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PRESAS, Marisa. Bilingual competence and translation competence. In: SCHÄFFNER, C.; ADAB, B. (ed.). Developing Translation Competence. Amsterdam: John.

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1 PRESAS, Marisa. Bilingual competence and translation competence. In: SCHÄFFNER, C.; ADAB, B. (ed.). Developing Translation Competence. Amsterdam: John Benjamins, p

2 Processo de ensino envolve 3 elementos: O conhecimento a ser adquirido Os aprendizes O professor

3 Bilingüismo e a Competência Tradutória Bilinguismo: condição necessária, mas não suficiente para garantir a qualidade da tradução. Competência tradutória: envolve mais do que Bilinguismo

4 Bilingüismo Bilinguismo é o uso alternado de duas línguas e a pessoa envolvida nesse processo chama- se bilíngue (Weinreich, 1968). O bilinguismo resulta da aquisição perfeita de uma língua estrangeira sem a perda da flluência na língua materna.(Boomfield 1933)

5 Bilingüismo como Bilinguismo como estágio preliminar da aquisição da competência tradutória Objeto do estudo:Habilidades de domínio do bilíngue em cada língua Efeitos cognitivos do processo de aprendizagem do bilíngue

6 Habilidades do bilíngüe Bilíngües podem desenvolver quatro habilidades comunicativas: Receptivas: 1)Recepção oral 2)Recepção escrita Produtivas: 1)produção oral 2)produção escrita

7 Quadro das combinações de habilidades envolvidas na tradução ou interpretação Recepção Oral Produção Oral Recepção Escrita Produção Escrita Tradução direta L2LM Tradução inversa LML2 Interpretaçã o direta L2LM Interpretaçã o inversa LML2 (Presas, 2000:22)

8 Competência tradutória e competência bilíngüe Falantes nativos tem diferentes níveis de proficiência na produção de textos escritos em sua língua materna. Conseqüência: diferentes níveis de capacitação para efetuar com qualidade uma tradução escrita direta.

9 Interação entre LM e L2 na mente do bilíngüe Memórias independentes para cada língua. Memórias (inter)dependentes para cada língua. Ponto de partida para a proposta de Weinreich (1968 apud Presas 2000)

10 Perfis psicolinguísticos de bilíngues Bilíngües coordenados: dois repertórios separados de imagens mentais para signos lingüísticos da LM e da L2 Bilíngües compostos: mesmo repertório de imagens mentais aos signos das duas línguas. Bilíngües subordinados:associam os signos verbais de uma língua a signos verbais de outra língua para depois associar à imagem mental. (Weinreich, 1968)

11 Com base na tradução direta escrita, Presas traça quatro perfis psicológicos de tradutores Tradutor associativo Tradutor subordinado Tradutor composto Tradutor coordenado

12 Tradutor associativo: Associa diretamente itens lexicais/segmentos textuais da L2 com itens lexicais/segmentos textuais da LM, num processo restrito ao nível das formas lingüísticas, sem mediação de conteúdos mentais

13 Tradutor subordinado: Associa conteúdos mentais exclusivamente com a LM.Formas lingüísticas da L2 são associadas diretamente a formas lingüísticas da LM, que então, e só então serão associadas a conteúdos mentais. Ele traduz antes de compreender.

14 Tradutor composto: Ele interpreta formas lingüísticas da L2 com o repertório de conteúdos mentais associado à LM. A recepção-produção torna-se imprecisa se as representações mentais associadas às formas de cada uma das línguas não forem totalmente coincidentes.

15 Tradutor coordenado:Ele associa formas lingüísticas da L2 com o repertório de conteúdos mentais próprio dessa língua;associa as representações mentais específicas do repertório da L2 com conteúdos mentais próprios da LM, que está associado com formas lingüísticas da LM. Cada língua tem seu próprio repertório de conteúdos mentais e o processo de recepção-produção distingue claramente entre o conteúdo mental de cada uma delas.

16 Segundo Marisa Presas, o perfil do tradutor coordenado corresponde ao funcionamento ideal da Competência tradutória. Ainda, os perfis do tradutor composto e os do subordinado e associativo ajudam a entender a interferência em tradução, a qual, para Presas, a qual pode se manifestar tanto no processo de compreensão (recepção)quanto no de redação do texto de chegada(produção).

17 INTERFERÊNCIA NA RECEPÇÃO Interferência da LM na compreensão da L2, dar-se-ia ao fenômeno dos equívocos devidos a falsos cognatos, especialmente no caso de tradutores novatos. Associação direta de formas lingüísticas de línguas diferentes por relações superficiais de semelhança, sem a adequada correspondência com os conteúdos mentais.

18 INTERFERÊNCIA NA PRODUÇÃO Na tradução direta a L2 afeta a produção na LM. A ocorrência dessa interferência e os procedimentos para evitá-la é objeto de muito estudo no processo de tradução. Mecanismos de transposição seriam responsáveis por um bloqueio na etapa essencial do processamento analítico no nível dos conteúdos mentais.

19 Soluções para os fenômenos de interferência em tradução Segundo Presas, se isso se confirmar, a solução residiria na aquisição pelos aprendizes dos mecanismos de recepção e produção do tradutor coordenado.A ocorrência da interferência se verifica em sujeitos com elevado nível de proficiência bilíngüe. Solução:operar nos bilíngües a separação entre conteúdo mental e forma gráfica

20 Distinção entre tradutor novato e tradutor proficiente Tradutor novatoTradutor experiente(expert) Habilidades lingüísticas não especializadasHabilidades lingüísticas especializadas

21 Conclusão Competência bilíngüe é a base sobre a qual se constrói a competência tradutória, especialmente a transferência de subcompetências. O desenvolvimento da competência tradutória requer a especialização de habilidades psicolingüísticas do bilíngüe, bem como a reestruturação de certos mecanismos de aquisição de outros tipos de conhecimentos e habilidades.


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