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I Fórum Sobre Drogas do Vale do Paranhana ARNALDO FEDERAL Consultor em Dependência Química Claude Olievenstei: Os adultos tomam tranquilizantes para suportar.

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1 I Fórum Sobre Drogas do Vale do Paranhana ARNALDO FEDERAL Consultor em Dependência Química Claude Olievenstei: Os adultos tomam tranquilizantes para suportar sua inserção social. Os adolescentes usam alucinógenos para recusar essa mesma inserção.

2 Dependência química & alcoolismo – Dependência química & alcoolismo – Duas adicções com a seguinte definição: Duas adicções com a seguinte definição: Doença crônica, primária, com fatores genéticos, psico – sociais e ambientais influenciando seu desenvolvimento e manifestações. Doença geralmente progressiva e fatal. Caracterizada pela falta de controle sobre o uso, pré-ocupação com a droga / álcool, uso apesar das conseqüências adversas e negação notável. Cada um destes sintomas pode ser contínuo ou periódico. Doença crônica, primária, com fatores genéticos, psico – sociais e ambientais influenciando seu desenvolvimento e manifestações. Doença geralmente progressiva e fatal. Caracterizada pela falta de controle sobre o uso, pré-ocupação com a droga / álcool, uso apesar das conseqüências adversas e negação notável. Cada um destes sintomas pode ser contínuo ou periódico.

3 Adicção: Adicção: Excessos que tornam a saúde mental, física e emocional comprometidas ao ponto de necessitar estacionar a ação em determinados sentidos. Excessos que tornam a saúde mental, física e emocional comprometidas ao ponto de necessitar estacionar a ação em determinados sentidos.

4 O álcool é o fator de risco mais importante para a carga de doenças e os danos relacionados ao álcool ainda são negligenciados; As evidências científicas estabeleceram que o álcool causa morte prematura, doença e incapacidade; O álcool é causa de mortes violentas, lesões intencionais e não intencionais, particularmente entre jovens; O álcool é também causa de óbito, incapacidade e danos sociais para outras pessoas além dos próprios bebedores; O álcool interage com A pobreza, na produção de ainda maiores conseqüências para aqueles que não têm acesso aos recursos básicos de saúde e sustento; Crianças de rua e outras populações sofrem de maneira desproporcional com os impactos negativos do álcool; O risco causado pelo álcool durante a gravidez; As abordagens relacionadas ao álcool devem contemplar diferentes modelos e estratégias para reduzir os danos sociais e à saúde; Essas estratégias devem ser apoiadas por melhores sistemas de informação e por mais estudos científicos sobre o impacto do álcool e os efeitos nos contextos nacionais e culturais.

5 O uso indevido do álcool é o fator de risco mais importante para a carga de doenças e os danos relacionados ao álcool ainda são negligenciados; As evidências científicas estabeleceram que o álcool pode causar morte prematura, doença e incapacidade; O uso indevido do álcool é causa de mortes violentas, lesões intencionais e não intencionais, particularmente entre jovens; O uso indevido do álcool é também causa de óbito, incapacidade e danos sociais para outras pessoas além dos próprios bebedores; A pobreza interage com o álcool, na produção de ainda maiores conseqüências para aqueles que não têm acesso aos recursos básicos de saúde e sustento; Crianças de rua e outras populações sofrem de maneira desproporcional com os impactos negativos do uso indevido do álcool; O risco causado pelo uso indevido do álcool durante a gravidez; As abordagens relacionadas ao uso indevido do álcool devem contemplar diferentes modelos e estratégias para reduzir os danos sociais e à saúde; Essas estratégias devem ser apoiadas por melhores sistemas de informação e por mais estudos científicos sobre o impacto do uso indevido do álcool e os efeitos nos contextos nacionais e culturais.

6 O álcool não é o elemento ativo e o sujeito que o usa não é o elemento passivo. O álcool não é o elemento ativo e o sujeito que o usa não é o elemento passivo. Reforçar modos errôneos de transmitir os fatos sobre o problema em questão, dificulta possíveis progressos de conscientização ou recuperação linear e positiva. Pois uma vez que se inverte a linha de raciocínio sobre a doença, isso confere poderes à objetos inanimados (inócuos) e tira poderes de pessoas (que são os que têm a habilidade de evoluir, mover, decidir).

