTO SEJAM MAPEADOS. HÁ, TAMBÉM, A IDENTIFICAÇÃO DE VAGAS LIVRES QUE PODEM SER UTILIZADAS COMO ESTACIONAMENTO E, COM RELAÇÃO AO TRANSPORTE PÚBLICO, SÃO DIVULGADAS AS LINHAS E OS HORÁRIOS DOS ÔNIBUS.

71 CIDADES INTELIGENTES Songdo – Coreia

72 CIDADES INTELIGENTES Songdo – Coreia SONGDO, NA COREIA DO SUL, RECEBEU MUITO DESTAQUE POR SER UMA CIDADE PLANEJADA COMO UM LOCAL SUSTENTÁVEL DESDE A SUA CONCEPÇÃO. TRATA-SE DE UMA ILHA ARTIFICIAL A 65 QUILÔMETROS DE SEUL, NA QUAL FORAM INVESTIDOS APROXIMADAMENTE US$ 80 BILHÕES DE FORMA A CRIAR UM MUNICÍPIO QUE PUDESSE CUMPRIR O OUSADO OBJETIVO DE SERVIR COMO MODELO PARA PROJETOS FUTUROS. A IDEIA EM SONGDO É FAZER COM QUE TUDO SEJA CONECTADO PELA INTERNET DE FORMA A MELHORAR A VIDA DOS CIDADÃOS. UMA DAS METAS DESSE PLANO, POR EXEMPLO, É ELIMINAR COMPLETAMENTE PROBLEMAS COMO TRÂNSITO LENTO. ASSIM, NESSA CIDADE, EXISTIRÃO SENSORES NAS RUAS QUE FAZEM UMA ANÁLISE CONSTANTE DA VELOCIDADE (E DO DESLOCAMENTO) DOS VEÍCULOS ENQUANTO ELES ESTÃO CIRCULANDO OU PRESOS EM ENGARRAFAMENTOS.

73 CIDADES INTELIGENTES Songdo – Coreia ALÉM DISSO, AS PLACAS DOS VEÍCULOS TAMBÉM SERÃO CONECTADAS A UM SISTEMA CAPAZ DE CONTROLAR O INTERVALO DE TEMPO DOS SEMÁFOROS, AUXILIANDO O FLUXO QUANDO HOUVER NECESSIDADE. OS POSTES DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA TAMBÉM CONTARÃO COM SENSORES QUE SERÃO RESPONSÁVEIS PELO GERENCIAMENTO DA INTENSIDADE DAS LUZES, FAZENDO COM QUE ELA SEJA REDUZIDA QUANDO UMA RUA NÃO ESTIVER EM USO. EM SONGDO, TAMBÉM SERÁ ADOTADO UM SISTEMA DE COLETA DE LIXO PNEUMÁTICA, ENVIANDO OS RESÍDUOS PARA UM ATERRO POR MEIO DE UM COMPLEXO DE DUTOS MONTADOS EMBAIXO DO SOLO. ASSIM, SERÁ COMPLETAMENTE ELIMINADO O USO DE CAMINHÕES PARA REALIZAR A TAREFA. FALANDO DE RECICLAGEM, AS GARRAFAS DESCARTÁVEIS TAMBÉM POSSUIRÃO SENSORES WIFI.

74 CIDADES INTELIGENTES Songdo – Coreia ELES SERÃO RESPONSÁVEIS POR IDENTIFICAR SE O MATERIAL FOI COLOCADO NO LOCAL CORRETO PARA A RECICLAGEM DO PLÁSTICO E CONFERIR UM DESCONTO NO IMPOSTO DOS MORADORES QUE O FIZEREM DE MANEIRA ADEQUADA. O LOCAL TAMBÉM CONTARÁ COM "TELHADOS VERDES", QUE FARÃO O TRATAMENTO DA ÁGUA DA CHUVA. DA MESMA FORMA, TAMBÉM ESTARÃO PRESENTES MECANISMOS PARA FAZER A RECICLAGEM DA ÁGUA DAS PIAS E MÁQUINAS DE LAVAR PRATOS. ASSIM, EVITANDO O DESPERDÍCIO, O SISTEMA DE ABASTECIMENTO PRECISARÁ FORNECER CERCA DE UM DÉCIMO DA QUANTIDADE DE ÁGUA QUE UMA CIDADE DE TAL PORTE PRECISARIA. O PROJETO DE SONGDO ESTÁ PREVISTO PARA SER CONCLUÍDO EM 2016 E ESTIMA-SE QUE 65 MIL PESSOAS VENHAM A MORAR NA CIDADE QUANDO ELA ESTIVER COMPLETAMENTE "PRONTA PARA O USO.

