A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Paralelamente aprofundam-se as diferenças entre as duas doutrinas económicas. Quer no Judaísmo como no Cristianismo acredita-se nas virtudes da caridade,

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Paralelamente aprofundam-se as diferenças entre as duas doutrinas económicas. Quer no Judaísmo como no Cristianismo acredita-se nas virtudes da caridade,"— Transcrição da apresentação:

1

2 Paralelamente aprofundam-se as diferenças entre as duas doutrinas económicas. Quer no Judaísmo como no Cristianismo acredita-se nas virtudes da caridade, da justiça e das ofertas. Mas para os Judeus, é desejável ser rico, enquanto que para os Cristãos é recomendado ser-se pobre. Para uns, (os Judeus) a riqueza é um meio para melhor servir Deus; para os outros, (os Cristãos) ele impossibilita a salvação. Para uns, o dinheiro pode ser um instrumento do bem; para os outros os seus efeitos são sempre desastrosos. Para uns, qualquer pessoa pode gozar do dinheiro bem ganho; para os outros ele queima-lhe os dedos. Para uns, morrer rico é uma bênção, desde que o dinheiro tenha sido adquirido moralmente e que se tenha cumprido com todos os deveres para com os pobres da comunidade; para os outros, morrer pobre é uma condição necessária da salvação. Em proposta proposta

3 Mim quer tocar Mim gosta ganhar dinheiro Me want to play Me love to get the money Mim é brasileiro Mim gosta banana Mas mim também quer votar proposta proposta Mim também quer ser bacana Mim quer tocar Mim gosta ganhar dinheiro Me want to play Me love to get the money Mim gosta tanto tocar Mim é batuqueiro Mas mim precisa ganhar Mim gosta ganhar dinheiro

4 O dinheiro, com o passar do tempo, tornou-se numa necessidade essencial dos seres-humanos. Serve tanto como fonte de aquisição de bens básicos, quanto elemento que define o status social de um indivíduo, o que, em muitas vezes, nada tem a ver com a capacidade cultural ou mesmo intelectual de um indivíduo. Por ele se mata, mas também se trabalha. Por ele é possível ter um avanço tecnológico, como também o aumento da violência. proposta proposta

5 tema tema Baseando-se nos textos acima, produza um texto dissertativo, com cerca de trinta linhas abordando a temática: A força da grana que ergue e destrói coisas belas (Caetano Veloso – Sampa)

6 A força da grana que ergue e destrói coisas belas Progresso negativopositivo Conforto, Melhores condições de vida Consumismo Avanço tecnológico Rendimentos Estimulo e disseminação do conhecimento Problemas ecológicos Ganância Exclusão e social Corrupção Bens de consumo Bens de Produção Bens Culturais Trabalho Organização Política e econômica Desigualdade social Violência Profissionalização

7 Material de apoio

8 As formas e funções do dinheiro mudaram várias vezes ao longo dos últimos 3 mil anos, enquadrando-se em quatro categorias: História do dinheiro Categorias de dinheiro dinheiro de bens consumíveis moedas cédula de papel dinheiro eletrônico

9 Bens de consumo História do dinheiro Um bom exemplo de um sistema de bens consumíveis foi o usado pelos astecas. Eles davam grande valor aos grãos de cacau que eram usados para fazer chocolate. Os grãos eram pequenos e fáceis de carregar e eram geralmente usados para equilibrar ou fazer a troca nos acordos de permuta. Esse sistema possui desvantagens, pois bens de consumo são geralmente perecíveis e volumosos. Freqüentemente o gado era usado desta maneira nas sociedades agrárias. Ele funcionava bem como meio de troca porque qualquer um naquela sociedade dava-lhe valor, mas obviamente as trocas não eram nem um pouco práticas.

10 Moeda As primeiras moedas foram inventadas na Lídia, um império localizado onde hoje é a Turquia. Este costume lidiano espalhou-lhe primeiro com os gregos e depois com os romanos. As moedas eram feitas de prata e ouro e seus valores eram impostos pela autoridade do governo que as emitia. História do dinheiro

11 Papel O dinheiro de papel foi desenvolvido primeiramente pelos chineses, que usavam peles de animais, cascas de árvore ou pergaminhos marcados com selo imperial como "notas de pagamento". A penalidade para a falsificação (em inglês) era a morte. O uso do dinheiro de papel realmente se tornou oficial na Europa em 1700, quando o banco oficial do governo francês começou a emitir essa forma de dinheiro. História do dinheiro

12 Dinheiro Eletrônico História do dinheiro Capacidade de transferência eletrônica de créditos e débitos, sem a utilização de qualquer tipo de meio físico na transação. agilidade das operações maior controle de cada pessoa sobre seus gastos menor probabilidade de se perder dinheiro eliminação do troco, etc...

13 Economia solidária História do dinheiro Querer possuir bens, usufruir os benefícios do dinheiro no sentido de construir, para si e para os outros, uma vida mais plena e mais tranqüila é uma postura racional, aceitável e até necessária, considerando que esse desejo é um dos propulsores do progresso.

14 Capitalismo selvagem História do dinheiro Termo que se refere à fase do capitalismo na época da revolução industrial (século XVIII), quando as condições de trabalho das classes trabalhadoras eram as mais desumanas possíveis, com um dia de trabalho de dezesseis horas. Hoje emprega-se a locução "capitalismo selvagem" para indicar um capitalismo de grande concorrência entre as multinacionais que dominam vários mercados ou países, com o apoio dos governos.


Carregar ppt "Paralelamente aprofundam-se as diferenças entre as duas doutrinas económicas. Quer no Judaísmo como no Cristianismo acredita-se nas virtudes da caridade,"

Apresentações semelhantes


Anúncios Google