A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

O brincar e a matemática Luciana Arruda Campos Rodrigues Setembro de 2007.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "O brincar e a matemática Luciana Arruda Campos Rodrigues Setembro de 2007."— Transcrição da apresentação:

1 O brincar e a matemática Luciana Arruda Campos Rodrigues Setembro de 2007

2 Quais são as justificativas para trazer jogos e brincadeiras para as aulas de matemática?

3 Justificativas –Necessidade de mudar o rumo do trabalho com matemática nas séries iniciais. –Quadros estatísticos com resultados de desempenho preocupantes. –Interesse dos alunos por jogos, por brincadeiras e por matemática. –Por meio deste recurso podemos despertar atitudes positivas em relação à Matemática. –Possibilitar que a criança pense questões matemáticas de corpo inteiro.

4 Objetivos –Garantir que o maior número de indivíduos atinja o desempenho em matemática, tão eficientemente quanto possível; –Promover princípios de liberdade, ideais de solidariedade e atingir a missão fundamentalmente humanista da educação para que cada um tome o seu destino nas mãos e construa a sociedade que deseja; –Favorecer o aprender a conhecer, aprender a ser, aprender a conviver e o aprender a fazer; –Possibilitar o encontro de respostas que ainda não se sabe responder; –Possibilitar aprendizagens dos conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais matemáticos; –Despertar atitudes positivas em relação à matemática.

5 Metodologia no processo educativo –Cabe ao professor selecionar com criticidade e autonomia a coletânea de jogos e brincadeiras que poderão ser trabalhados. –A periodicidade da aplicação do jogo ou da brincadeira deve ser semanal. –A intervenção do professor no jogo ou brincadeira representa um fator determinante na transformação do jogo espontâneo em pedagógico. (GRANDO)

6 - Cabe ao professor determinar o objetivo de sua ação pela escolha e determinação do momento apropriado para o jogo. (GRANDO) - A apresentação da regra deve acontecer no próprio espaço da sala de aula. As regras poderão ser explicadas, lidas pelo professor, lidas pelo aluno ou resgatadas pelo grupo (quando conhecida). -Após a aplicação do jogo, o grupo apresenta dicas para vencer, analisa erros cometidos para otimizar acertos nas próximas jogadas, realiza auto- avaliação. - Na roda de conversa sistematizamos estruturas matemáticas, refletimos, registramos, pré- formalizamos o conteúdo envolvido.

7 Promovemos o diálogo, interação, conflito cognitivo, levantamento de hipóteses e sistematização do conceito. Exploramos exemplos e contra-exemplos. O jogo e a brincadeira estão relacionados com a solução de situação-problema. Valorizamos a participação ativa do sujeito e a tomada de consciência dos processos inicialmente intuitivos. Estimulamos a justificativa, argumentação e contra- argumentação como parte do processo. Observamos que inicialmente o aluno joga certo, depois de algumas partidas joga bem e finalmente joga com êxito. (MACEDO)

8 - Garantimos a liberdade de jogar ou não. Reconhecemos que os alunos aprendem regras dos jogos, constroem conhecimento matemático e refletem sobre valores que desejam conservar ou transformar. - Possibilitamos a aprendizagem matemática a todos os envolvidos, respeitando os limites, ritmos, habilidades e competências. A vitória não é super valorizada. É necessário mesclar jogos de sorte e de estratégia. - O jogo e a brincadeira são suportes metodológicos que possibilitam ao professor resgatar e compreender o raciocínio do aluno e, dessa maneira, obter referências para o pleno desenvolvimento de sua ação pedagógica. (GRANDO)

9 Auto-avaliação Você gostou dos jogos que conheceu? Quais são os jogos que mais gostou? E o que menos gostou? Depois de jogar várias partidas de um mesmo jogo você passou a considerar-se melhor jogador do que na primeira partida? Prefere jogar em trios, duplas ou quartetos? Justifique. Como pode conseguir melhor desempenho no jogo? O que aprendeu com os jogos? Participou dos jogos com atenção e concentração? Quais são as suas metas para as próximas rodadas de jogos? Criou estratégias interessantes para vencer? Contribuiu com a organização do ambiente para a oficina de jogos? O que significa participar de uma oficina de jogos?

10 Depoimentos de pais alunos e professores Quando eu entrei na matemoteca, pensei que não iria conseguir fazer nada, mas depois eu vi que era tudo fácil. Antes de entrar na matemoteca eu não sabia. Agora, estou mais sabida. Saber é a coisa mais importante na vida, também amar um ao outro. Aprendo mais ainda que eu sei. Fizemos amigos, sentimos alegria e não é chato, sabe por quê? Porque nós brincamos. No primeiro dia achei difícil, mas fui acostumando e aprendendo. No fundo aprendi com a professora a respeitar os outros, não sentir vergonha de participar e não mentir. Eu sei, todo mundo sabe, a senhora sabe, que a tabuada nem todo mundo decora. Às vezes a gente esquece das coisas, não é? Eu descobri alguns segredos da matemática na matemoteca.

11 Sugestões de leitura Cláudia Zaslavsky Constance Kamii Kátia Cristina Stocco Smole Lino de Macedo Regina Célia Grando Roseli Palermo Brenelli

12

13 Jogos de transferência Mancala

14 Descubra o segredo sem números

15 Descubra o segredo com números

16 Jogos de sorte

17 Jogos de alinhados

18 Jogos de tabuleiro


Carregar ppt "O brincar e a matemática Luciana Arruda Campos Rodrigues Setembro de 2007."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google