75 CIDADES INTELIGENTES Masdar – Abu Dhabi

76 CIDADES INTELIGENTES Masdar – Abu Dhabi A CIDADE DE MASDAR ESTÁ EM FASE DE CONSTRUÇÃO NA REGIÃO DO DESERTO ÁRABE DE ABU DHABI. O INVESTIMENTO POR PARTE DO GOVERNO FOI DE US$ 22 BILHÕES, E A CONCLUSÃO TOTAL DO PROJETO ESTÁ PREVISTA PARA ESSE FOI OUTRO MUNICÍPIO DESENVOLVIDO DO ZERO PARA SER SUSTENTÁVEL E VOLTADO PARA OS PEDESTRES. PARA ISSO, O PLANEJAMENTO COMEÇOU PELAS ESTRUTURAS E MATERIAIS EMPREGADOS NOS EDIFÍCIOS DA CIDADE. OS RESPONSÁVEIS FIZERAM UMA SÉRIE DE ANÁLISES LEVANDO EM CONTA A ORIENTAÇÃO DO ESPAÇO ( NO QUE DIZ RESPEITO AO RECEBIMENTO DE LUZ SOLAR E A INCIDÊNCIA DE VENTOS NA REGIÃO) E AOS MELHORES FORMATOS QUE PODERIAM SER EMPREGADOS PARA LIDAR COM O AMBIENTE.

77 CIDADES INTELIGENTES Masdar – Abu Dhabi COMO RESULTADO, AO EXECUTAR AS CONSTRUÇÕES DE MANEIRA INTELIGENTE, É POSSÍVEL REDUZIR AS TEMPERATURAS DA CIDADE SEM UTILIZAR ELETRICIDADE, GERANDO MAIS ECONOMIA A BAIXOS CUSTOS. AINDA COM RELAÇÃO À ENERGIA, O INSTITUTO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA LOCAL EM PARCERIA COM O MIT DESENVOLVEU PAINÉIS FOTOVOLTAICOS PARA A CAPTAÇÃO DE ENERGIA SOLAR. ESSES APARATOS ESTÃO POSICIONADOS NO TOPO DOS PRÉDIOS E OUTRAS RESIDÊNCIAS PARA FAZER O ARMAZENAMENTO E, DESSA FORMA, GERAR ELETRICIDADE PARA O ABASTECIMENTO DO MUNICÍPIO. TAL RECURSO TAMBÉM SERÁ UTILIZADO PARA REALIZAR A DESSALINIZAÇÃO DA ÁGUA.

78 CIDADES INTELIGENTES Masdar – Abu Dhabi ALÉM DISSO, SERÃO APLICADOS MECANISMOS PARA GERAR ELETRICIDADE A PARTIR DO AQUECIMENTO DA ÁGUA. NO CENTRO DA CIDADE ESTARÁ POSICIONADA UMA TORRE EÓLICA COM 45 METROS PARA APROVEITAR A INCIDÊNCIA DOS VENTOS FORTES NA REGIÃO QUE SERÃO UTILIZADOS, TAMBÉM, PARA A GERAÇÃO DE ENERGIA. A CIDADE VAI ADOTAR UM SISTEMA DE TRANSPORTE BASEADO EM CARROS E ÔNIBUS ELÉTRICOS CIRCULANDO NO SUBSOLO, ALÉM DE MANTER LINHAS DE TREM E METRÔ PARA ATENDER TODOS OS PONTOS DA CIDADE, EVITANDO A NECESSIDADE DA CIRCULAÇÃO DE MUITOS VEÍCULOS. ADICIONALMENTE, COMO A CIDADE FOI PROJETADA PARA PEDESTRES, HOUVE UMA GRANDE PREOCUPAÇÃO EM CRIAR CALÇADAS AGRADÁVEIS, DE TAMANHO ADEQUADO E COM SOMBRA.

79 CIDADES INTELIGENTES Masdar – Abu Dhabi ALÉM DISSO, A CIDADE DE MASDAR POSSUI UMA ARQUITETURA NA QUAL TUDO DEVE SER INTEGRADO, FAZENDO COM QUE MORADIA, TRABALHO E DIVERSÃO FIQUEM PRÓXIMOS UM AO OUTRO, EVITANDO A NECESSIDADE DE VEÍCULOS. PARA MANTER A CIDADE SUSTENTÁVEL, TAMBÉM SERÁ REALIZADA A EDUCAÇÃO DA POPULAÇÃO COM TAIS TÉCNICAS EM ESCOLAS LOCAIS. DA MESMA MANEIRA, OS GOVERNANTES PROCURAM RESOLVER PROBLEMAS COM LIXO ENCORAJANDO MUDANÇAS NO COMPORTAMENTO DOS HABITANTES E REGULANDO QUAIS TIPOS DE MATERIAIS PODERÃO ESTAR PRESENTES NA CIDADE.