7 Prevenção

8 O que é Prevenção? O que é Prevenção? Ato ou efeito de prevenir Ato ou efeito de prevenir Disposição ou preparo antecipado Disposição ou preparo antecipado Trabalhar com valores, sentido da vida com o projeto existencial de cada ser humano Trabalhar com valores, sentido da vida com o projeto existencial de cada ser humano Atenção aos aspectos bio-psico-sociais Atenção aos aspectos bio-psico-sociais Informação histórica e atual Informação histórica e atual Integração político-social Integração político-social Abordagens precoces Abordagens precoces Programas educativos Programas educativos Mobilização da comunidade Mobilização da comunidade Levantamentos estatísticos Levantamentos estatísticos Oferta de novas atividades Oferta de novas atividades Estabelecimento de metas Estabelecimento de metas Formação de profissionais Formação de profissionais Cursos de preparação Cursos de preparação Estabelecimento de programas Estabelecimento de programas Mobilização de opinião pública Mobilização de opinião pública Envolvimento familiar Envolvimento familiar

9 Prevenção primária – Evitar a ocorrência do problema alvo, diminuir a incidência. Previne o uso da droga antes que ele inicie (antes do primeiro contato com o produto).

10 Prevenção secundária – Ocorre quando começa a surgir o consumo de drogas. As instituições devem se abrir para o diálogo, realizar reuniões periódicas, determinar os cuidados necessários para as avaliações, oferecer tratamento adequado. Prevenção secundária – Ocorre quando começa a surgir o consumo de drogas. As instituições devem se abrir para o diálogo, realizar reuniões periódicas, determinar os cuidados necessários para as avaliações, oferecer tratamento adequado.

11 Prevenção terciária Prevenção terciária Tratamento, pós-tratamento Tratamento, pós-tratamento e reintegração social. e reintegração social.

12 Variedade de propostas de tratamento Variedade de propostas de tratamento Planos terapêuticos na Vida Plena a partir de Planos terapêuticos na Vida Plena a partir de 2008.

13 Triagem. Triagem. Tratamento sem internação (viabiliza atendimento para mulheres, jovens e mães, empresários, alunos, funcionários). Tratamento sem internação (viabiliza atendimento para mulheres, jovens e mães, empresários, alunos, funcionários). Internação de 45 dias – 1 ano de pós – tratamento Internação de 45 dias – 1 ano de pós – tratamento Internação de 3 meses – 1 ano de pós – tratamento Internação de 3 meses – 1 ano de pós – tratamento Internação de 6 meses – 1 ano de pós – tratamento Internação de 6 meses – 1 ano de pós – tratamento Internação de 9 meses – 1 ano de pós – tratamento Internação de 9 meses – 1 ano de pós – tratamento Reinternação – Conclusão de plano terapêutico e pós – tratamento Reinternação – Conclusão de plano terapêutico e pós – tratamento Programa familiar em todos os casos. Programa familiar em todos os casos.

14 Ter autonomia Ter autonomia Interrelacionar-se Interrelacionar-se Buscar felicidade Buscar felicidade Lutar Lutar Auto - afirmar-se Auto - afirmar-se Distinguir meios e fins Distinguir meios e fins Buscar um significado à própria vida Buscar um significado à própria vida Potencializar o processo de maturidade Potencializar o processo de maturidade Pensar, projetar e escolher. Pensar, projetar e escolher.

15 A expressão grega (ou topói) que dá origem ao vocábulo utopia, não tem voz de futuro (aquilo que nunca terá lugar). Utopia é apenas: aquilo que AINDA não teve lugar. O pensamento utópico, não se volta para fantasias neuróticas, mas sonda e busca os possíveis concretos, pois, afinal, no futuro habitam todas as possibilidades.

16 Quando pensarem que sabem algo, Quando pensarem que sabem algo, olhem por outra perspectiva. olhem por outra perspectiva.


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