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Fundação Universidade Federal do Rio Grande Departamento de Ciências Fisiológicas - Farmacologia Desinfecção e Esterilização Daniela Martí Barros.

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1 Fundação Universidade Federal do Rio Grande Departamento de Ciências Fisiológicas - Farmacologia Desinfecção e Esterilização Daniela Martí Barros

2 Lavagem das mãos 1847 – Ignaz Semmelweis, médico húngaro Sabões Antissépticos Lavagem básica das mãos Anti-sepsia Preparo cirúrgico das mãos

3 Lavagem das mãos Sabão – Ação – limpeza Local de ação – pele Características – remove a sujeira e flora contaminante; tensoativos; ação mecânica; sem atividade residual; sem atividade bactericida. Sais sódicos

4 Lavagem das mãos Anti-séptico Ação: anti-sepsia Local de ação: pele/ mucosa Características: remove a flora contaminante, e flora colonizadora; atividade residual e ação bactericida. PVPI (polivinil pirrolidona iodo) a 10%; clorohexidina a 4%; álcool etílico 70% (com ou sem glicerina 2%).

5 Conceitos importantes Esterilização – destruição ou eliminação completa de todas as formas de vida. Desinfecção – processo que elimina a maioria ou todos os microorganismos patogênicos, exceto esporos bacterianos de superfícies inanimadas.

6 Desinfecção Alto nívelMédio nível Baixo nível

7 Classificação de Spaulding Classifica os artigos em três categorias (1960) Críticos – artigos que entram em contato com tecido estéril ou sistema vascular. - implantes-próteses, materiais cirúrgicos, cateteres cardíacos, transdutores, agulhas, laparoscópicos, artroscópios

8 Classificação de Spaulding Classifica os artigos em três categorias (1960) Semi críticos – artigos que entram em contato com membranas mucosas e pele não intacta - instrumentos de fibra ótica (broncoscópios, colonoscópios, endoscópios), tubos endotraqueais, circuitos de anestesia, circuito de terapia respiratória.

9 Classificação de Spaulding Classifica os artigos em três categorias (1960) Não críticos – artigos que entram em contato com pele íntegra - estetoscópios, otoscópios, utensílios de refeição, roupas, eletroencefalógrafos, muletas.

10 Principais esterilizantes e desinfetantes químicos líquidos Uso hospitalar – álcool etílico e isopropílico. Bactericida, viruscida, fungicida, tubercoloscida Não destrói esporos Nível de desinfecção – médio e baixo Desvantagens – danifica a camada superficial de lentes; deforma e endurece material de borracha; descolore borracha e plásticos; danifica componentes do tonômero, podendo lesar a córnea Álcool etílico 70%

11 Principais esterilizantes e desinfetantes químicos líquidos Nível de desinfecção – alto, médio e baixo – varia conforme a concentração e tempo de exposição. Bactericida, viruscida, fungicida, tuberculoscida, Destrói alguns esporos Desvantagens – altamente corrosivos Estocagem da solução: pH 8,0; 23  C, recipientes plásticos, opacos e fechados (estab 1 mês) Hipoclorito de sódio (liquído)

12 Principais esterilizantes e desinfetantes químicos líquidos Nível de desinfecção – alto, esterilização Bactericida, viruscida, fungicida, tuberculoscida, Destrói esporos Principais usos- preparo de peças anatômicas, dialisadores e preparo de vacinas. Desvantagens – tempo de manuseio limitado (8h), carcinogênico, produz gás com forte odor. Formaldeído

13 Principais esterilizantes e desinfetantes químicos líquidos Nível de desinfecção – alto, esterilização Bactericida, viruscida, fungicida, tuberculoscida, Destrói esporos Vantagens – não é corrosivo para metais, não danifica lentes, plásticos ou borrachas Desvantagens – irritante para mucosas, causando processos inflamatórios de conjuntiva, vias aéreas; epistaxe, dermatite de contato, asma rinite no funcionário que manuseia. Glutaraldeído sol aquosa 2%

14 Principais esterilizantes e desinfetantes químicos líquidos orto-fenilfenol, orto-fenil-para clorofenol Bactericida, viruscida, fungicida, tuberculoscida Desinfecção de médio e baixos níveis Desvantagens – não deve ser usado em unidades neonatais, nem em artigos de crianças. Derivados fenólicos


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