80 CIDADES INTELIGENTES Tianjin – Singapura

81 CIDADES INTELIGENTES Tianjin – Singapura A VISÃO ENVOLVENDO O PROJETO PARA CRIAR A ECOCIDADE DE TIANJIN, EM SINGAPURA, É SUSTENTADA POR DUAS FILOSOFIAS PRINCIPAIS: "THREE HARMONIES" E "THREE ABILITIES" (OU TRÊS HARMONIAS E TRÊS HABILIDADES, EM UMA TRADUÇÃO LIVRE). BASICAMENTE, A IDEIA COM RELAÇÃO AO PRIMEIRO TÓPICO É QUE AS PESSOAS VIVAM EM CONCILIAÇÃO UMAS COM AS OUTRAS, ENTUSIASMADAS COM AS SUAS ATIVIDADES ECONÔMICAS E DE MANEIRA SUSTENTÁVEL COM O AMBIENTE. JÁ NO QUESITO "HABILIDADES", O OBJETIVO É QUE A CIDADE POSSUA TECNOLOGIAS COMERCIALMENTE VIÁVEIS E COMPATÍVEIS COM O PODER AQUISITIVO DA POPULAÇÃO; QUE O MODELO SEJA APLICÁVEL PARA OUTROS LUGARES E QUE ELE POSSA SER ADAPTADO PARA CIDADES DE TODOS OS TAMANHOS. OUTRA IDEIA ADOTADA PARA O PROJETO FOI APROVEITAR AO MÁXIMO O USO DO TERRENO.

82 CIDADES INTELIGENTES Tianjin – Singapura A CIDADE FOI PLANEJADA PARA SER COMPACTA, ALÉM DE UTILIZAR PRINCÍPIOS DE DESENVOLVIMENTO TRÂNSITO- ORIENTADO. ASSIM, CADA UM DOS SEUS SETORES FOI MODELADO PARA ABRIGAR CENTROS DE ENTRETENIMENTO E COMPANHIAS EM LOCAIS PRÓXIMOS. O OBJETIVO PRINCIPAL É QUE CADA ÁREA POSSUA OS SERVIÇOS NECESSÁRIOS PARA QUEM RESIDE NA REGIÃO, INCLUINDO CENTROS COMERCIAIS E PARQUES, O QUE EVITARIA A LOCOMOÇÃO DOS MORADORES, REDUZINDO OS PROBLEMAS DE TRÂNSITO. OUTRA PREOCUPAÇÃO DO PROJETO É MANTER O FOCO NO USO DE MEIOS DE TRANSPORTE "VERDES". PARA ISSO, FORAM CRIADAS CICLOFAIXAS E CALÇADAS DE ALTA QUALIDADE, COM A INTENÇÃO DE EVITAR AO MÁXIMO A NECESSIDADE DE UTILIZAR VEÍCULOS MOTORIZADOS. CONSEQUENTEMENTE, NAS VIAS COMPARTILHADAS COM ESSE TIPO DE CONDUÇÃO, A PRIORIDADE DEVE SER SEMPRE CONCEDIDA AO PEDESTRE E AOS ÔNIBUS.

83 CIDADES INTELIGENTES Tianjin – Singapura

84 CIDADES INTELIGENTES Iskandar – Malásia MONTADA LEVANDO COMO FUNDAMENTAÇÃO OS PRINCÍPIOS DA INTEGRAÇÃO SOCIAL, BAIXA EMISSÃO DE CARBONO, SUSTENTABILIDADE E USO DE TECNOLOGIAS VERDES, ISKANDAR DEVE SE TORNAR EM BREVE A MAIS NOVA METRÓPOLE INTELIGENTE DA MALÁSIA. A ÁREA TOTAL ENVOLVIDA NA CRIAÇÃO DA CIDADE ABRANGE QUILÔMETROS QUADRADOS. ATÉ O MOMENTO, ISKANDAR JÁ ATRAIU INVESTIMENTOS NA CASA DOS US$ 31,2 BILHÕES, 38% ADVINDOS DE FONTES ESTRANGEIRAS. A CONSTRUÇÃO DA CIDADE COMEÇA PELO PLANEJAMENTO URBANO, INTEGRANDO UM USO EFICIENTE DO TERRITÓRIO E CRIANDO PRÉDIOS COMERCIAIS E RESIDENCIAIS QUE SEJAM CAPAZES DE APROVEITAR OS RECURSOS PRESENTES NA REGIÃO.

85 CIDADES INTELIGENTES Iskandar – Malásia ALÉM DISSO, ENTRE AS PRIORIDADES ESTÁ O FATO DE QUE AS MORADIAS SEJAM COMPATÍVEIS COM O PODER AQUISITIVO DA POPULAÇÃO. ESTÁ PREVISTA, TAMBÉM, A CRIAÇÃO DE RESIDÊNCIAS APROPRIADAS PARA LOCAÇÃO, GARANTINDO QUE QUEM VÁ VIVER NA REGIÃO POR UM TEMPO POSSUA UMA ESTRUTURA ADEQUADA PARA APROVEITAR OS BENEFÍCIOS DA CIDADE. ENTRE AS PRIORIDADES DO PROJETO ESTÁ O SISTEMA DE TRANSPORTE, IDEALIZADO PARA A UTILIZAÇÃO DE VEÍCULOS COM MENOR EMISSÃO DE CARBONO E MEIOS DE LOCOMOÇÃO ALTERNATIVOS. ALÉM DISSO, A CIDADE PREVÊ A CRIAÇÃO DE UM SISTEMA EFICIENTE PARA O TRANSPORTE COLETIVO. NOS PLANOS DE ISKANDAR TAMBÉM ESTÁ O DESENVOLVIMENTO DE UM PROGRAMA PARA O USO INTELIGENTE DA ÁGUA NA CIDADE.

86 FIM Obrigado!


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